Microsoft prepara-se para dar uma nova cara ao Windows 10 na próxima grande atualização
16 de Novembro de 2018 às 09:16
Recentemente, com a emancipação do Google Hangouts e o lançamento do Google Photos, as mensagens e as fotos saltaram fora do Google+. Mas isso não quer dizer que a rede social tenha morrido. O Google+ renasceu agora para ser um espaço onde pessoas com interesses comuns se possam encontrar. Para tal, a aposta centra-se em dois produtos: as Comunidades e as Colecções.Quando o Google+ apareceu em 2011, o então director Vic Gundotra queria que ele fosse uma espécie de identidade transversal, que unificasse todos os produtos Google, ao mesmo tempo que funcionava como uma alternativa ao Facebook. Mas estes dois objectivos estiveram longe de ser concretizados.O Facebook cresceu brutalmente desde 2011 e inclusive copiou algumas das inovações que o Google+ trouxe. Entretanto, a rede social da Google foi considerada intrusiva por muitos dos utilizadores, que não queriam um perfil público para usar o Gmail ou que gostavam da sua alcunha do YouTube.O Google+ que todos conhecemos falhou. Mas quatro anos depois há um novo Google+, com um novo design e uma nova proposta. Este novo Google+ já não tem nada a ver com o Facebook, é uma rede social de interesses, onde podemos discutir os assuntos de que gostamos em Comunidades e agrupar posts tematicamente em Colecções. São estes os dois produtos-chave do novo Google+.A rede social da Google já não tem nada a ver com mensagens, nem com fotografias. O Google Hangouts e o Google Photos estão a funcionar muito bem de forma independente. E os youtubers, assim como os utilizadores do Gmail, estão satisfeitos por o Google+ os ter deixado em paz.Uma rede social de interessesO novo Google+ centra-se nas Colecções, que nos permite mergulhar em conteúdo relacionado com temas que nos interessam, e as Comunidades, que nos permitem conversar com outras pessoas que gostam das mesmas coisas que nós. Não há fotos, nem mensagens.Os perfis e as páginas continuam no Google+, mas os círculos desapareceram. Agora para te conectares a uma pessoa só tens de clicar num botão de “follow” – tal e qual como no Twitter.A interface do Google+ está desenhada de acordo com a linguagem Material Design da Google, proporcionando uma experiência agradável no site. A Google diz que o novo design é, por agora, opcional e que um pop-up vai surgir quando acedes à página inicial do Google+ a perguntar-te se queres experimentar. Caso não te apareça nada, navega até aqui e depois clica na caixa de pesquisa.As apps Android e iOS do Google+ também têm aspecto novo; o update chegará num dos próximos dias às lojas (no caso do Android, podes descarregar a versão APK aqui). A versão web da rede social adopta o responsive design, adaptando-se a qualquer ecrã.source: www.shifter.pt
Facebook adiciona novas formas de reagir às publicações
O Facebook anda sempre a ‘inventar’ formas novas de cativar os utilizadores. Há poucos momentos divulgou mais uma novidade… novas formas de reagir às publicações, com vários ícones que representam um sentimento sobre determinado conteúdo.Vamos conhecê-los!
Mark Zuckerberg decidiu adicionar novos ícones para fazerem companhia ao tão conhecido Like do Facebook.Agora, para além de fazerem gosto, partilhar ou comentar, os utilizadores desta rede social podem expressar vários sentimentos à publicação através de seis novos emoticons.Vamos então conhecer cada um dos novos sentimentos por ordem de apresentação:Like/GostoAmorAhAhYayUauTristezaIraSempre que alguém coloca um destes emoticons nas vossas publicações, recebem uma notificação de que determinado amigo reagiu ao que colocaram, como podem ver no exemplo seguinte:Já se tinham apercebido desta novidade? Qual a vossa opinião destes novos ícones?source:pplware.sapo.pt
Apple aposta nas energias renováveis na Ásia
As preocupações ambientais devem fazer parte, cada vez mais, das tomadas de decisão das empresas.Neste âmbito, a Apple quer torna-se uma empresa mais verde e, nesse sentido, está a promover uma série de acções. A mais recente foi um acordo com a Sunseap Group em Singapura que irá garantir que todas as suas acções no país sejam alimentadas através de energias renováveis.
