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Future Bus – Autocarro do Futuro com assinatura Mercedes
14 de Junho de 2017 às 09:35 Mercedes

Temos visto nos últimos tempos uma grande preocupação pelos maiores fabricantes de veículos, que se lançaram a projetar automóveis autónomos e livres de emissões. A Mercedes foi uma dessas marcas, mas a empresa alemã não se ficou pelos automóveis.
Muitas outras empresas olharam mais além do segmento automóvel pois também existe uma outra área de destaque nos veículos, os transportes pesados. A Mercedes Benz é uma das marcas que tem apostado muito nos seus autocarros e camiões, com o seu principal foco na condução autónoma.
Future Bus é a visão real da Mercedes para o transporte colectivo de passageiros

Mercedes quer marcar também o segmento de passageiros

No ano passado, a Mercedes apresentou o “Future Bus”, um autocarro de condução autónoma, que pretende ser “O futuro da mobilidade”. Equipado com a tecnologia autónoma do “Future Truck 2025”, este veículo da Mercedes Benz é capaz de reconhecer semáforos, respeitar as regras de trânsito e fazer o reconhecimento das paragem, onde poderá carregar e descarregar os passageiros.
A aposta em força da Mercedes deve-se à crescente procura causada pelo crescimento das populações nas cidades.
Vivemos num mundo cada vez mais urbano. As cidades são o lar de mais de 50% da população a nível mundial, e continuaram a crescer muito rapidamente.
Se cada vez mais pessoas comem, dormem e trabalham nas cidades, surge com isso grandes desafios. Um dos grandes desafios é mover todas essas pessoas, e de uma forma rápida, segura e confortável. Isso significa que necessitamos de transportes públicos atrativos nesses campos.
Wolfgang Bernhard, CEO da Daimler Truck and Buses.
 

O que torna a Mercedes, o autocarro do futuro?

A Mercedes não necessitou de começar do zero com o “Future Bus”. A empresa já possuía o know-how necessário e, sendo pioneira nos camiões autónomos, utilizou o sistema Highway Pilot, desenvolvido para os camiões e melhorou e adicionou funcionalidades para criar o City Pilot, nome dado ao sistema autónomo destes autocarros.
O Autocarro do futuro com o City Pilot pode ser autónomo, assim como um camião equipado com Highway Pilot. No entanto, este novo sistema também pode reconhecer semáforos, guiar-se nos túneis e reconhecer pedestres ou ciclistas.
O Future Bus também está programado para parar numa paragem com uma precisão incrível. O City Pilot permite que o autocarro fique com menos de 10cm de espaço entre o autocarro e a paragem, facilitando dessa forma a entrada e a saída dos passageiros.
Neste momento, o Mercedes Future Bus tem uma velocidade máxima de 70km/h e apenas está programado para utilizar vias destinadas a autocarros, visto existir menos complexidade e trânsito reduzido nessas vias.
Para realizar todas as tarefas autónomas, todos os veículos são equipados com câmaras, radares e GPS.
A Mercedes afirma que o Future Bus é mais eficiente nos consumos que quando controlado por um motorista, isto porque o sistema City Pilot consegue calcular em tempo real as suas necessidades e qual a forma mais eficiente de conduzir o veículo.
A experiência dentro de um autocarro não deverá ser a mesma que um autocarro comum, sendo assim, a Mercedes atribuiu aos seis veículos um design completamente distinto e mais harmonioso.
O interior é dividido em três áreas virtuais. Uma área é designada para pessoas que querem entrar e sair rapidamente, a segunda é para aqueles que procuram mais informações sobre a rota e a terceira é desenhada para aqueles que necessitam de efetuar uma viagem mais longa.
O entretenimento não foi deixado de parte e este veículos estão equipados com Wi-Fi e 2 ecrãs de 43’’, onde rotas, notícia e outras informações possam ser mostradas.
Embora o Future Bus com o sistema City Pilot seja impressionante, é importante salientar que este veículo não é totalmente autónomo. Um motorista humano é ainda necessário para monitorizar terceiros em relação ao veículo. Isso significa que o condutor é ainda responsável pelo veículo e pode sobrepor-se ao sistema a qualquer momento.
O futuro, próximo, traz-nos menos poluição, mais conforto, menos ruído e, acima de tudo, mais segurança com a alta tecnologia ao serviço dos meios de transporte. Na verdade, não será por falta de tecnologia que todos estes parâmetros não estão já aplicados, provavelmente outros valores falavam mais alto.
source: pplware.sapo.pt
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Microsoft prepara-se para dar uma nova cara ao Windows 10 na próxima grande atualização

