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Fazer um backup ou restauro no iPhone sem iTunes ou iCloud
6 de Setembro de 2017 às 08:59 Apple

O iOS e o iPhone são sistemas fechados que nem sempre vão de encontro à necessidade dos seus utilizadores. Associado ao iPhone está indubitavelmente o famoso software iTunes que não é mais do que um mega gestor do smartphone em si.
Impõe-se então uma questão que nos pode ajudar a atuar out of the box e sem necessidade de usar as ferramentas oficiais especialmente se não servirem os nossos propósitos. Vamos então saber como podemos fazer um backup e um restauro num iPhone?

São muitos os utilizadores que se deparam com o problema e, de seguida, procuram solução de para guardar e restaurar do iPhone sem a assistência do iTunes. Ora nos últimos tempos temos vindo a falar de uma ferramenta multifunções, o Dr.Fone, que tem mostrado as suas grande capacidades seja em iOS seja em Android, e hoje não podia ser exceção porque, de facto, a sua ambivalência permite as mais diferentes funções com resultados efetivos. Senão, vejamos:

Fazer backup de um iPhone/iPad com apenas 1 click

Mais simples de operar é quase impossível e o Dr.Fone iOS Data Backup & Restore mostra-nos precisamente imediatamente após a sua instalação e respetiva execução.
Todo o backup dos nossos dispositivos só leva apenas um clique, ou seja, a partir do momento em que conectamos o nosso dispositivo e este tenha sido detetado o Dr.Fone iOS Data Backup & Restore irá fazer a salvaguarda de dados automaticamente do nosso iDispositivo: iPhone, iPad ou iPod touch.
É muito importante ter em conta que o novo ficheiro de segurança criado não substituirá o antigo, o que significa que podemos fazer backups sempre que quisermos.
O Dr.Fone iOS Data Backup & Restore permite as seguintes vantagens:
  • Cópia de segurança e Restauro do iPhone muito simples;
  • Os arquivos da cópia de segurança do iPhone não são renovados a cada processo de salvaguarda;
  • Pré-visualização dos conteúdos de cada backup do iPhone;
  • O restauro do iPhone não irá sobrepor a nossa informação;
  • Possibilidade de exportar a nossa informação do iPhone;
  • Funciona de forma fantástica e compatível com o iPhone, iPad e o iPod touch
  • 100% Seguro

1 só clique

Mas vamos compreender melhor cada um dos pontos acima mencionados. Quando se fala de simplicidade de uso do Dr.Fone iOS Data Backup & Restore deve-se ao facto de ser efetivamente fácil de trabalhar com este software uma vez que basta 1 clique para dar lugar ao processo de cópia de segurança.

Arquivos separados

Por outro lado, é possível fazer o backup do iPhone todos os dias e todos os arquivos de backup são guardados e não serão substituídos por novos, o que se torna numa grande mais valia caso desejemos restaurar um determinado dia para o nosso iPhone permitindo controlar, da nossa parte, os conteúdos de forma mais precisa.

Pré-visualização do backup

Outra grande vantagem do Dr.Fone iOS Data Backup & Restore reside no facto de podermos aceder à pré-visualização dos detalhes nos nossos ficheiros de backup do iPhone, permitindo uma gestão de restauro, por exemplo, mais personalizada, isto é, podemos escolher apenas aquilo que pretendemos restaurar ao invés de ter de restaurar todo um ficheiro da cópia de segurança.

Conversão em formatos de leitura

E como não podia faltar, não foi esquecida a feature importante de para leitura ou impressão, ou seja, caso pretendamos é possível exportar itens do nosso backup do iPhone em formato de HTML ou mesmo outros que desejarmos.

Compatibilidade

Claro que a compatibilidade não foi esquecida, logo não importa se estamos a usar o iPhone 7 Plus, o iPad Pro ou o iPhone 4, iPad 1, o Dr.Fone iOS Data Backup & Restore é totalmente compatível com todos os modelos de iPhone, iPad e iPod touch.
Abaixo poderão encontrar a listagem completa de modelos compatíveis.

Vídeo

Não podia faltar o vídeo oficial que mostra como usar o software.

