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PortugalTecnologia

Portugal: A partir de 2040 será proibida a venda de veículos poluentes novos

10 de Setembro de 2018 às 09:22

Portugal: A partir de 2040 será proibida a venda de veículos poluentes novos

10 de Setembro de 2018 às 09:22
Portugal Tecnologia


Depois de alguns países da UE terem balizado a data limite de venda de veículos poluentes, chega agora a vez de Portugal estabelecer a data de 2040 como limite para venda de veículos poluentes novos.Segundo informações veiculadas agora, o Governo compromete-se a que toda a frota da administração pública esteja já nos padrões zero emissões ou muito baixas emissões até 2030.
Veículos poluente: Europa 2030 e Portugal 2040Quando a Alemanha em 2016 estabeleceu o ano de 2030 para acabar com a produção de motores de combustão interna, o mundo percebeu que, se o maior produtor do mundo automóvel tem esta decisão, já não há volta a dar.Em Portugal, a partir de 2040 não vai ser possível encontrar à venda nenhum veículo ligeiro, de passageiros ou mercadorias, que seja responsável por emissões de dióxido de carbono.Como refere o Público, o Governo português vai levar a Birmingham, onde decorrerá a primeira cimeira mundial sobre veículos sem emissões de dióxido de carbono, uma espécie de roteiro com o qual demonstrará como pretende atingir os objetivos de reduzir a pegada carbónica na mobilidade.O país irá assegurar que em 2040 todos os veículos novos vendidos em Portugal serão responsáveis por zero emissões de carbono.Pese o facto de ser uma “promessa” que está no bom caminho, o país poderia ter sido mais ambicioso, conforme explicou o secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes.Portugal poderia inscrever no compromisso que vai apresentar que só seriam permitidas as vendas de veículos de emissão zero, mas acabou por ser como outros países e manifestar alguma prudência.Temos que pensar que ainda não está resolvido o problema da autonomia para viagens de muito longo curso, pelo que fomos prudentes e inscrevemos também os veículos de baixas emissões. Mas até 2040 os avanços tecnológicos vão resolver esse problema, não tenho grandes dúvidas.Referiu o governante.Um compromisso assumido irá levar a que o Estado invista em viaturas novas, até 2030, para que toda a frota da administração pública em Portugal será constituída por veículos de emissão zero, ou de baixas emissões.O processo de retirar das estradas os veículos poluentes não começou agora, já decorre desde há alguns anos o Eco.Mob, o programa de Mobilidade Sustentável (que vai já na sua segunda fase), com o qual tem tentado que seja o próprio Estado a dar o exemplo nas mudanças que são necessárias de fazer. Parque elétrico do Estado portuguêsPortugal tinha um parque de veículos elétricos, no final de 2014, de 26.903 unidades, o que o eleva o Estado a estar entre as maiores frotas do país.Uma das linhas de financiamento do programa Eco.Mob passava pelo investimento em 1200 veículos elétricos para a administração pública, envolvendo uma estimativa de custos de 23,34 milhões de euros.A questão prende-se com uma data que será somente daqui a mais de duas décadas, quando o mundo, principalmente a Europa, têm metas mais curtas e caminhos já mais avançados. Será que conseguimos?source: pplware.sapo.pt

A partir de 1 de setembro acabaram-se as lâmpadas “baratas”

