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Windows

Microsoft prepara-se para dar uma nova cara ao Windows 10 na próxima grande atualização

16 de Novembro de 2018 às 09:16

Google vai abrir o Android a outros motores de busca na Rússia

18 de Abril de 2017 às 09:52
Google


É normal a Google ter processos em muitos dos países onde está presente. As queixas são muitas e quase sempre relacionadas com casos de monopólio e de controlo do que os seus concorrentes podem fazer no seu sistema operativo.Um caso que vinha a desenrolar-se na Rússia teve agora resolução, com um acordo a ser obtido entre as partes, passando a Google a permitir outros motores de pesquisa no Android.
O Android é um sistema operativo aberto e disponível a todos, mas a Google reserva para si uma parte essencial deste código, nomeadamente no que toca à sua loja de aplicações e outros componentes.O passo agora dado pela Google é o culminar de um processo com 2 anos e que colocava frente a frente a Google e FAS, a entidade reguladora para a concorrência na Rússia. Ambas as partes aceitaram estabelecer um acordo fora dos tribunais e assim dar este caso por encerrado.Para este acordo ter sucesso a Google teve de aceitar abrir o seu Android a outras entidades Russas, que assim passam a poder integrar os seus motores de busca no Android, bem como outras aplicações, que estejam fora do “pacote” de aplicações da Google e que a empresa obriga a estarem instaladas, como parte da autorização para usar o Android.Para além desta medida, a Google aceitou ainda pagar uma multa de 6.75 milhões de dólares, certa de 6,53 milhões de euros.Para implementar esta solução, a Google vai adicionar ao Android na Rússia uma aplicação que permitirá aos utilizadores escolher quais os motores de busca que querem usar. No caso das aplicações, a Google irá estar impedida de impor a instalação das suas aplicações aos fabricantes.Esta decisão pode abrir as portas para que outros processos semelhantes tomem forma na Europa, resolvendo de vez parte dos problemas legais que a empresa tem, por exemplo, na União Europeia, onde vários processos similares ainda decorrem.Via: FASsource: pplware.sapo.pt

