219 347 706 Email Facebook
PortugalTecnologia

Portugal: A partir de 2040 será proibida a venda de veículos poluentes novos

10 de Setembro de 2018 às 09:22

Portugal: A partir de 2040 será proibida a venda de veículos poluentes novos

10 de Setembro de 2018 às 09:22
Portugal Tecnologia


Depois de alguns países da UE terem balizado a data limite de venda de veículos poluentes, chega agora a vez de Portugal estabelecer a data de 2040 como limite para venda de veículos poluentes novos.Segundo informações veiculadas agora, o Governo compromete-se a que toda a frota da administração pública esteja já nos padrões zero emissões ou muito baixas emissões até 2030.
Veículos poluente: Europa 2030 e Portugal 2040Quando a Alemanha em 2016 estabeleceu o ano de 2030 para acabar com a produção de motores de combustão interna, o mundo percebeu que, se o maior produtor do mundo automóvel tem esta decisão, já não há volta a dar.Em Portugal, a partir de 2040 não vai ser possível encontrar à venda nenhum veículo ligeiro, de passageiros ou mercadorias, que seja responsável por emissões de dióxido de carbono.Como refere o Público, o Governo português vai levar a Birmingham, onde decorrerá a primeira cimeira mundial sobre veículos sem emissões de dióxido de carbono, uma espécie de roteiro com o qual demonstrará como pretende atingir os objetivos de reduzir a pegada carbónica na mobilidade.O país irá assegurar que em 2040 todos os veículos novos vendidos em Portugal serão responsáveis por zero emissões de carbono.Pese o facto de ser uma “promessa” que está no bom caminho, o país poderia ter sido mais ambicioso, conforme explicou o secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes.Portugal poderia inscrever no compromisso que vai apresentar que só seriam permitidas as vendas de veículos de emissão zero, mas acabou por ser como outros países e manifestar alguma prudência.Temos que pensar que ainda não está resolvido o problema da autonomia para viagens de muito longo curso, pelo que fomos prudentes e inscrevemos também os veículos de baixas emissões. Mas até 2040 os avanços tecnológicos vão resolver esse problema, não tenho grandes dúvidas.Referiu o governante.Um compromisso assumido irá levar a que o Estado invista em viaturas novas, até 2030, para que toda a frota da administração pública em Portugal será constituída por veículos de emissão zero, ou de baixas emissões.O processo de retirar das estradas os veículos poluentes não começou agora, já decorre desde há alguns anos o Eco.Mob, o programa de Mobilidade Sustentável (que vai já na sua segunda fase), com o qual tem tentado que seja o próprio Estado a dar o exemplo nas mudanças que são necessárias de fazer. Parque elétrico do Estado portuguêsPortugal tinha um parque de veículos elétricos, no final de 2014, de 26.903 unidades, o que o eleva o Estado a estar entre as maiores frotas do país.Uma das linhas de financiamento do programa Eco.Mob passava pelo investimento em 1200 veículos elétricos para a administração pública, envolvendo uma estimativa de custos de 23,34 milhões de euros.A questão prende-se com uma data que será somente daqui a mais de duas décadas, quando o mundo, principalmente a Europa, têm metas mais curtas e caminhos já mais avançados. Será que conseguimos?source: pplware.sapo.pt

Casa Eficiente 2020: Há 200 milhões para a sua habitação

17 de Abril de 2018 às 09:09
Tecnologia Portugal


A eficiência energética é uma das áreas nas quais Portugal tem mais investido e os resultados têm sido bastante interessantes. Com o objetivo de melhorar o desempenho ambiental dos edifícios de habitação particular, com especial enfoque na eficiência energética e hídrica, bem como na gestão dos resíduos urbanos, o governo lançou recentemente o Programa “Casa Eficiente 2020”.Vamos conhecer melhor este programa e saber como se podem candidatar.
O Programa é promovido pelo Estado Português e dinamizado pela CPCI – Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário. A sua execução conta com o apoio técnico da APA – Agência Portuguesa do Ambiente, da EPAL – Empresa Portuguesa das Águas Livres e da ADENE – Agência para a Energia.Quem se pode candidatar?Podem candidatar-se proprietários de prédios residenciais ou suas frações, bem como os respetivos condomínios. Os prédios podem localizar-se em qualquer ponto do território nacional. As operações podem incidir nas partes privadas ou nas partes comuns.Portugal: Março com consumo de eletricidade 100% renováveisResultados esperadosCom o Programa “Casa Eficiente 2020” pretende-se alcançar os resultados ao nível da vertente ambiental assim como ao nível da vertente económica. Relativamente à vertente ambiental, pretende-se:Melhorar a eficiência energética do parque habitacional;Promover a utilização de energias renováveis;Melhorar a eficiência hídrica do parque habitacional;Otimizar a gestão de resíduos sólidos urbanos;Remover materiais prejudiciais à saúde e ao ambiente;Estimular comportamentos ambientalmente responsáveis.Ao nível da Vertente Económica  o objetivo é:Dinamizar a construção civil;Promover toda a fileira da construção;Criar emprego.Como se pode candidatar?As candidaturas deve ser realizada online, no portal criado para este projeto aqui. A candidatura deve ser constituída pelos seguintes elementos:Orçamento discriminado da operação;Certidão Permanente do Registo Predial;Cadernetas prediais de cada um dos prédios ou frações objeto da obra;Termo de aceitação do candidato que ateste a conformidade da obra com as condições do Programa (integrado na Declaração “Casa Eficiente 2020”);Comprovativo de situação tributária regularizada do candidato;Outra informação complementar exigida pelo Banco Comercial selecionado.Quem pretender pode também já simular a candidatura. O simulador permite estimar as poupanças ambientais e financeiras de uma operação realizada no Programa “Casa Eficiente 2020”. As estimativas apontam para que 12.000 habitações venham a ter obras de beneficiação e que os custos médios das mesmas rondem entre 12.500 e 13.000 euros.Casa Eficiente 2020

