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Por que razão tantos estão a mudar do Android para o iOS?
28 de Outubro de 2015 às 12:59 Apple Samsung

Os números da Apple não mentem. Cada vez mais os utilizadores estão a abandonar o Android e a abraçar o iOS.
Esta mudança pode não parecer lógica para muitos, mas a verdade é que cada vez mais o iPhone e o iOS têm argumentos para cativar todos os que estão no universo Android.
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A informação da Apple foi clara. 30% dos 48 milhões de novos iPhones vendidos no último trimestre foram para utilizadores que estão a migrar da plataforma da Google para o iPhone.
Não sendo uma migração normal, não deixa de ser lógica e até bem compreensível para muitos utilizadores, que apenas estavam no Android porque o iOS ainda não tinha chegado a um nível que os pudesse satisfazer.
Mas a Apple tem mudado e muito o iPhone e todo o seu ecossistema, melhorando-o e preparando-o para dar resposta às necessidades de todos.
As causas para esta mudança acabam por ser lógicas e apenas tardavam para acontecer.

O iPhone está maior e mais variado

Com o lançamento do iPhone 6 a Apple resolveu mudar o iPhone, de uma forma radical. Abandonou a eterna medida de ecrã e resolveu dar aos consumidores o que eles pediam.
Com o Android a ter há já vários anos smartphones com ecrãs que chegam a ser quase tablets, era hora do iPhone e da Apple crescerem.
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É por essa razão que surgem os novos iPhones, com medidas maiores e com dois tamanhos distintos. Com 4,7 e 5,5 polegadas, a Apple pode agora competir com os Android.

A partilha de dados está melhor

Algo que os utilizadores se queixavam desde as primeiras versões do iOS é da impossibilidade de partilhar informação entre aplicações.
Esta simples funcionalidade, que existe praticamente desde as primeiras versões do Android, era uma das razões para que muitos considerassem o iOS um sistema fechado e sem ser modular.
Mas com o iOS 8 isso mudou, abrindo aos utilizadores a possibilidade de, com um simples toque, poderem trocar dados entre as aplicações. Com a vantagem desta função ser mais organizada e configurável no iOS, ao contrário do que existe no Android, em que todas as aplicações surgem, desordenadas.

A confusão da oferta Android

A diversidade de fabricantes e de hardware que existe no Android pode funcionar a seu favor. Conseguimos ter um smartphone quase feito à medida.
O problema é que com tanta oferta os consumidores acabam por se sentir perdidos na hora de escolher o Android que querem levar para casa. Se o preço é um factor de peso, os componentes começam já a ter também um peso na decisão.
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A oferta da Apple, por outro lado, é estanque e limitada mas muito bem definida. Tamanho do ecrã e espaço de memória, é apenas aqui que os consumidores precisam de se concentrar.

O eterno problema das actualizações

Algo que existe desde o início do Android é a fragmentação. Muito mais do que existirem diversas versões do sistema operativo da Google a uso, o problema está na ausência de suporte que a maioria das marcas oferece.
E é aqui que a Apple volta a marcar pontos. O iOS quando é actualizado é oferecido a todos, da mesma forma e com a mesma simplicidade de instalação.
Não apenas existem versões frequentemente actualizadas, como o suporte para os modelos mais antigos é mais alargado do que podemos ver nos equipamentos Android, mesmo nos da Google.

Tudo chega primeiro ao iOS

Por fim existe a relação dos sistemas operativos com as lojas de aplicações que os servem. Por ser um sistema mais interessante e mais rico, é normal que as novas aplicações surjam primeiro no iOS do que no Android.
Já mais do que o número de aplicações, a decisão passa também por quem tem as novas aplicações mais cedo. E aqui o fiel da balança volta a pender para a Apple.
Qualquer um destes sistemas operativos tem qualidades e defeitos, mas o movimento de migração para o iOS parece estar agora a tomar uma dimensão maior e a ser muito mais expressivo do que antes.
As razões apresentadas acima são argumentos válidos que muitos usaram para tomar a sua decisão. Resta saber qual será a resposta da Google para contrariar esta debandada.
Terá muito maiores dificuldades pois terá de trabalhar com vários fabricantes, cada um com as suas ideias e as suas vontades. É este o desafio da Google, encontrar uma forma de unificar o Android e torná-lo como uma plataforma transversal.