Apple vai redesenhar completamente o Mac Pro… outra vez

13 de Abril de 2017 às 09:44
Apple


A “lata” como foi apelidado o Mac Pro em tantos tweets à altura do seu lançamento, escondia um poderoso conjunto de hardware que durante anos aguardou por atualização. Erro ou estratégia da Apple, a verdade é que a empresa, normalmente secreta no que toca a erros e alérgica a falar de planos futuros dos seus produtos antes de considerá-los prontos, convocou um pequeno grupo de jornalistas para “desabafar”.A gigante de Cupertino referiu que o Mac Pro será, mais uma vez, completamente redesenhado. Pelo que se percebeu, a imagem da “lata” será abandonada e o Mac Pro aparecerá de cara lavada mas só “no próximo ano”.
O Mac Pro sempre foi um segmento onde a Apple dedicou uma atenção especial, havia um nicho forte que interessava à marca manter e, provavelmente, tentar aumentar. Com a evolução do hardware nos últimos 10 anos, a empresa em 2013 lançou uma atualização controversa do Mac Pro, contudo, foi um salto considerável quer em hardware quer no próprio design. “Can’t innovate, my ass”O novo Mac Pro veio substituir um desktop enorme onde tinha à disposição vários slots de expansão, vários sockets de CPU e vários compartimentos de unidade interna por um fantástico computador, pequeno, otimizado para ter todo o poder necessário mas que fosse igualmente uma peça de design exibida orgulhosamente em cima da secretária. Sim, parecia uma lata do lixo, é verdade e os cibernautas não pouparam na paródia, mas a verdade é que este design conquistou muitos utilizadores que nunca tinham usado um Mac Pro. Lembram-se até da célebre frase desafiadora de Phil Schiller, quando o anunciou disse “can’t innovate, my ass”. O que ainda oferece hoje o Mac Pro?Os utilizadores podem ter uma poderosa máquina com 3,0 GHz, 8-core Intel Xeon E5 com 25 MB de cache L3 e Turbo Boost até 3,5 GHz, configurável com processador 12-core a 2,7 GHz com 30 MB de cache L3. 16GB de memória ECC DDR3 (4x 4 GB) a 1866 MHz, configurável com 32 GB (4x 8 GB) ou 64 GB (4x 16 GB). Em termos gráficos, este máquina apresenta dois processadores gráficos AMD FirePro D700 com 6 GB de VRAM GDDR5 cada um com 2048 processadores stream, Bus de memória de 384 bits, 264 GB/s de largura de banda da memória e 3,5 teraflops de desempenho. Permite ligar três ecrãs 5K e seis Thunderbolt. Em termos de armazenamento oferece flash PCIe configurável com 512 GB ou 1 TB. Conectividade Wi‑Fi 802.11ac3; compatível com IEEE 802.11a/b/g/n e com tecnologia sem fios Bluetooth 4.0.Não sendo nada de extraordinário face ao que outras marcas têm para o fornecer pela módica quantia de 4700 euros este é ainda um equipamento que irá estar todo este ano em venda no site da empresa. Abandonar a lata para adotar… não se sabe!Nada se sabe ainda sobre o novo design, exceto que será diferente do antigo. A Apple reconhece que o novo design do Mac Pro será “modular”, o que poderá significar qualquer coisa, contudo, espera-se que signifique a possibilidade dos utilizadores poderem trocar os componentes dentro do Mac Pro, como discos, gráficas ou CPU. Pelas palavras dos responsáveis da Apple, o próximo Mac Pro irá trazer um ecrã. Ora este foi um negócio que a empresa deixou cair ano passado, com a última versão do Ecrã Thunderbolt e depois apoiou-se na LG para fornecer ecrãs externos para o novo MacBook Pro.A Apple reconhece que o design atual do Mac Pro acabou por ser muito limitado e inflexível termicamente. Em particular, não seria possível redesenhar esse sistema em torno de uma gráfica poderosa, em vez das duas placas mais modestas que traz atualmente. Além do excesso de calor que padecia este Mac, a empresa refere também que o trabalho não era devidamente balanceado entre as duas placas e isso acabou por não beneficiar o desempenho como a Apple previa.A Apple também lançou algumas estatísticas para a sua linha Mac onde demonstrou que as vendas ainda são saudáveis, em geral. Conta com perto de 100 milhões de utilizadores (em termos comparativos, a Apple sozinha vendeu 212 milhões de iPhones em 2016, e que foi um ano “mau”).Os portáteis representam 80% das vendas e os desktops apenas 20%. De referir que, segundo os dados disponibilizados, o novo design dos MacBook Pro tem impulsionado as vendas, estas estão 20% acima do período homólogo. Novidades este ano, sim, mas no iMacEnquanto isso, segundo a empresa, este ano haverá uma nova atualização da linha iMac, quem sabe para o novo iMac 8k. A Apple refere que muitos dos seus clientes “profissionais” mudaram-se para o all-in-one da Apple, seja porque atende melhor às suas necessidades, seja porque é mais regular no que toca a atualizações, ou ambos. Novamente, não há detalhes sobre o que essa atualização vai acarretar, mas já existem opções mais recentes no que toca a CPUs e GPUs que podem enriquecer a linha iMac e que a “concorrência” já usa com ótimos resultados. Mac Mini… o bastardoO Mac Mini não recebe grande atenção, irá ser atualizado, mas não se sabe quando e que tipo de hardware poderá fazer parte de um segmento quase sempre atirado para um plano secundário. Em resumo…Como podemos ver, mesmo sem uma atualização nos seus computadores, principalmente numa máquina como o Mac Pro que saiu em 2013, a Apple continua no TOP 10, na sexta posição e a crescer nalguns segmentos, como o caso do MacBook Pro que com a linha 2016 veio cativar de novo os utilizadores. Claro que a concorrência está forte, tem trunfos que atiraram a Apple para fora do pódio mas a resposta poderá mesmo só chegar no próximo ano. Este ano, com o lançamento do iPhone 8, a Apple deverá fazer os números.

