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O que podemos esperar do Samsung Galaxy S7?
25 de Janeiro de 2016 às 09:58 samsung

É possível que, em Fevereiro, a Samsung apresente o Samsung Galaxy S7, um dos telemóveis mais esperados de 2016. Até agora têm surgido alguns rumores acerca das suas possíveis especificações. Mesmo sendo tudo muito incerto, neste artigo procurarei resumir alguns dos rumores mais importantes e que, quase de certeza, se tornarão realidade.
Afinal, o que podemos esperar do Samsung Galaxy S7?
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O que podemos esperar?
Terá o mesmo design que o S6, contudo no seu interior teremos uma maior protecção contra o pó e a água graças à sua protecção IP67.
Atenção que isto não significa que seja aquático!
Outra expectativas é que o S7 incorpore o Snapdragon 820, mas os rumores indicam que poderá haver dois modelos, um com o processador Snapdragon da Qualcomm, o outro com o Exynos 8890 da Samsung(Fonte: AnTuTu).
Estes processadores serão acompanhados por 4 GB de memória RAM.
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Mas isto não é tudo. AnTuTu também indica que este terminal poderá vir com uma câmara principal de 12 Mpx e outra frontal de 5 Mpx. Se assim for estaria a reduzir de 4 Mpx na sua câmara. O ideal é melhorar também a lente e o firmware associado à câmara, e assim, mesmo que se reduzam os Mpx, a qualidade melhoraria. Segundo o informe da Venturebeat, a câmara contará com uma abertura na lente de f/1.7(superior a f/1.9 do S6), o que é extraordinário e só vem corroborar esta teoria.
Outra grande questão é em relação ao tamanho e resolução do ecrã. Se a Samsung seguir a mesma estratégia que o ano passado, lançará um terminal com 5.1” (com resolução 1,440 x 2,560) e depois outro numa versão Plus com um tamanho de 5.7”. Mas este ano poderá ser diferente, já que como diz Evan Blass, podem haver três tamanhos.
Um dos rumores que mais quero que se cumpra é o da incorporação do slot para cartão SD. É possível que seja apenas um rumor, mas pensem no seguinte: o S6 edge+ e o Note 5 não foi comercializado na versão 128 GB, mas apenas na de 32 e 64GB, ao contrário do S6. O que sucedeu? As vendas desses modelos não foram as esperadas? A estratégia de retirar a expansão de memória não deu resultado?
Se este rumor for verdadeira poderemos utilizar Adoptable storage do Android M. Basicamente o que isto faz é juntar a memória do cartão SD com a da memória interna. O único aspecto negativo seria a velocidade de processamento.
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Um dos vários formatos que poderá ter o Samsung Galaxy S7
A bateria parece também aumentar de 2550 mAh para 3000 mAh. Venturebeat refere uma versão de 3600 mAh para o S7 Edge. Contudo parece-me uma diferença demasiado grande em relação à versão normal.
Resumo final
Tendo em conta tudo isto, as minhas apostas vão para:
  • Ecrã de 5.1” (S7) e 5.7” (S7 Plus)
  • Resolução de 1,440 x 2,560 QuadHD
  • Processador Exynos 8890
  • 4 GB de memória RAM
  • Memória interna de 32 ou 64 GB
  • Câmara principal de 12 Mpx
  • Câmara frontal de 5 Mpx
  • Expansão da memória através de cartão MicroSD
  • Android Marshmallow 6.0.1
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Microsoft prepara-se para dar uma nova cara ao Windows 10 na próxima grande atualização

2018-11-16 às 09:16


A Microsoft tem conseguido dar ao Windows 10 uma nova imagem, tendo recuperado a sua linha mais tradicional dos sistemas operativos. Lentamente este sistema está a ser totalmente remodelado e renovado, com muitas melhorias estéticas.Na próxima grande atualização, que a Microsoft deverá lançar no início do próximo ano, esperam-se ainda mais melhorias e novidades. Uma delas é a renovação da própria imagem do Windows 10.
Ainda não tem uma data definida para chegar, mas a Microsoft já começou a detalhar o que a próxima grande atualização do Windows 10 vai trazer. Focando-se na parte gráfica e estética, a Microsoft quer renovar a cara do Windows 10.Há um novo tema ligth no Widows 10Para isso, prepara-se para nos dar um tema light, que muda completamente a interface do Windows 10, indo desde o menu inciar até à própria barra de tarefas e passando por áreas como o teclado virtual.Para compor ainda mais este cenário de alteração, a Microsoft propõe também uma nova imagem de fundo, adaptada a toda esta nova imagem. Ativar este novo tema light requer apenas alguns cliques nas Definições.Alterações profundas nas atualizações do Windows 10Falar do Windows 10 nestes dias obriga necessariamente a referir as atualizações. A Microsoft volta a mudar mexer nesta área e agora dá aos utilizadores a possibilidade destes colocarem em pausa as atualizações de forma mais direta.Também a forma como estas atualizações vão ser instaladas está a mudar. O SO da Microsoft passa a contar com alguma inteligência nesta área e apenas fará a instalação em horas que o utilizador não esteja a usar a sua máquina.A snipping tool está também melhoradaA nova ferramenta de captação e recorte de imagens do Windows 10 foi também melhorada. Depois de ter recebido a possibilidade de ter um contador de tempo, tem agora a possibilidade de captar janelas de forma direta.Por outro lado, e para facilitar a sua utilização, esta ferramenta de captação de imagens passa a memorizar a opção do utilizador e sempre que é lançada é essa a opção a uso.Todas estas novidades, mesmo sendo apenas para a próxima grande atualização do Windows, estão já a ser disponibilizadas a todos os que estão no canal Fast do programa Insiders do Windows 10.source:pplware.sapo.pt

