Microsoft prepara-se para dar uma nova cara ao Windows 10 na próxima grande atualização
16 de Novembro de 2018 às 09:16Messenger quer vasculhar as fotos do teu telemóvel... Por uma boa causa
Mais que uma app para trocar mensagens, o Messenger quer ser uma espécie de “Facebook privado”, onde podemos conversar com os nossos amigos longe dos holofotes de uma rede social. Com 700 milhões de utilizadores, o Messenger já serve para fazer videochamadas, para enviar GIFs e para dizer onde estamos; agora vai dar também para partilhar fotos com amigos.
De acordo com dados do Facebook, os utilizadores do Messenger trocam 9,5 mil milhões de fotos por mês, um número que é cada vez maior entre as plataformas de mensagens. Isso levou a que a empresa desenvolvesse uma nova forma de partilhar fotos através da app. Chama-se Photo Magic e começou a ser testado junto de alguns utilizadores na Austrália.Através do Photo Magic, o Messenger propõe-se a vasculhar as fotos que tiraste com o teu telemóvel e, sempre que identificar um ou mais amigos nessas imagens, pergunta-te se não queres enviá-las a esses amigos. A funcionalidade, note-se, é facultativa.O Photo Magic recorre à tecnologia de reconhecimento facial, já utilizada na app Moments, lançada este ano, para solucionar um problema da era dos telemóveis: tiras milhares de fotos aos teus amigos mas, apesar das tuas melhores intenções, nunca as fazes chegar a eles.Depois de o Messenger encontrar uma foto com um amigo no teu telemóvel, podes com um só toque enviá-la ao “dono”. Se vários amigos estiverem numa imagem, a app cria uma mensagem de grupo contigo e com todos esses amigos. O Photo Magic não é muito diferente da mecânica da app Moments – já é tradição o Facebook lançar apps próprias para testar novas funcionalidades. Contudo, o produto passar a estar integrado numa das apps principais da empresa, evitando a chatice de partilhar links no caso de amigos que não tivessem o Moments instalado.À semelhança de Moments, o Photo Magic não deverá ficar disponível na Europa devido à questão do reconhecimento facial, já que a tecnologia contraria as directivas europeias quanto à privacidade. O Facebook diz que vai continuar a desenvolver o Moments apesar do lançamento do Photo Magic.source:www.shifter.pt
Windows 10 é difícil de piratear e a China não acha piada
Os números mostram que o Windows 10 está a ter uma aceitação muito positiva e um crescimento muito rápido, embora que no mês passado tenha sofrido um ligeiro abrandamento, mas vai no caminho certo.Na China já não é bem assim. A adopção do Windows 10 está bem atrás das versões anteriores do sistema operativo da Microsoft. Porque será?
Os comportamentos antagónicos acontecem com argumentos muitos diferentes. Se na Dinamarca o Windows 10 está muito perto de atingir os 20% de quota de mercado (e já ultrapassou o Windows 8.1 e Windows XP), na China, o Windows 10 é o quarto sistema operativo mais usado, com uma utilização de apenas 4,33%.Essa taxa de adopção, mesmo não sendo tão espectacular, chega para tornar o Windows 10 mais popular que o OS X que apenas tem 2,13%, ou mesmo o Windows 8 que ainda tem menos, só 2%, mas fica bem atrás do Windows 7, Windows XP e Windows 8.1, com 53,56%, 29,87%, e 5,3%, respectivamente."E o Linux? Quase nada, porque 97% dos PCs na China têm Windows" Será por causa da pirataria… ou a falta dela?Obviamente não há um dado concreto que aponte um motivo pelo qual o Windows 10 não esteja a subir tão rapidamente na China. Alguns analistas afirmam que pelo facto do novo sistema operativo da Microsoft ser mais difícil de piratear que os seus antecessores poderá ser a causa do desinteresse dos chineses (se bem que, se souber procurar, não faltam já na Web “activators/Cracks” do Windows 10).Nove em cada dez cópias do Windows em execução nos computadores chineses eram pirateados há dois anos, referiu Steve Ballmer. Na altura, a Microsoft tentou uma manobra com as autoridades que correu mal e levou a que o Windows 8 fosse proibido nos computadores do Estado e que o Windows XP continuasse a ser bastante usado. Agora, o Windows 10 enfrentará uma resistência ainda maior, até porque não houve uma passagem natural entre todas as versões nem uma evolução que justifique este novo sistema operativo.source:pplware.sapo.pt
O Youtube entrou numa nova realidade - A Realidade Virtual
A app do YouTube para Android ganhou compatibilidade com realidade virtual. Significa isto que só precisas de um telemóvel Android e, por exemplo, de um Google Cardboard para experienciar em 360º meia dúzia de vídeos já partilhados no YouTube.