Ranking portáteis: Apple cai cinco posições

12 de Abril de 2017 às 10:25
Tecnologia


Os Macbook da Apple são, provavelmente, das melhores máquinas no segmento dos portáteis. No entanto são caros e a tendência dos consumidores tem vindo a mudar.Se durante alguns anos a Apple aparecia sempre bem posicionada no ranking da Laptop Mag, este ano as coisas mudaram e a empresa da maçã caiu para a sexta posição.De acordo com o ranking da Laptop Mag, que avalia a reputação das marcas ao nível dos portáteis, a Apple, que estava na primeira posição em 2016, passou diretamente para a sexta posição, tendo sido ultrapassada pela Lenovo, Asus, Dell, HP e Acer.Para proceder à elaboração deste ranking, o Laptop Mag usa seis variáveis/categorias: análises/reviews (35% da pontuação total), desenho, suporte técnico, garantia, inovação e valor.Relativamente à Lenovo, que se encontra agora na primeira posição, as pontuações para cada uma das categorias foram as seguintes:Relativamente à Microsoft, que caiu para a última posição do TOP 10, as pontuações foram as seguintes.Os resultados agora apresentados não são muito surpreendentes tendo em conta o que as empresas têm vindo a fazer neste segmento. A Lenovo tem vindo a crescer significativamente no segmento dos portáteis e, apesar de em 2015 os resultados não terem sido muito favoráveis, a empresa chinesa conseguiu este ano alcançar o primeiro lugar.source: pplware.sapo.pt

O Word está a ser usado para instalar malware no Windows

11 de Abril de 2017 às 09:58
Windows Word


A suite de produtividade da Microsoft tem sido usada, ao longo dos anos, para trazer malware e vírus ao Windows. De todas as vezes a Microsoft tratou do problema, mas uma nova falha foi encontrada.Desta vez é o Word que está a trazer malware para o Windows, e os atacantes estão a explorar ativamente esta falha, infetando as máquinas dos utilizadores.
Até há pouco tempo o ponto de falha das aplicações do Office eram as Macros. Era através destas que os atacantes conseguiam infetar as máquinas dos utilizadores mais distraídos e incautos.Um novo problema foi encontrado pelas empresas de segurança FireEye e McAfee, que agora explora uma falha na função OLE (Object Linking and Embedding) do Windows. Com apenas um simples ficheiro do Word infetado o processo é iniciado.Ao abrir esse ficheiro, o Word irá descarregar código HTML, disfarçados de ficheiros Rich Text. Quando executados, liga-se a um servidor remoto e, de forma silenciosa, executa um script que inicia o processo de instalação do malware.Assim que este novo ataque foi descoberto, a FireEye informou a Microsoft, que trabalhou na sua resolução. Espera-se que a empresa lance já hoje uma atualização para o seu sistema operativo, corrigindo o problema.As falhas no OLE não são novas e já no passado foram exploradas diversas vezes. A falha atual afeta todas as versões do Office, até mesmo a mais recente (2016), que consegue infetar sem qualquer problema o Windows 10.Por agora, e até surgir uma atualização que resolva o problema, devem ter cuidado com os ficheiros que recebem e que abrem no Word, evitando assim ficarem infetados com malware.source: pplware.sapo.pt

