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Microsoft anunciou também um novo Surface Book 2
18 de Outubro de 2017 às 09:37 Microsoft

A gama Surface é o pináculo em termos de hardware que a Microsoft produz. São equipamentos premium com um desenvolvimento completamente vocacionado para o Windows 10 e para o melhor que este oferece.
Juntamente com o lançamento da Fall Creators Update, a Microsoft anunciou o Surface Book 2, o dispositivo Surface mais poderoso até à data e com várias melhorias face à primeira geração.
Surface Book 2

A primeira geração do Surface Book foi anunciada em 2015. Afirmava-se como um portátil poderoso com ecrã destacável e com toda a versatilidade característica da família Surface.
Hoje a Microsoft anunciou a sua segunda geração. Para além dos upgrades de hardware típicos ao nível de processamento e capacidade gráfica, o Surface Book 2 sofreu várias melhorias que o diferenciam da primeira geração e o destacam junto da concorrência.
Uma das principais novidades do Surface Book 2 é o novo tamanho de ecrã. Nesta nova geração, o utilizador poderá escolher entre o Surface Book 2 de 13,5 polegadas e o Surface Book 2 de 15 polegadas. O ecrã de 13,5” conta com uma resolução de 3000 x 2000 pixeis e uma proporção 3:2, típica das últimas gerações da gama Surface. O modelo de 15” conta com uma resolução de 3240 x 2160 e mais de 7 milhões de pixeis, uma quantidade 45% superior à do MacBook Pro. Ambos têm um ecrã com a tecnologia PixelSense.
Ao nível de processador, o Surface Book 2 conta agora com a oitava geração dos processadores Core i7 da Intel. O modelo de entrada de gama de 13,5” conta ainda com um Core i5 de sétima geração e uma gráfica integrada, ao invés das outras configurações que têm uma gráfica dedicada, nomeadamente a NVIDIA GTX 1050 (2GB) no modelo de 13,5” e a NVIDIA GTX 1060 (6GB) no modelo de 15”. A Microsoft afirma que a performance gráfica do Surface Book 2 é 5x superior à da anterior geração e 2x superior è geração atual do MacBook Pro da Apple. Em termos de RAM o modelo de 13,5” conta com 8 ou 16GB dependendo da configuração e o de 15” conta com 16GB.
Todo este poder gráfico e a versatilidade inerente aos modelos Surface tem de ser acompanhada por uma boa bateria de modo a garantir uma autonomia suficiente. No Surface Book 2 a Microsoft garante uma autonomia de até 17 horas em modo portátil e até 5 horas em modo tablet. O modelo de 13,5” contém uma bateria de 75WHr e o de 15” uma de 80WHr.
O seu baixo peso, 1533g pelo conjunto no modelo de 13,5” e 1905g no modelo de 15”, e a sua reduzida espessura ajudam o Surface Book 2 a ser um verdadeiro dispositivo portátil e versátil na sua utilização.
Surface Book 2
O principal foco da Microsoft ao conceber este equipamento era criar um dispositivo tudo-em-um, com o poder de um computador, a versatilidade e portabilidade de um tablet e um design belo. Tudo isto para melhorar a produtividade dos utilizadores, e por isso recheou este Surface Book 2 com várias capacidades e funcionalidades novas.
Entre as quais se destaca a nova Surface Pen, com 4096 níveis de pressão, sensibilidade à inclinação e o suporte para Surface Dial, dispositivo dedicado aos designers e utilizadores de programas como o Adobe Photoshop.
À imagem da última geração do Surface Pro e do Surface Laptop, o Surface Book 2 é concebido para lidar e trabalhar com a Realidade Mista tão popularizada pela Microsoft. Para além disso, sendo um equipamento criado pela Microsoft com especial foco no Windows 10, a Microsoft incorporou algumas funcionalidades interessantes que interligam as capacidades e recursos do Surface Book 2 com o sistema operativo, tais como o Windows Hello, trabalhar no Word com a Surface Pen e apresentações 3D no PowerPoint.
Surface Book 2e
Ao nível de entradas para periféricos, o Surface Book 2 conta com entradas USB type-C, USB type-A e slot para cartões SD.
Os preços do Surface Book 2 começam nos 1499$ para o modelo de 13,5 polegadas e 2499$ para o modelo de 15 polegadas. Não há ainda informações sobre a disponibilidade em Portugal.
source: pplware.sapo.pt
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Microsoft prepara-se para dar uma nova cara ao Windows 10 na próxima grande atualização