Feito de cartão e fácil de montar, o Google Cardboard um equipamento barato e que oferece a possibilidade de experimentar a realidade virtual. Para isso, basta apenas colocar um telemóvel na parte da frente do equipamento e abrir a app (Android e iOS) para esse efeito. Podes comprar um Google Cardboard já montado por 10-15 euros ou criar um tu mesmo, seguindo as instruções da própria Google.Assim, para experimentares o YouTube em realidade virtual, abres a app no teu telemóvel Android, escolhes o vídeo que queres ver e clicas no ícone do Cardboard. Depois é só rodar o telemóvel para a horizontal, encostá-lo ao Cardboard e divertes-te. Há vários vídeos 360ª no YouTube, por exemplo, uma experiência do The Hunger Games. Qualquer produtor e programador pode carregar novos conteúdos 360ª para a plataforma de vídeo da Google.O resto do catálogo do YouTube, isto é, os vídeos que não são 360º, também pode ser visto no Cardboard, mas a experiência não é obviamente imersiva. Esses conteúdos são exibidos numa espécie de sala de cinema virtual. Assim:Tal como o Facebook, a Google está a apostar na realidade virtual. Não foi há muito tempo que o YouTube passou a suportar vídeo 360º. Desde então, vários conteúdos desse tipo têm sido alojados na plataforma. Destaque para a visita às plantações de café da Nescafe, para um videoclipe dos Foals e para o lançamento do OnePlus 2.source:shifter.pt
Facebook Notify é uma aplicação de notícias que chega na próxima semana
Já há algum tempo que se fala que o Facebook estava a negociar a introdução de conteúdos completos de sites na rede social, mas o objetivo parece que é outro, lançar a própria aplicação de noticias: Notify.
A informação foi avançada pelo site Financial Time que indica que na próxima semana o Facebook vai lançar uma nova aplicação, o Notify. O Notify é uma aplicação de notícias, com vários conteúdos de imprensa internacional, como a Vogue, The Washington Post ou a CBS.A aplicação permitirá notificar os utilizadores com as últimas notícias partilhadas pelos sites parceiros, o que permitirá um acesso rápido dos utilizadores às notícias, sem ter de carregar em mais um link e abrir uma nova página.Esta acaba por ser uma aposta para concorrer com outras empresas como o Twitter ou o Snapchat, mas também o Google e a Apple, nomeadamente a empresa da maça lançou um agregador de notícias com o iOS 9, que não está disponível em Portugal.source:www.tecnologia.com.pt/
Xiaomi lança smartband Mi Band 1S por apenas 14€
A Xiaomi é sem dúvida a fabricante chinesa que mais se tem destacado no mundo dos smartphones e wearables. Depois de em 2014 ter lançado a smartband Mi Band, a empresa anunciou ontem a nova smartband Mi Band 1S que custa apenas $15 (cerca de 14€).Mas o que faz esta esta “pulseira inteligente”?