Portugal: A partir de 2040 será proibida a venda de veículos poluentes novos

2018-09-10 às 09:22


Depois de alguns países da UE terem balizado a data limite de venda de veículos poluentes, chega agora a vez de Portugal estabelecer a data de 2040 como limite para venda de veículos poluentes novos.Segundo informações veiculadas agora, o Governo compromete-se a que toda a frota da administração pública esteja já nos padrões zero emissões ou muito baixas emissões até 2030.
Veículos poluente: Europa 2030 e Portugal 2040Quando a Alemanha em 2016 estabeleceu o ano de 2030 para acabar com a produção de motores de combustão interna, o mundo percebeu que, se o maior produtor do mundo automóvel tem esta decisão, já não há volta a dar.Em Portugal, a partir de 2040 não vai ser possível encontrar à venda nenhum veículo ligeiro, de passageiros ou mercadorias, que seja responsável por emissões de dióxido de carbono.Como refere o Público, o Governo português vai levar a Birmingham, onde decorrerá a primeira cimeira mundial sobre veículos sem emissões de dióxido de carbono, uma espécie de roteiro com o qual demonstrará como pretende atingir os objetivos de reduzir a pegada carbónica na mobilidade.O país irá assegurar que em 2040 todos os veículos novos vendidos em Portugal serão responsáveis por zero emissões de carbono.Pese o facto de ser uma “promessa” que está no bom caminho, o país poderia ter sido mais ambicioso, conforme explicou o secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes.Portugal poderia inscrever no compromisso que vai apresentar que só seriam permitidas as vendas de veículos de emissão zero, mas acabou por ser como outros países e manifestar alguma prudência.Temos que pensar que ainda não está resolvido o problema da autonomia para viagens de muito longo curso, pelo que fomos prudentes e inscrevemos também os veículos de baixas emissões. Mas até 2040 os avanços tecnológicos vão resolver esse problema, não tenho grandes dúvidas.Referiu o governante.Um compromisso assumido irá levar a que o Estado invista em viaturas novas, até 2030, para que toda a frota da administração pública em Portugal será constituída por veículos de emissão zero, ou de baixas emissões.O processo de retirar das estradas os veículos poluentes não começou agora, já decorre desde há alguns anos o Eco.Mob, o programa de Mobilidade Sustentável (que vai já na sua segunda fase), com o qual tem tentado que seja o próprio Estado a dar o exemplo nas mudanças que são necessárias de fazer. Parque elétrico do Estado portuguêsPortugal tinha um parque de veículos elétricos, no final de 2014, de 26.903 unidades, o que o eleva o Estado a estar entre as maiores frotas do país.Uma das linhas de financiamento do programa Eco.Mob passava pelo investimento em 1200 veículos elétricos para a administração pública, envolvendo uma estimativa de custos de 23,34 milhões de euros.A questão prende-se com uma data que será somente daqui a mais de duas décadas, quando o mundo, principalmente a Europa, têm metas mais curtas e caminhos já mais avançados. Será que conseguimos?source: pplware.sapo.pt

A partir de 1 de setembro acabaram-se as lâmpadas “baratas”

2018-08-29 às 09:17


É já a partir do próximo dia 1 de setembro de 2018 (sábado) que se assinala uma mudança significativa no que diz respeito à iluminação. A partir desse dia passa a ser proibida a comercialização, em toda a União Europeia (UE), de lâmpadas incandescentes de halogéneo.A proibição da União Europeia faz parte do compromisso da UE de reduzir as emissões de CO2 e a sua pegada de carbono.
Qual é o motivo para a proibição das lâmpadas de halogéneo?Continuando o processo de descontinuação dos focos de halogéneo, implementado em 2016, a fase que se segue é a proibição das lâmpadas de halogéneo não direcionais, incluindo as lâmpadas convencionais em forma de pera ou vela. Além disso, as lâmpadas de halogéneo utilizam 10 vezes mais quantidade de energia do que as lâmpadas LED. As lâmpadas de luz LED têm uma vida útil média de 15 anos, o que as torna simultaneamente boas para o planeta e para os bolsos dos consumidores. Os desenvolvimentos técnicos permitem atualmente uma vasta gama de opções no que toca à iluminação LED, oferecendo uma grande variedade de designs e temperaturas de cor para personalizar qualquer casa.Lâmpadas LEDLâmpadas de halogéneo em PortugalDe acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística – INE, as lâmpadas de halogéneo são utilizadas em 22,4% dos lares portugueses e em termos médios correspondem a uma utilização de 7,6 lâmpadas por alojamento. As lâmpadas LED utilizam até 80% menos energia do que as lâmpadas de halogéneo e duram 15 vezes mais.Num estudo da Associação de Defesa do Consumidor (DECO), realizado em 2016, ficou provado que usar 11 lâmpadas LED num T1 permite poupar 207 euros, em 20 anos. Em Portugal, a eliminação progressiva do halogéneo evitará mais de 15 milhões de toneladas de emissões de carbono por ano, o equivalente ao consumo anual de eletricidade no nosso país.source:pplware.sapo.pt