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MWC16: Samsung lança o novo Galaxy S7 e o S7 edge
22 de Fevereiro de 2016 às 10:02 Samsung

Tal como estava previsto, a empresa coreana Samsung anunciou hoje os novos Galaxy S7 e o S7 edge num evento que se realizou em Barcelona no MWC16. O Samsung Galaxy S7 é um equipamento com um ecrã de 5,1”, com especificações e um design premium e o Galaxy S7 Edge segue a mesma linha mas com um ecrã de 5,5 polegadas que é curvo na lateral.
Vamos conhecer todas as especificações e as novidades que integram estes novos flagships.
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Estão finalmente apresentados os novos Samsung Galaxy S7 e o S7 edge, num evento que se destacou pelo uso da realidade virtual. Estes dois flagships vêm com o Android 6.0, têm 4GB de RAM e ecrãs Super AMOLED com resolução máxima de 2560 x 1440 píxeis.
O Galaxy S7 edge e o Galaxy S7 introduzem a primeira câmara Dual Pixel num smartphone, permitindo imagens ainda mais claras e detalhadas, mesmo em condições de baixa luz. Graças à revolucionária tecnologia Dual Pixel, às lentes ainda mais luminosas e com uma abertura ainda mais generosa, a câmara tem uma velocidade de obturação e um sistema de focagem automática ainda mais rápidos, mesmo em condições de baixa luz.
O novo modo de Motion Panorama confere movimento às já tradicionais fotografias panorâmicas, permitindo ao utilizador uma experiência visual completamente imersiva.
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O Galaxy S7 vem com uma bateria de 3,000 mAh enquanto o Galaxy S7 edge vem com uma bateria de 3,600 mAh. No entanto todas as outras especificações são muito idênticas em ambos os equipamentos.  
Tanto o Galaxy S7 como o Galaxy S7 edge estão disponíveis nas versões de 32 e 64 GB e vêm com uma interface wireless com suporte para 802.11ac, Bluetooth 4.2, NFC e com sensor biométrico.
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Destaca-se ainda a certificação IP68, sendo à prova de água e poeiras (podendo ser mergulhados em água até 5 pés durante 30 minutos). O Galaxy S7 e o Galaxy S7 edge dispõem de tecnologia de carregamento rápido com e sem fios.
Além disso, o slot híbrido para SIM permite que os utilizadores insiram um cartão microSD para um armazenamento adicional de até 200GB (apenas disponível em alguns países). Este slot pode ainda albergar um Dual SIM card.
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A Samsung revelou que os equipamentos estarão disponíveis em alguns mercados com SoC Octa-Core (4 cores a 2.3 GHz CPU e quatro cores a 1.6 GHz). Em outros mercados os equipamentos apenas estarão disponíveis com SoC quad-core (2 cores a 2.15 GHz e dois a 1.6 GHz). Ambos os SoCs são a 64 bits e de 14nm.

Design do Samsung S7 Edge

Para além do telefone, os utilizadores do Galaxy S7 e do Galaxy S7 edge poderão ainda vir a beneficiar de um serviço de pagamentos móveis de excelência com o Samsung Pay.
Protegido pela solução Samsung KNOX, pela leitura de impressões digitais e por tokenização avançada, o Samsung Pay funciona com NFC (Near Field Communication – Comunicação em Campo Próximo), MST (Magnetic Secure Transmission – Transmissão Magnética Segura) e tecnologia de Código de Barras, disponibilizando os pagamentos móveis a comerciantes e consumidores.

Resumo das especificações

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 O Galaxy S7 e o Galaxy S7 edge vão estar disponíveis em Portugal a meio de março deste ano.
source: pplware.sapo.pt
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Microsoft prepara-se para dar uma nova cara ao Windows 10 na próxima grande atualização

2018-11-16 às 09:16


A Microsoft tem conseguido dar ao Windows 10 uma nova imagem, tendo recuperado a sua linha mais tradicional dos sistemas operativos. Lentamente este sistema está a ser totalmente remodelado e renovado, com muitas melhorias estéticas.Na próxima grande atualização, que a Microsoft deverá lançar no início do próximo ano, esperam-se ainda mais melhorias e novidades. Uma delas é a renovação da própria imagem do Windows 10.
Ainda não tem uma data definida para chegar, mas a Microsoft já começou a detalhar o que a próxima grande atualização do Windows 10 vai trazer. Focando-se na parte gráfica e estética, a Microsoft quer renovar a cara do Windows 10.Há um novo tema ligth no Widows 10Para isso, prepara-se para nos dar um tema light, que muda completamente a interface do Windows 10, indo desde o menu inciar até à própria barra de tarefas e passando por áreas como o teclado virtual.Para compor ainda mais este cenário de alteração, a Microsoft propõe também uma nova imagem de fundo, adaptada a toda esta nova imagem. Ativar este novo tema light requer apenas alguns cliques nas Definições.Alterações profundas nas atualizações do Windows 10Falar do Windows 10 nestes dias obriga necessariamente a referir as atualizações. A Microsoft volta a mudar mexer nesta área e agora dá aos utilizadores a possibilidade destes colocarem em pausa as atualizações de forma mais direta.Também a forma como estas atualizações vão ser instaladas está a mudar. O SO da Microsoft passa a contar com alguma inteligência nesta área e apenas fará a instalação em horas que o utilizador não esteja a usar a sua máquina.A snipping tool está também melhoradaA nova ferramenta de captação e recorte de imagens do Windows 10 foi também melhorada. Depois de ter recebido a possibilidade de ter um contador de tempo, tem agora a possibilidade de captar janelas de forma direta.Por outro lado, e para facilitar a sua utilização, esta ferramenta de captação de imagens passa a memorizar a opção do utilizador e sempre que é lançada é essa a opção a uso.Todas estas novidades, mesmo sendo apenas para a próxima grande atualização do Windows, estão já a ser disponibilizadas a todos os que estão no canal Fast do programa Insiders do Windows 10.source:pplware.sapo.pt

