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Microsoft lançou Office 2016, focado na colaboração e segurança
22 de Setembro de 2015 às 14:49 Microsoft

As suites de produtividade estão a mudar e a ocupar um espaço na Internet, afastando-se dos modelos tradicionais. A Microsoft já trouxe o Office a todos os locais da Internet e agora lançou a versão 2016, que procura focar-se na colaboração e na segurança.
As melhorias não são apenas estéticas e a Microsoft trouxe um Office novo e adaptado aos seus novos cenários, com o Windows 10 em vista.

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Depois de vários meses de desenvolvimento, onde os utilizadores puderam tomar parte e ajudar, o novo Office chega finalmente a todos os que usam esta suite de produtividade. Esta junta-se agora à versão Mac que estava já disponível e a outras viradas para as plataformas móveis
O foco é agora no trabalho colaborativo, com novas ferramentas e com a possibilidade de edição conjunta, mas sem que tenha sido descurada uma área cada vez mais importante, a segurança.
O Office 2016 inclui novas versões das aplicações Office de ambiente de trabalho para Windows, entre as quais Word, PowerPoint, Excel, Outlook, OneNote, Project, Visio e Access.
 
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Em conjunto, o novo Office e o Windows 10 são a solução mais completa para a produtividade. As aplicações do Office 2016 são executadas na perfeição no melhor Windows de sempre, incluindo o novoSway para Windows 10, que cria histórias interativas e partilháveis, que podem ser visualizadas de forma impecável em qualquer ecrã.
Windows Hello inicia a sessão no Windows e no Office 365 com um único passo. As aplicações Office Mobile em Windows 10 intensificam a produtividade em movimento, incluindo a utilização do Continuum, para que possa utilizar o telefone como um PC.
A Cortana liga-se ao Office 365 para ajudar em tarefas como a preparação de reuniões, com integração posterior no Outlook, que será lançado em novembro.
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Ideal para trabalho em equipa
As aplicações do Office 2016 simplificam a colaboração e eliminam as barreiras ao sucesso do trabalho em equipa.
  • A coautoria está agora disponível no Word, PowerPoint e OneNote, na versão do software para ambiente de trabalho, e inclui escrita em tempo real no Word que permite ver as edições de outro utilizador enquanto estão a ser feitas.
  • A integração Skype nas aplicações no Office Online e aplicações “rich client” permite enviar e receber mensagens instantâneas (IM), partilhar o ecrã, falar ou estabelecer conversações com vídeo dentro dos documentos.
  • Os Grupos do Office 365 são agora parte integrante da aplicação cliente Outlook 2016 e estão disponíveis no seu dispositivo móvel preferido através da aplicação Outlook Groups, que proporciona uma experiência de trabalho em equipa homogénea em todo o conjunto de aplicações.
Em breve, o novo Office 365 incluirá também soluções que combinam o poder das aplicações e dos serviços para uma melhor colaboração.
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  • Apresentado hoje, o Office 365 Planner, ajuda as equipas a organizar o trabalho, ao oferecer a capacidade de criar novos planos, organizar e atribuir tarefas, definir prazos e atualizar o estado com “dashboards” visuais e notificações por correio eletrónico. O Planner estará disponível, em versão de antestreia, para clientes do Office 365 Primeira Edição, no início do próximo trimestre.
  • OneDrive for Business refletirá novas atualizações expressivas no final deste mês, em experiências ao nível do programador, de controlo de TI, na esfera dos dispositivos móveis, sync e browser. O cliente “sync” de próxima geração para Windows e Mac irá oferecer uma experiência melhorada ao utilizador final, fiabilidade e opções melhoradas de sincronização e maiores capacidades em termos de tamanho dos ficheiros e volumes suportados.
  • Desvendado no início deste ano, o GigJam está agora disponível em antevisão restrita e integrará o Office 365 em 2016. O GigJam permite às equipas realizar tarefas e transformar processos de negócio de uma forma única, ao eliminar as barreiras entre dispositivos, aplicações e pessoas.
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Trabalha para si
O Office 2016 ajuda-o a trabalhar de forma mais rápida e mais inteligente.
  • Outlook 2016 inclui a caixa de correio mais inteligente de sempre. As suas funções de pesquisa à velocidade da luz e a remoção automática de correio de baixa prioridade são dois excelentes exemplos. Todos os destinatários na linha ‘Para:’ têm acesso aos documentos através de anexos modernos e baseados na Cloud.
  • A funcionalidade ‘Onde Está?’ permite localizar rapidamente o comando ou a funcionalidade certa do Office e a ‘Pesquisa Inteligente’ transporta a informação da Web diretamente para os seus documentos.
  • Excel 2016 inclui agora publicação integrada no Power BI e novos e modernos tipos de gráficos que permitem tirar o máximo partido dos dados.​
  • A lista dos últimos documentos utilizados permite retomar o trabalho onde o deixou, acompanhando a sua viagem pelos diferentes dispositivos, quer esteja a trabalhar no Office Online, nas aplicações do Office para Mobile ou nas aplicações do Office 2016 para ambiente de trabalho.


