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TOP 5 de Serviços Cloud em 2015
31 de Dezembro de 2015 às 09:52 Cloud

O caminho está traçado. O alojamento na cloud é cada vez mais o futuro e os serviços de Internet que cada vez são mais rápidos ajudam nessa alteração de hábitos.
Durante 2015 os serviços cloud não sofreram grande mutação. Uns fortaleceram-se, outros melhoraram os preços dos serviços profissionais e outros saíram da sombra. Destacamos 5 que provavelmente foram aqueles que tiveram uma maior ascendência sobre o utilizador.
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É inegável que cada vez mais usamos os serviços cloud para “tudo e mais um par de botas”. Já lá colocamos os documentos, as fotografias, os vídeos, as capturas de ecrã, colocamos as cópias de segurança, colocamos produção em tempo real e até usamos como “ponte” para termos tudo sincronizado entre dispositivos em diversos sistemas operativos.
 

Quais os requisitos?

Durante este ano fomos avaliando as escolhas, fizemos sondagens, confrontámos preços do mercadoConsumer Cloud Storage, falámos com alguns players, com clientes e verificámos os indicadores externos, números indicativos das preferências globais.
Esta compilação foi o resultado de todos os indicadores compilados que nos diz quais os serviços cloud (Consumer Storage) preponderantes de 2015:
 

5º Lugar – Hubic

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Este serviço destacou-se em 2015 pela sua oferta e pelo serviço que acompanha o pack entregue ao utilizador. A empresa francesa OVH, neste ano, decidiu ameaçar a concorrência e colocou a oferta com o serviço gratuito de espaço em cloud com 25 GB. Tem apps mobile e a sua utilização é extremamente intuitiva, até porque desenharam o site em português e com muito boa aparência, que permite a gestão de ficheiros via web.
As aplicações estão disponíveis para Windows, OS X e Linux, assim como para Android, iOS e Windows Phone.

 

4º Lugar – Onedrive

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OneDrive é a aposta da Microsoft para aglomerar todos os seus serviços e fazer a ponte entre as várias aplicações que tem ao dispor. Concentra o Office online e joga com o espaço gratuito por forma a cativar a atenção de quem usa os seus produtos e não só. Tem a seu favor o serviço que é um dos melhores e mais seguros no que toca a IaaS assim como DaaS.
Como armazenamento de consumo permite o que os outros permitem e muito mais. Tem apps para os dispositivos móveis mas deixa de fora o Linux. Gratuitamente, sem falarmos em planos agregados na aquisição de produtos da Microsoft, este serviço cloud oferece-lhe 15 GB (lembre-se que a Microsoft reduziu dos 15GB para apenas 5GB mas depois recuou na decisão – ver aqui).

3º Lugar – Google Drive

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Este serviço é um tudo em um. Tem uma ligação íntima com o melhor serviço de email que um utilizador pode usar, o Gmail, permite utilizar o Google Docs e permite muito mais.
Além disso o Drive oferece-lhe 15 GB de armazenamento online gratuito da Google. Desta forma, pode guardar fotografias, histórias, designs, desenhos, gravações, vídeos e outros. Tem evoluído com algumas ferramentas colaborativas, como o Keep, por exemplo, mas ainda não é um serviço tão intuitivo para os dispositivos móveis que seja atractiva como outros. Mas, convenhamos, é um serviço que está sempre à mão.

2º Lugar – Dropbox

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Este é um dos mais usados, dos que tem mais aplicações, um sistema cloud multifacetado onde já se viu de tudo. Tem uma óptima integração com todos os dispositivos. O seu marketing tem uma faceta dinâmica que permite a qualquer utilizador conseguir 16 GB de espaço gratuito, mas dá trabalho, tem essa desvantagem!
Tem ferramentas colaborativas que o ajudarão a potenciar o trabalho de forma muito eficiente e tem um trato muito próximo com os ficheiros Microsoft Office, por permitir editar os seus documentos com o Microsoft Word Online, por exemplo. Mas há mais, muito mais. Veja aqui muitos exemplos.