Portugal: A partir de 2040 será proibida a venda de veículos poluentes novos

2018-09-10 às 09:22


Depois de alguns países da UE terem balizado a data limite de venda de veículos poluentes, chega agora a vez de Portugal estabelecer a data de 2040 como limite para venda de veículos poluentes novos.Segundo informações veiculadas agora, o Governo compromete-se a que toda a frota da administração pública esteja já nos padrões zero emissões ou muito baixas emissões até 2030.
Veículos poluente: Europa 2030 e Portugal 2040Quando a Alemanha em 2016 estabeleceu o ano de 2030 para acabar com a produção de motores de combustão interna, o mundo percebeu que, se o maior produtor do mundo automóvel tem esta decisão, já não há volta a dar.Em Portugal, a partir de 2040 não vai ser possível encontrar à venda nenhum veículo ligeiro, de passageiros ou mercadorias, que seja responsável por emissões de dióxido de carbono.Como refere o Público, o Governo português vai levar a Birmingham, onde decorrerá a primeira cimeira mundial sobre veículos sem emissões de dióxido de carbono, uma espécie de roteiro com o qual demonstrará como pretende atingir os objetivos de reduzir a pegada carbónica na mobilidade.O país irá assegurar que em 2040 todos os veículos novos vendidos em Portugal serão responsáveis por zero emissões de carbono.Pese o facto de ser uma “promessa” que está no bom caminho, o país poderia ter sido mais ambicioso, conforme explicou o secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes.Portugal poderia inscrever no compromisso que vai apresentar que só seriam permitidas as vendas de veículos de emissão zero, mas acabou por ser como outros países e manifestar alguma prudência.Temos que pensar que ainda não está resolvido o problema da autonomia para viagens de muito longo curso, pelo que fomos prudentes e inscrevemos também os veículos de baixas emissões. Mas até 2040 os avanços tecnológicos vão resolver esse problema, não tenho grandes dúvidas.Referiu o governante.Um compromisso assumido irá levar a que o Estado invista em viaturas novas, até 2030, para que toda a frota da administração pública em Portugal será constituída por veículos de emissão zero, ou de baixas emissões.O processo de retirar das estradas os veículos poluentes não começou agora, já decorre desde há alguns anos o Eco.Mob, o programa de Mobilidade Sustentável (que vai já na sua segunda fase), com o qual tem tentado que seja o próprio Estado a dar o exemplo nas mudanças que são necessárias de fazer. Parque elétrico do Estado portuguêsPortugal tinha um parque de veículos elétricos, no final de 2014, de 26.903 unidades, o que o eleva o Estado a estar entre as maiores frotas do país.Uma das linhas de financiamento do programa Eco.Mob passava pelo investimento em 1200 veículos elétricos para a administração pública, envolvendo uma estimativa de custos de 23,34 milhões de euros.A questão prende-se com uma data que será somente daqui a mais de duas décadas, quando o mundo, principalmente a Europa, têm metas mais curtas e caminhos já mais avançados. Será que conseguimos?source: pplware.sapo.pt

A partir de 1 de setembro acabaram-se as lâmpadas “baratas”

2018-08-29 às 09:17


É já a partir do próximo dia 1 de setembro de 2018 (sábado) que se assinala uma mudança significativa no que diz respeito à iluminação. A partir desse dia passa a ser proibida a comercialização, em toda a União Europeia (UE), de lâmpadas incandescentes de halogéneo.A proibição da União Europeia faz parte do compromisso da UE de reduzir as emissões de CO2 e a sua pegada de carbono.
Qual é o motivo para a proibição das lâmpadas de halogéneo?Continuando o processo de descontinuação dos focos de halogéneo, implementado em 2016, a fase que se segue é a proibição das lâmpadas de halogéneo não direcionais, incluindo as lâmpadas convencionais em forma de pera ou vela. Além disso, as lâmpadas de halogéneo utilizam 10 vezes mais quantidade de energia do que as lâmpadas LED. As lâmpadas de luz LED têm uma vida útil média de 15 anos, o que as torna simultaneamente boas para o planeta e para os bolsos dos consumidores. Os desenvolvimentos técnicos permitem atualmente uma vasta gama de opções no que toca à iluminação LED, oferecendo uma grande variedade de designs e temperaturas de cor para personalizar qualquer casa.Lâmpadas LEDLâmpadas de halogéneo em PortugalDe acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística – INE, as lâmpadas de halogéneo são utilizadas em 22,4% dos lares portugueses e em termos médios correspondem a uma utilização de 7,6 lâmpadas por alojamento. As lâmpadas LED utilizam até 80% menos energia do que as lâmpadas de halogéneo e duram 15 vezes mais.Num estudo da Associação de Defesa do Consumidor (DECO), realizado em 2016, ficou provado que usar 11 lâmpadas LED num T1 permite poupar 207 euros, em 20 anos. Em Portugal, a eliminação progressiva do halogéneo evitará mais de 15 milhões de toneladas de emissões de carbono por ano, o equivalente ao consumo anual de eletricidade no nosso país.source:pplware.sapo.pt