2018-11-16 às 09:16


A Microsoft tem conseguido dar ao Windows 10 uma nova imagem, tendo recuperado a sua linha mais tradicional dos sistemas operativos. Lentamente este sistema está a ser totalmente remodelado e renovado, com muitas melhorias estéticas.Na próxima grande atualização, que a Microsoft deverá lançar no início do próximo ano, esperam-se ainda mais melhorias e novidades. Uma delas é a renovação da própria imagem do Windows 10.
Ainda não tem uma data definida para chegar, mas a Microsoft já começou a detalhar o que a próxima grande atualização do Windows 10 vai trazer. Focando-se na parte gráfica e estética, a Microsoft quer renovar a cara do Windows 10.Há um novo tema ligth no Widows 10Para isso, prepara-se para nos dar um tema light, que muda completamente a interface do Windows 10, indo desde o menu inciar até à própria barra de tarefas e passando por áreas como o teclado virtual.Para compor ainda mais este cenário de alteração, a Microsoft propõe também uma nova imagem de fundo, adaptada a toda esta nova imagem. Ativar este novo tema light requer apenas alguns cliques nas Definições.Alterações profundas nas atualizações do Windows 10Falar do Windows 10 nestes dias obriga necessariamente a referir as atualizações. A Microsoft volta a mudar mexer nesta área e agora dá aos utilizadores a possibilidade destes colocarem em pausa as atualizações de forma mais direta.Também a forma como estas atualizações vão ser instaladas está a mudar. O SO da Microsoft passa a contar com alguma inteligência nesta área e apenas fará a instalação em horas que o utilizador não esteja a usar a sua máquina.A snipping tool está também melhoradaA nova ferramenta de captação e recorte de imagens do Windows 10 foi também melhorada. Depois de ter recebido a possibilidade de ter um contador de tempo, tem agora a possibilidade de captar janelas de forma direta.Por outro lado, e para facilitar a sua utilização, esta ferramenta de captação de imagens passa a memorizar a opção do utilizador e sempre que é lançada é essa a opção a uso.Todas estas novidades, mesmo sendo apenas para a próxima grande atualização do Windows, estão já a ser disponibilizadas a todos os que estão no canal Fast do programa Insiders do Windows 10.source:pplware.sapo.pt