29 de Agosto de 2018 às 09:17
Tecnologia


É já a partir do próximo dia 1 de setembro de 2018 (sábado) que se assinala uma mudança significativa no que diz respeito à iluminação. A partir desse dia passa a ser proibida a comercialização, em toda a União Europeia (UE), de lâmpadas incandescentes de halogéneo.A proibição da União Europeia faz parte do compromisso da UE de reduzir as emissões de CO2 e a sua pegada de carbono.
Qual é o motivo para a proibição das lâmpadas de halogéneo?Continuando o processo de descontinuação dos focos de halogéneo, implementado em 2016, a fase que se segue é a proibição das lâmpadas de halogéneo não direcionais, incluindo as lâmpadas convencionais em forma de pera ou vela. Além disso, as lâmpadas de halogéneo utilizam 10 vezes mais quantidade de energia do que as lâmpadas LED. As lâmpadas de luz LED têm uma vida útil média de 15 anos, o que as torna simultaneamente boas para o planeta e para os bolsos dos consumidores. Os desenvolvimentos técnicos permitem atualmente uma vasta gama de opções no que toca à iluminação LED, oferecendo uma grande variedade de designs e temperaturas de cor para personalizar qualquer casa.Lâmpadas LEDLâmpadas de halogéneo em PortugalDe acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística – INE, as lâmpadas de halogéneo são utilizadas em 22,4% dos lares portugueses e em termos médios correspondem a uma utilização de 7,6 lâmpadas por alojamento. As lâmpadas LED utilizam até 80% menos energia do que as lâmpadas de halogéneo e duram 15 vezes mais.Num estudo da Associação de Defesa do Consumidor (DECO), realizado em 2016, ficou provado que usar 11 lâmpadas LED num T1 permite poupar 207 euros, em 20 anos. Em Portugal, a eliminação progressiva do halogéneo evitará mais de 15 milhões de toneladas de emissões de carbono por ano, o equivalente ao consumo anual de eletricidade no nosso país.source:pplware.sapo.pt

11 milhões de smartphones e browsers infetados. Remova já estas apps

27 de Julho de 2018 às 08:52
Tecnologia

Quando o tema é segurança, todos os cuidados aplicados acabam por ser sempre poucos e é requerido alguma atenção adicional. A mais recente campanha que está a decorrer, e que foi descoberta mostra que são milhões os afetados.Esta não se limita nem aos smartphones e nem aos browsers e consegue afetar estas 2 plataformas, recolhendo dados dos utilizadores sem que estes tenham conhecimento. As apps estão identificadas e devem ser de imediato removidas.
Descoberta pela AdGuard Research, esta nova campanha de malware está a afetar todo um leque variado de equipamento e plataformas. A sua base vem de várias apps e extensões para os browsers, com o objetivo de recolher o histórico das navegações na Internet dos utilizadores.O mais normal na forma como age é mesmo a forma como se espalhou não apenas a dispositivos como a plataformas. Esta campanha foi detetada não apenas no Android, mas também no próprio iOS, onde está presente num número de elevado de aplicações, e até no Chrome e no Firefox, onde entrou como extensões comprometidas alojadas nas lojas destes browsers.Estima-se que sejam já 11 milhões de dispositivos infetados e que estejam a servir para recolher os dados dos utilizadores, em especial os sites da Internet que são visitados durante a utilização.No caso do Android as apps que foram detetadas como estando afetadas são da empresa americana Big Star Labs e estão disponíveis na Play Store. No do iOS estas apps foram instaladas de fora da App Store.A quase totalidade destas apps promete bloquear publicidade e evitar pop-ups, pedindo aos utilizadores acesso ao seu histórico, que o trataria de forma anónima. Na verdade estes dados são recolhidos e enviados de forma clara, sendo depois partilhados com empresas dedicadas ao marketing.Lista das Apps e ExtensõesBlock Site (app e extensão)AdblockPrimeApps do Android como:  Speed BOOSTER, Battery Saver, AppLock, Clean DroidPoper BlockerCrxMouseNaturalmente que todas estas apps e extensões, se estiverem instaladas e a uso, devem ser removidas de imediato, para trazer de volta a segurança dos utilizadores e para impedir que os seus dados sejam recolhidos sem a sua autorização.source: pplware.sapo.pt

