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Carro autónomo da Google só teve 272 falhas num ano…
14 de Janeiro de 2016 às 10:16 Google

O Futuro é hoje e a Google prova-o a cada dia que passa. Exemplo disso são os números que falam por si.
O veículo da Google percorreu 682.000 km de forma autónoma entre Setembro de 2014 e Novembro 2015, e neste período foram somente detectadas 272 falhas técnicas. Estará quase pronto para circular sem condutor?
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Provavelmente ainda não será este ano mas não faltará muito mais. Várias informações dão-nos conta que várias empresas estão a desenvolver carros autónomos e essas mesmas empresas já requereram a autorização legal para estes poderem ser testados nas vias públicas da Califórnia.
Um dos requisitos para que esta autorização seja validada é haver um rígido relatório de ocorrências, reportado às autoridades. Foi desta forma que chegou a domínio público a informação que o carro autónomo da Google desligou (ou o condutor) o piloto automático em 341 ocasiões durante os 682.000 km percorridos entre Setembro de 2014 e Novembro 2015.
Desses 341 casos, 272 foram devido a uma qualquer falha técnica: problemas de comunicação, leituras estranhas de um qualquer sensor ou determinados problemas críticos do sistema, como dos travões ou direcção. Estas situações, quando ocorrem, disparam um alerta para que o condutor assuma o controlo da viatura. Segundo a Google, o tempo médio de reacção do teste leva a que esses avisos sejam de 0,8 segundos.
 
Houve perigo de colisão?
Falou-se algumas vezes que os veículos da Google estiveram envolvidos em acidentes. Mas o mais relevante dos dados recolhidos é que, em 13 ocasiões, o condutor teve de assumir o volante e acredita-se que foi o desempenho humano que evitou uma colisão inevitável se o veículo continuasse em modo autónomo.
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Mas esteve perto de provocar 13 acidentes?
Não, de maneira nenhuma. Segundo as informações da Google fornecidas ao The Guardian, estes 13 casos foram situações que o condutor evitou quer por antecipação da condução do próprio veículo quer da condução de terceiros, mas sempre em antecipação.
 

Só foram detectadas 272 falhas

Apesar de o piloto automático ter sido desligado 341 vezes, só foram detectadas 272 falhas. Nas 69 vezes, como refere a Google, a iniciativa partiu dos próprios motoristas, que tomaram esta decisão por acreditarem que a viatura não estava preparada para uma determinada situação. Foram, na verdade, 69, não milhares, mas a Google só é obrigada a relatar situações em que se justifica que o motorista passe a assumir o controlo, e não aquelas em que o carro poderia ter conseguido ultrapassar a dificuldade por conta própria.
  
E as falhas dos outros fabricantes?
Como foi referido, esta regra aplica-se a todos os que querem usar as vias públicas para testar os seus veículos autónomos na Califórnia. A Tesla, por exemplo, diz não ter quaisquer problemas a apresentar, a Nissan refere que nos seus mais de 2.000 km de testes teve de desligar o piloto automático em 405 ocasiões.
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Já a Mercedes apresenta um relatório mais completo. A empresa alemã esclarece que os seus veículos autónomos estiveram temporariamente desligados por 1051 ocasiões durante 2700 km e que destas, em 502 ocasiões, o problema esteve relacionado com falhas técnicas, enquanto as restantes 529 foram por decisão do condutor. As do condutor estiveram relacionadas com situações em que este se sentia “desconfortável” e nessa altura assumiu o controlo.
A Volkswagen relatou que teve de desligar o sistema autónomo do veículo por 1002 vezes mas que apenas 85 delas se deveram a problemas técnicos.
 
A Google tem muitos mais quilómetros de estrada
Um dado que deve ser tido em conta é que a Google tem muitos mais quilómetros que todos os restantes, tendo uma das marcas feito, na melhor das hipóteses, 32.000 km contra os 682.000 km apresentados pela Google. O saldo é nitidamente favorável à Google.
Note-se também que estes valores são os que são realizados em vias públicas e não dentro dos circuitos fechados, onde só nas vias públicas é que os fabricantes são obrigados a reportar tudo o que se passou.
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Microsoft prepara-se para dar uma nova cara ao Windows 10 na próxima grande atualização

2018-11-16 às 09:16


A Microsoft tem conseguido dar ao Windows 10 uma nova imagem, tendo recuperado a sua linha mais tradicional dos sistemas operativos. Lentamente este sistema está a ser totalmente remodelado e renovado, com muitas melhorias estéticas.Na próxima grande atualização, que a Microsoft deverá lançar no início do próximo ano, esperam-se ainda mais melhorias e novidades. Uma delas é a renovação da própria imagem do Windows 10.
Ainda não tem uma data definida para chegar, mas a Microsoft já começou a detalhar o que a próxima grande atualização do Windows 10 vai trazer. Focando-se na parte gráfica e estética, a Microsoft quer renovar a cara do Windows 10.Há um novo tema ligth no Widows 10Para isso, prepara-se para nos dar um tema light, que muda completamente a interface do Windows 10, indo desde o menu inciar até à própria barra de tarefas e passando por áreas como o teclado virtual.Para compor ainda mais este cenário de alteração, a Microsoft propõe também uma nova imagem de fundo, adaptada a toda esta nova imagem. Ativar este novo tema light requer apenas alguns cliques nas Definições.Alterações profundas nas atualizações do Windows 10Falar do Windows 10 nestes dias obriga necessariamente a referir as atualizações. A Microsoft volta a mudar mexer nesta área e agora dá aos utilizadores a possibilidade destes colocarem em pausa as atualizações de forma mais direta.Também a forma como estas atualizações vão ser instaladas está a mudar. O SO da Microsoft passa a contar com alguma inteligência nesta área e apenas fará a instalação em horas que o utilizador não esteja a usar a sua máquina.A snipping tool está também melhoradaA nova ferramenta de captação e recorte de imagens do Windows 10 foi também melhorada. Depois de ter recebido a possibilidade de ter um contador de tempo, tem agora a possibilidade de captar janelas de forma direta.Por outro lado, e para facilitar a sua utilização, esta ferramenta de captação de imagens passa a memorizar a opção do utilizador e sempre que é lançada é essa a opção a uso.Todas estas novidades, mesmo sendo apenas para a próxima grande atualização do Windows, estão já a ser disponibilizadas a todos os que estão no canal Fast do programa Insiders do Windows 10.source:pplware.sapo.pt

