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10 objetos do quotidiano que devem deixar de existir em breve
5 de Março de 2018 às 09:46 Tecnologia

Dia após dia damos conta que surgem no mercado novos gadgets, plataformas, aplicações e tecnologias no geral que substituem objetos e tarefas comuns do ser humano.
Assim, hoje deixamos uma lista de 10 objetos do quotidiano que, com estas novas soluções, devem deixar de existir em breve.

Está curioso? Então não vamos prender mais a sua curiosidade e vamos diretos para a lista que escolhemos dos 10 objetos do quotidiano que devem deixar de existir em breve.
 

1 – Comandos de TV

Aquele aperelho que nos dá tanto jeito… que nos permite não sair do conforto do nosso sofá quando queremos mudar o canal de TV ou aumentar o volume. O comando remoto permite-nos tudo isso, e muito mais, à distância.
Mas, agora já existem soluções na pele de aplicações, para o seu smartphone, tal como o exemplo que demos do comando da MEO, para que possa fazer tudo o que o seu comando faz… apenas a partir do seu telemóvel.
E, quem sabe daqui a muitos anos (ou não!) o próprio ser humano não terá colocado um chip para tudo isto? Parece estranho… mas nunca se sabe, e não é uma ideia nova.

2 – Despertadores

Associado ao despertador está sempre aquela ideia de preguiça por ter que se levantar para trabalhar… Há, de facto, despertadores muito interessantes a nível de estética e funcionalidade. Uns mais tradicionais, outros que o acordam com rádio, uns de leds, outros de ponteiros… enfim, basta escolher o seu preferido.
Mas… certamente que muitas pessoas cada vez utilizam menos este ‘gadget’, pois esta é uma funcionalidade inata de qualquer smartphone e, se não gostar, existem dezenas de aplicações para este fim.
Pode ainda acordar ao som do Spotify, se desejar!

3 – Agendas

Pessoalmente adoro agendas… Gosto sobretudo das que têm vista semanal, para ter logo uma perspetiva daquilo que me espera nessa semana.
Porém, seja a nível pessoal ou profissional, já opto cada vez mais por utilizar as soluções digitais, seja no Google Calendar, nas apps nativas do smartphone/tablet ou numa das várias aplicações de agenda disponíveis nas stores. São simples, não pesam na mala, podemos sincronizar com várias contas de email, partilhar com contactos, personalizar por cores, etc.
Provavelmente, as novas gerações irão começar a utilizar mais estas soluções, pondo de lado as agendas tradicionais.

4 – Lanternas

À semelhança de outros supracitados, as lanternas também serão, provavelmente, um dos muitos objetos a ser cada vez menos usado, sobretudo devido à implementação, desta funcionalidade, nos smartphones.
Obviamente que há lanternas muito mais sofisticadas que as que um dispositivo móvel oferece, dedicadas a servir contextos específicos como aventuras, escaladas, campismo, etc. No entanto, aquelas simples lanternas de ter por casa, podem sim deixar de ser utilizadas gradualmente.
Ao passo que nunca temos sempre uma lanterna à mão, com o smartphone essa é uma realidade. E não precisa de pilhas!

5 – Calculadora

Adoro usar calculadoras. Sobretudo aquelas cujos botões emitem um ‘bip’. Não são um objeto barato, sobretudo se falarmos das científicas/gráficas, que se começam a utilizar no secundário, universidade e nalgumas áreas profissionais como as engenharias.
Mas uma simples calculadora, e mesmo as mais complexas, podem começar a ser cada vez menos utilizadas, pela mesma razão de existir essa solução à distância de um clique, seja no nosso smartphone, tablet e/ou computador.

6 – Receitas médicas em papel

Vamos ao médico, ele passa-nos uma receita e lá trazemos o papel característico para podermos ir buscar os medicamentos à farmácia, ou fazer as devidas terapêuticas prescritas.
Mas, atualmente, este processo sofreu algumas alterações e já em 2015 noticiávamos essas mesmas mudanças. É possível, assim, que as receitas sejam prescritas em suporte digital, sendo que o médico pode enviar uma SMS ao utente com os códigos necessários para aviar a sua receita. Pode ler mais sobre este processo aqui.

7 – Chaves

Também as chaves podem ser um objeto obsoleto daqui a alguns anos. Com tudo digitalizado e com o avanço das IoT – Internet of Things, a expetativa é que tudo, em breve, esteja ligado entre si, sendo que o simples processo de abrir e fechar portas, ou outras coisas, poderá ser feito através de um clique nalguma interface, substituindo as clássicas chaves.
Se assim for, vamos andar com menos peso no nosso bolso e outro objecto também se usará menos… o porta-chaves!

