Microsoft prepara-se para dar uma nova cara ao Windows 10 na próxima grande atualização
16 de Novembro de 2018 às 09:16A Adobe começou finalmente a matar o Flash
Há muito tempo que se fala da necessidade de abandonar o Flash e de se adoptarem as novas tecnologias desenvolvidas para a criação de animações na Web.Mesmo com esta ideia, o Flash tem teimado em morrer, muito por culpa da Adobe. Mas um primeiro passo rumo ao fim do Flash pode ter sido dado e veio directamente da Adobe.
Todos conhecem e reconhecem os problemas que o Flash traz para os utilizadores. Para além dos consumos excessivos de recursos e da carga que coloca nos browsers, é também uma fonte de problemas de segurança que recorrentemente têm de ser resolvido.Com a chegada do HTML 5 e de outras tecnologias o Flash acabou por se tornar obsoleto mas, e por culpa da sua elevada utilização, insistia em manter-se activo e bem vivo.Um passo dado agora pela Adobe vai acabar com esta posição e abrir a porta a que surjam alternativas mais simples e menos pesadas de serem usadas. A ferramenta Flash Professional vai ser renomeada e passar a chamar-se Adobe Animate CC.Esta pode parecer uma simples mudança, mas a verdade é que o novo Adobe Animate CC vai abrir as portas a novas tecnologias que vão deixar o Flash de lado.Esta mudança acontecerá já em Janeiro de 2016, altura em que a Adobe lançará o Adobe Animate CC para todos. A maior diferença está nos formatos de exportação que vão passar a ser suportados.Finalmente surge o HTML5, o WebGL, formatos SVG, os vídeos 4K e claro, a presença do Flash é garantida. Mas a certeza da Adobe é que está a dar aos utilizadores desta plataforma a possibilidade de evoluírem na tecnologia e usarem os novos padrões da indústria.O Adobe Animate CC manterá toda a sua imagem bem como os menus e as opções, mas passará a dar ênfase e atenção especial a estas novidades, encaminhando os utilizadores para a sua utilização e não para o Flash.O Animate CC chegará para todos os assinantes do Creative Cloud até meados de Janeiro de 2016, bastando aos utilizadores esperar pela actualização.Esta mudança não representa para já o fim do Flash, mas é o primeiro passo da Adobe nesse sentido. Ainda existem muitos conteúdos nesse formato, mas lenta e gradualmente a transição está a ser feita e será com recurso a ferramentas como o Animate CC que isso será possível.source:pplware.sapo.pt
Dica: Como ter o seu iPhone mais rápido em 10 segundos
Os nossos smartphones são hoje gadgets de extrema importância que nos acompanham na maioria das tarefas que realizamos. Nesse sentido, gostamos que os mesmos sejam rápidos e que não haja “crashs” ao nível das aplicações e claro do próprio sistema operativo.Hoje ensinamos um pequeno truque, que demora menos de 10 segundos a realizar, e que torna o iPhone mais rápido por uns momentos.
Esta dica é uma cortesia do canal Gizmodo (via Marc Forrest) e, de facto, é bastante simples de colocar em prática. A única coisa que temos de fazer é carregar no botão físico do Power até que apareça no ecrã a opção “Desligar”. Em seguida carreguem no botão HOME até voltarem à Home screen. E é isto!Mas o que acontece na prática?Ao realizarem o processo anterior estão na prática a libertar memória RAM que é sempre um elemento fundamental na performance de qualquer equipamento. O truque referido funciona também, obviamente, no iPad e iPod Touch. Experimentem. Se conhecerem outras dicas partilhem connosco.source: pplware.sapo.pt
Atenção: iluminações de Natal interferem com a sua rede wireless
As redes wireless estão hoje presentes na maioria das casas. Aspectos como a mobilidade, segurança e boas velocidades de transferência de dados são alguns dos factores que fazem com que este tipo de tecnologia seja uma das mais usadas.Mas se recentemente a sua ligação à Internet lá em casa ficou mais lenta saiba que a culpa pode ser do pinheirinho, mais concretamente da iluminação de Natal.