Portugal: A partir de 2040 será proibida a venda de veículos poluentes novos

2018-09-10 às 09:22


Depois de alguns países da UE terem balizado a data limite de venda de veículos poluentes, chega agora a vez de Portugal estabelecer a data de 2040 como limite para venda de veículos poluentes novos.Segundo informações veiculadas agora, o Governo compromete-se a que toda a frota da administração pública esteja já nos padrões zero emissões ou muito baixas emissões até 2030.
Veículos poluente: Europa 2030 e Portugal 2040Quando a Alemanha em 2016 estabeleceu o ano de 2030 para acabar com a produção de motores de combustão interna, o mundo percebeu que, se o maior produtor do mundo automóvel tem esta decisão, já não há volta a dar.Em Portugal, a partir de 2040 não vai ser possível encontrar à venda nenhum veículo ligeiro, de passageiros ou mercadorias, que seja responsável por emissões de dióxido de carbono.Como refere o Público, o Governo português vai levar a Birmingham, onde decorrerá a primeira cimeira mundial sobre veículos sem emissões de dióxido de carbono, uma espécie de roteiro com o qual demonstrará como pretende atingir os objetivos de reduzir a pegada carbónica na mobilidade.O país irá assegurar que em 2040 todos os veículos novos vendidos em Portugal serão responsáveis por zero emissões de carbono.Pese o facto de ser uma “promessa” que está no bom caminho, o país poderia ter sido mais ambicioso, conforme explicou o secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes.Portugal poderia inscrever no compromisso que vai apresentar que só seriam permitidas as vendas de veículos de emissão zero, mas acabou por ser como outros países e manifestar alguma prudência.Temos que pensar que ainda não está resolvido o problema da autonomia para viagens de muito longo curso, pelo que fomos prudentes e inscrevemos também os veículos de baixas emissões. Mas até 2040 os avanços tecnológicos vão resolver esse problema, não tenho grandes dúvidas.Referiu o governante.Um compromisso assumido irá levar a que o Estado invista em viaturas novas, até 2030, para que toda a frota da administração pública em Portugal será constituída por veículos de emissão zero, ou de baixas emissões.O processo de retirar das estradas os veículos poluentes não começou agora, já decorre desde há alguns anos o Eco.Mob, o programa de Mobilidade Sustentável (que vai já na sua segunda fase), com o qual tem tentado que seja o próprio Estado a dar o exemplo nas mudanças que são necessárias de fazer. Parque elétrico do Estado portuguêsPortugal tinha um parque de veículos elétricos, no final de 2014, de 26.903 unidades, o que o eleva o Estado a estar entre as maiores frotas do país.Uma das linhas de financiamento do programa Eco.Mob passava pelo investimento em 1200 veículos elétricos para a administração pública, envolvendo uma estimativa de custos de 23,34 milhões de euros.A questão prende-se com uma data que será somente daqui a mais de duas décadas, quando o mundo, principalmente a Europa, têm metas mais curtas e caminhos já mais avançados. Será que conseguimos?source: pplware.sapo.pt

A partir de 1 de setembro acabaram-se as lâmpadas “baratas”

2018-08-29 às 09:17


É já a partir do próximo dia 1 de setembro de 2018 (sábado) que se assinala uma mudança significativa no que diz respeito à iluminação. A partir desse dia passa a ser proibida a comercialização, em toda a União Europeia (UE), de lâmpadas incandescentes de halogéneo.A proibição da União Europeia faz parte do compromisso da UE de reduzir as emissões de CO2 e a sua pegada de carbono.
Qual é o motivo para a proibição das lâmpadas de halogéneo?Continuando o processo de descontinuação dos focos de halogéneo, implementado em 2016, a fase que se segue é a proibição das lâmpadas de halogéneo não direcionais, incluindo as lâmpadas convencionais em forma de pera ou vela. Além disso, as lâmpadas de halogéneo utilizam 10 vezes mais quantidade de energia do que as lâmpadas LED. As lâmpadas de luz LED têm uma vida útil média de 15 anos, o que as torna simultaneamente boas para o planeta e para os bolsos dos consumidores. Os desenvolvimentos técnicos permitem atualmente uma vasta gama de opções no que toca à iluminação LED, oferecendo uma grande variedade de designs e temperaturas de cor para personalizar qualquer casa.Lâmpadas LEDLâmpadas de halogéneo em PortugalDe acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística – INE, as lâmpadas de halogéneo são utilizadas em 22,4% dos lares portugueses e em termos médios correspondem a uma utilização de 7,6 lâmpadas por alojamento. As lâmpadas LED utilizam até 80% menos energia do que as lâmpadas de halogéneo e duram 15 vezes mais.Num estudo da Associação de Defesa do Consumidor (DECO), realizado em 2016, ficou provado que usar 11 lâmpadas LED num T1 permite poupar 207 euros, em 20 anos. Em Portugal, a eliminação progressiva do halogéneo evitará mais de 15 milhões de toneladas de emissões de carbono por ano, o equivalente ao consumo anual de eletricidade no nosso país.source:pplware.sapo.pt