Os fabricantes chineses tecnológicos têm vindo a demonstrar um elevado grau de inovação, colocando no mercado dispositivos com fantásticas especificações e a preços muito baixos. Depois da smartband Mi Band a Xiaomi apresentou recentemente a versão 1S que traz algumas novidades.Com um design bastante simples, a Mi Band 1S pesa apenas 5.5 gramas e vem com uma bateria de 45 mAhque lhe garante uma boa autonomia. Esta pulseira tem certificação IP67 (à prova de água) e vem comBluetooth 4.0 para interligação com o smartphone (com sistema operativos iOS ou Android).Uma das novidades, comparativamente ao momento anterior, é o facto de trazer um sensor para avaliar o batimento cardíaco. Além disso esta pequena pulseira consegue avaliar o número de calorias gastas ao longo do dia, monitorizar o sono, contar passos e também vibra quando recebemos notificações no nosso smartphone.A smartband Mi Band 1S está disponível já a partir do próximo dia 11 de Novembro sendo que a versão anterior manter-se-á no mercado por 11 dólares.source:pplware.sapo.pt
O seu iPhone tem pouca autonomia? Saiba como a pode melhorar
Um dos problemas dos smartphones, em geral, está relacionado com a autonomia. Enquanto que há uns anos tínhamos telemóveis com baterias que duravam semanas, hoje, a grande maioria dos smartphones não dura nem um dia! É perfeitamente normal que essa realidade se tenha alterado de forma tão drástica, tendo em consideração o tipo de tarefas que se executam hoje em dia.Ainda assim, há formas de melhorar a autonomia do smartphone através de pequenos truques. Hoje mostramos alguns mais focados na utilização do iPhone com iOS 9.
Depois de darmos a conhecer alguns mitos relacionados com as baterias dos dispositivos móveis, de termos falado sobre algumas apps que são as mais consumidoras de baterias de smartphones Android, chega a altura de deixar algumas dicas de poupança de bateria para utilizadores de iOS, com particular destaque para a nova versão iOS 9.1. Active a função Modo de baixa potênciaO iOS 9 traz uma gestão de energia muito melhor que nas versões anteriores. Agora, quando a bateria do iPhone atinge os 20% é solicitado que seja activado o Modo de baixa potência.Neste modo, o consumo de energia é temporariamente reduzido até poder carregar o iPhone. Quando está activa esta opção, a obtenção de correio, a actualização de aplicações em segundo plano, as descargas automáticas e alguns efeitos visuais são reduzidos ou desligados, aumentando um pouco mais a disponibilidade da bateria.Mas pode fazer isso sempre. Se for para um sítio onde sabe que não vai ter durante muito tempo acesso a energia para carregar o iPhone, active logo este modo e o iPhone dura muito mais. Para isso vá a Definições,Bateria, e dentro da janela active o Modo de baixa potência. Verá que o ícone da bateria passa de verde a amarelo. 2. Analise quais a aplicações que mais bateria estão a consumirPara ter acesso à lista de apps que mais consomem a energia da bateria deverá novamente aceder às definições de bateria, onde, por ordem decrescente de consumo, conseguirá ver quais as aplicações que mais contribuem para a fraca autonomia.Será que não passa sem algumas delas? 3. Livre-se da aplicação do FacebookComo pode ver pela imagem a cima, a app do Facebook é que mais consome bateria no iOS 9. Esse problema já foi relatado aqui no Pplware e a própria empresa dona da rede social já reconheceu o que a aplicação continua a gastar demasiada bateria.Se não é assim tão adepto de redes sociais, poderá valer a pena remove-la do seu iPhone. 4. Desactive o AirdropO serviço Airdrop da Apple permite, desde o iOS 7, partilhar conteúdos entre os dispositivos da marca de uma forma mais eficiente, mas este é apontado também como um dos grandes consumidores de energia.O melhor é mantê-lo desligado.De uma forma rápida, aceda ao Centro de Controlo, que encontra ao deslizar o ecrã da extremidade inferior para cima, e desligue-o, activando só quando for realmente necessário.