Microsoft começou a testar a próxima atualização do Windows 10

10 de Abril de 2017 às 09:48
Microsoft


Agora que a Microsoft vai lançar a próxima grande atualização do Windows 10, é hora do Redstone 3 começar a ser desenvolvido. Esta será a próxima ronda de novidades para o Windows 10, e a Microsoft quer que volte a ser perfeita.Ainda sem data definida para ser lançado, o Redstone 3 chegou ao programa Insiders, com o lançamento da build 16170.
Desde que adotou os ciclos rápidos de desenvolvimento que a Microsoft tem lançado de forma frequente as novidades. Primeiro na sua versão de testes, disponibilizada no Fast Ring do programa Insiders, e depois nos ciclos mais estáveis, até que esteja pronto a ser lançado.Mas com o Creators Update a chegar, podendo até já ser instalado, esperava-se que a Microsoft abrandasse o ritmo durante algumas semanas. Isso não aconteceu e está já disponível a build 16170, que marca o início do próximo ciclo de desenvolvimentos.Esta build de testes está já a ser instalada em todos os que estão no programa Insiders, no Fast Ring, e deverá ser testada nas próximas semanas, até que outra build, com outras novidades, seja lançada.Por ser ainda a primeira build associada ao Redstone 3, não traz ainda novidades visíveis para os utilizadores. É dedicada a melhorar o OneCore e a que seja feita muita consolidação de código, para que depois possam ser iniciados os trabalhos nas novidades que esta nova versão irá trazer.Os próximos meses vão ver surgir muito do que se espera para esta versão, desde a nova linguagem de design language até ao regresso do MyPeople, que foi retirado do Redstone 2. O regresso dos OneDrive Placeholders é quase certo e de certeza que a Microsoft terá muitas mais novidades, algumas delas no próprio Menu Iniciar.Mais uma vez a Microsoft mostra que está a apostar muito no Windows 10, que é agora o centro de todos os seus sistemas e de onde todo o seu software parte. Depois de ter o Windows 10 em todas as suas plataformas, é agora hora de o consolidar e tornar ainda melhor.Via: Microsoftsource: pplware.sapo.pt

GNR alerta para burlas com a nova nota de 50€

7 de Abril de 2017 às 09:31
Notícias


A Guarda Nacional Republicana (GNR) está a realizar, em todo o território nacional, diversas ações de sensibilização relativas à entrada em circulação da nova nota de 50 euros.Tal como as notas da “série europa” de 5, 10, e 20 euros, já em circulação, também a nota de 50 euros apresenta agora um aspeto gráfico renovado e com elementos de segurança melhorados, sendo mais segura e mais difícil de falsificar.
Foi no passado dia 4 de abril que entrou em circulação a nova nota de 50€.  Nesse sentido a GNR tem vindo a alertar para o facto de não existir nenhuma entidade bancária que esteja a recolher as notas antigas. Se desconfiarem de uma situação destas, devem contactar de imediato as entidades policiais e denunciar o caso. Além disso, é importante também conhecer bem a nova nota pois pode estar já em circulação notas falsas.Como saber se a nova nota de 50€ é falsa?Pode certificar-se de que a nota não é contrafeita, através do método “Tocar, Observar e Inclinar”:Tocar: Toque e sinta nas margens esquerda e direita a impressão em relevo;Observar: Observe a nota em contra luz e veja um retrato de Europa, os algarismos representativos do valor e o motivo principal, bem como um pequeno recorte em forma de janela;Inclinar: Incline a nota e veja o número esmeralda com um efeito luminoso de movimento ascendente e descendente. O holograma apresenta um retrato de Europa e os algarismos representativos do valor da nota.A introdução da nova nota, é feita de modo gradual e simultâneo em 19 países da zona euro.Esta nova nota circulará a par da nota antiga, que mantém o seu valor, não sendo necessário proceder à sua troca.via GNRsource: pplware.sapo.pt