Portugal esteve 3 dias a consumir apenas energia renovável

20 de Março de 2018 às 09:25
Portugal Tecnologia


Portugal tem investido forte no campo das energias renováveis. Em 2016 o país conseguiu estar, durante 4 dias, apenas “alimentado” por energias renováveis.Notícias recentes revelam que entre as 16h da tarde de sexta-feira, dia 9 de março, e as 13h de segunda-feira, dia 12 de março, Portugal voltou a estar assegurado “energicamente” apenas por fontes renováveis.
De acordo com dados da REN (Redes Energéticas Nacionais), a eletricidade de origem renovável produzida naquele período foi de 521 GWh, enquanto o consumo elétrico nacional foi de 408 GWh.O grande destaque vai para as centrais eólicas nacionais, que só por si abasteceram o consumo elétrico em 65 % do período. Estes dados reforçam o papel das fontes renováveis no abastecimento fiável e seguro das necessidades elétricas de Portugal.Segundo um comunicado enviado ao Pplware, em Portugal, as centrais renováveis (hídricas, eólicas, solares, geotérmicas e de biomassa) produzem anualmente, em média, 54 % das necessidades elétricas nacionais, o que permite reduzir as importações de combustíveis fósseis em perto de 750 M€ por ano.Adicionalmente, é importante destacar que o setor renovável nacional permitiu criar um cluster industrial responsável por mais de 56 mil empregos (diretos e indiretos) e por uma exportação de equipamentos (aerogeradores, painéis fotovoltaicos e componentes elétricas e eletromecânicas) que ascende a 400 M€ por ano.source:pplware.sapo.pt

Fim do roaming na Europa! Portugal pode pagar a fatura

3 de Abril de 2017 às 09:38
Portugal Roaming


É já no próximo dia 15 de junho que acabarão finalmente as tarifas de roaming. Esta é, aparentemente, uma boa notícia para todos mas, sabe-se agora que poderá haver um aumento de preços em países importadores de turistas.
De acordo com o estudo da Altran “Zero Roaming, A Pitfall of European regulation”, o fim do roaming poderá levar ao aumento das tarifas domésticas associadas as comunicações. Mas crítico ainda é que essa fatura (sejam chamadas, sms, acesso à Internet) deverá ser também “paga” por cidadãos com mais baixos rendimentos (os cidadãos que “não têm recursos” para viajar, não beneficiam do fim das tarifas de roaming, logo os cidadãos com menores rendimentos irão subsidiar o acesso aos serviços digitais de pessoas com elevados rendimentos ).Um aumento dos preços domésticos poderá ser uma consequência da adaptação da Roam like at Home (utilizador usa o pacote de telecomunicações que definiu no seu mercado de origem sem pagar roaming) dada a necessidade de investimento na capacidade de rede, especialmente em países que importam roaming [recebem muitos turistas] com grande sazonalidade.AltranA sazonalidade é outro dos problemas. Portugal está na lista pois recebe recebe mais turistas do que envia. De acordo com Alexandre Ruas, diretor de telecom e media da Altran Portugal em declarações ai canal Dinheiro Vivo:Esta “trará um impacto negativo nos operadores nacionais por via do sobredimensionamento necessário para dar resposta aos picos de turismo e de uma maior dificuldade no planeamento das suas redes.Se os operadores não conseguirem “garantir que a receita vinda do negócio wholesale [grossista] é assegurada” poderão “ser obrigados a financiar ações via receita doméstica, podendo impactar tarifas mensais”.O estudo da Altran relembra ainda que o rendimento per capita dos países receptores de turismo na Europa é inferior aos do Norte. No Reino Unido, por exemplo, o rendimento é de 39.600 euros. Em Portugal é de 17.300 euros.Alexandre Ruas refere ainda que de modo a dar resposta à nova lei da UE, os operadores terão de investir (e provavelmente aumentar os preços).source: pplware.sapo.pt