5. Desactive o Centro de NotificaçõesNecessita mesmo de receber todas as notificações que recebe minuto a minuto?A recepção de muitas notificações diariamente, muitas vezes associadas a aplicações de pouca relevância, como jogos ou redes sociais, é por si só uma consumidora de bateria, é um toque, uma luz que acende, uma vibração… Aceda às definições das Notificações e faça uma gestão de acordo com as suas necessidades.source:pplware.sapo.pt
O Touch ID da Apple vai poder ajudar a salvar vidas
A Apple incorpora nos seus equipamentos as mais modernas tecnologias, sempre com a intenção de melhorar a sua utilização e a vida dos utilizadores.Uma das novidades que colocou no seu iPhone, há 2 anos, foi o Touch ID. Agora tem uma patente que pode ajudar a salvar os utilizadores e até os seus dados. O botão de pânico pode surgir já no próximo iPhone.
Lançado com o iPhone 5S, o Touch ID foi de imediato aceite como uma funcionalidade essencial do iPhone, sendo cada vez mais usado.Não se limita a ser apenas uma forma segura de desbloquear o iPhone, mas é já hoje uma forma de garantir a segurança nos pagamentos do Apple Pay e também do próprio acesso aos dados dos utilizadores.Mas as potencialidades do Touch ID podem ainda ser exploradas em novos campos, de onde os utilizadores podem obter ainda mais deste simples leitor de impressões digitais.Para as alargar ainda mais, a Apple registou agora uma nova patente que o vai tornar uma forma de garantir a segurança física dos utilizadores. A Apple quer usar o Touch ID como um botão de pânico.A nova patente descreve a forma como o Touch ID poderá ser usado para, em caso de necessidade, os utilizadores poderem activar um conjunto de acções que o podem ajudar."Depending on the fingerprint that was captured, a particular action may be carried out when the device is unlocked. In one example, a fingerprint of an index finger may indicate that a call is to be placed. When the fingerprint of the user’s index finger is captured, when the mobile device is unlocked, a telephone application may be launched to allow the user to place a call after the mobile device has been unlocked."Sempre que um determinado dedo for lido pelo Touch ID vão poder ser tomadas determinadas acções que vão desde a realização de chamadas para um conjunto de números, o envio de mensagens de alerta, o envio de fotos e vídeos para o iCloud ou até a captura de áudio.Com esta pequena melhoria a Apple consegue garantir aos utilizadores que nos momentos de maior aflição conseguem despoletar todas as acções necessárias para terem o apoio que necessitam, bastando para isso colocar um dedo, pré-definido, no leitor de impressões digitais.Ainda é apenas uma patente, mas poderá muito em breve chegar ao iPhone. Não ficou claro se bastará apenas uma introdução de novo software no iOS ou se requer alterações no hardware.A certeza é que a Apple explora o hardware dos seus equipamentos de forma única e que mesmo de uma solução já com provas dadas consegue retirar ainda mais.
source:pplware.sapo.pt
Android 6.0 está em apenas 0,3% dos dispositivos
Decididamente ter um equipamento com Android significa ter de esperar uns bons meses para conseguir que o fabricante disponibilize a actualização (isto se o equipamento não for um Nexus).No inicio do mês de Outubro a Google começou a libertar as imagens desta nova versão para os equipamentos Nexus mas, passado quase um a quota de adopção só alcançou uns meros 0,3%.
A Google disponibilizou recentemente as estatísticas de adopção do Android. Os dados apresentados referem-se aos acessos ao Google Play de todos os equipamento Android nos últimos 7 dias.Segundo os dados agora revelados, o Android 6.0 Marshmallow que foi anunciado oficialmente no passado dia 29 de Setembro apenas está em 0,3% dos dispositivos, sendo que a sua maioria são equipamentos da Linha Nexus. Apesar de ser um percentagem bastante baixa, a taxa de adopção do Android 6.0 conseguiu superar versões anteriores.Passado um ano do seu lançamento, a adopção do Android Lollipop continua a crescer situando-se agora nos 25,6% (isto somando os equipamentos com Android 5.0 e Android 5.1).Relativamente às restantes versões estar continuam a perder utilizadores. O Android 4.4 KitKat tem agora 37,8% (é a versão mais usada da actualidade), o Android 4.1-4.3 Jelly tem 29%, o Android 4.0 Ice Cream Sandwich tem 3.3% e os velhinhos Android 2.3 Gingerbread e Android 2.2 Froyo têm 3,8% e 0,2%, respectivamente.
