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O nascimento da Super Inteligência e a opinão de Elon Musk
29 de Novembro de 2017 às 10:03 Tecnologia

A Inteligência Artificial é, sem dúvida, a tecnologia que irá marcar o século XXI. Cada vez mais se fala em máquinas inteligentes, redes neuronais e de robôs que já apresentam comportamentos tão próximos do ser humano que até se parecem um de nós.
No entanto, tal com a maior parte da tecnologia, também a Inteligência Artificial apresenta os seus perigos e desvantagens. De facto, ao longo dos últimos anos, vários entendidos neste ramo, têm vindo a público expressar sentimentos de preocupação relativamente aos avanços rápidos dos agentes de Inteligência Artificial.
Super Inteligência - Sophia

Uma explosão de Inteligência

O aclamado investigador no ramo da Inteligência Artificial, Nick Bostrom, tem sido uma das grandes vozes que tem alertado para os perigos iminentes da Inteligência Artificial. No seu livro, “Super Intelligence”, o autor expõe vários cenários onde tenta imaginar o futuro e decifrar qual o impacto que a Inteligência Artificial terá no Mundo.
Um dos desses cenários e, talvez o mais assustador, envolve aquilo a que Nick Bostrom chama de “uma explosão de Inteligência”. Sem querer entrar em grandes detalhes técnicos, uma explosão de Inteligência poderá ocorrer quando as máquinas/computadores ultrapassarem a inteligência humana em larga escala e alcançarem uma capacidade de resolução de problemas que nem em sonhos conseguimos imaginar. Seriam tão inteligentes que conseguiriam reescrever o seu próprio software para se tornarem ainda mais inteligentes.
As consequências de tal acontecimento são, ainda hoje, impossíveis de prever. Mas, se tivéssemos que escolher uma palavra, possivelmente seria “caos”. Nós, seres humanos, passaríamos a estar para um Agente Super Inteligente como hoje um gato ou um cão está para nós. Simples animais de estimação.
Assim, alguns investigadores na área da inteligência artificial apontam para que tal acontecimento se possa vir a realizar no início da segunda metade do século XXI. Outros, pensam que os computadores atingirão o nível de inteligência humana antes de 2030.
 

Não estamos a escutar os avisos…

Para além de investigadores no ramo de Inteligência Artificial, também outras personalidades ligadas à ciência e tecnologia têm dirigido algumas palavras de aviso e preocupação.
Uma dessas pessoas é Stephen Hawking, considerado por muitos, a pessoa viva mais inteligente.
De facto, não vão muitas semanas desde que o célebre físico britânico se dirigiu ao público na Web Summit e distribuiu palavras de cautela e alguns avisos muito sérios. Stephen Hawking afirmou que é otimista quanto ao futuro, mas que, ainda assim, precisamos de “estar a par dos perigos, identifica-los, usar as melhores práticas e gestão possíveis e preparar para as consequências antecipadamente”.
 

Elon Musk: “Devemos regulamentar a Inteligência Artificial”

Foi no princípio desta semana que Elon Musk se serviu da sua conta no Twitter para, mais uma vez, alertar e expor uma estratégia para sermos capazes de desenvolver uma relação saudável com os mecanismos de Inteligência Artificial.
Os comentários do CEO da Tesla e da SpaceX surgiram a propósito de um vídeo que tem circulado imenso nas redes sociais ultimamente. Nesse vídeo consegue-se ver um avançado robô que é capaz de dar mortais.
Apesar de ainda cair algumas vezes, daqui a pouco tempo pode andar a correr atrás de nós.
Assim, Elon Musk escreveu um tweet onde partilha o que, a seu ver, deverá ser a melhor solução. A estratégia do “Homem de Ferro” da vida real passa por regulamentar a Inteligência Artificial, tal como fazemos com o consumo de drogas e o uso de transportes públicos. Só assim poderemos viver mais seguros.
 