 

1º Lugar – Mega

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O Mega é o lado “irreverente” da web. É um serviço cloud que conta já com mais de 15 milhões de registos. Lembramos que cada registo tem ao dispor 50 GB de espaço gratuito e um serviço muito rápido e seguro. Esses são os “pergaminhos” deste serviço que foi pensado por Kim Dotcom um dia…
Tem um óptimo serviço de gestão web, tem apps para dispositivos móveis e para Windows, Linux e OS X. É um serviço muito bom. Ok, depois há aqueles que são “ilimitados”, é verdade, mas o Mega tem o hype da irreverência e a velocidade de servidor sem termos de levar com SPAM ou publicidade intrusiva ou uma interface a definhar, como muitos na praça.
source: pplware.sapo.pt
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Microsoft prepara-se para dar uma nova cara ao Windows 10 na próxima grande atualização

2018-11-16 às 09:16


A Microsoft tem conseguido dar ao Windows 10 uma nova imagem, tendo recuperado a sua linha mais tradicional dos sistemas operativos. Lentamente este sistema está a ser totalmente remodelado e renovado, com muitas melhorias estéticas.Na próxima grande atualização, que a Microsoft deverá lançar no início do próximo ano, esperam-se ainda mais melhorias e novidades. Uma delas é a renovação da própria imagem do Windows 10.
Ainda não tem uma data definida para chegar, mas a Microsoft já começou a detalhar o que a próxima grande atualização do Windows 10 vai trazer. Focando-se na parte gráfica e estética, a Microsoft quer renovar a cara do Windows 10.Há um novo tema ligth no Widows 10Para isso, prepara-se para nos dar um tema light, que muda completamente a interface do Windows 10, indo desde o menu inciar até à própria barra de tarefas e passando por áreas como o teclado virtual.Para compor ainda mais este cenário de alteração, a Microsoft propõe também uma nova imagem de fundo, adaptada a toda esta nova imagem. Ativar este novo tema light requer apenas alguns cliques nas Definições.Alterações profundas nas atualizações do Windows 10Falar do Windows 10 nestes dias obriga necessariamente a referir as atualizações. A Microsoft volta a mudar mexer nesta área e agora dá aos utilizadores a possibilidade destes colocarem em pausa as atualizações de forma mais direta.Também a forma como estas atualizações vão ser instaladas está a mudar. O SO da Microsoft passa a contar com alguma inteligência nesta área e apenas fará a instalação em horas que o utilizador não esteja a usar a sua máquina.A snipping tool está também melhoradaA nova ferramenta de captação e recorte de imagens do Windows 10 foi também melhorada. Depois de ter recebido a possibilidade de ter um contador de tempo, tem agora a possibilidade de captar janelas de forma direta.Por outro lado, e para facilitar a sua utilização, esta ferramenta de captação de imagens passa a memorizar a opção do utilizador e sempre que é lançada é essa a opção a uso.Todas estas novidades, mesmo sendo apenas para a próxima grande atualização do Windows, estão já a ser disponibilizadas a todos os que estão no canal Fast do programa Insiders do Windows 10.source:pplware.sapo.pt

