219 347 706 Email Facebook
3D Touch para SmartPhone: Sabe o que é?
10 de Setembro de 2015 às 15:43 iPhone

A Apple apresentou na Keynote de ontem, várias novidades e introduziu aos developers novos desafios para a criação de aplicações. Um dos rumores que se apontava ao iPhone 6S e iPhone 6S Plus era o de incorporar a tecnologia Force Touch, pelo facto da Apple já a ter usado com sucesso, isso daria e vai dar de certeza, uma nova abrangência ao iOS 9, dadas as potencialidades deste dispositivo.

Assim foi. A Apple chamou-lhe 3D Touch e aumentou consideravelmente as funcionalidades do iOS 9. 

Mas… sabe qual é a diferença entre o 3D Touch e o Force Touch?

pplware_3d_touch00
Esta tecnologia é um refinamento de outra que a Apple já havia inserido noutros produtos, mas que agora surge com um nome mais sedutor. Basicamente estamos perante uma nova funcionalidade de toque no iPhone. O 3D Touch funciona no ecrã inicial e oferece ao utilizador atalhos para as funcionalidades que são mais usadas.
Onde pode ser usado o 3D Touch?
Este sistema, apelidado de “próxima geração” de multi-toque, está integrado no iOS 9, alias, será utilizado daqui para a frente no iOS quer no iPhone, quer no iPad, até porque vem sistematizar algumas acções necessárias ao sistema operativo da Apple, que tem estado um pouco debaixo de fogo, por ser lento a evoluir, principalmente no que toca a novidades mais ágeis.
Assim, a Apple quer que o utilizador tenha mais liberdade nas aplicações, para executar mais acções, onde recebe um feedback táctil. Esta reacção do hardware permite sentir o material, tal como no passado quando era tudo mecânico. A magia acontece quando o dispositivo reconhece ambos os toques e força, e lança dois novos gestos.
Como funciona o 3D Touch?
Segundo o que já conhecemos dos dispositivos que testamos, quer o Apple Watch quer os touchpad dos Macbook, o utilizador apenas necessita de aplicar uma ligeira pressão no ecrã e recebe de imediato uma pré-visualização dos conteúdos, sem ter de lançar a app. A seguir, fazendo uma pressão maior abre a app e aí sim pode usar a mesma.

A funcionalidade de toque, como referimos, já é utilizada no Apple Watch, onde recebeu o nome de Force Touch. Isto deveu-se ao facto de exercer uma força maior no ecrã, um toque em força que permite, por exemplo, limpar as notificações do visor do relógio, tudo com apenas um toque de pressão. Mas no iPhone há mais acções, é por isso mais rico o toque de pressão.
Qual é a diferença entre o 3D Touch e o Force Touch?
O 3D Touch  introduz o conceito Peek and Pop. Basicamente permite que o iPhone possa medir não apenas os movimentos direccionais, mexer o dedo de cima para baixo ou da esquerda para direita, mas também agora quando pressiona, o “Peek” desencadeando a visualização do email, por exemplo, sem ter de abrir a app, ou mesmo verificar o estado de um voo sem ter de abrir a app dos voos, se pressiona mais ainda…o pop abre a app.
pplware_3d_touch02
O efeito “pop” faz o utilizador saltar para um sítio novo dentro do sistema operativo, sem mais cliques, apenas com pressão suplementar. Pode, por exemplo pressionar a app Telefone e ligar a alguém sem ter de abrir a app, fazendo logo de imediato a chamada. Isso dá uma velocidade maior às acções do iPhone.
Isto é uma grande diferença para o sistema anterior, há mais um nível de actividade e por isso o Force Touch teve de evoluir para 3D Touch.
 Mas como é que funciona?
Os sensores capacitivos estão integrados na retroiluminação do ecrã Retina HD do iPhone, dessa forma este pode medir a pressão do toque e detectar “variações microscópicas” na acção do dedo entre o vidro e a retroiluminação.
pplware_3d_touch01
A resposta apática foi melhorada para responder num único ciclo de acção, emitindo ao utilizador eventos de feedback mais curtos e singulares. Estes eventos são interpretados pelo utilizador como sinais de acção imediatos tal como seria a reacção mecânica que é esperada.
Peek, como o nome indica, permite ao utilizador visualizar as informações enquanto se move (sem largar) em cima de um ícone. Pop traz de seguida as acções adicionais já dentro da app. Os exemplos que foram dados ontem na Keynote mostraram novas acções do 3D Touch no email, na câmara e noutras apps de terceiros, o que abre o leque de uma nova filosofia de utilização do iPhone.
pplware_3d_touch03
Apps como as mensagens que pressionando em cima de uma determinada data mostram o que lá está agendado, o Mapas que permite rapidamente largar um Pin do local onde estamos ou a Câmara que faz num instante uma Selfie são exemplos práticos da tecnologia.
Mas o Multitasking sai bastante beneficiado com esta nova tecnologia.Basta pressionar no limite inferior do ecrã e deslizar o ecrã, ou pressione e deslize e irá para a app anterior.
Aplicações de terceiros com o 3D Touch foram o desafio lançado pela Apple aos developers. Jogos como ‘Warhammer 40,000: Freeblade’ também estiveram em acção. Mas esteve também o Dropbox, que permite ver os documentos recentes que foram colocados na cloud, o Facebook irá transportar o utilizador para a actualização do perfil ou para o ecrã de upload de uma imagem. O Instagram irá colocar de imediato o utilizador num post novo ou pré-visualizar imagens e vídeos.
Uma coisa interessante é que esta funcionalidade irá permitir o acesso directo à câmara frontal quando pressiona com força o ícone da câmara. Isto é só um começo, pois a partir de agora, tudo o que possa ser adicionado a estas acções só trará mais e melhores novidades às apps.
Source: pplware.sapo.pt

