Microsoft prepara-se para dar uma nova cara ao Windows 10 na próxima grande atualização
16 de Novembro de 2018 às 09:16Adobe Reader para Android e iOS já faz scan de documentos
A Google lançou recentemente uma app que transforma o nosso smartphone num autêntico scanner e assim permitir a digitalização de imagens do seu passado.A Adobe disponibilizou hoje uma nova funcionalidade para o Adobe Reader que permite fotografar/digitalizar qualquer documento. Experimentem pois é grátis e funciona muito bem.
A última versão do Adobe Acrobat Reader para Android e iOS passou a disponibilizar uma funcionalidade que permite a digitalização de documentos. Com esta funcionalidade, o utilizador pode digitalizar documentos, um cartão de visita, uma fotografia, um contracto, etc.De acordo com a própria Adobe, esta nova funcionalidade tem como base a nova plataforma de aprendizagem Adobe Sensei que permite, por exemplo, detectar as bordas dos documentos entre outras características. Depois do documento digitalizado, o utilizador pode facilmente trabalhar sobre o mesmo, adicionando anotações, assinaturas, etc.O Adobe Reader para Android e iOS é gratuito e pode ser descarregado a partir do links que disponibilizamos em baixo.source: pplware.sapo.pt
A Microsoft também já aderiu à Linux Foundation
A mudança de atitude da Microsoft face ao Linux e ao software open-source tem mudado muito ao longo dos anos. Já bem longe vai o tempo em que o seu CEO classificou o Linux como cancro.Depois de mostrar ao mundo que está empenhada em contribuir para o Linux, a Microsoft resolveu agora formalizá-lo, com a sua adesão à Linux Foundation, onde será em breve um membro de pleno direito.
Foi durante a sua conferência anual dedicada aos programadores, a Connect, que a Microsoft anunciou a sua entrada na Linux Foundation, uma organização sem fins lucrativos que se dedicada a ajudar o Linux a crescer, a criar padrões e a promover a colaboração.Esta é uma adesão que se esperava, dado o passado recente da Microsoft e garante à empresa que terá uma participação importante. A entrada faz-se como membro premium e garantirá à Linux Foundation um pagamento anual de 500 mil dólares. A Microsoft garante assim acesso a uma posição exclusiva, onde estão já empresas como a Cisco, Fujitsu, HPE, Huawei, IBM, Intel NEC, Oracle, Qualcomm e a Samsung.A ideia da Microsoft é criar as interligações entre os seus serviços e toda a comunidade que está a trabalhar em projectos que se liguem a serviços cloud e a mobile.Na verdade esta adesão mostra bem a mudança de atitude da Microsoft face ao código e à sua partilha. Apesar de assentar todo o seu negócio no seu software proprietário e fechado, a Microsoft tem mostrado bem a sua abertura com o mundo Linux e com a partilha de conhecimento e código.Existem exemplos recentes desta nova abordagem, como a disponibilização do .NET, SQL Server, PowerShell e do Visual Studio Code para Linux, da sua própria distribuição de Linux, baseada em Debian, e até da chegada da Bash ao Windows 10. Há também vários exemplos de código partilhado no Github, acessível a todos.Todos estes exemplos mostram que a Microsoft está diferente, para melhor, mais próxima da comunidade e a contribuir activamente para o crescimento do Linux e do código aberto. Percebeu finalmente que pode ganhar com isso e que tem retorno de tudo o que entregar.source: pplware.sapo.pt
Já se pode usar o Skype sem ter uma conta
O Skype é provavelmente a plataforma de mensagens mais usadas nos computadores. Comprada pela Microsoft, ganhou um espaço ainda maior e hoje é uma peça fundamental da empresa.Como parte das suas melhorias e naturais evoluções, o Skype anunciou agora uma novidade que todos pediam e esperavam. Deixou de ser necessário criar uma conta para usar esta ferramenta.