Portugal: A partir de 2040 será proibida a venda de veículos poluentes novos

2018-09-10 às 09:22


Depois de alguns países da UE terem balizado a data limite de venda de veículos poluentes, chega agora a vez de Portugal estabelecer a data de 2040 como limite para venda de veículos poluentes novos.Segundo informações veiculadas agora, o Governo compromete-se a que toda a frota da administração pública esteja já nos padrões zero emissões ou muito baixas emissões até 2030.
Veículos poluente: Europa 2030 e Portugal 2040Quando a Alemanha em 2016 estabeleceu o ano de 2030 para acabar com a produção de motores de combustão interna, o mundo percebeu que, se o maior produtor do mundo automóvel tem esta decisão, já não há volta a dar.Em Portugal, a partir de 2040 não vai ser possível encontrar à venda nenhum veículo ligeiro, de passageiros ou mercadorias, que seja responsável por emissões de dióxido de carbono.Como refere o Público, o Governo português vai levar a Birmingham, onde decorrerá a primeira cimeira mundial sobre veículos sem emissões de dióxido de carbono, uma espécie de roteiro com o qual demonstrará como pretende atingir os objetivos de reduzir a pegada carbónica na mobilidade.O país irá assegurar que em 2040 todos os veículos novos vendidos em Portugal serão responsáveis por zero emissões de carbono.Pese o facto de ser uma “promessa” que está no bom caminho, o país poderia ter sido mais ambicioso, conforme explicou o secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes.Portugal poderia inscrever no compromisso que vai apresentar que só seriam permitidas as vendas de veículos de emissão zero, mas acabou por ser como outros países e manifestar alguma prudência.Temos que pensar que ainda não está resolvido o problema da autonomia para viagens de muito longo curso, pelo que fomos prudentes e inscrevemos também os veículos de baixas emissões. Mas até 2040 os avanços tecnológicos vão resolver esse problema, não tenho grandes dúvidas.Referiu o governante.Um compromisso assumido irá levar a que o Estado invista em viaturas novas, até 2030, para que toda a frota da administração pública em Portugal será constituída por veículos de emissão zero, ou de baixas emissões.O processo de retirar das estradas os veículos poluentes não começou agora, já decorre desde há alguns anos o Eco.Mob, o programa de Mobilidade Sustentável (que vai já na sua segunda fase), com o qual tem tentado que seja o próprio Estado a dar o exemplo nas mudanças que são necessárias de fazer. Parque elétrico do Estado portuguêsPortugal tinha um parque de veículos elétricos, no final de 2014, de 26.903 unidades, o que o eleva o Estado a estar entre as maiores frotas do país.Uma das linhas de financiamento do programa Eco.Mob passava pelo investimento em 1200 veículos elétricos para a administração pública, envolvendo uma estimativa de custos de 23,34 milhões de euros.A questão prende-se com uma data que será somente daqui a mais de duas décadas, quando o mundo, principalmente a Europa, têm metas mais curtas e caminhos já mais avançados. Será que conseguimos?source: pplware.sapo.pt

A partir de 1 de setembro acabaram-se as lâmpadas “baratas”

2018-08-29 às 09:17


É já a partir do próximo dia 1 de setembro de 2018 (sábado) que se assinala uma mudança significativa no que diz respeito à iluminação. A partir desse dia passa a ser proibida a comercialização, em toda a União Europeia (UE), de lâmpadas incandescentes de halogéneo.A proibição da União Europeia faz parte do compromisso da UE de reduzir as emissões de CO2 e a sua pegada de carbono.
Qual é o motivo para a proibição das lâmpadas de halogéneo?Continuando o processo de descontinuação dos focos de halogéneo, implementado em 2016, a fase que se segue é a proibição das lâmpadas de halogéneo não direcionais, incluindo as lâmpadas convencionais em forma de pera ou vela. Além disso, as lâmpadas de halogéneo utilizam 10 vezes mais quantidade de energia do que as lâmpadas LED. As lâmpadas de luz LED têm uma vida útil média de 15 anos, o que as torna simultaneamente boas para o planeta e para os bolsos dos consumidores. Os desenvolvimentos técnicos permitem atualmente uma vasta gama de opções no que toca à iluminação LED, oferecendo uma grande variedade de designs e temperaturas de cor para personalizar qualquer casa.Lâmpadas LEDLâmpadas de halogéneo em PortugalDe acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística – INE, as lâmpadas de halogéneo são utilizadas em 22,4% dos lares portugueses e em termos médios correspondem a uma utilização de 7,6 lâmpadas por alojamento. As lâmpadas LED utilizam até 80% menos energia do que as lâmpadas de halogéneo e duram 15 vezes mais.Num estudo da Associação de Defesa do Consumidor (DECO), realizado em 2016, ficou provado que usar 11 lâmpadas LED num T1 permite poupar 207 euros, em 20 anos. Em Portugal, a eliminação progressiva do halogéneo evitará mais de 15 milhões de toneladas de emissões de carbono por ano, o equivalente ao consumo anual de eletricidade no nosso país.source:pplware.sapo.pt