Conclusão
Uma drástica mudança no Mundo pode estar para breve e passa, sem dúvida, pelo avanço tecnológico no ramo da Inteligência Artificial. Assim, devemos avançar com máxima cautela e bom senso para que um dia mais tarde não fiquem sentimentos de perda.
Acima de tudo, devemos escutar os mais sábios e estar atentos para que o desenvolvimento de Inteligência Artificial evolua tendo em conta o bem estar do Ser Humano.
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Microsoft prepara-se para dar uma nova cara ao Windows 10 na próxima grande atualização

2018-11-16 às 09:16


A Microsoft tem conseguido dar ao Windows 10 uma nova imagem, tendo recuperado a sua linha mais tradicional dos sistemas operativos. Lentamente este sistema está a ser totalmente remodelado e renovado, com muitas melhorias estéticas.Na próxima grande atualização, que a Microsoft deverá lançar no início do próximo ano, esperam-se ainda mais melhorias e novidades. Uma delas é a renovação da própria imagem do Windows 10.
Ainda não tem uma data definida para chegar, mas a Microsoft já começou a detalhar o que a próxima grande atualização do Windows 10 vai trazer. Focando-se na parte gráfica e estética, a Microsoft quer renovar a cara do Windows 10.Há um novo tema ligth no Widows 10Para isso, prepara-se para nos dar um tema light, que muda completamente a interface do Windows 10, indo desde o menu inciar até à própria barra de tarefas e passando por áreas como o teclado virtual.Para compor ainda mais este cenário de alteração, a Microsoft propõe também uma nova imagem de fundo, adaptada a toda esta nova imagem. Ativar este novo tema light requer apenas alguns cliques nas Definições.Alterações profundas nas atualizações do Windows 10Falar do Windows 10 nestes dias obriga necessariamente a referir as atualizações. A Microsoft volta a mudar mexer nesta área e agora dá aos utilizadores a possibilidade destes colocarem em pausa as atualizações de forma mais direta.Também a forma como estas atualizações vão ser instaladas está a mudar. O SO da Microsoft passa a contar com alguma inteligência nesta área e apenas fará a instalação em horas que o utilizador não esteja a usar a sua máquina.A snipping tool está também melhoradaA nova ferramenta de captação e recorte de imagens do Windows 10 foi também melhorada. Depois de ter recebido a possibilidade de ter um contador de tempo, tem agora a possibilidade de captar janelas de forma direta.Por outro lado, e para facilitar a sua utilização, esta ferramenta de captação de imagens passa a memorizar a opção do utilizador e sempre que é lançada é essa a opção a uso.Todas estas novidades, mesmo sendo apenas para a próxima grande atualização do Windows, estão já a ser disponibilizadas a todos os que estão no canal Fast do programa Insiders do Windows 10.source:pplware.sapo.pt