Top 10 dos Supercomputadores do mundo

29 de Junho de 2018 às 09:12
Tecnologia


O primeiro lugar dos supercomputadores mais rápidos do mundo pertenceu durante algum tempo ao Sunway TaihuLight da China, lugar que foi recentemente roubado por um supercomputador norte-americano, o Summit, com um poder computacional de mais de 122 mil teraflops.Atualmente, estas são as 10 máquinas mais poderosas do mundo.
A China têm-se vindo a destacar no universo dos supercomputadores, sendo detentora de algumas das máquinas mais poderosas do mundo, nomeadamente o Sunway TaihuLight, considerado o supercomputador mais potente do mundo durante os últimos 2 anos.Hoje são os Estados Unidos que albergam o supercomputador mais poderoso que resulta de uma parceria entre a IBM e o ORNL, o Laboratório Nacional de Oak Ridge, do Departamento de Energia Norte-Americano.Esta máquina é composta por 4608 servidores, cada um com 2 processadores IBM Power9, cada um com 22 núcleos e 6 GPUs Nvidia Tesla V100 GPUs. No total o sistema tem 10 petabytes de memória. Para o seu funcionamento, o Summit utiliza 15 mil litros de água por hora, para arrefecimento. Todo este sistema ocupa um espaço equivalente a 2 campos de ténis. O Top 10O gráfico seguinte, desenvolvido pela Statista, baseia-se na lista do TOP500 e classifica os 10 principais supercomputadores com base no seu desempenho computacional.São os Estados Unidos que se destacam com mais máquinas a integrar esta lista dos supercomputadores mais poderosos e a China que se encontra em segundo e quarto lugares com duas das mais poderosas máquinas.source: pplware.sapo.pt

Wi-Fi EasyMesh: Criação de redes Wi-Fi Mesh em sua casa

15 de Maio de 2018 às 09:34
Tecnologia


A tecnologia Wi-Fi continua a evoluir significativamente e, hoje em dia, os standards disponíveis já permitem uma fantástica largura de banda e fiabilidade da tecnologia. Hoje a Wi-Fi Alliance deu a conhecer o Wi-Fi EasyMesh que permitirá criar redes Wi-Fi Mesh dentro de casa e com routers de várias marcas.
O que é uma rede Mesh?Uma rede mesh é um estilo de rede ad-hoc onde os dispositivos cooperam e comunicam entre si, normalmente, recorrendo a tecnologias sem fios e não com um equipamento central (ex. Ponto de Acesso). O objetivo passa por encaminhar as comunicações até um destino, tipicamente designado de gateway (que poderá ou não ter acesso à Internet).Este tipo de redes permite cobrir grandes áreas através de vários nós que funcionam como routers, uma vez que encaminham a informação que lhes chega.Wi-Fi EasyMesh – A novo tecnologia Wi-FiA Wi-Fi Alliance anunciou hoje uma nova tecnologia que foi denominada de Wi-Fi EasyMesh. Tal como o nome indica, este novo standard permite a criação simples de redes Mesh, garantindo assim a melhor cobertura de sinal. Uma das vantagens do Wi-Fi EasyMesh é que permitirá a interoperabilidade entre routers Wi-Fi de diferentes fabricantes ou seja, será possível criar uma rede Wi-Fi com múltiplos routers, de diferentes marcas.De referir que o Wi-Fi EasyMesh obriga a que os pontos de acesso suportem, no mínimo, a norma 802.11n Wi-Fi.Principais características do Wi-Fi EasyMeshO Wi-Fi EasyMesh irá trazer várias vantagens para as redes Wi-Fi domésticas. Das várias características, destaque para:A possibilidade de termos um design de rede flexível  (vários APs, de diferentes fabricantes, em diversas localizações)Simples de configurarSuporte para Balanceamento de cargasEscalávelsource: pplware.sapo.pt