source:pplware.sapo.pt
7 boas dicas para melhorar a utilização do Netflix
O Netflix chegou a Portugal e foi um sucesso imediato. Com muitos utilizadores a aderirem assim que foi lançado, tornou-se uma forma diferente de ver televisão.Com uma interface simples de usar, consegue dar acesso a muitos conteúdos de forma imediata. Mas há pequenos truques que importa conhecer. Hoje trazemos 7 dicas para melhorar a sua utilização.
Este serviço de streaming de conteúdos quer, em poucos anos, estar em pelo menos um terço dos lares portugueses, tornando-se um caso de sucesso no nosso país.Depois do primeiro mês gratuito, será iniciada a prova de fogo deste serviço que para já tem tido umaexcelente adesão, mas que muitos se queixam de ter ainda pouca oferta.As dicas que hoje trazemos são simples de usar e vão melhorar de forma substancial a utilização que damos ao Netflix. Não requerem mais do que uma conta de acesso a este serviço e podem ser aplicadas a qualquer altura.#1 – Controle a qualidade do streamingO Netflix dá aos utilizadores a possibilidade de terem acesso a três qualidades de streaming. Estas estão associadas ao plano que subscreverem, mas pode a qualquer altura ser alterada, para garantir que, por exemplo, caso estejam a ver a transmissão num smartphone ou tablet e com ligação 3G ou 4G o consumo de dados seja mais reduzido.Para alterarem esta qualidade do streaming devem aceder à página de definições do Netflix e escolher a opção Definições de reprodução.No caso do exemplo que demos, a qualidade a ser escolhida é a Baixa, garantindo o menor consumo de dados possível.Escolham a qualidade que pretendem e carreguem no botão Guardar para que a alteração seja assumida. Esta alteração propaga-se de imediato por todos os dispositivos em que tenham a vossa conta Netflix configurada.#2 – Ajuste as legendas para uma melhor leituraUma vez que a maioria dos conteúdos do Netflix estão em inglês, as legendas são necessárias a maior parte do tempo. Por essa razão devem estar ajustadas para as conseguirmos ver da melhor forma.O Netflix permite que rapidamente alteremos as suas definições, podendo ser alterada a cor, o tamanho e a sombra aplicada. Estas configurações estão acessíveis na página de definições, na opção Aspeto das legendas.Todas as alterações que são feitas podem ser visualizadas de imediato, podendo o utilizador realizar as alterações que pretende. Também aqui deve carregar no botão Guardar para que as alterações sejam gravadas.As alterações que fizerem à forma como as legendas são apresentadas são imediatamente passadas a todos os dispositivos.#3 – Use o teclado para controlarNão sendo a plataforma ideal para usar o Netflix, o browser acabará por ser muitas vezes a forma usada para ver conteúdos. Para o controlar foram criados alguns atalhos de teclado que todos devem saber.F – Ecrã completoEsc – Sair do ecrã completoShift+seta esquerda – RecuarShift+seta direita – AvançarEspaço – Alternar Reproduzir/PausaEnter – Alternar Reproduzir/PausaPgUp – ReproduzirPgDn – PausaSeta para cima – Aumentar volumeSeta para baixo – Diminuir volumeM – Alternar silêncioEstes atalhos apenas estão disponíveis quando os conteúdos estiverem a ser mostrados e, reforçamos, apenas podem ser usados no computador, numa janela do browser.#4 – Quem andou a usar a sua conta?Tal como muitos outros serviços na Internet, o Netflix dá ao utilizador a possibilidade de ver a actividade da sua conta. Com esta informação será possível ver de onde têm sido feitos os acessos e assim detectar utilizações não autorizadas.Para verem esta informação devem aceder à opção A minha atividade, que está nas definições do serviço, e depois ai dentro escolher a opção Ver acesso recente à conta.A informação apresentada inclui a data e hora, a localização e o endereço IP e o tipo de dispositivo usado para aceder.Caso seja detectado um acesso estranho os utilizadores devem alterar de imediato a sua password.