Portugal: A partir de 2040 será proibida a venda de veículos poluentes novos

2018-09-10 às 09:22


Depois de alguns países da UE terem balizado a data limite de venda de veículos poluentes, chega agora a vez de Portugal estabelecer a data de 2040 como limite para venda de veículos poluentes novos.Segundo informações veiculadas agora, o Governo compromete-se a que toda a frota da administração pública esteja já nos padrões zero emissões ou muito baixas emissões até 2030.
Veículos poluente: Europa 2030 e Portugal 2040Quando a Alemanha em 2016 estabeleceu o ano de 2030 para acabar com a produção de motores de combustão interna, o mundo percebeu que, se o maior produtor do mundo automóvel tem esta decisão, já não há volta a dar.Em Portugal, a partir de 2040 não vai ser possível encontrar à venda nenhum veículo ligeiro, de passageiros ou mercadorias, que seja responsável por emissões de dióxido de carbono.Como refere o Público, o Governo português vai levar a Birmingham, onde decorrerá a primeira cimeira mundial sobre veículos sem emissões de dióxido de carbono, uma espécie de roteiro com o qual demonstrará como pretende atingir os objetivos de reduzir a pegada carbónica na mobilidade.O país irá assegurar que em 2040 todos os veículos novos vendidos em Portugal serão responsáveis por zero emissões de carbono.Pese o facto de ser uma “promessa” que está no bom caminho, o país poderia ter sido mais ambicioso, conforme explicou o secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes.Portugal poderia inscrever no compromisso que vai apresentar que só seriam permitidas as vendas de veículos de emissão zero, mas acabou por ser como outros países e manifestar alguma prudência.Temos que pensar que ainda não está resolvido o problema da autonomia para viagens de muito longo curso, pelo que fomos prudentes e inscrevemos também os veículos de baixas emissões. Mas até 2040 os avanços tecnológicos vão resolver esse problema, não tenho grandes dúvidas.Referiu o governante.Um compromisso assumido irá levar a que o Estado invista em viaturas novas, até 2030, para que toda a frota da administração pública em Portugal será constituída por veículos de emissão zero, ou de baixas emissões.O processo de retirar das estradas os veículos poluentes não começou agora, já decorre desde há alguns anos o Eco.Mob, o programa de Mobilidade Sustentável (que vai já na sua segunda fase), com o qual tem tentado que seja o próprio Estado a dar o exemplo nas mudanças que são necessárias de fazer. Parque elétrico do Estado portuguêsPortugal tinha um parque de veículos elétricos, no final de 2014, de 26.903 unidades, o que o eleva o Estado a estar entre as maiores frotas do país.Uma das linhas de financiamento do programa Eco.Mob passava pelo investimento em 1200 veículos elétricos para a administração pública, envolvendo uma estimativa de custos de 23,34 milhões de euros.A questão prende-se com uma data que será somente daqui a mais de duas décadas, quando o mundo, principalmente a Europa, têm metas mais curtas e caminhos já mais avançados. Será que conseguimos?source: pplware.sapo.pt

A partir de 1 de setembro acabaram-se as lâmpadas “baratas”

2018-08-29 às 09:17


É já a partir do próximo dia 1 de setembro de 2018 (sábado) que se assinala uma mudança significativa no que diz respeito à iluminação. A partir desse dia passa a ser proibida a comercialização, em toda a União Europeia (UE), de lâmpadas incandescentes de halogéneo.A proibição da União Europeia faz parte do compromisso da UE de reduzir as emissões de CO2 e a sua pegada de carbono.
Qual é o motivo para a proibição das lâmpadas de halogéneo?Continuando o processo de descontinuação dos focos de halogéneo, implementado em 2016, a fase que se segue é a proibição das lâmpadas de halogéneo não direcionais, incluindo as lâmpadas convencionais em forma de pera ou vela. Além disso, as lâmpadas de halogéneo utilizam 10 vezes mais quantidade de energia do que as lâmpadas LED. As lâmpadas de luz LED têm uma vida útil média de 15 anos, o que as torna simultaneamente boas para o planeta e para os bolsos dos consumidores. Os desenvolvimentos técnicos permitem atualmente uma vasta gama de opções no que toca à iluminação LED, oferecendo uma grande variedade de designs e temperaturas de cor para personalizar qualquer casa.Lâmpadas LEDLâmpadas de halogéneo em PortugalDe acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística – INE, as lâmpadas de halogéneo são utilizadas em 22,4% dos lares portugueses e em termos médios correspondem a uma utilização de 7,6 lâmpadas por alojamento. As lâmpadas LED utilizam até 80% menos energia do que as lâmpadas de halogéneo e duram 15 vezes mais.Num estudo da Associação de Defesa do Consumidor (DECO), realizado em 2016, ficou provado que usar 11 lâmpadas LED num T1 permite poupar 207 euros, em 20 anos. Em Portugal, a eliminação progressiva do halogéneo evitará mais de 15 milhões de toneladas de emissões de carbono por ano, o equivalente ao consumo anual de eletricidade no nosso país.source:pplware.sapo.pt