Portugal: A partir de 2040 será proibida a venda de veículos poluentes novos

2018-09-10 às 09:22


Depois de alguns países da UE terem balizado a data limite de venda de veículos poluentes, chega agora a vez de Portugal estabelecer a data de 2040 como limite para venda de veículos poluentes novos.Segundo informações veiculadas agora, o Governo compromete-se a que toda a frota da administração pública esteja já nos padrões zero emissões ou muito baixas emissões até 2030.
Veículos poluente: Europa 2030 e Portugal 2040Quando a Alemanha em 2016 estabeleceu o ano de 2030 para acabar com a produção de motores de combustão interna, o mundo percebeu que, se o maior produtor do mundo automóvel tem esta decisão, já não há volta a dar.Em Portugal, a partir de 2040 não vai ser possível encontrar à venda nenhum veículo ligeiro, de passageiros ou mercadorias, que seja responsável por emissões de dióxido de carbono.Como refere o Público, o Governo português vai levar a Birmingham, onde decorrerá a primeira cimeira mundial sobre veículos sem emissões de dióxido de carbono, uma espécie de roteiro com o qual demonstrará como pretende atingir os objetivos de reduzir a pegada carbónica na mobilidade.O país irá assegurar que em 2040 todos os veículos novos vendidos em Portugal serão responsáveis por zero emissões de carbono.Pese o facto de ser uma “promessa” que está no bom caminho, o país poderia ter sido mais ambicioso, conforme explicou o secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes.Portugal poderia inscrever no compromisso que vai apresentar que só seriam permitidas as vendas de veículos de emissão zero, mas acabou por ser como outros países e manifestar alguma prudência.Temos que pensar que ainda não está resolvido o problema da autonomia para viagens de muito longo curso, pelo que fomos prudentes e inscrevemos também os veículos de baixas emissões. Mas até 2040 os avanços tecnológicos vão resolver esse problema, não tenho grandes dúvidas.Referiu o governante.Um compromisso assumido irá levar a que o Estado invista em viaturas novas, até 2030, para que toda a frota da administração pública em Portugal será constituída por veículos de emissão zero, ou de baixas emissões.O processo de retirar das estradas os veículos poluentes não começou agora, já decorre desde há alguns anos o Eco.Mob, o programa de Mobilidade Sustentável (que vai já na sua segunda fase), com o qual tem tentado que seja o próprio Estado a dar o exemplo nas mudanças que são necessárias de fazer. Parque elétrico do Estado portuguêsPortugal tinha um parque de veículos elétricos, no final de 2014, de 26.903 unidades, o que o eleva o Estado a estar entre as maiores frotas do país.Uma das linhas de financiamento do programa Eco.Mob passava pelo investimento em 1200 veículos elétricos para a administração pública, envolvendo uma estimativa de custos de 23,34 milhões de euros.A questão prende-se com uma data que será somente daqui a mais de duas décadas, quando o mundo, principalmente a Europa, têm metas mais curtas e caminhos já mais avançados. Será que conseguimos?source: pplware.sapo.pt

A partir de 1 de setembro acabaram-se as lâmpadas “baratas”

2018-08-29 às 09:17


É já a partir do próximo dia 1 de setembro de 2018 (sábado) que se assinala uma mudança significativa no que diz respeito à iluminação. A partir desse dia passa a ser proibida a comercialização, em toda a União Europeia (UE), de lâmpadas incandescentes de halogéneo.A proibição da União Europeia faz parte do compromisso da UE de reduzir as emissões de CO2 e a sua pegada de carbono.
Qual é o motivo para a proibição das lâmpadas de halogéneo?Continuando o processo de descontinuação dos focos de halogéneo, implementado em 2016, a fase que se segue é a proibição das lâmpadas de halogéneo não direcionais, incluindo as lâmpadas convencionais em forma de pera ou vela. Além disso, as lâmpadas de halogéneo utilizam 10 vezes mais quantidade de energia do que as lâmpadas LED. As lâmpadas de luz LED têm uma vida útil média de 15 anos, o que as torna simultaneamente boas para o planeta e para os bolsos dos consumidores. Os desenvolvimentos técnicos permitem atualmente uma vasta gama de opções no que toca à iluminação LED, oferecendo uma grande variedade de designs e temperaturas de cor para personalizar qualquer casa.Lâmpadas LEDLâmpadas de halogéneo em PortugalDe acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística – INE, as lâmpadas de halogéneo são utilizadas em 22,4% dos lares portugueses e em termos médios correspondem a uma utilização de 7,6 lâmpadas por alojamento. As lâmpadas LED utilizam até 80% menos energia do que as lâmpadas de halogéneo e duram 15 vezes mais.Num estudo da Associação de Defesa do Consumidor (DECO), realizado em 2016, ficou provado que usar 11 lâmpadas LED num T1 permite poupar 207 euros, em 20 anos. Em Portugal, a eliminação progressiva do halogéneo evitará mais de 15 milhões de toneladas de emissões de carbono por ano, o equivalente ao consumo anual de eletricidade no nosso país.source:pplware.sapo.pt