Já a partir de Janeiro do próximo ano, a Apple será a primeira empresa em Singapura a trabalhar exclusivamente através de energias renováveis com o objectivo de, dentro em breve, conseguir fazê-lo de forma sustentável em todo o mundo.A primeira loja da Apple na Singapura está para abrir em breve e já será abrangida por este projecto, sendo alimentada a 100% por energias renováveis.Este é apenas um dos muitos projectos que a empresa tem em curso neste âmbito da sustentabilidade ambiental. Na China, por exemplo, a empresa da maçã anunciou em Outubro que irá construir um projecto de energia solar de 200 megawatts.Na Califórnia, para alimentar o seu novo Campus, a empresa já avançou também para a compra de energia solar de um parque já existente.No caso específico da Singapura não será possível a criação de um parque fotovoltaico devido às limitações territoriais. Junto ao Campus da Apple no país existe uma grande densidade populacional limitando a sua criação, pelo que serão os telhados de edifícios públicos e instalações da Apple a receber os painéis solares capazes de gerar 50MW de energia, o suficiente para abastecer o equivalente a 9000 casas, de acordo com a Apple. Não será só a Apple a ganharOs edifícios públicos que albergarem os painéis solares, serão também eles abastecidos por esta energia renovável.A empresa parceira da Apple neste processo, a Sunseap, espera um efeito em cascata na adopção deste tipo de energia nas empresas que trabalham no país.source:pplware.sapo.pt
PS4 usada para planear os atentados de Paris
A passada sexta-feira 13 vai ficar marcada na história do mundo! Em Paris, um grupo de vários terroristas matou mais de 127 pessoas e deixou mais de 300 feridas.Segundo o Ministro dos Assuntos Internos da Bélgica, Jan Jambon, os terroristas podem ter usado a popular PlayStation 4 para comunicarem antes dos atentados em Paris.
As investigações relativas ao que aconteceu na passada sexta-feira em Paris continuam. Agora, segundo uma revelação de um Ministro Belga, os terroristas podem ter usado o sistema de comunicação da PS4 para combinarem todos os pormenores do atentado.Segundo Jambon, a escolha da PS4 pelos agentes da ISIS pode ter-se devido ao facto das comunicações serem realmente seguras e todo o sistema de comunicação ser bastante fechado.A PlayStation 4 é ainda mais difícil de “monitorizar” do que o WhatsApp.Quando a nova geração de consolas foi lançada, surgiu de imediato a preocupação com a privacidade dos utilizadores, isto porque as câmaras podiam ser usadas para realizar espionagem.Mike Thompson, director de segurança de informação de produtos e serviços da Linus Information Security Solutionm refere que a PS4 utiliza um sistema de ficheiros de proprietário e o disco rígido é cifrado, o que acaba por tornar os ataques ao sistema e trabalhos de investigação forense bastante mais difícil.Assim, empresas como a Sony e outras tomaram algumas medidas e melhoraram as plataformas de comunicação, algo que pode levado os terroristas a escolherem a plataforma de comunicação da PS4.
source:pplware.sapo.pt
iPad Pro é de longe o tablet mais rápido que a Apple já contruiu
O iPad Pro era o tablet que muitos aguardavam há já muitos anos. Depois de ter passado muito tempo a alimentar rumores, surgiu finalmente este ano.Encarado por muitos como o substituto natural de qualquer computador portátil, mostra-se agora como o mais rápido e mais completo tablet que a Apple já construiu.
Agora que chegou ao mercado o iPad Pro, começam a surgir e a serem conhecidas todas as suas capacidades. Depois de se ter descoberto que tem dentro de si o suporte para USB 3.0, viu-se também que é o mais rápido tablet da Apple e por uma margem bem longa.A “culpa” desta posição de destaque vai inteiramente para o hardware que o compõem, em especial para o novo processador A9X que a Apple desenvolveu.É este coração que o torna uma máquina imbatível e capaz de superar toda a concorrência, mesmo a interna da Apple. O teste exaustivo que o site ArsTecnica fez ao iPad Pro mostrou que esta é a máquina com maior performance dentro da oferta de tablets da Apple.Os testes de Geekbench, quer de single-core quer de multi-core, mostram que esta é uma máquina sem rival e que a Apple não tem qualquer outro equipamento que se aproxime.Apenas o iPhone 6s consegue chegar perto da performance do iPad Pro, mas ainda assim fica a uma distância que é de relevar.Também quando comparado com a concorrência mais séria, já no campo dos computadores portáteis, o iPad Pro consegue valores que o colocam bem