Muitos querem usar o Skype e não têm acesso à sua conta, quer por estarem em computadores de terceiros, quer por não poderem descarregar a aplicação ou simplesmente porque querem ter uma conversa sem partilhar contactos. Até agora isto não era possível, mas isso acabou. O Skype anunciou que qualquer um pode agora usar o serviço como convidado.Para criarem estas salas de conversação temporárias, apenas necessitam de aceder a Skype.com e criarem uma conta de convidado. De imediato vai ser disponibilizado um link que pode ser partilhado com outros contactos, quer tenham ou não conta Skype.Estas salas garantem todas as funcionalidades gratuita, permitindo que se tenham conversas com outros utilizadores, até um máximo de 300, ou conversas de vídeo ou voz, até um máximo de 25 utilizadores. A partilha de ficheiros e de ecrã está também disponível.A duração destas salas de conversação terá um tempo máximo de 24 horas, sendo depois eliminadas de forma permanente. Caso queiram prolongar este tempo, devem apenas criar uma conta Skype.Todas as funcionalidades adicionais, como as chamadas de voz para números da redes fixas e móveis ficam de fora deste plano, não estando disponíveis aos convidados. Há ainda a obrigatoriedade de utilização da versão web para usar esta nova funcionalidade.O Skype evoluiu e está melhor. A sua integração com os sistemas operativos da Microsoft é cada vez maior e mesmo fora destas plataformas tem crescido, mesmo no Linux.source: pplware.sapo.pt
Mark Zuckerberg nega que Facebook tenha influenciado resultados da eleição
O líder da rede social garante que as notícias falsas espalhadas pelo Facebook não deram a vitória a Donald Trump, e mostra-se orgulhoso porque o Facebook "deu a voz" a muitas pessoas nas eleições.
O líder e fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, nega que a rede social tenha influenciado o resultado das eleições presidenciais nos Estados Unidos. Depois de o Facebook ter sido acusado de ter permitido a vitória a Donald Trump devido à facilidade com que propagam notícias falsas, Zuckerberg veio garantir que trabalha diariamente para melhorar a forma como a rede social apresenta conteúdos, e mostrou-se “orgulhoso” do papel do Facebook ao “dar uma voz às pessoas neste eleição”.
Numa mensagem publicada na sua própria página do Facebook, Mark Zuckerberg reconhece que “depois da eleição, muitas pessoas perguntam até que ponto é que as notícias falsas contribuíram para o resultado”. O fundador da rede social mais utilizada do mundo sublinha que, “de todo o conteúdo do Facebook, mais de 99% do que as pessoas veem é autêntico”. Além disso, “as notícias falsas que existem não são limitadas a uma única visão partidária, nem sequer à política”, pelo que “é extremamente improvável que as notícias falsas tenham mudado o resultado da eleição numa direção ou na outra”.
app-facebookMark Zuckerbergno sábadoI want to share some thoughts on Facebook and the election.Our goal is to give every person a voice. We believe deeply in people. Assuming that people understand what is important in their lives and that they can express those views has driven not only our community, but democracy overall. Sometimes when people use their voice though, they say things that seem wrong and they support people you disagree with.After the election, many people are asking whether fake news contri...Ver mais186 mil14 mil14 mil
O grande problema no que toca às notícias falsas, admite Zuckerberg, é que “identificar a verdade é complicado”. “Enquanto muitas podem ser completamente desacreditadas, uma grande quantidade de conteúdos, incluindo de meios tradicionais, têm muitas vezes a ideia geral correta, mas com alguns detalhes errados ou omitidos”, exemplifica. “Temos de ser extremamente cautelosos quando nos tornamos, nós próprios, os árbitros da verdade”, conclui.As acusações relativas às notícias falsas no Facebook surgiram depois do aparecimento de uma publicação que dava conta do apoio do Papa Francisco a Donald Trump, e de uma outra em que se lia que um dos agentes do FBI que investigavam o caso dos emails de Hillary Clinton tinha morrido. Todas estas informações foram depois desmentidas. Na entrevista que deu à CBS, Trump assumiu que a presença nas redes sociais o ajudou a chegar mais facilmente aos seus eleitores.
source: observador.pt
O Facebook pode ter ajudado Trump a ganhar as eleições
O mundo ainda está a recuperar de um cenário que a comunicação social nos vendeu como desastroso, isto é, o cenário em que Donald Trump seria eleito o 45º Presidente dos Estados Unidos.Na realidade, quem perdeu, de forma transversal, foram os canais de comunicação social especializados em política, isto porque “venderam” a ideia que o mau era Donald Trump e a menos má seria Hillary Clinton. Isto é, os orgãos de comunicação acreditam ter o poder para fazer pender a votação para o lado do seu “protegido”. Mas desta vez correu mal. O Facebook parece que ganhou.