Voltar ás Novidades
Últimas Novidades

Microsoft prepara-se para dar uma nova cara ao Windows 10 na próxima grande atualização

2018-11-16 às 09:16


A Microsoft tem conseguido dar ao Windows 10 uma nova imagem, tendo recuperado a sua linha mais tradicional dos sistemas operativos. Lentamente este sistema está a ser totalmente remodelado e renovado, com muitas melhorias estéticas.Na próxima grande atualização, que a Microsoft deverá lançar no início do próximo ano, esperam-se ainda mais melhorias e novidades. Uma delas é a renovação da própria imagem do Windows 10.
Ainda não tem uma data definida para chegar, mas a Microsoft já começou a detalhar o que a próxima grande atualização do Windows 10 vai trazer. Focando-se na parte gráfica e estética, a Microsoft quer renovar a cara do Windows 10.Há um novo tema ligth no Widows 10Para isso, prepara-se para nos dar um tema light, que muda completamente a interface do Windows 10, indo desde o menu inciar até à própria barra de tarefas e passando por áreas como o teclado virtual.Para compor ainda mais este cenário de alteração, a Microsoft propõe também uma nova imagem de fundo, adaptada a toda esta nova imagem. Ativar este novo tema light requer apenas alguns cliques nas Definições.Alterações profundas nas atualizações do Windows 10Falar do Windows 10 nestes dias obriga necessariamente a referir as atualizações. A Microsoft volta a mudar mexer nesta área e agora dá aos utilizadores a possibilidade destes colocarem em pausa as atualizações de forma mais direta.Também a forma como estas atualizações vão ser instaladas está a mudar. O SO da Microsoft passa a contar com alguma inteligência nesta área e apenas fará a instalação em horas que o utilizador não esteja a usar a sua máquina.A snipping tool está também melhoradaA nova ferramenta de captação e recorte de imagens do Windows 10 foi também melhorada. Depois de ter recebido a possibilidade de ter um contador de tempo, tem agora a possibilidade de captar janelas de forma direta.Por outro lado, e para facilitar a sua utilização, esta ferramenta de captação de imagens passa a memorizar a opção do utilizador e sempre que é lançada é essa a opção a uso.Todas estas novidades, mesmo sendo apenas para a próxima grande atualização do Windows, estão já a ser disponibilizadas a todos os que estão no canal Fast do programa Insiders do Windows 10.source:pplware.sapo.pt