perto do que as melhores máquinas podem entregar.Não fica na liderança, mas acompanha qualquer uma nos momentos mais exigentes e de maior trabalho.Algo curiosa é a prestação do iPhone 6S na comparação directa com o iPad Pro. Os resultados são próximos, mas a grande diferença é na capacidade que existe de manter a performance.O corpo do iPad Pro, maior e mais ajustado, consegue causar uma muito melhor gestão de calor, o que lhe permite manter as prestações uniformes durante mais tempo, algo em que o iPhone 6S perde.Apple Pencil bate a caneta do Surface ProMas as comparações não terminam nas prestações deste tablet. Outra novidade que ele traz é o Apple Pencil, uma caneta criada para permitir o desenho e a tomada de notas de forma simples e intuitiva.Não sendo uma ideia nova no mercado, importava comparar as suas prestações com a do seu maior rival, o Surface da Microsoft.Também aqui os resultados são bastante claros, com o Apple Pencil a conseguir ter menos latência que o da caneta da Microsoft.A aposta da Apple no iPad Pro é bem clara. Quer que ele seja o substituto natural do portátil, em qualquer situação e para qualquer tarefa.Esta vai ser uma difícil tarefa, em grande parte por culpa do iOS, mas provavelmente e a partir de agora, os seus desenvolvimentos vão ser bem diferentes.De qualquer forma está provado o que todos sabiam. O iPad Pro é um excelente tablet e será de certeza mais um caso de sucesso da Apple.source:pplware.sapo.pt
Bug da Apple obriga utilizadores a reinstalar software
Um bug na segurança dos computadores Mac está a forçar alguns utilizadores Apple a apagar e a reinstalar software que já havia sido descarregado da App Store.Ao que tudo indica o problema está num certificado de segurança que caducou, mas está a inquietar os utilizadores.
A notícia divulgada pela The Verge, dá conta que das primeira pessoas a detectar este bug foi um developer, Paul Haddad, que verificou que o problema deverá estar num certificado de segurança usado pela Apple que verifica as apps.
A fabricante do iPhone resolveu entretanto o problema, revalidando o certificado, que agora expira em Abril de 2035, mas isto não resolveu o problema por completo ao que parece.Não está ainda muito claro quais as apps afectadas por este bug, pois são vários os programas reportados pelos utilizadores. Uns resolveram o problema somente desligando e voltando a ligar o Mac à Mac App Store, outro referem que a solução passa por reinstalar todas as aplicações que foram afectadas.Nalguns casos a solução passou somente por fazer um reiniciar à máquina.Se teve algum sintoma anómalo numa qualquer aplicação nestas últimas horas, então poderá ter sido algo relacionado com este problema, mas ao que parece está resolvido.
source:pplware.sapo.pt
Portugal pediu ao Facebook dados de 486 utilizadores
Rede social revela que pedidos do governo sobre as contas e perfis dos utilizadores dispararam.
As autoridades portuguesas pediram ao Facebook informação sobre 486 utilizadores, no primeiro semestre deste ano, mas apenas 36% dos pedidos foram atendidos. No mesmo período do ano passado, Portugal tinha requisitado os dados de 403 contas - um aumento de pedidos que segue uma tendência que também se verifica no resto do mundo.
O relatório do Facebook, divulgado quarta-feira, revela os pedidos de acesso que os governos fazem à rede social e a resposta que recebem. A preocupação com a privacidade tem crescido entre os internautas e a rede social tem acompanhado, divulgando mais vezes os termos e usos dos dados que o Facebook recolhe.
"A grande maioria destes pedidos está relacionada com processos penais, como roubos ou raptos", explica o relatório. Muitas vezes, os "pedidos governamentais pretendem obter informações básicas do subscritor, como o nome e a duração do serviço". Também é possível pedir o endereço de IP do utilizador ou os conteúdos, publicações, da conta. Segundo a rede social, a legalidade de cada pedido é verificado individualmente.
No primeiro semestre de 2015, os Estados Unidos foram o país que pediu mais informações sobre as contas dos utilizadores, com 26 579 pedidos - 78,85% deles foram atendidos.
O Reino Unido e a França também tiveram um número elevado de pedidos, 3 384 e 2 520, respetivamente.
O relatório mostra também o número de publicações que foram retiradas da rede por desrespeitarem leis locais, como por exemplo, conteúdos que apelem ao ódio ou de cariz sexual explícito. Os países com mais conteúdo retirado do Facebook foram a Índia - 15 155 publicações - e a Turquia - 4 496 publicações.
