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iPhone 6s Plus “arrasa” com o Galaxy S7 em teste de velocidade
8 de Março de 2016 às 09:39 Samsung

A Samsung lançou há poucos dias dois fantásticos equipamentos para o mercado.
Estes trazem algumas novidades tecnológicas de ponta, batendo aos pontos os mais directos concorrentes, mas ao que parece, em termos de velocidade, o iPhone 6s é mais poderoso que o novo equipamento da Samsung. Será mesmo?
iPhone 6s Plus "arrasa" o novo Galaxy S7 no teste de velocidade
 

Uma das grandes armas dos Galaxy S7 é a nova câmara e a capacidade de ser à prova de água durante 30 minutos até uma profundidade de 1,5 metros.
As suas linhas deliciosamente belas e as inerentes funcionalidades de carregar a bateria em modo wireless conferem a estes dispositivos uma enorme carga de desejo. Mas o iPhone 6s, segundo os testes que vamos ver, não permite, no que toca à velocidade, que os Samsung levem a melhor.
Assista ao teste onde foram colocados à prova os Galaxy S7 edge, Nexus 6P, iPhone 6S Plus e Moto X:

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Os testes que foram executados em todos os dispositivos são aqueles que de facto todos nós usamos, é basicamente o teste que mais conta, até porque é na utilização diária que damos conta se um smartphone está lento ou rápido a executar as acções pretendidas.
Jerome Ortega fez um reset de fábrica a todos os 4 equipamentos, nenhum tinha cartão de operador móvel e apenas tinham instaladas as apps que estavam preparadas para o teste.
No final, o processador que equipa do iPhone 6s Plus, o A9, ficou à frente nesta competição, batendo o Galaxy S7 nuns expressivos 18 segundos.
 

Mas porquê desta diferença?

Há aqui pontos que pesam neste teste. O Moto X Pure Edition, Nexus 6P e o Galaxy S7 edge todos renderizam em ecrãs de 1440p, enquanto o iPhone 6s Plus apenas tem 1080p. Quer isso dizer que os ecrãs dos restantes dispositivos exigem muito mais dos processadores gráficos que o dispositivos da Apple. Também é possível ajustar a animação e transições nalguns dispositivos, o que provavelmente iria ajustar o tempo de reacção nalguns dos dispositivos e ganhar um pouco de tempo.
Contudo, não podemos deixar de verificar a eficiência do trabalho conjunto do hardware e software da Apple, que mesmo sendo um equipamento do ano passado, compete com extrema qualidade com os mais recentes dispositivos lançados no mercado deste ano.
 

iPhone 6S também é melhor no que toca ao multi-tarefas

Há vários vídeos que mostram vários testes sobre as capacidades dos dois principais telefones do mercado, mas em muitos dos testes, como este que vamos ver, o iPhone 6s leva vantagem, até num ponto que é muito forte no Android, a multi-tarefas. Neste vídeo vão ver a funcionalidade multi-tarefas muito rápida no iPhone 6s e não tão bom no Galaxy S7.

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iPhone 6S não tem certificação IP68

Para finalizar, deixamos um outro ponto muito interessante, no que toca à impermeabilização dos equipamentos. O iPhone 6S não sendo à prova de água, consegue, contudo, um resultado fenomenal quando comparado com o novo Galaxy S7 que é à prova de água:
 

Em resumo…

Sem dúvida que o Galaxy S7 é uma grande máquina e que puxou claramente os requisitos para um nível bem exigente. Neste momento, provavelmente, o Samsung deverá ter no seu conjunto as melhores especificações, até porque traz as mais recentes novidades tecnológicas, mas espera-se que a Apple reaja, mesmo que o seu mais recente iPhone não esteja tão longe assim do Galaxy S7.
source: pplware.sapo.pt
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Microsoft prepara-se para dar uma nova cara ao Windows 10 na próxima grande atualização

2018-11-16 às 09:16


A Microsoft tem conseguido dar ao Windows 10 uma nova imagem, tendo recuperado a sua linha mais tradicional dos sistemas operativos. Lentamente este sistema está a ser totalmente remodelado e renovado, com muitas melhorias estéticas.Na próxima grande atualização, que a Microsoft deverá lançar no início do próximo ano, esperam-se ainda mais melhorias e novidades. Uma delas é a renovação da própria imagem do Windows 10.
Ainda não tem uma data definida para chegar, mas a Microsoft já começou a detalhar o que a próxima grande atualização do Windows 10 vai trazer. Focando-se na parte gráfica e estética, a Microsoft quer renovar a cara do Windows 10.Há um novo tema ligth no Widows 10Para isso, prepara-se para nos dar um tema light, que muda completamente a interface do Windows 10, indo desde o menu inciar até à própria barra de tarefas e passando por áreas como o teclado virtual.Para compor ainda mais este cenário de alteração, a Microsoft propõe também uma nova imagem de fundo, adaptada a toda esta nova imagem. Ativar este novo tema light requer apenas alguns cliques nas Definições.Alterações profundas nas atualizações do Windows 10Falar do Windows 10 nestes dias obriga necessariamente a referir as atualizações. A Microsoft volta a mudar mexer nesta área e agora dá aos utilizadores a possibilidade destes colocarem em pausa as atualizações de forma mais direta.Também a forma como estas atualizações vão ser instaladas está a mudar. O SO da Microsoft passa a contar com alguma inteligência nesta área e apenas fará a instalação em horas que o utilizador não esteja a usar a sua máquina.A snipping tool está também melhoradaA nova ferramenta de captação e recorte de imagens do Windows 10 foi também melhorada. Depois de ter recebido a possibilidade de ter um contador de tempo, tem agora a possibilidade de captar janelas de forma direta.Por outro lado, e para facilitar a sua utilização, esta ferramenta de captação de imagens passa a memorizar a opção do utilizador e sempre que é lançada é essa a opção a uso.Todas estas novidades, mesmo sendo apenas para a próxima grande atualização do Windows, estão já a ser disponibilizadas a todos os que estão no canal Fast do programa Insiders do Windows 10.source:pplware.sapo.pt