Uber admite que copiou o carro autónomo da Google, sem saber

7 de Abril de 2017 às 09:31
Uber Google


A concorrência entre as empresas, especialmente na área das tecnologias, é grande. As práticas nem sempre são as mais corretas e isso, por vezes, origina processos e outras ações em tribunal.A Google estava a acusar a Uber de criar um carro autónomo demasiado igual ao seu e agora teve a confirmação. A Uber admitiu que copiou o carro da Google, mas alerta que não sabia que o estava a fazer.
O processo que a Google apresentou contra a Uber era claro. As semelhanças entre as tecnologias usadas nos carros autónomos destas duas empresas eram demasiado evidentes, o que levada a acreditar que a Uber teria roubado informações e usado nos seus projetos.A empresa sempre negou tais atos, mas agora foi obrigada a admitir que efetivamente copiou a Google, mas não de forma consciente ou direta. Na verdade, quem roubou os planos do carro da Google foi um ex-funcionário da empresa das pesquisas, que se mudou para a Uber para trabalhar no projeto do carro autónomo da Uber.No computador do funcionário da Uber Sameer Kshirsagar, foram encontrados 14 mil documentos, todos oriundos da Google, e todos pertencentes ao projeto que a empresa desenvolveu. A acusação agora feita quer mostrar que Sameer Kshirsagar roubou os documentos da Google antes de abandonar a empresa e assumir o seu cargo na Uber, onde ajudou a desenvolver o seu carro autónomo.Quem descobriu esta situação foi a própria Uber, que numa investigação interna entrevistou 84 funcionários e ex-funcionários, dos quais 42 estariam associados ao projeto do carro autónomo.Para além destas entrevistas, foram ainda verificados os computadores de 10 deles, bem como os servidores de ficheiros e outras partilhas públicas a que teriam acesso.Não se sabe ao certo se o funcionário em causa ainda trabalha para a Uber, mas o que é certo é que se irá sentar no banco dos réus e responder perante as acusações da Google sobre o roubo de informação da empresa. Resta ainda saber o que acontecerá à Uber, uma vez que a tecnologia que criou se baseou em informação roubada, mesmo não tendo conhecimento disso.source: pplware.sapo.pt

É real: Empresa implanta microchip nos funcionários

6 de Abril de 2017 às 09:47
Notícias


Depois de uma injeção semi-indolor entre o polegar e o dedo indicador, o microchip passa a estar implantado no novo funcionário. Venha o próximo para ser também “marcado” com o cunho tecnológico.Se isso lhe soa a futurismo, então é porque estamos condicionados a uma espécie de déjà vu do que a ficção científica nos entretinha há umas décadas: um ser meio humano e meio máquina. Há uma empresa que já faz isso.
Uma empresa sueca, com sede em Estocolmo, a Epicenter, está a recrutar voluntariamente os seus funcionários para serem recetores de um microchip. A experiência não é obrigatória, mas já há mais de 150 pessoas no Epicentro que estão a usar implante – um microchip que é do tamanho de um grão de arroz. Mas porquê e para quê?De acordo com o co-fundador e CEO do Epicenter, Patrick Mesterton, é tudo por conveniência. O implante funciona como uma chave para abrir as portas fechadas, é um código único para operar as impressoras e até serve de cartão de crédito para as pessoas poderem comprar alimentação no snack-bar.Dirá que se atingiu um estado de loucura num grau elevado, mas a realidade hoje gravita em torno das “chaves” digitais. E os responsáveis desta empresa acreditam ter encontrado a “cura” para esta maleita que a sociedade de hoje sofre: transportar palavras-passe.A empresa refletiu e, de facto, os seus funcionários poderiam ter acesso a essas chaves de acesso através dos modernos smartphones com NFC, afinal tem o mesmo nível de conveniência sem o procedimento invasivo. Mas as pessoas têm de transportar o smartphone ou um smartwatch.Os responsáveis acreditam que um implante sub-dérmico oferece um nível de flexibilidade maior. Dos mil e muitos funcionários, apenas 150 adotaram esta futurista forma ciborgue e o que não faltam são utilizações de radiofrequência (RFID) nos cerca de 86 mil metros quadrados de instalações.Está de volta o tema de nos tornarmos em homem/máquina num futuro muito próximo.source: pplware.sapo.pt