Como é do conhecimento geral, as redes wireless (ou redes sem fios) são bastante susceptíveis a interferências mas perdem também performance devido a algumas barreiras (ex. paredes grossas, humidade, etc). Isto quer dizer que o sinal sofre um “enfraquecimento” devido à influência de fenómenos como a reflexão, refracção, difracção ou até mesmo absorção, além das interferências causadas especialmente por equipamentos que funcionam na mesma gama de frequências. Sabia que as iluminações de Natal podem interferir na sua rede?De acordo com o Ofcom – órgão regulador das comunicações no Reino Unido, os elementos eléctricos usados nos períodos festivos, com por exemplo as iluminações de natal, podem influenciar negativamente a performance da rede wifi.Para avaliar a performance da rede, o regulador lançou uma app móvel designada de Ofcom Wi-Fi Checker (para Android) que permite avaliar a qualidade do sinal. No entanto esta app é incompatível com vários dispositivos e nesse sentido aconselhamos a utilização da app inSSIDer. Nos routers Technicolor TG784n v3 que vêm com os pacotes fibra da MEO, podem usar a ferramenta nativa.Se tem iluminações de Natal junto ao router ou então perto do seu smartphone/tablet/PC e notaram uma degradação de sinal da rede wifi, então experimentem mudar o pinheirinho de lugar ou desligar mesmo a iluminação de Natal por uns momentos para verificar se as interferências têm essa origem.source: pplware.sapo.pt
Finalmente a sua despensa vai ser inteligente
Investigadores do programa MIT Portugal desenvolveram um pequeno sensor que ajuda a perceber se têm determinado produto na despensa ou no frigorífico e qual o seu estado de conservação.Quantas vezes já teve vontade de comer aquele pacote de bolachas que estão guardadas na despensa e no dia em que decidiu fazê-lo verificou que as mesmas já estão fora da validade? Isto é algo que acontece algumas vezes, uma vez que não temos nenhum sistema de notificação que nos diga o que temos na despensa ou no frigorífico e qual o estado de conservação.Mas há novidades!
Investigadores do programa MIT Portugal desenvolveram um pequeno sensor que, colocado nas embalagens de alimentos, pode ajudar os consumidores a perceber se têm determinado produto na despensa ou no frigorífico e qual o seu estado de conservação.A informação acerca dos alimentos pode ainda ser consultada nos telemóveis, no decorrer das deslocações ao supermercado ou à praça, contribuindo para compras racionais e para a redução do desperdício alimentar.Em declarações à agência Lusa Lusa, Tiago Cunha Reis referiu:É como se fosse um selo de correio, com moléculas muito pequenas que se tornam sensores e reagem a variações de temperatura, exposição à luz e à humidade, assim como a outras propriedades dos alimentosO investigador do programa doutoral MIT Portugal, resultado de uma parceria com a universidade norte-americana MIT, explicou que o “selo de correio” pode ser colocado em qualquer embalagem, seja uma garrafa de vidro ou de cartão, como um pacote de leite.Tem a capacidade de reter informação sobre a qualidade do produto através da leitura daquelas variáveis, mas também de registar esses dados, o que permite recebe-la comunicando, por exemplo, com um telemóvel, com uma aplicação ‘mobile’ também já desenvolvida, como especificou Tiago Cunha Reis.A análise do sensor, relatou, vai além da informação do prazo de validade do alimento, ao ter em conta “todas as variáveis que atuaram sobre o produto, desde o seu ciclo de produção, distribuição e consumo, e faz um cálculo que reflete o seu estado” de conservação, através de uma percentagem de zero a 100 em que 100 é o melhor.Assim, quando o consumidor vai ao supermercado pode receber informação do que tem na despesa ou no frigorífico e qual o seu estado de conservação, de modo a gerir de forma sustentável as compras.Este projeto, através da Mater Dynamics, entidade criada para trabalhar o produto, foi distinguida na semana passada, na 4ª edição do projeto de empreendedorismo do Expresso e da EDP ao receber um prémio de 20 mil euros.Via LUSAsource: pplware.sapo.pt
Cuidado, os leitores dos cartões multibanco podem ser enganados
Os sistemas de pagamento são alvos preferenciais para ataques e para tentativas de fraude. Sempre que conseguem, os atacantes procuram roubar não apenas os dados mas também dinheiro das suas vítimas.Uma nova descoberta, vinda do conhecido Samy Kamkar, provou que qualquer cartão magnético pode ser reproduzido por ondas electromagnéticas e assim enganar qualquer terminal de pagamento.