Portugal: A partir de 2040 será proibida a venda de veículos poluentes novos

2018-09-10 às 09:22


Depois de alguns países da UE terem balizado a data limite de venda de veículos poluentes, chega agora a vez de Portugal estabelecer a data de 2040 como limite para venda de veículos poluentes novos.Segundo informações veiculadas agora, o Governo compromete-se a que toda a frota da administração pública esteja já nos padrões zero emissões ou muito baixas emissões até 2030.
Veículos poluente: Europa 2030 e Portugal 2040Quando a Alemanha em 2016 estabeleceu o ano de 2030 para acabar com a produção de motores de combustão interna, o mundo percebeu que, se o maior produtor do mundo automóvel tem esta decisão, já não há volta a dar.Em Portugal, a partir de 2040 não vai ser possível encontrar à venda nenhum veículo ligeiro, de passageiros ou mercadorias, que seja responsável por emissões de dióxido de carbono.Como refere o Público, o Governo português vai levar a Birmingham, onde decorrerá a primeira cimeira mundial sobre veículos sem emissões de dióxido de carbono, uma espécie de roteiro com o qual demonstrará como pretende atingir os objetivos de reduzir a pegada carbónica na mobilidade.O país irá assegurar que em 2040 todos os veículos novos vendidos em Portugal serão responsáveis por zero emissões de carbono.Pese o facto de ser uma “promessa” que está no bom caminho, o país poderia ter sido mais ambicioso, conforme explicou o secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes.Portugal poderia inscrever no compromisso que vai apresentar que só seriam permitidas as vendas de veículos de emissão zero, mas acabou por ser como outros países e manifestar alguma prudência.Temos que pensar que ainda não está resolvido o problema da autonomia para viagens de muito longo curso, pelo que fomos prudentes e inscrevemos também os veículos de baixas emissões. Mas até 2040 os avanços tecnológicos vão resolver esse problema, não tenho grandes dúvidas.Referiu o governante.Um compromisso assumido irá levar a que o Estado invista em viaturas novas, até 2030, para que toda a frota da administração pública em Portugal será constituída por veículos de emissão zero, ou de baixas emissões.O processo de retirar das estradas os veículos poluentes não começou agora, já decorre desde há alguns anos o Eco.Mob, o programa de Mobilidade Sustentável (que vai já na sua segunda fase), com o qual tem tentado que seja o próprio Estado a dar o exemplo nas mudanças que são necessárias de fazer. Parque elétrico do Estado portuguêsPortugal tinha um parque de veículos elétricos, no final de 2014, de 26.903 unidades, o que o eleva o Estado a estar entre as maiores frotas do país.Uma das linhas de financiamento do programa Eco.Mob passava pelo investimento em 1200 veículos elétricos para a administração pública, envolvendo uma estimativa de custos de 23,34 milhões de euros.A questão prende-se com uma data que será somente daqui a mais de duas décadas, quando o mundo, principalmente a Europa, têm metas mais curtas e caminhos já mais avançados. Será que conseguimos?source: pplware.sapo.pt

A partir de 1 de setembro acabaram-se as lâmpadas “baratas”

2018-08-29 às 09:17


É já a partir do próximo dia 1 de setembro de 2018 (sábado) que se assinala uma mudança significativa no que diz respeito à iluminação. A partir desse dia passa a ser proibida a comercialização, em toda a União Europeia (UE), de lâmpadas incandescentes de halogéneo.A proibição da União Europeia faz parte do compromisso da UE de reduzir as emissões de CO2 e a sua pegada de carbono.
Qual é o motivo para a proibição das lâmpadas de halogéneo?Continuando o processo de descontinuação dos focos de halogéneo, implementado em 2016, a fase que se segue é a proibição das lâmpadas de halogéneo não direcionais, incluindo as lâmpadas convencionais em forma de pera ou vela. Além disso, as lâmpadas de halogéneo utilizam 10 vezes mais quantidade de energia do que as lâmpadas LED. As lâmpadas de luz LED têm uma vida útil média de 15 anos, o que as torna simultaneamente boas para o planeta e para os bolsos dos consumidores. Os desenvolvimentos técnicos permitem atualmente uma vasta gama de opções no que toca à iluminação LED, oferecendo uma grande variedade de designs e temperaturas de cor para personalizar qualquer casa.Lâmpadas LEDLâmpadas de halogéneo em PortugalDe acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística – INE, as lâmpadas de halogéneo são utilizadas em 22,4% dos lares portugueses e em termos médios correspondem a uma utilização de 7,6 lâmpadas por alojamento. As lâmpadas LED utilizam até 80% menos energia do que as lâmpadas de halogéneo e duram 15 vezes mais.Num estudo da Associação de Defesa do Consumidor (DECO), realizado em 2016, ficou provado que usar 11 lâmpadas LED num T1 permite poupar 207 euros, em 20 anos. Em Portugal, a eliminação progressiva do halogéneo evitará mais de 15 milhões de toneladas de emissões de carbono por ano, o equivalente ao consumo anual de eletricidade no nosso país.source:pplware.sapo.pt