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O seu iPhone tem pouca autonomia? Saiba como a pode melhorar
9 de Novembro de 2015 às 10:28 Apple

Um dos problemas dos smartphones, em geral, está relacionado com a autonomia. Enquanto que há uns anos tínhamos telemóveis com baterias que duravam semanas, hoje, a grande maioria dos smartphones não dura nem um dia! É perfeitamente normal que essa realidade se tenha alterado de forma tão drástica, tendo em consideração o tipo de tarefas que se executam hoje em dia.
Ainda assim, há formas de melhorar a autonomia do smartphone através de pequenos truques. Hoje mostramos alguns mais focados na utilização do iPhone com iOS 9.
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Depois de darmos a conhecer alguns mitos relacionados com as baterias dos dispositivos móveis, de termos falado sobre algumas apps que são as mais consumidoras de baterias de smartphones Android, chega a altura de deixar algumas dicas de poupança de bateria para utilizadores de iOS, com particular destaque para a nova versão iOS 9.

1. Active a função Modo de baixa potência

O iOS 9 traz uma gestão de energia muito melhor que nas versões anteriores. Agora, quando a bateria do iPhone atinge os 20% é solicitado que seja activado o Modo de baixa potência.
Neste modo, o consumo de energia é temporariamente reduzido até poder carregar o iPhone. Quando está activa esta opção, a obtenção de correio, a actualização de aplicações em segundo plano, as descargas automáticas e alguns efeitos visuais são reduzidos ou desligados, aumentando um pouco mais a disponibilidade da bateria.
Mas pode fazer isso sempre. Se for para um sítio onde sabe que não vai ter durante muito tempo acesso a energia para carregar o iPhone, active logo este modo e o iPhone dura muito mais. Para isso vá a Definições,Bateria, e dentro da janela active o Modo de baixa potência. Verá que o ícone da bateria passa de verde a amarelo.
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2. Analise quais a aplicações que mais bateria estão a consumir

Para ter acesso à lista de apps que mais consomem a energia da bateria deverá novamente aceder às definições de bateria, onde, por ordem decrescente de consumo, conseguirá ver quais as aplicações que mais contribuem para a fraca autonomia.
Será que não passa sem algumas delas?
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3. Livre-se da aplicação do Facebook

Como pode ver pela imagem a cima, a app do Facebook é que mais consome bateria no iOS 9. Esse problema já foi relatado aqui no Pplware e a própria empresa dona da rede social já reconheceu o que a aplicação continua a gastar demasiada bateria.
Se não é assim tão adepto de redes sociais, poderá valer a pena remove-la do seu iPhone.
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4. Desactive o Airdrop

O serviço Airdrop da Apple permite, desde o iOS 7, partilhar conteúdos entre os dispositivos da marca de uma forma mais eficiente, mas este é apontado também como um dos grandes consumidores de energia.
O melhor é mantê-lo desligado.
De uma forma rápida, aceda ao Centro de Controlo, que encontra ao deslizar o ecrã da extremidade inferior para cima, e desligue-o, activando só quando for realmente necessário.
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5. Desactive o Centro de Notificações

Necessita mesmo de receber todas as notificações que recebe minuto a minuto?
A recepção de muitas notificações diariamente, muitas vezes associadas a aplicações de pouca relevância, como jogos ou redes sociais, é por si só uma consumidora de bateria, é um toque, uma luz que acende, uma vibração… Aceda às definições das Notificações e faça uma gestão de acordo com as suas necessidades.
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source:pplware.sapo.pt 
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Microsoft prepara-se para dar uma nova cara ao Windows 10 na próxima grande atualização

2018-11-16 às 09:16


A Microsoft tem conseguido dar ao Windows 10 uma nova imagem, tendo recuperado a sua linha mais tradicional dos sistemas operativos. Lentamente este sistema está a ser totalmente remodelado e renovado, com muitas melhorias estéticas.Na próxima grande atualização, que a Microsoft deverá lançar no início do próximo ano, esperam-se ainda mais melhorias e novidades. Uma delas é a renovação da própria imagem do Windows 10.
Ainda não tem uma data definida para chegar, mas a Microsoft já começou a detalhar o que a próxima grande atualização do Windows 10 vai trazer. Focando-se na parte gráfica e estética, a Microsoft quer renovar a cara do Windows 10.Há um novo tema ligth no Widows 10Para isso, prepara-se para nos dar um tema light, que muda completamente a interface do Windows 10, indo desde o menu inciar até à própria barra de tarefas e passando por áreas como o teclado virtual.Para compor ainda mais este cenário de alteração, a Microsoft propõe também uma nova imagem de fundo, adaptada a toda esta nova imagem. Ativar este novo tema light requer apenas alguns cliques nas Definições.Alterações profundas nas atualizações do Windows 10Falar do Windows 10 nestes dias obriga necessariamente a referir as atualizações. A Microsoft volta a mudar mexer nesta área e agora dá aos utilizadores a possibilidade destes colocarem em pausa as atualizações de forma mais direta.Também a forma como estas atualizações vão ser instaladas está a mudar. O SO da Microsoft passa a contar com alguma inteligência nesta área e apenas fará a instalação em horas que o utilizador não esteja a usar a sua máquina.A snipping tool está também melhoradaA nova ferramenta de captação e recorte de imagens do Windows 10 foi também melhorada. Depois de ter recebido a possibilidade de ter um contador de tempo, tem agora a possibilidade de captar janelas de forma direta.Por outro lado, e para facilitar a sua utilização, esta ferramenta de captação de imagens passa a memorizar a opção do utilizador e sempre que é lançada é essa a opção a uso.Todas estas novidades, mesmo sendo apenas para a próxima grande atualização do Windows, estão já a ser disponibilizadas a todos os que estão no canal Fast do programa Insiders do Windows 10.source:pplware.sapo.pt