Fazendo um périplo pelos jornais, facilmente percebemos que praticamente todos os grandes jornais dos EUA ou declararam apoio a Hillary Clinton ou deixaram de o endossar a Donald Trump na campanha de 2016. E isso inclui o seu suporte, cobertura e opiniões dedicadas que no passado foram fiéis a candidatos do Partido Republicano.Na verdade, a impressa americana, incluíndo a TV, foi surpreendida pelo facto da sua influência poder ter sido mínima em comparação com o Facebook. A Imprensa ganha eleições?Por vezes parece que ganha… ou até poderá ter mais influência do que parece. Em 1992, na eleição-geral do Reino Unido, o tablóide The Sun gabou-se de ter “vencido” a eleição para o Partido Conservador, que estava em situação delicada na disputa com os Trabalhistas. Agora, os rumores parecem apontar para que nos EUA, o Facebook tenha sido de tal forma popular que fez mesmo Trump um vencedor. Mas como poderá o Facebook ter ajudado Trump?Então, o argumento principal é que 156 milhões de americanos têm contas no Facebook e, de acordo com as pesquisas, pelo menos dois terços deles usam a rede social como fonte primária de notícias.Essas notícias podem, volta e meia, ser originárias da imprensa, de toda, até dos jornais que endossaram apoio a Hillary. Mas o que cada utilizador vai ver dependerá de quem são os seus amigos e do que eles partilham.Daí vem a noção de uma “bolha”: pessoas que estavam inclinadas a votar em Trump na eleição da última terça-feira apenas viram histórias que refletiam a sua visão do mundo. E o mesmo se deu com aqueles que simpatizavam com Hillary.É claro que podemos dizer que esse tipo de filtragem sempre ocorreu – pessoas de orientação liberal tendiam a ler jornais liberais. Pessoas mais conservadores encontravam as suas ideias refletidas pelo que liam. A diferença é que a maioria dos editores tentava fazer duas coisas – apresentar ao menos algumas opiniões alternativas e assegurar que os factos de qualquer história fossem verificados.Mas no Facebook não existe essa segmentação nem procedimentos. O algoritmo do feed de notícias veicula o que “pensa” ser a sua opinião e a dos seus amigos e certamente não valida qualquer veracidade dos factos. Um exemplo é que, durante a campanha presidencial americana, histórias a acusar Hillary de assassinato ou histórias que tentavam “revelar que o presidente Barack Obama é muçulmano” apareceram nas páginas de pessoas com tendência para apoiar Donald Trump.Sim, também há casos com o outro lado da medalha, todos recebemos algumas. Uma que correu os feeds foi a falsa declaração supostamente feita pelo multi-milionário em 1998, em que ele dizia que seria simples ser candidato pelo Partido Republicano “porque os seus eleitores são burros”, esta declaração continua a circular na rede social graças às muitas partilhas dos americanos que não gostam de Trump.Declaração falsa que foi veiculada no FacebookOs dois grandes partidos americanos (Democrata e Republicano) têm vindo a usar extensivamente o Facebook como arma eleitoral nos últimos anos. Contudo, para Trump, as redes sociais ofereceram uma forma poderosa de levar a sua mensagem directamente ao eleitorado. Ainda mais porque a sua campanha considerava a maior parte da imprensa tradicional como hostil e parcial. Então sem o Facebook Trump não seria o próximo presidente?Esta questão, por tudo o que envolve uma eleição nos Estados Unidos, a particular escolha dos Estados, os Colégios Eleitorais e a forma de pensar do povo americano torna difícil responder, mas parece provável que a comunicação social tenha servido para polarizar opiniões numa campanha eleitoral já acalorada. E que podem ter ajudado a trazer eleitores indecisos para o lado do empresário. E isso questiona a alegação do fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, de que a rede social se trata apenas de uma plataforma tecnológica, não de uma poderosa empresa de comunicação social. O fundador do Facebook também opinouMark Zuckerberg esteve igualmente atento e deixou a sua opinião. Num post revelando o sentimento de estar a “sentir-se esperançoso”, e com uma foto dele a segurar a sua filha bebé, enquanto assistia à cobertura da eleição, o fundador do Facebook revelou que estava a “pensar em todo o trabalho que temos à frente para criarmos o mundo que queremos para as nossas crianças”.Zuckerberg falou especificamente em curar doenças, melhorar a educação, ligar as pessoas e promover oportunidades iguais – e definiu esta missão como “maior do que qualquer presidência”.Nos comentários, diversas pessoas pareceram apreciar o pensamento de Zuckerberg. “Obrigado por estar a usar a sua influência para o bem” foi uma resposta típica.Mas Zuckerberg não apresentou ainda uma reflexão sobre como ele influenciou a forma de encarar esta campanha eleitoral por parte dos americanos e qual teria sido o seu impacto positivo para o processo democrático. Muitos magnatas da comunicação social, no passado, reclamaram para si esse poder, o de conseguir dominar a intenção dos eleitores americanos.Via: BBCAfinal, qual é o poder real do Facebook?