Instituto Superior Técnico avalia informática das finanças

10 de Março de 2017 às 10:29
AT Tecnologia Portugal


Nos últimos tempos, uma das noticias que mais discussão tem gerado é o caso dos 10 mil milhões de euros que o Governo deixou “fugir” para offshores entre 2011 e 2014. De acordo com informações recentes, o fisco terá perdido o rasto das transferências e, para isso, pediu ajuda ao Instituto Superior Técnico.
De acordo com uma nota publicada no site da Inspeção-Geral de Finanças (IGF), pode ler-se que a IGF “alargou o âmbito da auditoria que está a realizar ao sistema de informação e controlo das declarações transfronteiriças – anomalias ocorridas no tratamento informático das declarações modelo 38 pela Autoridade Tributária e Aduaneira”.Apesar dos bancos terem enviado a informação para o Fisco, a verdade é que o este perdeu o rasto a 10 mil milhões de euros que, assim, não foram “tratados” pela Autoridade Tributária e Aduaneira (ao todo foram 20 declarações de operações transfronteiras que passaram “ao lado” da Autoridade Tributária e Aduaneira).Agora, para conseguir obter alguma informação adicional, a Autoridade Tributária passa a contar com a colaboração do Instituto Superior Técnico que vai avaliar a informática das finanças.Source:pplware.sapo.pt

Manifestação dos taxistas levou Uber ao topo da App Store

11 de Outubro de 2016 às 09:29
Uber Taxi Portugal


As manifestações dos taxistas contra a Uber e a Cabify tomaram ontem de assalto a cidade de Lisboa. Durante horas foi impossível circular na capital do país e a confusão esteve instalada.Mas o protesto acabou por criar um elevado grau de curiosidade e a aplicação da Uber acabou por subir ao topo das aplicações mais descarregadas da App Store.

O protesto que decorreu ontem mostrou novamente aos portugueses que os taxistas estão contra todas as plataformas electrónicas de transportes. A sua ira e descontentamento focou-se em duas dessas aplicações, a Uber e a Cabify, que entendem serem ilegais. A ideia era também mostrar ao governo que estão contra a ideia de legalizar estas plataformas, seja sob que modelo venha a ser decidido.Mas a verdade é que muito mais do que que manifestar a sua posição, os taxistas acabaram por criar um efeito contrário e fizeram com que a Uber e a Cabify fossem ainda mais conhecidas e que as aplicações fossem ainda mais descarregadas.Durante o dia de hoje a aplicação da Uber, a mais conhecida em Portugal, não parou de subir e ao final do dia tinha atingido o topo da lista das aplicações gratuitas mais descarregadas na App Store.No caso do Android a situação foi semelhante, com a aplicação a subir vários lugares na tabela, ocupando a 13ª posição da lista de aplicações da Play Store.Na verdade esta não é a primeira vez que esta subida nas tabelas de aplicações acontece. Este é um comportamento normal sempre que existem estes protestos. Já em Abril deste ano, durante as manifestações dos taxistas, a app da Uber tinha subido aos tops das aplicações mais descarregadas.A ideia dos protestos dos taxistas acabou por valer à Uber como publicidade, que assim viu muitos potenciais clientes ligarem-se à sua plataforma.source: pplware.sapo.pt

Exército português vai comprar 12 drones por 6 milhões

25 de Maio de 2016 às 10:46
Tecnologia Portugal


O Exército português recebeu luz verde para adquirir 12 drones no valor de 6 milhões de euros.Estas aeronaves terão como função a recolha de informações em apoio das unidades escalão Batalhão e as verbas já estavam previstas na Lei de Programação Militar.
Segundo o Jornal de Negócios, o ministro da Defesa, José Azeredo Lopes (na foto), já deu luz verde para que o Exército português possa gastar até 6 milhões de euros na aquisição de 12 sistemas mini–UAV, no âmbito do “Projecto dos Sistemas Aéreos Não Tripulados”. Estes 12 drones vão custar um milhão de euros, por ano, até 2021.Como pode ser lido no despacho, os aparelhos servirão para “prover o Agrupamento de Informações, Vigilância, Aquisição de Objetivos e Reconhecimento (Agr ISTAR) de sistemas aéreos não tripulados que permitam apoiar a recolha de informações em apoio das Unidades Escalão Batalhão”. Este despacho foi assinado pelo ministro e publicado esta terça-feira em Diário da República.A aquisição dos 12 aparelhos será realizada através de um procedimento desenvolvido pela NATO Support Agency (NSPA) e ficará a cargo do Chefe do Estado-Maior do Exército, General Frederico José Rovisco Duarte.source: pplware.sapo.pt