2018-11-16 às 09:16


A Microsoft tem conseguido dar ao Windows 10 uma nova imagem, tendo recuperado a sua linha mais tradicional dos sistemas operativos. Lentamente este sistema está a ser totalmente remodelado e renovado, com muitas melhorias estéticas.Na próxima grande atualização, que a Microsoft deverá lançar no início do próximo ano, esperam-se ainda mais melhorias e novidades. Uma delas é a renovação da própria imagem do Windows 10.
Ainda não tem uma data definida para chegar, mas a Microsoft já começou a detalhar o que a próxima grande atualização do Windows 10 vai trazer. Focando-se na parte gráfica e estética, a Microsoft quer renovar a cara do Windows 10.Há um novo tema ligth no Widows 10Para isso, prepara-se para nos dar um tema light, que muda completamente a interface do Windows 10, indo desde o menu inciar até à própria barra de tarefas e passando por áreas como o teclado virtual.Para compor ainda mais este cenário de alteração, a Microsoft propõe também uma nova imagem de fundo, adaptada a toda esta nova imagem. Ativar este novo tema light requer apenas alguns cliques nas Definições.Alterações profundas nas atualizações do Windows 10Falar do Windows 10 nestes dias obriga necessariamente a referir as atualizações. A Microsoft volta a mudar mexer nesta área e agora dá aos utilizadores a possibilidade destes colocarem em pausa as atualizações de forma mais direta.Também a forma como estas atualizações vão ser instaladas está a mudar. O SO da Microsoft passa a contar com alguma inteligência nesta área e apenas fará a instalação em horas que o utilizador não esteja a usar a sua máquina.A snipping tool está também melhoradaA nova ferramenta de captação e recorte de imagens do Windows 10 foi também melhorada. Depois de ter recebido a possibilidade de ter um contador de tempo, tem agora a possibilidade de captar janelas de forma direta.Por outro lado, e para facilitar a sua utilização, esta ferramenta de captação de imagens passa a memorizar a opção do utilizador e sempre que é lançada é essa a opção a uso.Todas estas novidades, mesmo sendo apenas para a próxima grande atualização do Windows, estão já a ser disponibilizadas a todos os que estão no canal Fast do programa Insiders do Windows 10.source:pplware.sapo.pt