Donald Trump: Vírus, Spam ou actualização de segurança?
Donald Trump ganhou as eleições presidenciais dos Estados Unidos da América. O mundo está ainda a digerir este acontecimento, mas é um facto. Em Janeiro de 2017 Donald John Trump será o 45º Presidente dos Estados Unidos.Para o mundo da tecnologia, qual será o impacto?
Donald Trump: vírus, hoax ou update de segurança?Numa campanha muito pouco ortodoxa, muitos foram os líderes das grandes empresas tecnológicas norte-americanas que viraram as costas a Trump e vieram a público fazer campanha por Hillary Clinton. Tirando Peter Thiel, co-fundador do Paypal, praticamente todas as grandes empresas de tecnologia estavam declaradamente contra o candidato republicado e houve mesmo quem fosse mais radical e, na abertura do site da empresa que liderava, colocasse a frase F*ck Trump.A gigante Google e o Facebook criticaram publicamente Trump, mas não lhe retiraram, contudo, o apoio tecnológico durante alguns eventos da sua campanha. A Apple decidiu manter-se fora e não contribuir, como havia feito no passado, com a doação de tecnologia ou dinheiro para apoiar as convenções republicanas e democratas.Durante a campanha eleitoral, principalmente, sobre o caso do atirador de San Bernardino, Trump, num comício na Carolina de Sul, pediu aos norte-americanos para boicotarem a Apple. Mas não foram certamente esquecidas as declarações sobre os emigrantes, as minorias e as mulheres, que levaram a empresa de Cupertino, assim como a Microsoft, Google, Facebook e outras, a criticar publicamente o candidato. Mas poderá ser o apocalipse da tecnologia?Sendo ainda um tempo difuso de analisar, as conclusões preliminares retiradas pelos analistas referem que as grandes decisões sobre as políticas das empresas de tecnologia não passam directamente por Donald Trump e que, por isso, poderá não ter uma acção directa no desempenho dessas empresas e serviços.Contudo, há já uma onda de impacto pessimista que pode, num futuro imediato, causar algum stress e abrandamento no que toca ao investimento nestas áreas. E-mails que tramaram Hillary ClintonA tecnologia está intimamente ligada a esta eleição. Um dos factores que pendeu contra a candidata democrata foram alguns dados sobre correspondência electrónica encontrada pelo FBI, cerca de 10 mil e-mails que Hillary, à data em que era Secretária de Estado dos EUA, tinha alojados num servidor privado.Estes e-mails, pela natureza do cargo que ocupava, poderiam conter informações secretas que, se publicadas, colocariam em risco não apenas interesses políticos e económicos, mas também vidas de funcionários americanos envolvidos em operações ligadas à área de segurança no exterior. Donald Trump, candidato republicano à Casa Branca, passou a usar o caso para atacar Hillary, e chegou a sugerir que o presidente da Rússia, Vladmir Putin, “hackeasse” a democrata para procurar outros e-mails relacionados. Site de imigração do Canadá “crashou”As reacções não se fazem sentir apenas na população americana e há já quem queira fugir dos Estados Unidos. Assim, o website dos serviços de imigração do Governo do Canadá, logo após os resultados começarem a ficar mais definidos, recebeu tantos pedidos de informação que “crashou”.
SeguirElias Toufexis ✔@EliasToufexisThe Canadian immigration site crashed. That's not a joke, it actually crashed.03: 40 - 9 nov 2016 8.9928.992 Retweets 9.0869.086 favoritosO mundo agora está expectante quanto às promessas deixadas pelo candidato republicano Donald Trump. A tecnologia é cada vez mais o ponto forte e fraco de um político, podendo rapidamente servir de canal de propagação mas também ser o pecado mortal.Como será agora o mundo com o Presidente Donald Trump?source: pplware.sapo.pt
MacBook é o portátil mais vendido até ao momento
A Apple lançou um portátil para a sua linha de computadores profissionais que desafia o bom senso e até coloca em causa alguns conceitos actuais de usabilidade, mas a marca nunca disse que seria conservadora. As palavras dos seus responsáveis sugerem mesmo que, a marca, quer cortar com conceitos há muito instalados e rejuvenescer a sua oferta ao mercado. As críticas, contudo, apareceram de todos os quadrantes deste mercado de consumo.Com um design super elegante e altamente fiáveis (apesar do preço), os MacBooks mesmo assim são as máquinas que mais vendem… e o novo MacBook Pro já superou a concorrência em apenas cinco dias de vendas, segundo revela agora um estudo.