Portugal: A partir de 2040 será proibida a venda de veículos poluentes novos

2018-09-10 às 09:22


Depois de alguns países da UE terem balizado a data limite de venda de veículos poluentes, chega agora a vez de Portugal estabelecer a data de 2040 como limite para venda de veículos poluentes novos.Segundo informações veiculadas agora, o Governo compromete-se a que toda a frota da administração pública esteja já nos padrões zero emissões ou muito baixas emissões até 2030.
Veículos poluente: Europa 2030 e Portugal 2040Quando a Alemanha em 2016 estabeleceu o ano de 2030 para acabar com a produção de motores de combustão interna, o mundo percebeu que, se o maior produtor do mundo automóvel tem esta decisão, já não há volta a dar.Em Portugal, a partir de 2040 não vai ser possível encontrar à venda nenhum veículo ligeiro, de passageiros ou mercadorias, que seja responsável por emissões de dióxido de carbono.Como refere o Público, o Governo português vai levar a Birmingham, onde decorrerá a primeira cimeira mundial sobre veículos sem emissões de dióxido de carbono, uma espécie de roteiro com o qual demonstrará como pretende atingir os objetivos de reduzir a pegada carbónica na mobilidade.O país irá assegurar que em 2040 todos os veículos novos vendidos em Portugal serão responsáveis por zero emissões de carbono.Pese o facto de ser uma “promessa” que está no bom caminho, o país poderia ter sido mais ambicioso, conforme explicou o secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes.Portugal poderia inscrever no compromisso que vai apresentar que só seriam permitidas as vendas de veículos de emissão zero, mas acabou por ser como outros países e manifestar alguma prudência.Temos que pensar que ainda não está resolvido o problema da autonomia para viagens de muito longo curso, pelo que fomos prudentes e inscrevemos também os veículos de baixas emissões. Mas até 2040 os avanços tecnológicos vão resolver esse problema, não tenho grandes dúvidas.Referiu o governante.Um compromisso assumido irá levar a que o Estado invista em viaturas novas, até 2030, para que toda a frota da administração pública em Portugal será constituída por veículos de emissão zero, ou de baixas emissões.O processo de retirar das estradas os veículos poluentes não começou agora, já decorre desde há alguns anos o Eco.Mob, o programa de Mobilidade Sustentável (que vai já na sua segunda fase), com o qual tem tentado que seja o próprio Estado a dar o exemplo nas mudanças que são necessárias de fazer. Parque elétrico do Estado portuguêsPortugal tinha um parque de veículos elétricos, no final de 2014, de 26.903 unidades, o que o eleva o Estado a estar entre as maiores frotas do país.Uma das linhas de financiamento do programa Eco.Mob passava pelo investimento em 1200 veículos elétricos para a administração pública, envolvendo uma estimativa de custos de 23,34 milhões de euros.A questão prende-se com uma data que será somente daqui a mais de duas décadas, quando o mundo, principalmente a Europa, têm metas mais curtas e caminhos já mais avançados. Será que conseguimos?source: pplware.sapo.pt

A partir de 1 de setembro acabaram-se as lâmpadas “baratas”

2018-08-29 às 09:17


É já a partir do próximo dia 1 de setembro de 2018 (sábado) que se assinala uma mudança significativa no que diz respeito à iluminação. A partir desse dia passa a ser proibida a comercialização, em toda a União Europeia (UE), de lâmpadas incandescentes de halogéneo.A proibição da União Europeia faz parte do compromisso da UE de reduzir as emissões de CO2 e a sua pegada de carbono.
Qual é o motivo para a proibição das lâmpadas de halogéneo?Continuando o processo de descontinuação dos focos de halogéneo, implementado em 2016, a fase que se segue é a proibição das lâmpadas de halogéneo não direcionais, incluindo as lâmpadas convencionais em forma de pera ou vela. Além disso, as lâmpadas de halogéneo utilizam 10 vezes mais quantidade de energia do que as lâmpadas LED. As lâmpadas de luz LED têm uma vida útil média de 15 anos, o que as torna simultaneamente boas para o planeta e para os bolsos dos consumidores. Os desenvolvimentos técnicos permitem atualmente uma vasta gama de opções no que toca à iluminação LED, oferecendo uma grande variedade de designs e temperaturas de cor para personalizar qualquer casa.Lâmpadas LEDLâmpadas de halogéneo em PortugalDe acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística – INE, as lâmpadas de halogéneo são utilizadas em 22,4% dos lares portugueses e em termos médios correspondem a uma utilização de 7,6 lâmpadas por alojamento. As lâmpadas LED utilizam até 80% menos energia do que as lâmpadas de halogéneo e duram 15 vezes mais.Num estudo da Associação de Defesa do Consumidor (DECO), realizado em 2016, ficou provado que usar 11 lâmpadas LED num T1 permite poupar 207 euros, em 20 anos. Em Portugal, a eliminação progressiva do halogéneo evitará mais de 15 milhões de toneladas de emissões de carbono por ano, o equivalente ao consumo anual de eletricidade no nosso país.source:pplware.sapo.pt