Dispositivos suportados:

iPhone iPhone 7 Plus, iPhone 7, iPhone SE, iPhone 6s Plus, iPhone 6s, iPhone 6 Plus, iPhone 6, iPhone 5s, iPhone 5c, iPhone 5, iPhone 4s, iPhone 4
iPad Todos os modelos do iPad Pro, iPad Air, iPad mini, iPad
iPod touch iPod touch 5, iPod touch 4

Ficheiros Suportados

  • Contactos
  • Menssagens;
  • Histórico de chamadas;
  • Notas;
  • Fotos;
  • Vídeos;
  • Calendário;
  • Reminder;
  • Mensagens do WhatsApp;
  • Messenger;
  • Voice memos;
  • Voicemail;
  • Favoritos do Safari;
  • Fotos das Apps;
  • Vídeos das Apps;
  • Documentos das Apps

Conclusão

Uma vez mais, o Dr.Fone prova ser capaz de lidar com os maiores desafios. A sua capacidade de criar cópias de segurança, vulgo Backups, e respetivo Restauro na perfeição de um dispositivo tão exclusivo e de sistema fechado como o iPhone mostra a sua «raça». Claro que existem alternativas e software que promete muito sendo que neste caso «o devido é cumprido».
É um software pago? Sim, mas merece todo o destaque pelas suas funções, fluidez e facilidade intuitiva do mesmo. Outras sugestões serão, certamente, muito bem-vindas!
Recomenda-se entretanto um excelente artigo que encontrei no site do programador que nos pode ajudar e dar umas luzes sobre a recuperação de um iPhone sem o iTunes ou o iCloud que poderão ler aqui. O texto está em inglês mas vale bem a pena.
source: pplware.sapo.pt
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Microsoft prepara-se para dar uma nova cara ao Windows 10 na próxima grande atualização

2018-11-16 às 09:16


A Microsoft tem conseguido dar ao Windows 10 uma nova imagem, tendo recuperado a sua linha mais tradicional dos sistemas operativos. Lentamente este sistema está a ser totalmente remodelado e renovado, com muitas melhorias estéticas.Na próxima grande atualização, que a Microsoft deverá lançar no início do próximo ano, esperam-se ainda mais melhorias e novidades. Uma delas é a renovação da própria imagem do Windows 10.
Ainda não tem uma data definida para chegar, mas a Microsoft já começou a detalhar o que a próxima grande atualização do Windows 10 vai trazer. Focando-se na parte gráfica e estética, a Microsoft quer renovar a cara do Windows 10.Há um novo tema ligth no Widows 10Para isso, prepara-se para nos dar um tema light, que muda completamente a interface do Windows 10, indo desde o menu inciar até à própria barra de tarefas e passando por áreas como o teclado virtual.Para compor ainda mais este cenário de alteração, a Microsoft propõe também uma nova imagem de fundo, adaptada a toda esta nova imagem. Ativar este novo tema light requer apenas alguns cliques nas Definições.Alterações profundas nas atualizações do Windows 10Falar do Windows 10 nestes dias obriga necessariamente a referir as atualizações. A Microsoft volta a mudar mexer nesta área e agora dá aos utilizadores a possibilidade destes colocarem em pausa as atualizações de forma mais direta.Também a forma como estas atualizações vão ser instaladas está a mudar. O SO da Microsoft passa a contar com alguma inteligência nesta área e apenas fará a instalação em horas que o utilizador não esteja a usar a sua máquina.A snipping tool está também melhoradaA nova ferramenta de captação e recorte de imagens do Windows 10 foi também melhorada. Depois de ter recebido a possibilidade de ter um contador de tempo, tem agora a possibilidade de captar janelas de forma direta.Por outro lado, e para facilitar a sua utilização, esta ferramenta de captação de imagens passa a memorizar a opção do utilizador e sempre que é lançada é essa a opção a uso.Todas estas novidades, mesmo sendo apenas para a próxima grande atualização do Windows, estão já a ser disponibilizadas a todos os que estão no canal Fast do programa Insiders do Windows 10.source:pplware.sapo.pt