Bastaram apenas cinco dias para que as vendas do novo MacBook Pro superassem as vendas de excelentes produtos, como é o caso da Microsoft com o Surface Book, da Asus com o ChromeBook Flip, da Dell com o Inspiron 2in1 e da Lenovo com o Yoga 900. Segundo o estudo da Slice Intelligence, desde que passou a estar disponível online, o novo MacBook Pro já vendeu 7 vezes mais que o MacBook de 12”, no mesmo período após o lançamento. Segundo os dados, foram vendidos 12.979 equipamentos online em apenas cinco dias.Como se pode ver no gráfico, a diferença ao nível de vendas é muito significativa entre produtos. O novo MacBook Pro vai conquistar os “compradores Apple”?O estudo revela ainda que, 40% dos consumidores que compraram um Macbook em 2014, investiram posteriormente numa máquina de outra marca. Os computadores da marca Dell e Asus são dos mais populares para utilizadores que anteriormente compraram um MacBook. Tal como já tínhamos revelado, o novo MacBook Pro é o modelo Pro mais encomendado de sempre. Segundo a Apple, este é o melhor portátil de sempre da empresa e as inovações são muitas. Como reflexo da inovação, o responsável da área de marketing da empresa, Philip Schiller, revelou esta semana que a empresa já recebeu mais pedidos online para o novo MacBook Pro do que para qualquer outro portátil da mesma linha.A empresa espera que o ritmo de vendas ainda cresça mais com o período natalício.Via: Slice Intelligence
Facebook vai parar de recolher dados do WhatsApp no Reino Unido
Desde que comprou o WhatsApp, em Fevereiro de 2014, que o Facebook procura maximizar a utilização deste serviço e obter os dados dos utilizadores.Conseguiu este último passo no passado mês de Setembro, passando a partilhar os dados do WhatsApp com os seus serviço. Mas o regulador do Reino Unido alertou agora o Facebook que esta prática é ilegal e a empresa resolveu suspender esta recolha.
A justificação do Facebook para a partilha de dados entre o WhatsApp e os seus restantes serviços baseia-se na possibilidade de tornar mais simples oferta de novos contactos, baseada na informação cruzada entre os diferentes serviços. Muitos foram os que se opuseram a esta medida, mas a verdade é que a mesma acabou por ser concretizada.Não tendo sido bem recebida, esta medida acabou por levantar algumas dúvidas a algumas entidades reguladoras. No caso do Reino Unido, surgiu agora uma recomendação para que essa recolha seja terminada de imediato, para garantir e proteger a privacidade dos utilizadores."We’ve set out the law clearly to Facebook, and we’re pleased that they’ve agreed to pause using data from UK WhatsApp users for advertisements or product improvement purposes"O Facebook acatou esta indicação e parou de imediato a recolha e a partilha de informação entre o WhatsApp e a sua rede social, mas apenas para efeitos de publicidade ou melhoria do serviço.O Reino Unido não é o primeiro país onde esta medida foi tomada. O mesmo tinha já acontecido na Alemanha, onde o Facebook acordou parar de recolher informações do WhatsApp, depois de ter sido informado de que esta recolha violava a lei. Há ainda outros países, como a França ou a Itália, onde decorrem ainda investigações para averiguar se esta prática do WhatsApp não vai contra as leis de protecção de dados.Do lado do WhatsApp, a empresa defende-se alegando que a informação que recolhe é mínima e que não tem acesso quer às mensagens quer às chamadas e que nem acesso ao nome dos utilizadores ou a outros dados tem.O WhatsApp chegou a dar aos utilizadores a possibilidade de não permitir a sincronização dos dados entre os serviços, mas essa opção expirou ao fim de alguns dias, não podendo agora ser usada.source: pplware.sapo.pt
Apple tem patente que encontra o seu iPhone mesmo desligado
A Apple tem um sistema que já recuperou milhares de iPhones aos seus donos. O sistema Encontrar iPhone apareceu em 2009 e permite que os dispositivos Apple possam ser localizados quando estão perdidos ou são roubados.O sistema, contudo, tem um ponto fraco. Se quem roubou o seu iPhone desligar o dispositivo, tirar o cartão SIM ou colocar o aparelho em modo Voo… nunca mais o irá encontrar. Calma… a Apple afinal tem a solução para isso.