8 – Cartão de crédito/débito, de supermercado, etc

Estando praticamente tudo no nosso smartphone… é esperado que também haja solução para o monte de cartões que trazemos na nossa carteira, sendo que muitas pessoas, devido à quantidade de cartões que traz, usa mesmo uma carteira específica para o transporte dos mesmos.
Mas o objetivo é ter tudo o mais centralizado possível e, assim, já aqui demos a conhecer algumas soluções, tais como o Swyp e o MEO CardMobili, que nos levam a perspetivar um futuro sem cartões!
Aqui ficam mais soluções já conhecidas:
  • Microsoft Wallet: o sistema de pagamentos do Windows 10 Mobile
  • Apple Pay: O serviço que vai permitir pagamentos com o iPhone
  • MEO Wallet – Pagar um café com o telemóvel já é uma realidade
  • Unibanco Wallet: pagamentos online mais seguros
  • Criador do Google Wallet está de volta

9 – Pens USB

Ainda há quem utilize as Pens USB, porém, à semelhança das disquetes e CDs, é provável que as diversas soluções de armazenamento e partilha, mais atuais e modernas, ganhem preferência junto dos utilizadores.
Falamos, claro, do armazenamento na Cloud ou na Nuvem, onde o utilizador tem ao dispor diversas ofertas, gratuitas ou pagas com uma capacidade de armazenamento bastante superior à oferecida por uma vulgar Pen USB.
Para além disso, praticamente qualquer serviço cloud disponibiliza versões móveis sendo que, com bastante facilidade, podemos aceder, editar e partilhar os nossos conteúdos através do nosso smartphone/tablet.

10 – Mapas

Por fim, os mapas em papel. E a razão é óbvia… há quanto tempo não recorre a um mapa físico para procurar algum local ou trajetória? Pois, provavelmente há já algum tempo.
Apesar de haver quem prefira este género de mapa sobretudo quando vai em viagem, explorar um determinado país, a verdade é que estes mapas físicos foram, gradualmente, substituídos pelas plataformas e aplicações, como o Google Maps, que permitem consultar tudo sobre países, locais, vias, monumentos, comércio, etc., de uma forma mais dinâmica, muito mais completa e com a vantagem se estar em constante atualização, sem ter que estar sempre a comprar mapas de papel.
source: pplware.sapo.pt
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Microsoft prepara-se para dar uma nova cara ao Windows 10 na próxima grande atualização

2018-11-16 às 09:16


A Microsoft tem conseguido dar ao Windows 10 uma nova imagem, tendo recuperado a sua linha mais tradicional dos sistemas operativos. Lentamente este sistema está a ser totalmente remodelado e renovado, com muitas melhorias estéticas.Na próxima grande atualização, que a Microsoft deverá lançar no início do próximo ano, esperam-se ainda mais melhorias e novidades. Uma delas é a renovação da própria imagem do Windows 10.
Ainda não tem uma data definida para chegar, mas a Microsoft já começou a detalhar o que a próxima grande atualização do Windows 10 vai trazer. Focando-se na parte gráfica e estética, a Microsoft quer renovar a cara do Windows 10.Há um novo tema ligth no Widows 10Para isso, prepara-se para nos dar um tema light, que muda completamente a interface do Windows 10, indo desde o menu inciar até à própria barra de tarefas e passando por áreas como o teclado virtual.Para compor ainda mais este cenário de alteração, a Microsoft propõe também uma nova imagem de fundo, adaptada a toda esta nova imagem. Ativar este novo tema light requer apenas alguns cliques nas Definições.Alterações profundas nas atualizações do Windows 10Falar do Windows 10 nestes dias obriga necessariamente a referir as atualizações. A Microsoft volta a mudar mexer nesta área e agora dá aos utilizadores a possibilidade destes colocarem em pausa as atualizações de forma mais direta.Também a forma como estas atualizações vão ser instaladas está a mudar. O SO da Microsoft passa a contar com alguma inteligência nesta área e apenas fará a instalação em horas que o utilizador não esteja a usar a sua máquina.A snipping tool está também melhoradaA nova ferramenta de captação e recorte de imagens do Windows 10 foi também melhorada. Depois de ter recebido a possibilidade de ter um contador de tempo, tem agora a possibilidade de captar janelas de forma direta.Por outro lado, e para facilitar a sua utilização, esta ferramenta de captação de imagens passa a memorizar a opção do utilizador e sempre que é lançada é essa a opção a uso.Todas estas novidades, mesmo sendo apenas para a próxima grande atualização do Windows, estão já a ser disponibilizadas a todos os que estão no canal Fast do programa Insiders do Windows 10.source:pplware.sapo.pt