Segundo a empresa, os pedidos são "minuciosamente analisados para determinar se o conteúdo especificado constitui realmente uma infração da legislação local". Um exemplo disso são as publicações sobre o Holocausto na Alemanha. Como negar este acontecimento é ilegal no país, qualquer publicação que o faça é retirada.
source:www.dn.pt/
Novo estudo mostra que o Android é mais seguro que o iOS
A segurança dos dispositivos móveis é um tema que tem sido bastante discutido e que se tem provado difícil de controlar. A culpa, maior parte dos casos, está nas aplicações e na forma como estas se ligam aos sistemas operativos.Vários estudos têm mostrado diferentes posições em relação a este problema, mas um recente mostrou que o nível de ameaças no Android é inferior ao do iOS, sendo por isso mais seguro.
São vários os possíveis pontos de falha de segurança num sistema operativo. Desde o próprio sistema e as suas APIs até às sempre controversas aplicações, os atacantes podem explorar e conseguir aceder aos dados dos utilizadores ou simplesmente assumirem o controlo dos dispositivos.Um estudo agora apresentado pela CheckMarx provou que as aplicações no Android são mais seguras que as do iOS, apresentando menos situações críticas e que podem causar problemas.Os números são muito semelhantes, mas conseguem dar uma ligeira vantagem ao Android, que assim se mostra um sistema em que os utilizadores podem confiar.Estes valores surgem da avaliação de centenas de aplicações, quer no Google Play, quer na App Store e onde foram agrupadas pelos tipos de falhas detectadas (baixa, média, alta e crítica). As apps analisadas vão desde aplicações bancárias, ferramentas, jogos e até aplicações de segurança.Os números são claros e o iOS reuniu uma percentagem maior de falhas críticas e altas, o que o coloca numa posição mais vulnerável. Os 40% obtidos deixam-no à frente e por isso mais exposto, do que o Android, que obteve 36%.Os criadores deste estudo revelaram ainda que a falha mais comum em todas as falhas está associada à passagem de informação dos utilizadores e a sistemas de autenticação pouco seguros e que facilmente podem ser contornados.Como foi já referido, esta diferença é mínima, mas mostra de forma clara que o sistema operativo móvel da Apple tem estado a perder a sua aura de protecção máxima que sempre teve associada.O Android não ficando muito longe, consegue ainda assim ter uma prestação com menos falhas preocupantes, o que o coloca numa posição de destaque.Também deixa uma visão pouco optimista para os sistemas móveis. Qualquer um dos dois principais sistemas apresenta falhas graves e que podem comprometer a segurança dos utilizadores e os seus dados.
source:pplware.sapo.pr
Já podes usar o Google Maps sem Internet
A partir de agora, se tens um Android, já podes navegar offline com o Google Maps. A informação foi adiantada em Maio na conferência Google I/O pela empresa norte americana mas só agora começa a estar disponível.
A nova actualização permite que descarregues, por zona, os mapas da app que passam instantaneamente a estar acessíveis para navegações sem ligação à net. A necessidade de tornar as funcionalidades desta aplicação disponíveis mesmo na ausência de uma conexão à internet prende-se com o facto de “60% da população mundial não ter acesso à internet e mesmo a que tem, não ser de qualidade”, como se pode ler no seu blogue oficial.Mesmo offline, este update vai ainda dar-te acesso a indicações e informações úteis relativamente a estabelecimentos na àrea circundante onde te encontras. O plano da Google é, “com o tempo, tornar disponíveis offline cada vez mais funcionalidades”.Se tens um iPhone, vais ter de esperar. Estas novidades ainda não estão disponíveis para iOS mas a Google revela que chegarão em breve.source:www.shifter.pt
ESET divulga ameaças informáticas de outubro
A ESET, empresa de software especializado em soluções de segurança informática divulgou a listas das dez maiores ameaças informáticas que afetaram gravemente sistemas de utilizadores domésticos ou empresas.
As maiores ameaças nesta lista revelam o aumento da presença de cada vez mais Worms, links maliciosos, trojans, e scripts, conforme comprova o seguinte quadro:Nesta lista o numero um reporta a uma grave ameaça batizada como “Win32/Bundpil”, um malware que estabelece uma ligação a um servidor malicioso, descarrega software e difunde-se com o apoio de dispositivos de armazenamento externos conduzindo ao bloqueio total de ferramentas administrativas do próprio computador.Estes tipos de relatórios de segurança servem para alertar os utilizadores sobre os perigos informáticos que decorrem de uma utilização online nos seus dispositivos, mas revela que a atividade dos hackers continua cada vez mais agressiva e mal-intencionada.Relembramos que esta mesma empresa a ESET, no passado, já promoveu uma ferramenta útil, o ESET Online Scanner para minimizar os perigos de um navegação desprotegida na internet.source:www.tecnologia.com.pt