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Windows

Microsoft prepara-se para dar uma nova cara ao Windows 10 na próxima grande atualização

16 de Novembro de 2018 às 09:16

Dica: Como usar o Google Maps e Mapas da Apple sem Internet

30 de Maio de 2016 às 10:03
Google


Cada vez mais usamos as aplicações de mapas para nos levar a qualquer lado, até porque nessas aplicações há mais que caminhos e lugares, cada vez mais temos outro tipo de informação disponível.Um dos problemas, contudo, é que estas aplicações, para estarem sempre “em dia” necessitam de acesso à Internet e já sabemos que quando vamos para fora ou quando usamos massivamente estas apps… o nosso plafond mensal esgota-se num ápice. E se as usássemos em modo offline?
Hoje vamos deixar uma dica conjunta, isto é, uma dica para o Google Maps e para os Mapas da Apple.Nota: Esta dica tem como base a predefinição dos trajectos e a sua salvaguarda em modo offline, quando desligar o WiFi.
Google MapsO Google Maps tem um modo offline, que permite que defina e guarde o mapa para usar quando não tiver ligação à Internet. Cobre uma área bastante razoável e permite ao utilizador fazer zoom ao nível das estradas, de tiver necessidade de o fazer.Para adicionar uma área em modo offline, abra a app do Google Maps, dê um clique no ícone de Menu (com três traços horizontais), que se encontra no canto superior esquerdo e seleccione Áreas offline. Agora, no canto inferior direito clique no sinal + e seleccione a área que pretende descarregar. Se seleccionar uma área demasiado extensa e que se torna muito grande para descarregar, o Google Maps irá avisá-lo e pedir para fazer zoom nessa área.Verá que o Google Maps depois de escolhida a área irá solicitar que atribua um nome e passará ao download dessa área. Mapas da AppleA app de Mapas da Apple não tem um modo de descarregar mapas em offline. Contudo, se disser à app para onde quer ir, ela irá guardar a informação da rota, o mapa e vários outros pormenores que viu enquanto pesquisava a zona.Isto vem com a ressalva de que a app Mapas da Apple deve ser capaz de encontrar uma rota para onde o utilizador quer ir. É muito menos flexível do que o Google Maps. Abra a app Mapas da Apple, seleccione onde quer ir de onde está a partir. A app da Apple irá mostrar-lhe as diferentes rotas disponíveis. Selecione uma e certifique-se de que ela é carregada totalmente. Agora pode sair da app, desligar o Wi-Fi, e ir para o caminho desejado.source: pplware.sapo.pt

Microsoft vai abandonar o mercado dos smartphones?

27 de Maio de 2016 às 09:42
Microsoft


Empresa vai despedir 1850 funcionários!Nos últimos meses foram várias as notícias que davam indícios de que a gigante Microsoft poderia abandonar o mercado dos smartphones. A Microsoft sempre rejeitou tal posição e hoje a empresa tentou clarificar este assunto.Numa informação pública, a empresa revelou que irá proceder a um conjunto de reestruturações no segmento dos smartphones o que levará a despedimentos e a um investimento adicional. Será o fim da gama Lumia?
Faz hoje precisamente oito dias que informamos que a Microsoft vendeu a Nokia à Foxconn por 350 milhões de dólares.Desde essa altura foram vários os rumores sobre o futuro da gigante Microsoft no segmento dos smartphones e hoje, através de uma informação publicada no site oficial (que não é muito clara) ficou-se a saber que a empresa vai reestruturar o seu negócio no segmento dos smartphones. Mas será o fim da Microsoft no segmento dos dispositivos móveis ao nível do hardware?Fica desde já claro que a empresa irá apostar na diferenciação e na integração de serviços/funcionalidades."We are focusing our phone efforts where we have differentiation — with enterprises that value security, manageability and our Continuum capability, and consumers who value the same. We will continue to innovate across devices and on our cloud services across all mobile platforms"Satya NadellaSegundo a informação, esta reestruturação levará ao despedimento de 1850 funcionários, sendo que 1500 pertencem ao departamento mobile da Finlândia. Sabe-se também que a Microsoft irá proceder a um investimento de US$ 950 milhões na reestruturação da empresa. Como referimos a informação agora publicada não é muito reveladora do que será o futuro da empresa neste segmento. Aguardamos que sejam apresentados mais detalhes pois há muitas dúvidas que surgiram entretanto.Será que a Microsoft irá abandonar o mercado dos smartphones ou apenas reduzir o número de equipamentos?source: pplware.sapo.pt