O Office mais seguro

As aplicações do Office 2016 com o Office 365 disponibilizam as novas capacidades para melhor segurança e proteção a nível empresarial.
  • A Prevenção de Perda de Dados no Word, PowerPoint, Excel e Outlook reduz consideravelmente o risco de fuga de dados confidenciais, através de ferramentas que permitem aos administradores de TI gerir as políticas de autoria de conteúdos e de partilha de documentos.
  • O serviço Multi-factor Authentication assegura o acesso protegido a conteúdos quando o utilizador se encontra fora da rede da empresa.
  • A funcionalidade Proteção de Dados da Empresa estará disponível nas aplicações do Office para Mobile, para Windows 10, no final deste ano e nas aplicações de ambiente de trabalho no início de 2016, permitindo a partilha de conteúdos em segurança, dentro dos limites da empresa.
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Disponibilidade e Requisitos
As novas aplicações do Office 2016 estão disponíveis em 47 idiomas e requerem o Windows 7 ou versão posterior. A partir de hoje, os subscritores do Office 365 podem optar por transferir as novas aplicações do Office 2016 ao abrigo da sua subscrição. As actualizações automáticas começarão a ser distribuídas aos subscritores no próximo mês. O Office 2016 encontra-se igualmente disponível a partir de hoje, como compra única, para PCs e Macs.
Source: pplware.sapo.pt/

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Microsoft prepara-se para dar uma nova cara ao Windows 10 na próxima grande atualização

2018-11-16 às 09:16


A Microsoft tem conseguido dar ao Windows 10 uma nova imagem, tendo recuperado a sua linha mais tradicional dos sistemas operativos. Lentamente este sistema está a ser totalmente remodelado e renovado, com muitas melhorias estéticas.Na próxima grande atualização, que a Microsoft deverá lançar no início do próximo ano, esperam-se ainda mais melhorias e novidades. Uma delas é a renovação da própria imagem do Windows 10.
Ainda não tem uma data definida para chegar, mas a Microsoft já começou a detalhar o que a próxima grande atualização do Windows 10 vai trazer. Focando-se na parte gráfica e estética, a Microsoft quer renovar a cara do Windows 10.Há um novo tema ligth no Widows 10Para isso, prepara-se para nos dar um tema light, que muda completamente a interface do Windows 10, indo desde o menu inciar até à própria barra de tarefas e passando por áreas como o teclado virtual.Para compor ainda mais este cenário de alteração, a Microsoft propõe também uma nova imagem de fundo, adaptada a toda esta nova imagem. Ativar este novo tema light requer apenas alguns cliques nas Definições.Alterações profundas nas atualizações do Windows 10Falar do Windows 10 nestes dias obriga necessariamente a referir as atualizações. A Microsoft volta a mudar mexer nesta área e agora dá aos utilizadores a possibilidade destes colocarem em pausa as atualizações de forma mais direta.Também a forma como estas atualizações vão ser instaladas está a mudar. O SO da Microsoft passa a contar com alguma inteligência nesta área e apenas fará a instalação em horas que o utilizador não esteja a usar a sua máquina.A snipping tool está também melhoradaA nova ferramenta de captação e recorte de imagens do Windows 10 foi também melhorada. Depois de ter recebido a possibilidade de ter um contador de tempo, tem agora a possibilidade de captar janelas de forma direta.Por outro lado, e para facilitar a sua utilização, esta ferramenta de captação de imagens passa a memorizar a opção do utilizador e sempre que é lançada é essa a opção a uso.Todas estas novidades, mesmo sendo apenas para a próxima grande atualização do Windows, estão já a ser disponibilizadas a todos os que estão no canal Fast do programa Insiders do Windows 10.source:pplware.sapo.pt