Portugal: A partir de 2040 será proibida a venda de veículos poluentes novos

2018-09-10 às 09:22


Depois de alguns países da UE terem balizado a data limite de venda de veículos poluentes, chega agora a vez de Portugal estabelecer a data de 2040 como limite para venda de veículos poluentes novos.Segundo informações veiculadas agora, o Governo compromete-se a que toda a frota da administração pública esteja já nos padrões zero emissões ou muito baixas emissões até 2030.
Veículos poluente: Europa 2030 e Portugal 2040Quando a Alemanha em 2016 estabeleceu o ano de 2030 para acabar com a produção de motores de combustão interna, o mundo percebeu que, se o maior produtor do mundo automóvel tem esta decisão, já não há volta a dar.Em Portugal, a partir de 2040 não vai ser possível encontrar à venda nenhum veículo ligeiro, de passageiros ou mercadorias, que seja responsável por emissões de dióxido de carbono.Como refere o Público, o Governo português vai levar a Birmingham, onde decorrerá a primeira cimeira mundial sobre veículos sem emissões de dióxido de carbono, uma espécie de roteiro com o qual demonstrará como pretende atingir os objetivos de reduzir a pegada carbónica na mobilidade.O país irá assegurar que em 2040 todos os veículos novos vendidos em Portugal serão responsáveis por zero emissões de carbono.Pese o facto de ser uma “promessa” que está no bom caminho, o país poderia ter sido mais ambicioso, conforme explicou o secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes.Portugal poderia inscrever no compromisso que vai apresentar que só seriam permitidas as vendas de veículos de emissão zero, mas acabou por ser como outros países e manifestar alguma prudência.Temos que pensar que ainda não está resolvido o problema da autonomia para viagens de muito longo curso, pelo que fomos prudentes e inscrevemos também os veículos de baixas emissões. Mas até 2040 os avanços tecnológicos vão resolver esse problema, não tenho grandes dúvidas.Referiu o governante.Um compromisso assumido irá levar a que o Estado invista em viaturas novas, até 2030, para que toda a frota da administração pública em Portugal será constituída por veículos de emissão zero, ou de baixas emissões.O processo de retirar das estradas os veículos poluentes não começou agora, já decorre desde há alguns anos o Eco.Mob, o programa de Mobilidade Sustentável (que vai já na sua segunda fase), com o qual tem tentado que seja o próprio Estado a dar o exemplo nas mudanças que são necessárias de fazer. Parque elétrico do Estado portuguêsPortugal tinha um parque de veículos elétricos, no final de 2014, de 26.903 unidades, o que o eleva o Estado a estar entre as maiores frotas do país.Uma das linhas de financiamento do programa Eco.Mob passava pelo investimento em 1200 veículos elétricos para a administração pública, envolvendo uma estimativa de custos de 23,34 milhões de euros.A questão prende-se com uma data que será somente daqui a mais de duas décadas, quando o mundo, principalmente a Europa, têm metas mais curtas e caminhos já mais avançados. Será que conseguimos?source: pplware.sapo.pt

A partir de 1 de setembro acabaram-se as lâmpadas “baratas”

2018-08-29 às 09:17


É já a partir do próximo dia 1 de setembro de 2018 (sábado) que se assinala uma mudança significativa no que diz respeito à iluminação. A partir desse dia passa a ser proibida a comercialização, em toda a União Europeia (UE), de lâmpadas incandescentes de halogéneo.A proibição da União Europeia faz parte do compromisso da UE de reduzir as emissões de CO2 e a sua pegada de carbono.
Qual é o motivo para a proibição das lâmpadas de halogéneo?Continuando o processo de descontinuação dos focos de halogéneo, implementado em 2016, a fase que se segue é a proibição das lâmpadas de halogéneo não direcionais, incluindo as lâmpadas convencionais em forma de pera ou vela. Além disso, as lâmpadas de halogéneo utilizam 10 vezes mais quantidade de energia do que as lâmpadas LED. As lâmpadas de luz LED têm uma vida útil média de 15 anos, o que as torna simultaneamente boas para o planeta e para os bolsos dos consumidores. Os desenvolvimentos técnicos permitem atualmente uma vasta gama de opções no que toca à iluminação LED, oferecendo uma grande variedade de designs e temperaturas de cor para personalizar qualquer casa.Lâmpadas LEDLâmpadas de halogéneo em PortugalDe acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística – INE, as lâmpadas de halogéneo são utilizadas em 22,4% dos lares portugueses e em termos médios correspondem a uma utilização de 7,6 lâmpadas por alojamento. As lâmpadas LED utilizam até 80% menos energia do que as lâmpadas de halogéneo e duram 15 vezes mais.Num estudo da Associação de Defesa do Consumidor (DECO), realizado em 2016, ficou provado que usar 11 lâmpadas LED num T1 permite poupar 207 euros, em 20 anos. Em Portugal, a eliminação progressiva do halogéneo evitará mais de 15 milhões de toneladas de emissões de carbono por ano, o equivalente ao consumo anual de eletricidade no nosso país.source:pplware.sapo.pt