Exército português vai comprar 12 drones por 6 milhões

25 de Maio de 2016 às 10:46
Tecnologia Portugal


O Exército português recebeu luz verde para adquirir 12 drones no valor de 6 milhões de euros.Estas aeronaves terão como função a recolha de informações em apoio das unidades escalão Batalhão e as verbas já estavam previstas na Lei de Programação Militar.
Segundo o Jornal de Negócios, o ministro da Defesa, José Azeredo Lopes (na foto), já deu luz verde para que o Exército português possa gastar até 6 milhões de euros na aquisição de 12 sistemas mini–UAV, no âmbito do “Projecto dos Sistemas Aéreos Não Tripulados”. Estes 12 drones vão custar um milhão de euros, por ano, até 2021.Como pode ser lido no despacho, os aparelhos servirão para “prover o Agrupamento de Informações, Vigilância, Aquisição de Objetivos e Reconhecimento (Agr ISTAR) de sistemas aéreos não tripulados que permitam apoiar a recolha de informações em apoio das Unidades Escalão Batalhão”. Este despacho foi assinado pelo ministro e publicado esta terça-feira em Diário da República.A aquisição dos 12 aparelhos será realizada através de um procedimento desenvolvido pela NATO Support Agency (NSPA) e ficará a cargo do Chefe do Estado-Maior do Exército, General Frederico José Rovisco Duarte.source: pplware.sapo.pt

Tim Cook admite: “Preço do iPhone é demasiado alto”

24 de Maio de 2016 às 09:35
Apple


O alto preço dos equipamentos Apple sempre foi “uma das criticas” mais ouvida e a cada novo lançamento a empresa de Cupertino conseguia mesmo aumentar os valores.A Apple sempre ignorou estas críticas, mas Tim Cook reconheceu agora que o preço do iPhone é demasiado elevado!

Foi durante uma entrevista que Tim Cook deu ao canal de televisão indiano NDTV que o CEO da Apple reconheceu que o preço a que o iPhone é vendido é alto de mais.Tim Cook reconheceu ainda que esta é uma das principais razões para a quebra de vendas que a Apple está a atravessar. No trimestre passado as quebras de vendas do iPhone chegaram aos 16% e os analistas prevêem que essa tendência se já manter por mais algum tempo."I recognise that prices are high. We want to do things that lower that over time to the degree that we can." O preço elevado do iPhoneCom a Apple a querer entrar em mercados como o indiano, é urgente que tome medidas que consigam baixar os preços do iPhone e que diminuam o efeito da carga fiscal.Tomando como base os 600 dólares (aproximados) que o iPhone custa nos Estados Unidos, torna-se muito complicado a sua venda em países como a India onde o seu preço chega aos 784 dólares. Mesmo sendo um valor já elevado, está ainda longo do Brasil, o pais onde o iPhone é mais caro, com um preço de 931 dólares.Para além do preço inflacionado, os utilizadores indianos sofrem ainda com outro problema que torna o o valor pago pelo iPhone mais elevado do que seria esperado. Para além do preço não têm acesso á totalidade das funcionalidades e dos serviços, ao contrário dos utilizadores de países desenvolvidos.Veja a entrevista de Tim Cook na íntegra no vídeo abaixo. O futuro e a recuperação das vendas da AppleA ideia e o caminho da Apple neste ponto ainda não estão bem definidos, mas esta posição de Tim Cook mostra uma abertura da empresa em criar mecanismos que contornem a carga fiscal aplicada nos países onde o iPhone é mais caro.Tornar o iPhone mais barato poderá ser uma táctica da Apple para combater a perda de mercado, mas irá contra a filosofia da Apple que sempre se baseou em criar os melhores equipamentos, sem olhar aos preços praticados.source: pplware.sapo.pt

Microsoft vende Nokia à Foxconn por 350 milhões de dólares

23 de Maio de 2016 às 09:35
Microsoft Nokia


Com a compra da Nokia, a Microsoft não trouxe apenas a vertente dos smartphones para o seu lado. Trouxe também toda a linha de entrada de gama, os feature phones, dedicado a um público menos exigente.Mas essa área não estava nos planos da Microsoft e por isso, como tínhamos anunciado, acabou por ser agora vendida à Foxconn.