O Android já ultrapassou o Windows no uso da Internet

4 de Abril de 2017 às 09:52
Android Windows Internet


A importância dos sistemas operativos móveis é cada vez maior. Estas são as plataformas escolhidas por terem uma maior mobilidade e, em muitos casos, nos acompanharem no dia-a-dia.Este cenário de evolução teve agora uma confirmação de peso, com o Android a ultrapassar pela primeira vez o Windows no acesso à Internet.
Os dados que confirmam esta mudança vieram da StatCounter e comparam a os sistema de todas as plataformas, incluindo os desktops, laptops, smartphones e tablets.Março foi o mês da mudança e, finalmente, o Android assumiu mais uma liderança. Desta vez o alvo foi o acesso à Internet, onde passou, ainda que por muito pouco, o sistema mais usado, o Windows.O novo domínio do AndroidA diferença entre estes dois sistemas é ainda muito pequena, mas mostra claramente que este pode ser um passo dado num sentido que poderá não ter retorno. Com 37,93% o Android está agora à frente do Windows, que tem 37,91%, sendo esperado que este cenário se mantenha.Para o CEO da StatCounter esta é uma mudança histórica e que marca o fim de uma era, que vinha desde 1980.This is a milestone in technology history and the end of an era. It marks the end of Microsoft’s leadership worldwide of the OS market which it has held since the 1980s. It also represents a major breakthrough for Android which held just 2.4% of global internet usage share only five years ago.Para o Android é também uma vitória importante, uma vez que este sistema tinha apenas 2,4% da utilização global da Internet à apenas 5 anos.O Windows ainda é o sistema operativo mais usadoÉ claro que o Windows é ainda o sistema mais usado no desktop para acesso à Internet, dominando o mercado com 84% e mantendo a sua posição de destaque.Curiosa é a mudança que está a acontecer na Ásia, onde o Windows está a ser abandonado e onde o Android já o ultrapassou, tendo um domínio total e completo, uma tendência que está já a conquistar outros mercados.Com este cenário presente, é pouco compreensível o abandono da Microsoft no seu sistema operativo móvel, que seria a sua alternativa ao Windows.Os números da StatCounter comprovam uma tendência que é cada vez real e que revelam que o desktop está em declínio, estando a escolha a cair nos smartphones Android.source: pplware.sapo.pt

Fim do roaming na Europa! Portugal pode pagar a fatura

3 de Abril de 2017 às 09:38
Portugal Roaming


É já no próximo dia 15 de junho que acabarão finalmente as tarifas de roaming. Esta é, aparentemente, uma boa notícia para todos mas, sabe-se agora que poderá haver um aumento de preços em países importadores de turistas.
De acordo com o estudo da Altran “Zero Roaming, A Pitfall of European regulation”, o fim do roaming poderá levar ao aumento das tarifas domésticas associadas as comunicações. Mas crítico ainda é que essa fatura (sejam chamadas, sms, acesso à Internet) deverá ser também “paga” por cidadãos com mais baixos rendimentos (os cidadãos que “não têm recursos” para viajar, não beneficiam do fim das tarifas de roaming, logo os cidadãos com menores rendimentos irão subsidiar o acesso aos serviços digitais de pessoas com elevados rendimentos ).Um aumento dos preços domésticos poderá ser uma consequência da adaptação da Roam like at Home (utilizador usa o pacote de telecomunicações que definiu no seu mercado de origem sem pagar roaming) dada a necessidade de investimento na capacidade de rede, especialmente em países que importam roaming [recebem muitos turistas] com grande sazonalidade.AltranA sazonalidade é outro dos problemas. Portugal está na lista pois recebe recebe mais turistas do que envia. De acordo com Alexandre Ruas, diretor de telecom e media da Altran Portugal em declarações ai canal Dinheiro Vivo:Esta “trará um impacto negativo nos operadores nacionais por via do sobredimensionamento necessário para dar resposta aos picos de turismo e de uma maior dificuldade no planeamento das suas redes.Se os operadores não conseguirem “garantir que a receita vinda do negócio wholesale [grossista] é assegurada” poderão “ser obrigados a financiar ações via receita doméstica, podendo impactar tarifas mensais”.O estudo da Altran relembra ainda que o rendimento per capita dos países receptores de turismo na Europa é inferior aos do Norte. No Reino Unido, por exemplo, o rendimento é de 39.600 euros. Em Portugal é de 17.300 euros.Alexandre Ruas refere ainda que de modo a dar resposta à nova lei da UE, os operadores terão de investir (e provavelmente aumentar os preços).source: pplware.sapo.pt