Casa Eficiente 2020: Há 200 milhões para a sua habitação

17 de Abril de 2018 às 09:09
Tecnologia Portugal


A eficiência energética é uma das áreas nas quais Portugal tem mais investido e os resultados têm sido bastante interessantes. Com o objetivo de melhorar o desempenho ambiental dos edifícios de habitação particular, com especial enfoque na eficiência energética e hídrica, bem como na gestão dos resíduos urbanos, o governo lançou recentemente o Programa “Casa Eficiente 2020”.Vamos conhecer melhor este programa e saber como se podem candidatar.
O Programa é promovido pelo Estado Português e dinamizado pela CPCI – Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário. A sua execução conta com o apoio técnico da APA – Agência Portuguesa do Ambiente, da EPAL – Empresa Portuguesa das Águas Livres e da ADENE – Agência para a Energia.Quem se pode candidatar?Podem candidatar-se proprietários de prédios residenciais ou suas frações, bem como os respetivos condomínios. Os prédios podem localizar-se em qualquer ponto do território nacional. As operações podem incidir nas partes privadas ou nas partes comuns.Portugal: Março com consumo de eletricidade 100% renováveisResultados esperadosCom o Programa “Casa Eficiente 2020” pretende-se alcançar os resultados ao nível da vertente ambiental assim como ao nível da vertente económica. Relativamente à vertente ambiental, pretende-se:Melhorar a eficiência energética do parque habitacional;Promover a utilização de energias renováveis;Melhorar a eficiência hídrica do parque habitacional;Otimizar a gestão de resíduos sólidos urbanos;Remover materiais prejudiciais à saúde e ao ambiente;Estimular comportamentos ambientalmente responsáveis.Ao nível da Vertente Económica  o objetivo é:Dinamizar a construção civil;Promover toda a fileira da construção;Criar emprego.Como se pode candidatar?As candidaturas deve ser realizada online, no portal criado para este projeto aqui. A candidatura deve ser constituída pelos seguintes elementos:Orçamento discriminado da operação;Certidão Permanente do Registo Predial;Cadernetas prediais de cada um dos prédios ou frações objeto da obra;Termo de aceitação do candidato que ateste a conformidade da obra com as condições do Programa (integrado na Declaração “Casa Eficiente 2020”);Comprovativo de situação tributária regularizada do candidato;Outra informação complementar exigida pelo Banco Comercial selecionado.Quem pretender pode também já simular a candidatura. O simulador permite estimar as poupanças ambientais e financeiras de uma operação realizada no Programa “Casa Eficiente 2020”. As estimativas apontam para que 12.000 habitações venham a ter obras de beneficiação e que os custos médios das mesmas rondem entre 12.500 e 13.000 euros.Casa Eficiente 2020

Portugal esteve 3 dias a consumir apenas energia renovável

20 de Março de 2018 às 09:25
Portugal Tecnologia


Portugal tem investido forte no campo das energias renováveis. Em 2016 o país conseguiu estar, durante 4 dias, apenas “alimentado” por energias renováveis.Notícias recentes revelam que entre as 16h da tarde de sexta-feira, dia 9 de março, e as 13h de segunda-feira, dia 12 de março, Portugal voltou a estar assegurado “energicamente” apenas por fontes renováveis.
De acordo com dados da REN (Redes Energéticas Nacionais), a eletricidade de origem renovável produzida naquele período foi de 521 GWh, enquanto o consumo elétrico nacional foi de 408 GWh.O grande destaque vai para as centrais eólicas nacionais, que só por si abasteceram o consumo elétrico em 65 % do período. Estes dados reforçam o papel das fontes renováveis no abastecimento fiável e seguro das necessidades elétricas de Portugal.Segundo um comunicado enviado ao Pplware, em Portugal, as centrais renováveis (hídricas, eólicas, solares, geotérmicas e de biomassa) produzem anualmente, em média, 54 % das necessidades elétricas nacionais, o que permite reduzir as importações de combustíveis fósseis em perto de 750 M€ por ano.Adicionalmente, é importante destacar que o setor renovável nacional permitiu criar um cluster industrial responsável por mais de 56 mil empregos (diretos e indiretos) e por uma exportação de equipamentos (aerogeradores, painéis fotovoltaicos e componentes elétricas e eletromecânicas) que ascende a 400 M€ por ano.source:pplware.sapo.pt