Portugal: A partir de 2040 será proibida a venda de veículos poluentes novos

2018-09-10 às 09:22


Depois de alguns países da UE terem balizado a data limite de venda de veículos poluentes, chega agora a vez de Portugal estabelecer a data de 2040 como limite para venda de veículos poluentes novos.Segundo informações veiculadas agora, o Governo compromete-se a que toda a frota da administração pública esteja já nos padrões zero emissões ou muito baixas emissões até 2030.
Veículos poluente: Europa 2030 e Portugal 2040Quando a Alemanha em 2016 estabeleceu o ano de 2030 para acabar com a produção de motores de combustão interna, o mundo percebeu que, se o maior produtor do mundo automóvel tem esta decisão, já não há volta a dar.Em Portugal, a partir de 2040 não vai ser possível encontrar à venda nenhum veículo ligeiro, de passageiros ou mercadorias, que seja responsável por emissões de dióxido de carbono.Como refere o Público, o Governo português vai levar a Birmingham, onde decorrerá a primeira cimeira mundial sobre veículos sem emissões de dióxido de carbono, uma espécie de roteiro com o qual demonstrará como pretende atingir os objetivos de reduzir a pegada carbónica na mobilidade.O país irá assegurar que em 2040 todos os veículos novos vendidos em Portugal serão responsáveis por zero emissões de carbono.Pese o facto de ser uma “promessa” que está no bom caminho, o país poderia ter sido mais ambicioso, conforme explicou o secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes.Portugal poderia inscrever no compromisso que vai apresentar que só seriam permitidas as vendas de veículos de emissão zero, mas acabou por ser como outros países e manifestar alguma prudência.Temos que pensar que ainda não está resolvido o problema da autonomia para viagens de muito longo curso, pelo que fomos prudentes e inscrevemos também os veículos de baixas emissões. Mas até 2040 os avanços tecnológicos vão resolver esse problema, não tenho grandes dúvidas.Referiu o governante.Um compromisso assumido irá levar a que o Estado invista em viaturas novas, até 2030, para que toda a frota da administração pública em Portugal será constituída por veículos de emissão zero, ou de baixas emissões.O processo de retirar das estradas os veículos poluentes não começou agora, já decorre desde há alguns anos o Eco.Mob, o programa de Mobilidade Sustentável (que vai já na sua segunda fase), com o qual tem tentado que seja o próprio Estado a dar o exemplo nas mudanças que são necessárias de fazer. Parque elétrico do Estado portuguêsPortugal tinha um parque de veículos elétricos, no final de 2014, de 26.903 unidades, o que o eleva o Estado a estar entre as maiores frotas do país.Uma das linhas de financiamento do programa Eco.Mob passava pelo investimento em 1200 veículos elétricos para a administração pública, envolvendo uma estimativa de custos de 23,34 milhões de euros.A questão prende-se com uma data que será somente daqui a mais de duas décadas, quando o mundo, principalmente a Europa, têm metas mais curtas e caminhos já mais avançados. Será que conseguimos?source: pplware.sapo.pt

A partir de 1 de setembro acabaram-se as lâmpadas “baratas”

2018-08-29 às 09:17


É já a partir do próximo dia 1 de setembro de 2018 (sábado) que se assinala uma mudança significativa no que diz respeito à iluminação. A partir desse dia passa a ser proibida a comercialização, em toda a União Europeia (UE), de lâmpadas incandescentes de halogéneo.A proibição da União Europeia faz parte do compromisso da UE de reduzir as emissões de CO2 e a sua pegada de carbono.
Qual é o motivo para a proibição das lâmpadas de halogéneo?Continuando o processo de descontinuação dos focos de halogéneo, implementado em 2016, a fase que se segue é a proibição das lâmpadas de halogéneo não direcionais, incluindo as lâmpadas convencionais em forma de pera ou vela. Além disso, as lâmpadas de halogéneo utilizam 10 vezes mais quantidade de energia do que as lâmpadas LED. As lâmpadas de luz LED têm uma vida útil média de 15 anos, o que as torna simultaneamente boas para o planeta e para os bolsos dos consumidores. Os desenvolvimentos técnicos permitem atualmente uma vasta gama de opções no que toca à iluminação LED, oferecendo uma grande variedade de designs e temperaturas de cor para personalizar qualquer casa.Lâmpadas LEDLâmpadas de halogéneo em PortugalDe acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística – INE, as lâmpadas de halogéneo são utilizadas em 22,4% dos lares portugueses e em termos médios correspondem a uma utilização de 7,6 lâmpadas por alojamento. As lâmpadas LED utilizam até 80% menos energia do que as lâmpadas de halogéneo e duram 15 vezes mais.Num estudo da Associação de Defesa do Consumidor (DECO), realizado em 2016, ficou provado que usar 11 lâmpadas LED num T1 permite poupar 207 euros, em 20 anos. Em Portugal, a eliminação progressiva do halogéneo evitará mais de 15 milhões de toneladas de emissões de carbono por ano, o equivalente ao consumo anual de eletricidade no nosso país.source:pplware.sapo.pt