Portugal: A partir de 2040 será proibida a venda de veículos poluentes novos

2018-09-10 às 09:22


Depois de alguns países da UE terem balizado a data limite de venda de veículos poluentes, chega agora a vez de Portugal estabelecer a data de 2040 como limite para venda de veículos poluentes novos.Segundo informações veiculadas agora, o Governo compromete-se a que toda a frota da administração pública esteja já nos padrões zero emissões ou muito baixas emissões até 2030.
Veículos poluente: Europa 2030 e Portugal 2040Quando a Alemanha em 2016 estabeleceu o ano de 2030 para acabar com a produção de motores de combustão interna, o mundo percebeu que, se o maior produtor do mundo automóvel tem esta decisão, já não há volta a dar.Em Portugal, a partir de 2040 não vai ser possível encontrar à venda nenhum veículo ligeiro, de passageiros ou mercadorias, que seja responsável por emissões de dióxido de carbono.Como refere o Público, o Governo português vai levar a Birmingham, onde decorrerá a primeira cimeira mundial sobre veículos sem emissões de dióxido de carbono, uma espécie de roteiro com o qual demonstrará como pretende atingir os objetivos de reduzir a pegada carbónica na mobilidade.O país irá assegurar que em 2040 todos os veículos novos vendidos em Portugal serão responsáveis por zero emissões de carbono.Pese o facto de ser uma “promessa” que está no bom caminho, o país poderia ter sido mais ambicioso, conforme explicou o secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes.Portugal poderia inscrever no compromisso que vai apresentar que só seriam permitidas as vendas de veículos de emissão zero, mas acabou por ser como outros países e manifestar alguma prudência.Temos que pensar que ainda não está resolvido o problema da autonomia para viagens de muito longo curso, pelo que fomos prudentes e inscrevemos também os veículos de baixas emissões. Mas até 2040 os avanços tecnológicos vão resolver esse problema, não tenho grandes dúvidas.Referiu o governante.Um compromisso assumido irá levar a que o Estado invista em viaturas novas, até 2030, para que toda a frota da administração pública em Portugal será constituída por veículos de emissão zero, ou de baixas emissões.O processo de retirar das estradas os veículos poluentes não começou agora, já decorre desde há alguns anos o Eco.Mob, o programa de Mobilidade Sustentável (que vai já na sua segunda fase), com o qual tem tentado que seja o próprio Estado a dar o exemplo nas mudanças que são necessárias de fazer. Parque elétrico do Estado portuguêsPortugal tinha um parque de veículos elétricos, no final de 2014, de 26.903 unidades, o que o eleva o Estado a estar entre as maiores frotas do país.Uma das linhas de financiamento do programa Eco.Mob passava pelo investimento em 1200 veículos elétricos para a administração pública, envolvendo uma estimativa de custos de 23,34 milhões de euros.A questão prende-se com uma data que será somente daqui a mais de duas décadas, quando o mundo, principalmente a Europa, têm metas mais curtas e caminhos já mais avançados. Será que conseguimos?source: pplware.sapo.pt

A partir de 1 de setembro acabaram-se as lâmpadas “baratas”

2018-08-29 às 09:17


É já a partir do próximo dia 1 de setembro de 2018 (sábado) que se assinala uma mudança significativa no que diz respeito à iluminação. A partir desse dia passa a ser proibida a comercialização, em toda a União Europeia (UE), de lâmpadas incandescentes de halogéneo.A proibição da União Europeia faz parte do compromisso da UE de reduzir as emissões de CO2 e a sua pegada de carbono.
Qual é o motivo para a proibição das lâmpadas de halogéneo?Continuando o processo de descontinuação dos focos de halogéneo, implementado em 2016, a fase que se segue é a proibição das lâmpadas de halogéneo não direcionais, incluindo as lâmpadas convencionais em forma de pera ou vela. Além disso, as lâmpadas de halogéneo utilizam 10 vezes mais quantidade de energia do que as lâmpadas LED. As lâmpadas de luz LED têm uma vida útil média de 15 anos, o que as torna simultaneamente boas para o planeta e para os bolsos dos consumidores. Os desenvolvimentos técnicos permitem atualmente uma vasta gama de opções no que toca à iluminação LED, oferecendo uma grande variedade de designs e temperaturas de cor para personalizar qualquer casa.Lâmpadas LEDLâmpadas de halogéneo em PortugalDe acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística – INE, as lâmpadas de halogéneo são utilizadas em 22,4% dos lares portugueses e em termos médios correspondem a uma utilização de 7,6 lâmpadas por alojamento. As lâmpadas LED utilizam até 80% menos energia do que as lâmpadas de halogéneo e duram 15 vezes mais.Num estudo da Associação de Defesa do Consumidor (DECO), realizado em 2016, ficou provado que usar 11 lâmpadas LED num T1 permite poupar 207 euros, em 20 anos. Em Portugal, a eliminação progressiva do halogéneo evitará mais de 15 milhões de toneladas de emissões de carbono por ano, o equivalente ao consumo anual de eletricidade no nosso país.source:pplware.sapo.pt