source:pplware.sapo.pt
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Microsoft prepara-se para dar uma nova cara ao Windows 10 na próxima grande atualização

2018-11-16 às 09:16


A Microsoft tem conseguido dar ao Windows 10 uma nova imagem, tendo recuperado a sua linha mais tradicional dos sistemas operativos. Lentamente este sistema está a ser totalmente remodelado e renovado, com muitas melhorias estéticas.Na próxima grande atualização, que a Microsoft deverá lançar no início do próximo ano, esperam-se ainda mais melhorias e novidades. Uma delas é a renovação da própria imagem do Windows 10.
Ainda não tem uma data definida para chegar, mas a Microsoft já começou a detalhar o que a próxima grande atualização do Windows 10 vai trazer. Focando-se na parte gráfica e estética, a Microsoft quer renovar a cara do Windows 10.Há um novo tema ligth no Widows 10Para isso, prepara-se para nos dar um tema light, que muda completamente a interface do Windows 10, indo desde o menu inciar até à própria barra de tarefas e passando por áreas como o teclado virtual.Para compor ainda mais este cenário de alteração, a Microsoft propõe também uma nova imagem de fundo, adaptada a toda esta nova imagem. Ativar este novo tema light requer apenas alguns cliques nas Definições.Alterações profundas nas atualizações do Windows 10Falar do Windows 10 nestes dias obriga necessariamente a referir as atualizações. A Microsoft volta a mudar mexer nesta área e agora dá aos utilizadores a possibilidade destes colocarem em pausa as atualizações de forma mais direta.Também a forma como estas atualizações vão ser instaladas está a mudar. O SO da Microsoft passa a contar com alguma inteligência nesta área e apenas fará a instalação em horas que o utilizador não esteja a usar a sua máquina.A snipping tool está também melhoradaA nova ferramenta de captação e recorte de imagens do Windows 10 foi também melhorada. Depois de ter recebido a possibilidade de ter um contador de tempo, tem agora a possibilidade de captar janelas de forma direta.Por outro lado, e para facilitar a sua utilização, esta ferramenta de captação de imagens passa a memorizar a opção do utilizador e sempre que é lançada é essa a opção a uso.Todas estas novidades, mesmo sendo apenas para a próxima grande atualização do Windows, estão já a ser disponibilizadas a todos os que estão no canal Fast do programa Insiders do Windows 10.source:pplware.sapo.pt