10 objetos do quotidiano que devem deixar de existir em breve

5 de Março de 2018 às 09:46
Tecnologia


Dia após dia damos conta que surgem no mercado novos gadgets, plataformas, aplicações e tecnologias no geral que substituem objetos e tarefas comuns do ser humano.Assim, hoje deixamos uma lista de 10 objetos do quotidiano que, com estas novas soluções, devem deixar de existir em breve.
Está curioso? Então não vamos prender mais a sua curiosidade e vamos diretos para a lista que escolhemos dos 10 objetos do quotidiano que devem deixar de existir em breve. 1 – Comandos de TVAquele aperelho que nos dá tanto jeito… que nos permite não sair do conforto do nosso sofá quando queremos mudar o canal de TV ou aumentar o volume. O comando remoto permite-nos tudo isso, e muito mais, à distância.Mas, agora já existem soluções na pele de aplicações, para o seu smartphone, tal como o exemplo que demos do comando da MEO, para que possa fazer tudo o que o seu comando faz… apenas a partir do seu telemóvel.E, quem sabe daqui a muitos anos (ou não!) o próprio ser humano não terá colocado um chip para tudo isto? Parece estranho… mas nunca se sabe, e não é uma ideia nova.2 – DespertadoresAssociado ao despertador está sempre aquela ideia de preguiça por ter que se levantar para trabalhar… Há, de facto, despertadores muito interessantes a nível de estética e funcionalidade. Uns mais tradicionais, outros que o acordam com rádio, uns de leds, outros de ponteiros… enfim, basta escolher o seu preferido.Mas… certamente que muitas pessoas cada vez utilizam menos este ‘gadget’, pois esta é uma funcionalidade inata de qualquer smartphone e, se não gostar, existem dezenas de aplicações para este fim.Pode ainda acordar ao som do Spotify, se desejar!3 – AgendasPessoalmente adoro agendas… Gosto sobretudo das que têm vista semanal, para ter logo uma perspetiva daquilo que me espera nessa semana.Porém, seja a nível pessoal ou profissional, já opto cada vez mais por utilizar as soluções digitais, seja no Google Calendar, nas apps nativas do smartphone/tablet ou numa das várias aplicações de agenda disponíveis nas stores. São simples, não pesam na mala, podemos sincronizar com várias contas de email, partilhar com contactos, personalizar por cores, etc.Provavelmente, as novas gerações irão começar a utilizar mais estas soluções, pondo de lado as agendas tradicionais.4 – LanternasÀ semelhança de outros supracitados, as lanternas também serão, provavelmente, um dos muitos objetos a ser cada vez menos usado, sobretudo devido à implementação, desta funcionalidade, nos smartphones.Obviamente que há lanternas muito mais sofisticadas que as que um dispositivo móvel oferece, dedicadas a servir contextos específicos como aventuras, escaladas, campismo, etc. No entanto, aquelas simples lanternas de ter por casa, podem sim deixar de ser utilizadas gradualmente.Ao passo que nunca temos sempre uma lanterna à mão, com o smartphone essa é uma realidade. E não precisa de pilhas!5 – CalculadoraAdoro usar calculadoras. Sobretudo aquelas cujos botões emitem um ‘bip’. Não são um objeto barato, sobretudo se falarmos das científicas/gráficas, que se começam a utilizar no secundário, universidade e nalgumas áreas profissionais como as engenharias.Mas uma simples calculadora, e mesmo as mais complexas, podem começar a ser cada vez menos utilizadas, pela mesma razão de existir essa solução à distância de um clique, seja no nosso smartphone, tablet e/ou computador.6 – Receitas médicas em papelVamos ao médico, ele passa-nos uma receita e lá trazemos o papel característico para podermos ir buscar os medicamentos à farmácia, ou fazer as devidas terapêuticas prescritas.Mas, atualmente, este processo sofreu algumas alterações e já em 2015 noticiávamos essas mesmas mudanças. É possível, assim, que as receitas sejam prescritas em suporte digital, sendo que o médico pode enviar uma SMS ao utente com os códigos necessários para aviar a sua receita. Pode ler mais sobre este processo aqui.7 – ChavesTambém as chaves podem ser um objeto obsoleto daqui a alguns anos. Com tudo digitalizado e com o avanço das IoT – Internet of Things, a expetativa é que tudo, em breve, esteja ligado entre si, sendo que o simples processo de abrir e fechar portas, ou outras coisas, poderá ser feito através de um clique nalguma interface, substituindo as clássicas chaves.Se assim for, vamos andar com menos peso no nosso bolso e outro objecto também se usará menos… o porta-chaves!8 – Cartão de crédito/débito, de supermercado, etcEstando praticamente tudo no nosso smartphone… é esperado que também haja solução para o monte de cartões que trazemos na nossa carteira, sendo que muitas pessoas, devido à quantidade de cartões que traz, usa mesmo uma carteira específica para o transporte dos mesmos.Mas o objetivo é ter tudo o mais centralizado possível e, assim, já aqui demos a conhecer algumas soluções, tais como o Swyp e o MEO CardMobili, que nos levam a perspetivar um futuro sem cartões!Aqui ficam mais soluções já conhecidas:Microsoft Wallet: o sistema de pagamentos do Windows 10 MobileApple Pay: O serviço que vai permitir pagamentos com o iPhoneMEO Wallet – Pagar um café com o telemóvel já é uma realidadeUnibanco Wallet: pagamentos online mais segurosCriador do Google Wallet está de volta9 – Pens USBAinda há quem utilize as Pens USB, porém, à semelhança das disquetes e CDs, é provável que as diversas soluções de armazenamento e partilha, mais atuais e modernas, ganhem preferência junto dos utilizadores.Falamos, claro, do armazenamento na Cloud ou na Nuvem, onde o utilizador tem ao dispor diversas ofertas, gratuitas ou pagas com uma capacidade de armazenamento bastante superior à oferecida por uma vulgar Pen USB.Para além disso, praticamente qualquer serviço cloud disponibiliza versões móveis sendo que, com bastante facilidade, podemos aceder, editar e partilhar os nossos conteúdos através do nosso smartphone/tablet.10 – MapasPor fim, os mapas em papel. E a razão é óbvia… há quanto tempo não recorre a um mapa físico para procurar algum local ou trajetória? Pois, provavelmente há já algum tempo.Apesar de haver quem prefira este género de mapa sobretudo quando vai em viagem, explorar um determinado país, a verdade é que estes mapas físicos foram, gradualmente, substituídos pelas plataformas e aplicações, como o Google Maps, que permitem consultar tudo sobre países, locais, vias, monumentos, comércio, etc., de uma forma mais dinâmica, muito mais completa e com a vantagem se estar em constante atualização, sem ter que estar sempre a comprar mapas de papel.source: pplware.sapo.pt