A venda de parte dos activos que tinha comprado à Nokia era um rumor que nos últimos dias estava a ganhar forma. A ideia da Microsoft era libertar-se desta área, passando a focar-se apenas nos smartphones e na linha Lumia.O negócio foi agora anunciado e, segundo a Microsoft, toda a linha de entrada de gama da Nokia foi vendida à FIH Mobile Ltd, uma subsidiária da Foxconn, por 350 milhões de dólares.Para além de toda a linha de entrada dos telefones da Nokia a Foxconn leva consigo ainda todo o software e serviços que lhe dão suporte.Como parte do negócio, a FIH compromete-se também a comprar a Microsoft Mobile Vietnam, uma fábrica que a Microsoft tem nesse país. Ao todo são 4500 funcionários que vão transitar para a Foxconn, fruto deste negócio.Com esta venda a Microsoft rentabiliza uma área em que nunca foi particularmente forte e que estava a manter como legado da Nokia. Espera-se que o negócio esteja terminado no final de 2016, depois de passar pela aprovação de todas as entidades reguladoras.source: pplware.sapo.pt

Relógio projector – A Samsung patenteou, mas já existe na China!

19 de Maio de 2016 às 09:47
Samsung


Os smartwatches tendem a aparecer com elegantes mostradores, embora que o tamanho será sempre pequeno, dada a sua usabilidade enquanto… relógio!Ter um ecrã de 3 polegadas no pulso já roça o ridículo, contudo um ecrã de 1,5 polegadas… serve para muito pouco. Então estão a ser “pensadas” soluções. Que tal um smartphone com projector?
Há dias a Samsung apresentou uma patente que dava conta desta funcionalidade. A empresa sul coreana quer fabricar um smartphone que projecte na mão o que passa no ecrã.Mas… o que a Samsung patentou, para um dia desenvolver, já uma empresa chinesa fabricou e tem já um modelo em funcionamento.
A empresa chinesa Asu decidiu desenvolver um minúsculo projector dentro de um smartwatch. O Asu Cast 1 é um smartwatch Android com um projector de laser que lhe permite projectar imagens numa tela ou numa mesa. É uma espécie de visor de um relógio mas com um ecrã que pode ir até 60 polegadas… mais coisa menos coisa!O Asu Cast 1 foi mostrado pela primeira vez em Janeiro passado da CES mas a empresa está já a aceitar encomendas do relógio na China. Mas quanto custa este smartwatch projector?
O preço de cada unidade é de 2,980 Yuan, ou cerca de 398 euros. Será caro para um smartwatch que poderá “ter” um mostrador de 60 polegadas? Características
Esta máquina esconde dentro um processador Qualcomm Snapdragon 400 processor, 768 MB de RAM, 4GB de armazenamento e a bateria é de 740 mAh (o que é cerca do dobro da capacidade de grande parte dos smartwatches que estão no mercado), e que aguenta para bastante tempo se usar esporadicamente o projector… claro!O ecrã é multi toque, o vidro em safira é elegante e preciso. Traz tecnologia WiFi, Bluetooth e o sistema operativo é baseado no Android 5.1. Qualidade do projector
O projector laser tem uma resolução de 1280 x 600 e um fluxo luminoso de 15 lumens, embora a Asu afirme que o laser brilha com a mesma intensidade que um projetor DLP de 100 lumens.Além de projectar imagens ou filmes numa tela, o utilizador pode projectar na sua mão, a fim de visualizar as mensagens ou notificações sobre uma superfície um pouco maior.O smartwatch da Asu mede 2″ x 1.6″ x 0.6″ e pesa cerca de 65 gramas. Se reparar, mesmo assim, com projector, ainda consegue ter uma relação de tamanho e peso dentro do que o mercado oferece no segmento smartwatch convencional.source: pplware.sapo.pt