O novo dispositivo que Samy Kamkar criou permite enganar qualquer terminal de pagamento, simulando o processo de passagem desses cartões de banda magnética.Com um tamanho diminuto, pouco maior que uma moeda de 20 cêntimos, o MagSpoof foi criado para armazenar toda a informação constante dos cartões de crédito ou que tenham uma banda magnética.Para além de armazenar essa informação, o MagSpoof consegue também reproduzi-la e simular os cartões na presença de um terminal de pagamento.Para criar este pequeno dispositivo, Samy Kamkar usou apenas um microcontrolador Atmel ATtiny85, um L293D H-bridge para para guiar o electroíman, uma bobine de fio de cobre, uma pequena bateria de 100mAh 3.7V e alguns LEDs, resistências e switches.O funcionamento do MagSpoof é simples e o próprio Samy Kamkar descreve-a no seu site, onde pode também ser encontrada informação variada para todos os que queiram montar um.MagSpoof emulates a magnetic stripe by quickly changing the polarization of an electromagnet, producing a magnetic field similar to that of a normal magnetic stripe as if it’s being swiped. What’s incredible is that the magstripe reader requires no form of wireless receiver, NFC, or RFID — MagSpoof works wirelessly, even with standard magstripe readers. The stronger the electromagnet, the further away you can use it (a few inches in its current iteration).Todo o processo é explicado num vídeo em que Samy Kamkar revela o processo de criação do MegaSpoof e a sua utilidade.Mas onde entra a segurança?Para obter a informação dos cartões de crédito, que está residente na banda magnética, Samy Kamkar descobriu uma falha no processo de criação destes cartões.Explorando esta falha é possível ao MagSpoof descobrir o números de qualquer cartão, baseado num cartão cancelado. Também a nova data de vida deste cartão pode ser obtida através da data de cancelamento.Com o MagSpoof é ainda possível enganar os terminais de pagamento para aceitar pagamentos de cartões que têm chips com criptografia avançada e preparada para detectar e evitar fraudes.Samy Kamkar não incluiu esta funcionalidade no MagSpoof e apresentou a vulnerabilidade às empresas que tratam de emitir esses cartões.source: pplware.sapo.pt
Rumor indica que iPhone 7 pode vir sem ligação áudio tradicional
Lançado há poucos meses, o iPhone 6s é actualmente o smartphone que todos tentam superar. Mas ainda com este modelo a dar cartas, a Apple terá já em desenvolvimento o sucessor deste iPhone.Rumores agora surgidos dão conta das primeiras novidades que se podem esperar. Mais uma vez volta a informação de que o iPhone irá abandonar a ligação de áudio tradicional.
Ainda á muito cedo para se saber o que o novo iPhone trará, principalmente porque a Apple está ainda a definir a sua forma e configuração final.Estamos a meses da data provável de lançamento deste novo modelo, mas isso não impede que surjam os primeiros rumores e as primeiras ideias do que será o iPhone 7.Uma informação surgida do site japonês Mac Otakara dá conta de que a Apple se poderá estar a preparar para abandonar a tradicional ligação áudio e passará a usar apenas a sua ligação proprietária Lightning.Esta mudança permitiria à Apple conseguir algo que há muito tenta e que é também pedido pelos utilizadores do iPhone. Falamos de diminuir a espessura do seu smartphone, algo que será possível sem a presença do conector para o jack de 3,5mm.Esta alteração, e também segundo o rumor lançado, permitiria ao iPhone 7 ser 1 milímetro mais fino que os actuais 7,1 mm do iPhone 6s. Este ganho poderá ser ainda maior se a comparação for feita com o iPod Touch, que tem 6,1mm.A utilização da interface Lightning vai permitir que sejam usados headphones com melhor qualidade de áudio, com DAC (conversão digital para áudio), para além de permitir usar as especificações MFi, que a Apple lançou em 2014 para os seus equipamentos e para os seus parceiros.Existem já no mercado algumas propostas que fazem uso deste conector Lightning e que permitem a ligação a todos os equipamentos móveis mais recentes da Apple.Claro que deverá ser lançado também adaptadores de áudio para lightning, para permitir aos utilizadores usarem os headphones tradicionais.Caso esta decisão se torne uma realidade, a Apple poderá enfrentar as mesmas opiniões de desagrado que surgiram quando a empresa mudou o cabo de ligação de 30 pinos para Lightning, que é hoje o padrão dos seus equipamentos.source: pplware.sapo.pt
Porque é que os smartphones caem com o ecrã para baixo?