Samsung Galaxy S9 será o Android mais potente do mercado

14 de Fevereiro de 2018 às 09:35
Tecnologia Samsung


Os Galaxy S9 e S9+, os novos smartphones de topo da Samsung, têm estado a criar muita expectativa e muita curiosidade. Espera-se que sejam máquinas de topo e capazes de destronar o que a concorrência tem no mercado.Muitos rumores e informações têm surgido ao longo dos últimos tempos, reforçando essa ideia. A mais recente a surgir mostra que estes vão ser os smartphones Android mais potente do mercado.
É sabido que a Samsung tem, por norma, os seus smartphones de topo equipados com 2 processadores diferentes, dedicados a mercados específicos. Falamos do modelo equipado com os conhecidos Snapdragon e do modelo equipado com o SoC criado e produzido pela própria Samsung, o Exynos.A potência do novo Galaxy S9Foi precisamente deste último modelo que surgiram agora os primeiros resultados, na plataforma Geekbench. Os valores do Exynos 9810 revelam que estão acima de qualquer concorrência, com 3.648 pontos nos testes single-core e 8.894 pontos nos testes multi-core.Os valores apresentados aproximam-se muito do que foram obtidos com o iPhone X. Nos testes de Geekbench deste modelo foram obtidos 4.204 pontos em single-core e 10.110 pontos em multi-core.Para comparação, os anteriores resultados dos testes ao modelo equipado com o SoC Snapdragon 835 revelaram um resultado de 2.378 e 8.132 pontos nos testes single-core e multi-core, respectivamente.O que mais podemos esperar dos Galaxy S9 e S9+?Há mais informações que mostraram que os novos Galaxy da Samsung vão trazer muitas novidades. A primeira delas é uma resposta direta à Apple e ao que foi apresentado com o iPhone X. Vamos ver chegar ao Android e aos Galaxy os emoji 3D. Segundo as fontes, estes vão ser mais avançados que os atuais, mas que o seu principio deverá ser em tudo idêntico ao que a Apple tem disponível.Para além desta novidade, foi também avançado que o Galaxy S9 deverá trazer altifalantes estéreo, colocados no topo e base. Estes devem ter Dolby Surround preparados pela AKG, que é detida pela Samsung.Os novos Galaxy S9 e S9+ vão ser dados a conhecer ao mundo no próximo dia 25 de fevereiro, num evento da Samsung que ocorrerá na véspera da abertura do MWC, em Barcelona.source: pplware.sapo.pt