Discos Rígidos: Os mais fiáveis durante mil milhões de horas

18 de Maio de 2016 às 09:44
Hardware


Quando um utilizador necessita de comprar um disco rígido, o factor “capacidade de armazenamento”, é sem dúvida o parâmetro que mais pesa na hora da decisão… mas a marca é também importante. Mas afinal qual a marca que nos poderá dar mais garantias de fiabilidade?A Backblaze disponibilizou recentemente um relatório de fiabilidade, do qual fizeram parte 61590 discos rígidos que foram usados durante mil milhões de horas. Conheça qual a marca mais fiável.
Passado mais um trimestre, a Backblaze (empresa na área do alojamento na cloud) disponibilizou recentemente um relatório sobre a fiabilidade dos 61.590 discos rígidos em uso. No final de 2015 a Backblaze tinha 56.224 discos com dados de clientes. De salientar que no início de 2015 a empresa “apenas” tinha 39.690 unidades.Quais os discos que mais falharam (durante 1º trimestre de 2016)?A tabela seguinte mostra as estatísticas dos 18 modelos de discos usados pela empresa durante o primeiro trimestre de 2016. Como podemos ver, os Seagate ST4000DM000 são os que mais falharam, tendo avariado 198 unidades. Segue-se o HGST de 2TB, com 19 unidades avariadas e na terceira posição o modelo HMS5C404ALE640, com 10 unidades avariadas.Horas em serviço por modeloMil milhões de horas é a soma total de todas as unidades de armazenamento usadas no centro de dados da Backblaze. A tabela seguinte mostra as horas de serviço por modelo. Como podemos ver, o Seagate, modelo ST4000DM000, apesar de ter sido o que registou mais falhas no primeiro trimestre de 2016, é o modelo que garantiu mais horas de serviço. Na última posição está a Toshiba, com o modelo MD04ABA500V.Horas em serviço por marcaMais uma vez, a HGST (ex-Hitachi Global Storage Technologies) é a marca mais fiável ao nível dos discos rígidos, tendo em conta o número de horas em serviço.Como podemos ver pelo gráfico seguinte, a HGST tem um registo de fiabilidade na ordem dos 51%.  Segue-se a Seagate com 45,3% e a WD com 3,4%. A Toshiba, é de todas, a marca menos fiável segundo o relatório da Backblaze.Taxa de falhas por marcaA tabela seguinte mostra a taxa de falhas por marca. Em traços gerais as marcas mais usadas são a HGST e a Seagate.Como podemos ver, a HGST continua a ser a marca mais fiável, tendo registado este ano uma taxa de falha de 1,03% nos 22.731 discos em uso desta marca. A WD é a marca com pior registo. Actualmente, a empresa usa apenas 1691 discos desta marca e a taxa de falhas é de 6,55%.Estes dados referem-se ao uso das unidades de armazenamento num Centro de Dados. Obviamente que cada caso é um caso, mas estes dados têm uma amostra que poderemos considerar bastante significativa. Consulte aqui o relatório de 2015.source: pplware.sapo.pt

A Google declarou finalmente a morte ao Flash

17 de Maio de 2016 às 09:45
Google


Há já muito que se fala da necessidade de acabar com os conteúdos Flash e com todos os problemas que estes trazem quer em termos de performance quer em termos de segurança.A Google deu agora mais um passo nesse sentido e quer implementar medidas no Chrome para que o Flash deixe de ser usado. Até ao final do ano o seu browser irá passar a preferir o HTML5.

O HTML5 trouxe muitas novidades e melhorias para a Internet, sendo que a maior delas foi uma forma mais simples e mais eficiente de criar conteúdos que até agora eram apenas possíveis via Flash. A adesão tem sido lenta, mas o caminho está traçado e bem definido.A Google desde cedo abraçou esta nova versão do HTML e quer a todo o custo que o Flash desapareça, por razões óbvias. A mais recente medida é ainda só uma proposta, mas irá dar ao Chrome as armas para eliminar de vez o Flash.Até ao último trimestre de 2016 o Chrome irá passar a optar sempre pelo HTML5 em detrimento do Flash, não dando aos utilizadores a possibilidade de escolherem a tecnologia a ser usada, sempre que esta possibilidade exista.As futuras versões do Chrome vão apenas mostrar ao utilizador a possibilidade de escolha do Flash quando o HTML5 não estiver presente, havendo uma lista de 10 sites que vão dispensar esta necessidade de autorização. Esta lista irá ser eliminada ao fim de um ano e nessa altura o Flash passará apenas a ser apresentado contra a autorização do utilizador.A presença dessa lista é apenas para evitar aos utilizadores estarem constantemente a autorizar e, se fosse implementada hoje, teria como elementos os seguintes sites: YouTube.com, Facebook.com, Yahoo.com, VK.com, Live.com, Yandex.ru, OK.ru, Twitch.tv, Amazon.com e Mail.ru.Vão ainda ser dados aos utilizadores os controlos necessários para que possam definir quais os sites que podem ou não aceder ao Flash, da mesma forma que hoje existem controlos para outros elementos e tecnologias.Esta é mais uma medida que pretende eliminar de vez esta tecnologia que tantos problemas traz ou pelo menos torná-lo cada vez menos presente na Internet e nos browsers.Mesmo depois de ter sido começado a ser removido da Internet há ainda muito trabalho a ser feito e estas tomadas de posição são necessárias para que quem cria conteúdos passe a olhar para o HTML5 como a tecnologia a usar.A Google tem feito a sua parte, muito à custa do Chrome e este é mais um passo na direcção do fim do Flash.source: pplware.sapo.pt