Quem é que nunca passou pela desagradável experiência de deixar cair um smartphone? Certamente muitos dos nossos leitores já passaram por tal situação e, na maioria dos casos, o ecrã do telefone partiu!Mas o smartphone ter caído com ecrã para baixo não foi apenas azar, a física teve um papel importante, sabia disso?
Acaba de tirar o smartphone do bolso e o mesmo escapa-lhe da mão e cai no chão desamparado. Com um olhar repentino verifica que o mesmo caiu com o ecrã para baixo e, nesse momento, o mundo parece parar por breves segundos até ficar a saber se de facto o ecrã partiu ou não.Na maioria dos casos o smartphone cai com o ecrã para baixo e a explicação pode ser semelhante à da torrada que cai sempre com a manteiga para baixo… leis da física!Mas afinal porque cai, normalmente, com o ecrã para baixo?A resposta até é simples mas está dependente de vários factores. Segundo o professor e investigador Robert Matthews, da Aston University, depende principalmente de como estamos a segurar o equipamento e a distância que este está do chão. Como normalmente a maioria das pessoas segura o smartphone pela parte traseira, a uma altura do peito, as estatísticas revelam que o mesmo acaba por cair com o ecrã para baixo porque não tem altura suficiente para rodar (segundo a física).Mas o investigador vai ainda mais longe e até desenvolveu uma fórmula matemática que prevê como o smartphone vai cair. Esta fórmula tem em conta o comprimento do smartphone, a aceleração, além de outras variáveis. Um dado curioso num mundo tão materialistaSegundo algumas estatísticas, cerca de 29% das pessoas usa um smartphone com ecrã partido. O trabalho realizado pelo investigador foi “patrocinado” pela Motorola que descobriu também que, na maioria dos casos, o utilizador apenas segura o smartphone com uma mão e com os dedos abaixo do centro de gravidade (normalmente para responder a mensagens ou simplesmente escrever no teclado).O material com que é feito o smartphone também influencia obviamente na forma como o mesmo cai.O ditado é velho “pão de pobre cai sempre com a manteiga para baixo”… afinal a culpa não é do estatuto social, a culpa é da física!!!
source: pplware.sapo.pt
Huawei apresentou o seu novo smartphone, o Mate 8
A Huawei é uma marca que tem sabido crescer e tornar-se uma referência no mundo dos smartphones. É já a a segunda marca de smartphones Android na Europa e não deve parar por aqui.Hoje, num evento que teve lugar na China, a marca apresentou o seu mais recente smartphone de topo, oMate 8.
O novo Mate 8 é o herdeiro do já anterior modelo de sucesso, o Mate 7. Este novo smartphone está ainda apenas disponível na China, onde estará em exclusivo nos próximos meses.Será apenas apresentado ao público na CES de 2016, onde a marca chinesa o mostrará a todos e o introduzirá para comercialização fora do seu mercado.Este novo smartphone segue a linha dos equipamentos anteriores da marca e centra-se em dar aos utilizadores as mais recentes e modernas funcionalidades.Presente está o leitor de impressões digitais, que é já imagem de marca desta linha Mate, um ecrã de dimensões generosas, com 6 polegadas, e uma moldura quase inexistente. Os 3 ou 4GB de RAM presentes, que dependem do modelo, vão apoiar o processador octa-core Kirin 950 e o GPU Mali-T880MP4 e dar a este novo processador tudo o que é necessário para os utilizadores o poderem explorar.Com este novo processador chega também o co-processador i5, que terá a seu cargo todo o processamento dos sensores e que garantirá um baixo consumo de energia.Já com o Android Marshmallow presente, este é outros factor que diferencia o Mate 8 da concorrência.As câmaras fotográficas do Mate 8 são de 8 megapixéis na frente e de 16 megapixéis na traseira, garantindo fotografias de elevada qualidade.Um elemento que é presença garantida nesta linha Mate é a sua bateria de elevada capacidade. O Mate 8 não desilude mais uma vez e tem presente uma bateria de 4000mAh.Também na cores o Mate 8 é diferente e a Huawei resolveu apresentá-lo em Champagne Gold, Moonlight Silver, Space Gray e Mocha Brown.O preços já existem, se bem que ainda apenas para a sua comercialização na China:3 GB RAM e 32 GB de memória por US$ 4704 GB RAM e 64 GB de memória por US$ 5804 GB RAM e 128 GB de memória por US$ 690Este será, com certeza, mais um caso de sucesso vindo da Huawei. Chegará à Europa em meados do próximo ano e o de certeza que conseguirá seguir a boa prestação que os modelos anteriores tiveram.source: pplware.sapo.pt
Work Chat é o novo Messenger do Facebook para empresas
Para muitos o Facebook é uma distração para outros, no entanto também pode ser uma poderosa ferramenta de trabalho. O Work Chat é o Messenger vocacionado par ao profissional.