Como podemos ler aqui, deu entrada no Departamento de Marcas e Patentes dos Estados Unidos um sistema que revela como a Apple poderá detectar o seu iPhone mesmo que este esteja desligado.A patente número US20160323703, aprovada no dia 6 de Maio deste ano, detalha como adicionar a um iPhone uma funcionalidade que permite ao iPhone informar a Apple do seu estado mesmo que exista periodicamente um “estado de incapacidade de transmitir dados da sua localização”. Como funciona o sistema?A Apple poderá colocar um temporizador para ligar periodicamente uma parte do dispositivo a partir de um estado desligado. Nessa altura, serão activados os módulos de serviços de localização que irão determinar a localização do dispositivo e enviar logo de imediato a informação recorrendo a um ou mais canais de transmissão.Seriam enviados os códigos de localização via -mail ou por mensagem de texto. Também seriam enviadas imagens, voz e outros dados que poderão ajudar o proprietário do iPhone a criar um padrão que o leve ao larápio ou a quem tem um iPhone que pertence a outra pessoa.Não está claro se o recurso iria trabalhar em iPads e MacBooks usando somente Wi-Fi. Isto porque nem os iPads WiFi nem os MacBooks têm capacidade de transmitir dados sem estar ligados a uma rede conhecida. Mas não será pelo cartão SIM?A lógica diz-nos que não, assim como actualmente o Encontrar iPhone fica praticamente inactivo se o cartão SIM for removido, o sistema terá de usar outros meios que salvaguarde a integridade da comunicação. Há vários sistema que comunicam nos dois sentidos e que podem ser aperfeiçoados.Esta patente não está dedicada ao iPhone ou ao iPad, contudo, tendo em conta a atitude da Apple face à segurança, poderá ser de facto um trunfo a apresentar já no próximo iPhone 8.source: pplware.sapo.pt
Afinal a rede Wifi da PT não falhou na Web Summit
Começou ontem aquele que é considerado o maior evento de tecnologia, inovação e empreendedorismo da Europa, o Web Summit. Este evento, que reúne startups e investidores de todo o mundo, irá realizar-se em Lisboa durante os três próximos anos e onde este ano são esperados 53 mil participantes.A sessão de abertura deixou de fora do Meo Arena 3000 pessoas e ficou marcada também por uma falha geral na rede Wifi… que afinal não aconteceu!
O Meo Arena encheu rapidamente, não havendo espaço para todos os que pretendiam assistir ao evento de abertura. Ao todo, cerca de 15 mil pessoas assistiram dentro do Meo Arena e 3000 acompanharam o streaming no ecrã colocado no exterior.O presidente executivo e fundador da Web Summit, Paddy Cosgrave começou por referir que era importante que as pessoas tivessem chegado mais cedo, mas para compensar, pediu a todos que pegassem no smartphone e fizessem um streaming, via Facebook, para amigos e familiares de todo o mundo.Para isso Cosgrave começou por exemplificar como fazer ‘live streaming’ via Facebook… só que nada aconteceu e a culpa seria da rede (a “rede”, que foi um dos factores que contribuiu para a mudança do Web Summit da Irlanda para Portugal). Cosgrave referiu então que tentaria mais tarde.Numa nova subida ao palco, Cosgrave voltou a arriscar um ‘live streaming’ só que desta vez com sucesso. Nesse momento, o fundador da Web Summit pediu um aplauso para a operadora de telecomunicações Portugal Telecom, que é a responsável pela infraestrutura de comunicações Wifi. Mais tarde Cosgrave revelou que afinal na primeira tentativa estava ligado à rede Vodafone.Segundo dados avançados antes do evento, a infraestrutura da PT permitirá concentrar em simultâneo o número de pessoas e de dispositivos previstos para o evento: 50 mil e 150 mil, respectivamente.Para além do Parque das Nações, as zonas onde decorrerão ações associadas ao evento, como o Night Summit com palco no Cais do Sodré e no Bairro Alto, terão reforçada a rede móvel do MEO, com vista a garantir a melhor experiência de comunicação e troca de dados entre os milhares de pessoas esperadas em Lisboa.source: pplware.sapo.pt