Portugal: A partir de 2040 será proibida a venda de veículos poluentes novos

2018-09-10 às 09:22


Depois de alguns países da UE terem balizado a data limite de venda de veículos poluentes, chega agora a vez de Portugal estabelecer a data de 2040 como limite para venda de veículos poluentes novos.Segundo informações veiculadas agora, o Governo compromete-se a que toda a frota da administração pública esteja já nos padrões zero emissões ou muito baixas emissões até 2030.
Veículos poluente: Europa 2030 e Portugal 2040Quando a Alemanha em 2016 estabeleceu o ano de 2030 para acabar com a produção de motores de combustão interna, o mundo percebeu que, se o maior produtor do mundo automóvel tem esta decisão, já não há volta a dar.Em Portugal, a partir de 2040 não vai ser possível encontrar à venda nenhum veículo ligeiro, de passageiros ou mercadorias, que seja responsável por emissões de dióxido de carbono.Como refere o Público, o Governo português vai levar a Birmingham, onde decorrerá a primeira cimeira mundial sobre veículos sem emissões de dióxido de carbono, uma espécie de roteiro com o qual demonstrará como pretende atingir os objetivos de reduzir a pegada carbónica na mobilidade.O país irá assegurar que em 2040 todos os veículos novos vendidos em Portugal serão responsáveis por zero emissões de carbono.Pese o facto de ser uma “promessa” que está no bom caminho, o país poderia ter sido mais ambicioso, conforme explicou o secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes.Portugal poderia inscrever no compromisso que vai apresentar que só seriam permitidas as vendas de veículos de emissão zero, mas acabou por ser como outros países e manifestar alguma prudência.Temos que pensar que ainda não está resolvido o problema da autonomia para viagens de muito longo curso, pelo que fomos prudentes e inscrevemos também os veículos de baixas emissões. Mas até 2040 os avanços tecnológicos vão resolver esse problema, não tenho grandes dúvidas.Referiu o governante.Um compromisso assumido irá levar a que o Estado invista em viaturas novas, até 2030, para que toda a frota da administração pública em Portugal será constituída por veículos de emissão zero, ou de baixas emissões.O processo de retirar das estradas os veículos poluentes não começou agora, já decorre desde há alguns anos o Eco.Mob, o programa de Mobilidade Sustentável (que vai já na sua segunda fase), com o qual tem tentado que seja o próprio Estado a dar o exemplo nas mudanças que são necessárias de fazer. Parque elétrico do Estado portuguêsPortugal tinha um parque de veículos elétricos, no final de 2014, de 26.903 unidades, o que o eleva o Estado a estar entre as maiores frotas do país.Uma das linhas de financiamento do programa Eco.Mob passava pelo investimento em 1200 veículos elétricos para a administração pública, envolvendo uma estimativa de custos de 23,34 milhões de euros.A questão prende-se com uma data que será somente daqui a mais de duas décadas, quando o mundo, principalmente a Europa, têm metas mais curtas e caminhos já mais avançados. Será que conseguimos?source: pplware.sapo.pt

A partir de 1 de setembro acabaram-se as lâmpadas “baratas”

2018-08-29 às 09:17


É já a partir do próximo dia 1 de setembro de 2018 (sábado) que se assinala uma mudança significativa no que diz respeito à iluminação. A partir desse dia passa a ser proibida a comercialização, em toda a União Europeia (UE), de lâmpadas incandescentes de halogéneo.A proibição da União Europeia faz parte do compromisso da UE de reduzir as emissões de CO2 e a sua pegada de carbono.
Qual é o motivo para a proibição das lâmpadas de halogéneo?Continuando o processo de descontinuação dos focos de halogéneo, implementado em 2016, a fase que se segue é a proibição das lâmpadas de halogéneo não direcionais, incluindo as lâmpadas convencionais em forma de pera ou vela. Além disso, as lâmpadas de halogéneo utilizam 10 vezes mais quantidade de energia do que as lâmpadas LED. As lâmpadas de luz LED têm uma vida útil média de 15 anos, o que as torna simultaneamente boas para o planeta e para os bolsos dos consumidores. Os desenvolvimentos técnicos permitem atualmente uma vasta gama de opções no que toca à iluminação LED, oferecendo uma grande variedade de designs e temperaturas de cor para personalizar qualquer casa.Lâmpadas LEDLâmpadas de halogéneo em PortugalDe acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística – INE, as lâmpadas de halogéneo são utilizadas em 22,4% dos lares portugueses e em termos médios correspondem a uma utilização de 7,6 lâmpadas por alojamento. As lâmpadas LED utilizam até 80% menos energia do que as lâmpadas de halogéneo e duram 15 vezes mais.Num estudo da Associação de Defesa do Consumidor (DECO), realizado em 2016, ficou provado que usar 11 lâmpadas LED num T1 permite poupar 207 euros, em 20 anos. Em Portugal, a eliminação progressiva do halogéneo evitará mais de 15 milhões de toneladas de emissões de carbono por ano, o equivalente ao consumo anual de eletricidade no nosso país.source:pplware.sapo.pt