O ‘Facebook at Work’ permite aos utilizadores separar a sua vida pessoal da profissional, contornando assim a desconfiança gerada por muitas empresas que bloqueiam o acesso à rede social convencional. Esta versão da rede social permite a possibilidade de se conectar e colaborar com os seus colegas, utilizando as ferramentas úteis do Facebook, como o news feed, grupos, mensagens e eventos.Agora surge, também, um chat intitulado Work Chat, que permite a troca de mensagens instantâneas com os seus colegas de trabalho. Neste momento é uma aplicação exclusiva para o Android e já está disponível na Google Play. No entanto, a sua empresa terá de aderir ao Facebook at Work para que possa aceder a estas funcionalidades.source: www.tecnologia.com.pt
Li-Fi: A Internet super-rápida através das lâmpadas
A sua Internet vai chegar pelas lâmpadas de sua casa cerca de 170 vezes mais rápida (teoricamente) do que tem agora por Wi-Fi (considerando a norma 802.11ac wave 1, com um throughput máximo de 1.3 Gbps). Agora pense… com uma velocidade ultra-sónica, com o Li-Fi vai descarregar um filme 4K em poucos segundos.Lembra-se de termos falado aqui há uns meses nesta tecnologia? Pois bem, ela está muito perto de entrar em sua casa e já foram feitos testes em ambiente real.
Li-Fi, a alternativa supersónica ao Wi-Fi, já o havíamos aflorado em 2011, num artigo que mostrava na altura haver espaço para uma nova tecnologia. Se nessa altura ainda só se falava em velocidades reais de uns 3 Mpbs, apesar das projecções teóricas apontarem para velocidades que podem chegar aos 224 Gbps (gigabits por segundo), os responsáveis pelo projecto anunciaram recentemente que conseguiram chegar a 1 GBps (aprox. 8 Gbps) em cenários reais. A esta velocidade real, um filme ou qualquer conteúdo de “gigas” pode ser descarregado em segundos e isso transpõe a própria Internet para uma nova dimensão. De facto, num teste piloto elaborado pela startup Velmenni, da Estónia, a tecnologia foi testada em escritórios e ambientes industriais em Tallinn.A tecnologia Li-Fi usa as luzes para transmitir a informação pelo ar. Sabemos que a fibra óptica já usa a luz para transportar dados em alta velocidade, recorrendo à reflexão da luz nas fibras que além de uma velocidade altíssima permite que não haja qualquer perda pelo caminho. E é por isso que os cabos transatlânticos, que muitas vezes falamos, transportam fibra óptica que leva a Internet por esse mundo fora.Contudo, transmitir informação pelos raios de luz através do ar é muito mais difícil, isto por não há “um túnel de luz”, para guiar o sinal para o levar até onde tem de ir. O CEO da Velmenni, Deepak Solanki, referiu que a empresa está nesta altura a fazer alguns testes piloto com diferentes empresas recorrendo à tecnologia VLC (visible light communication). Para isso desenharam uma lâmpada inteligente para ser aplicada em ambientes industriais quando há necessidade da comunicação ser feita pela tecnologia Li-Fi."We are also doing a pilot project with a private client where we are setting up a Li-Fi network to access the internet in their office space."Concluiu SolankiA tecnologia está também a ser testada pela companhia aéreas, que pretender ter nos aviões ligações à Internet, assim como as agências de segurança, pelo potencial em termos de segurança, pois pode-se circunscrever a comunicação apenas onde há luz e pode ser importante para certas agências de “inteligência”.source: pplware.sapo.pt