Google arrisca uma multa histórica da União Europeia

16 de Maio de 2016 às 09:45
Google


A relação entre a Google e a Comissão Europeia não tem sido pacífica. Várias vezes a gigante das pesquisas tem sido acusada de usar a sua posição dominante para promover as suas aplicações e serviços.Um dos casos mais recentes levou a que a Comissão Europeia provasse que a Google manipulava os resultados das pesquisas e isso pode agora valer uma das maiores multas já aplicadas. Vão ser 3 mil milhões de euros!

Ainda não existe uma confirmação desta multa, mas o jornal britânico Telegraph está a avançar que a Comissão Europeia estará prestes a aplicar uma multa à Google por ter abusado da sua posição dominante no domínio das pesquisas na Internet para promover os seus serviços, deixando os da concorrência para segundo plano.Esta situação foi o resultado de uma investigação realizada pela União Europeia e que detectou várias situações de utilização abusiva da Google. O que piorou esta situação foi a decisão da Google de reforçar estas práticas e ignorar as medidas que lhe foram impostas.Apesar de ser ainda uma informação que não é a final, espera-se que a decisão sobre esta multa surja no início do próximo mês. Elementos ligados a este processo revelaram que o valor da multa poderá ainda não ter sido decidido de forma final.
A multa que será passada à GoogleO valor a aplicar deverá ser de 3 mil milhões de euros, o que será ser um novo máximo para uma multa aplicada pela Comissão Europeia. A vontade da entidade reguladora é castigar todas as práticas da Google e fazer dela um exemplo para outros casos e outras situações.O valor máximo de uma destas multas pode ir até aos 10% dos lucros da empresa, o que no caso da Google poderia levar este valor até bem perto dos 6 mil milhões de euros.Tanto a Google como a União Europeia recusaram-se a comentar esta notícia, deixando para o próximo mês a confirmação desta multa e o fecho deste caso já se arrasta há alguns anos.source: pplware.sapo.pt

A Google lançou um novo teclado para iOS

13 de Maio de 2016 às 09:55
Google


Desde que a Apple abriu o iOS a novos teclados que as ofertas não têm parado de aparecer. Cada uma com as suas características únicas e que pretendem ser a escolha dos utilizadores.A Google ainda não tinha uma presença nesta nova área, mas isso mudou com a chegada do Gboard, o seu teclado para iOS.

Esta nova proposta da Google para o iOS é muito mais que um simples teclado e integra muito do que é a sua essência, as pesquisas. Directamente do teclado os utilizadores vão poder pesquisar informações, gifs e emojis e transpô-los directamente para as aplicações.Segundo a Google, a ideia do Gboard é dar aos utilizadores todas as capacidades de pesquisa e as informações que podem ser obtidas directamente da sua pesquisa, evitando que os utilizadores tenham que realizar todos os passos associados a uma simples pesquisa usando os métodos tradicionais.Com a aparência de um teclado normal, o Gboard tem presente um discreto G que deve ser seleccionado para que sejam realizadas as pesquisas.Depois de encontrada a informação pretendida, o utilizador só precisa de a arrastar para a zona de texto, ficando de imediato disponível para ser enviada.
Infelizmente o Gboard ainda não está disponível em Portugal, ficando para já apenas acessível aos utilizadores dos Estados Unidos e do Reino Unido. A Google já prometeu que, muito em breve, o Gboard vai ser alargado a outros idiomas e a outros países.O Gboard vem facilitar a vida a todos os utilizadores, colocando-lhes à distância de um dedo todo o universo de pesquisas da Google.source: pplware.sapo.pt