Portugal: A partir de 2040 será proibida a venda de veículos poluentes novos

2018-09-10 às 09:22


Depois de alguns países da UE terem balizado a data limite de venda de veículos poluentes, chega agora a vez de Portugal estabelecer a data de 2040 como limite para venda de veículos poluentes novos.Segundo informações veiculadas agora, o Governo compromete-se a que toda a frota da administração pública esteja já nos padrões zero emissões ou muito baixas emissões até 2030.
Veículos poluente: Europa 2030 e Portugal 2040Quando a Alemanha em 2016 estabeleceu o ano de 2030 para acabar com a produção de motores de combustão interna, o mundo percebeu que, se o maior produtor do mundo automóvel tem esta decisão, já não há volta a dar.Em Portugal, a partir de 2040 não vai ser possível encontrar à venda nenhum veículo ligeiro, de passageiros ou mercadorias, que seja responsável por emissões de dióxido de carbono.Como refere o Público, o Governo português vai levar a Birmingham, onde decorrerá a primeira cimeira mundial sobre veículos sem emissões de dióxido de carbono, uma espécie de roteiro com o qual demonstrará como pretende atingir os objetivos de reduzir a pegada carbónica na mobilidade.O país irá assegurar que em 2040 todos os veículos novos vendidos em Portugal serão responsáveis por zero emissões de carbono.Pese o facto de ser uma “promessa” que está no bom caminho, o país poderia ter sido mais ambicioso, conforme explicou o secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes.Portugal poderia inscrever no compromisso que vai apresentar que só seriam permitidas as vendas de veículos de emissão zero, mas acabou por ser como outros países e manifestar alguma prudência.Temos que pensar que ainda não está resolvido o problema da autonomia para viagens de muito longo curso, pelo que fomos prudentes e inscrevemos também os veículos de baixas emissões. Mas até 2040 os avanços tecnológicos vão resolver esse problema, não tenho grandes dúvidas.Referiu o governante.Um compromisso assumido irá levar a que o Estado invista em viaturas novas, até 2030, para que toda a frota da administração pública em Portugal será constituída por veículos de emissão zero, ou de baixas emissões.O processo de retirar das estradas os veículos poluentes não começou agora, já decorre desde há alguns anos o Eco.Mob, o programa de Mobilidade Sustentável (que vai já na sua segunda fase), com o qual tem tentado que seja o próprio Estado a dar o exemplo nas mudanças que são necessárias de fazer. Parque elétrico do Estado portuguêsPortugal tinha um parque de veículos elétricos, no final de 2014, de 26.903 unidades, o que o eleva o Estado a estar entre as maiores frotas do país.Uma das linhas de financiamento do programa Eco.Mob passava pelo investimento em 1200 veículos elétricos para a administração pública, envolvendo uma estimativa de custos de 23,34 milhões de euros.A questão prende-se com uma data que será somente daqui a mais de duas décadas, quando o mundo, principalmente a Europa, têm metas mais curtas e caminhos já mais avançados. Será que conseguimos?source: pplware.sapo.pt

A partir de 1 de setembro acabaram-se as lâmpadas “baratas”

2018-08-29 às 09:17


É já a partir do próximo dia 1 de setembro de 2018 (sábado) que se assinala uma mudança significativa no que diz respeito à iluminação. A partir desse dia passa a ser proibida a comercialização, em toda a União Europeia (UE), de lâmpadas incandescentes de halogéneo.A proibição da União Europeia faz parte do compromisso da UE de reduzir as emissões de CO2 e a sua pegada de carbono.
Qual é o motivo para a proibição das lâmpadas de halogéneo?Continuando o processo de descontinuação dos focos de halogéneo, implementado em 2016, a fase que se segue é a proibição das lâmpadas de halogéneo não direcionais, incluindo as lâmpadas convencionais em forma de pera ou vela. Além disso, as lâmpadas de halogéneo utilizam 10 vezes mais quantidade de energia do que as lâmpadas LED. As lâmpadas de luz LED têm uma vida útil média de 15 anos, o que as torna simultaneamente boas para o planeta e para os bolsos dos consumidores. Os desenvolvimentos técnicos permitem atualmente uma vasta gama de opções no que toca à iluminação LED, oferecendo uma grande variedade de designs e temperaturas de cor para personalizar qualquer casa.Lâmpadas LEDLâmpadas de halogéneo em PortugalDe acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística – INE, as lâmpadas de halogéneo são utilizadas em 22,4% dos lares portugueses e em termos médios correspondem a uma utilização de 7,6 lâmpadas por alojamento. As lâmpadas LED utilizam até 80% menos energia do que as lâmpadas de halogéneo e duram 15 vezes mais.Num estudo da Associação de Defesa do Consumidor (DECO), realizado em 2016, ficou provado que usar 11 lâmpadas LED num T1 permite poupar 207 euros, em 20 anos. Em Portugal, a eliminação progressiva do halogéneo evitará mais de 15 milhões de toneladas de emissões de carbono por ano, o equivalente ao consumo anual de eletricidade no nosso país.source:pplware.sapo.pt