#5 – Elimine o seu históricoAs propostas de programas apresentados baseiam-se em grande parte nos programas que o utilizador vê. Para essa tipificação o Netflix regista todos os conteúdos visualizados.Mas o utilizador pode eliminar os programas que viu recentemente e assim remover algumas das propostas que lhe são feitas.Escolham a opção A minha atividade na página de definições e depois carreguem no X que se encontra à frente de cada um dos filmes ou séries vistos.Caso pretendam, e se for uma série composta por vários episódios, podem remover todos os que viram até essa altura. Para isso escolham depois a opção Remover série.A remoção destes conteúdos da lista de visualizações não é automática e pode demorar até 24 horas a ser propagado pelos diferentes dispositivos do utilizador.#6 – Crie vários perfisUma vez que as propostas de conteúdos é feita tendo em conta o que é visualizado, faz sentido que existam diferentes perfis para cada um dos utilizadores que acedem ao serviço.O Netflix tem essa possibilidade, podendo até serem catalogados como crianças, com várias faixas etárias, e assim terem conteúdos ajustados.Algo que também pode ser usado neste caso é a criação de vários perfis por utilizador, ajustados ao seu estado de espírito e aos conteúdos que quer ver.Faz assim sentido criar perfis para Comédias, Séries de ficção ou filmes de terror, por exemplo.#7 – Tenha acesso antecipado às novidades do NetflixPara manter este serviço sempre interessante e actualizado, o Netflix está constantemente a testar novidades. Estes testes são abertos aos utilizadores e qualquer um pode participar.Para ingressarem nos grupos de teste só precisam de activar essa opção. Está na página de definições, na opção Participação em testes.Dai em diante vão ter acesso a todos os novos testes e pode experimentar as novidades antes de todos os outros utilizadores do serviço.Estes são apenas 7 exemplos de pequenos truques ou alterações que podem fazer e que vão melhorar a fora como usam o Netflix.Testem-nos e vão ver que a vossa experiência será diferente e ainda mais simples. O Netflix já está em Portugal e daqui para a frente só poderá melhorar, alargando a sua oferta de conteúdos.source:pplware.sapo.pt
Ouvir música no Facebook vai ser bem mais fácil
É bem provável que, ao longo dos próximos dias, o teu feed de notícias no Facebook venha a ter um ar mais musical. Isto porque a rede social mais utilizada do planeta anunciou uma nova funcionalidade chamada Music Stories, que permite aos utilizadores ouvir directamente na cronologia as músicas que os seus amigos partilham através do Spotify ou da Apple Music.
O que será “mostrado” não é a música toda mas apenas um excerto de 30 segundos, automaticamente seleccionado, de uma música partilhada simplesmente através do link, como podes ver o vídeo abaixo. A música continua mesmo que o utilizador continue o scroll no News Feed ou até que escolha ouvir um outro excerto. Com as Music Stories, podes comprar a música directamente no post de Facebook ou ir para o respectivo serviço para ouvir o resto do som.
“Esperemos conseguir melhorar a experiência. Os artistas vão partilhar mais, os amigos vão partilhar e interagir mais, e a música vai tornar-se uma parte melhor da experiência do Facebook no geral”, pode ler-se napublicação do blog do Facebook.Com isto, Mark Zuckerberg planeia quebrar a típica rotina que a esmagadora maioria dos utilizadores tem quando querem partilhar alguma música: utilizar o YouTube. Quem recorre a este opção está a obrigar os seus amigos a ter de ir até ao site de vídeos para escutar a música se estiverem a aceder através do smartphone, uma prática cada vez mais recorrente hoje em dia.source:shifter.pt