Portugal: A partir de 2040 será proibida a venda de veículos poluentes novos

2018-09-10 às 09:22


Depois de alguns países da UE terem balizado a data limite de venda de veículos poluentes, chega agora a vez de Portugal estabelecer a data de 2040 como limite para venda de veículos poluentes novos.Segundo informações veiculadas agora, o Governo compromete-se a que toda a frota da administração pública esteja já nos padrões zero emissões ou muito baixas emissões até 2030.
Veículos poluente: Europa 2030 e Portugal 2040Quando a Alemanha em 2016 estabeleceu o ano de 2030 para acabar com a produção de motores de combustão interna, o mundo percebeu que, se o maior produtor do mundo automóvel tem esta decisão, já não há volta a dar.Em Portugal, a partir de 2040 não vai ser possível encontrar à venda nenhum veículo ligeiro, de passageiros ou mercadorias, que seja responsável por emissões de dióxido de carbono.Como refere o Público, o Governo português vai levar a Birmingham, onde decorrerá a primeira cimeira mundial sobre veículos sem emissões de dióxido de carbono, uma espécie de roteiro com o qual demonstrará como pretende atingir os objetivos de reduzir a pegada carbónica na mobilidade.O país irá assegurar que em 2040 todos os veículos novos vendidos em Portugal serão responsáveis por zero emissões de carbono.Pese o facto de ser uma “promessa” que está no bom caminho, o país poderia ter sido mais ambicioso, conforme explicou o secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes.Portugal poderia inscrever no compromisso que vai apresentar que só seriam permitidas as vendas de veículos de emissão zero, mas acabou por ser como outros países e manifestar alguma prudência.Temos que pensar que ainda não está resolvido o problema da autonomia para viagens de muito longo curso, pelo que fomos prudentes e inscrevemos também os veículos de baixas emissões. Mas até 2040 os avanços tecnológicos vão resolver esse problema, não tenho grandes dúvidas.Referiu o governante.Um compromisso assumido irá levar a que o Estado invista em viaturas novas, até 2030, para que toda a frota da administração pública em Portugal será constituída por veículos de emissão zero, ou de baixas emissões.O processo de retirar das estradas os veículos poluentes não começou agora, já decorre desde há alguns anos o Eco.Mob, o programa de Mobilidade Sustentável (que vai já na sua segunda fase), com o qual tem tentado que seja o próprio Estado a dar o exemplo nas mudanças que são necessárias de fazer. Parque elétrico do Estado portuguêsPortugal tinha um parque de veículos elétricos, no final de 2014, de 26.903 unidades, o que o eleva o Estado a estar entre as maiores frotas do país.Uma das linhas de financiamento do programa Eco.Mob passava pelo investimento em 1200 veículos elétricos para a administração pública, envolvendo uma estimativa de custos de 23,34 milhões de euros.A questão prende-se com uma data que será somente daqui a mais de duas décadas, quando o mundo, principalmente a Europa, têm metas mais curtas e caminhos já mais avançados. Será que conseguimos?source: pplware.sapo.pt

A partir de 1 de setembro acabaram-se as lâmpadas “baratas”

2018-08-29 às 09:17


É já a partir do próximo dia 1 de setembro de 2018 (sábado) que se assinala uma mudança significativa no que diz respeito à iluminação. A partir desse dia passa a ser proibida a comercialização, em toda a União Europeia (UE), de lâmpadas incandescentes de halogéneo.A proibição da União Europeia faz parte do compromisso da UE de reduzir as emissões de CO2 e a sua pegada de carbono.
Qual é o motivo para a proibição das lâmpadas de halogéneo?Continuando o processo de descontinuação dos focos de halogéneo, implementado em 2016, a fase que se segue é a proibição das lâmpadas de halogéneo não direcionais, incluindo as lâmpadas convencionais em forma de pera ou vela. Além disso, as lâmpadas de halogéneo utilizam 10 vezes mais quantidade de energia do que as lâmpadas LED. As lâmpadas de luz LED têm uma vida útil média de 15 anos, o que as torna simultaneamente boas para o planeta e para os bolsos dos consumidores. Os desenvolvimentos técnicos permitem atualmente uma vasta gama de opções no que toca à iluminação LED, oferecendo uma grande variedade de designs e temperaturas de cor para personalizar qualquer casa.Lâmpadas LEDLâmpadas de halogéneo em PortugalDe acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística – INE, as lâmpadas de halogéneo são utilizadas em 22,4% dos lares portugueses e em termos médios correspondem a uma utilização de 7,6 lâmpadas por alojamento. As lâmpadas LED utilizam até 80% menos energia do que as lâmpadas de halogéneo e duram 15 vezes mais.Num estudo da Associação de Defesa do Consumidor (DECO), realizado em 2016, ficou provado que usar 11 lâmpadas LED num T1 permite poupar 207 euros, em 20 anos. Em Portugal, a eliminação progressiva do halogéneo evitará mais de 15 milhões de toneladas de emissões de carbono por ano, o equivalente ao consumo anual de eletricidade no nosso país.source:pplware.sapo.pt