Cuidado com o lixo eletrónico! É um risco para a saúde humana

14 de Dezembro de 2017 às 10:27
Tecnologia


Hoje vivemos rodeados de equipamentos eletrónicos que, como em tudo na vida, vão também ficando obsoletos e passam a ser considerados lixo eletrónico. De acordo com o estudo “Observatório Global de Lixo Eletrónico 2017“, o volume de lixo eletrónico no mundo aumentou 8% entre 2014 e 2016… e a culpa é dos preços mais acessíveis dos equipamentos.
Segundo os dados do estudo, no ano passado, a quantidade de aparelhos com baterias ou fichas elétricas que foram deitados ao lixo ascendeu a 44,7 milhões de toneladas, abrangendo desde painéis solares a telemóveis, passando por frigoríficos, televisores e computadores. Para se ter uma ideia, tal valor corresponde a 4,5 mil torres Eiffel (ou 1 milhão e 230 mil camiões de 40 toneladas alinhados nos dois sentidos entre Nova Iorque e Bangkok, capital da Tailândia). Destes aparelhos, apenas 20% foram reciclados. O estudo revela ainda que 76% dos equipamentos descartados em 2016 foram parar a aterros ou incineradoras, foram reciclados de maneira informal ou permaneceram guardados em casa.A gestão do lixo eletrónico é uma questão urgente no mundo de hoje, digitalmente dependente, onde o uso de aparelhos eletrónicos cresce constantementeHoulin Zhao, secretário-geral da União Internacional de Telecomunicações (UIT)Lixo eletrónico por tipo de dispositivoNo que diz respeito ao lixo eletrónico por tipo de dispositivo, os equipamentos pequenos, como aspiradores, micro-ondas, rádios ou consolas de jogos, foram os mais comuns (16,8 milhões de toneladas), seguidos por grandes aparelhos, como máquinas de lavar e fotocopiadoras (9,2 milhões de toneladas), equipamentos de frio e calor (7,6 milhões de toneladas), ecrãs (6,6 toneladas) e pequenos equipamentos de comunicações, como telemóveis, tablets e outros (3,9 milhões de toneladas).A Oceânia, com 17,3 Kg de lixo produzido por pessoa, e a Europa, com 16,6 Kg por pessoa, são os continentes mais poluidores, seguindo-se a América (11,6 Kg por pessoa), Ásia (4,2 Kg) e África (1,9 Kg). A Europa é o continente com a taxa de reciclagem mais elevada (35%), claramente à frente da América (17%), Ásia (15%) e Oceânia (6%), excluindo-se desta análise o continente africano por falta de dados fidedignos, refere a EFE.O relatório antevê um crescimento significativo do aumento de lixo eletrónico nos próximos anos, com um aumento de 8% para 2021 e uma subida da produção de lixo per capita para os 6,8 Kg, quando em 2016 se fixou nos 6,1 Kg, mais 5% do que em 2014.O estudo foi lançado esta quarta-feira, e envolve a Universidade das Nações Unidas, a União Internacional das Telecomunicações, UIT, e a Associação Internacional de Resíduos Sólidos.source: pplware.sapo.pt