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Windows

Microsoft prepara-se para dar uma nova cara ao Windows 10 na próxima grande atualização

16 de Novembro de 2018 às 09:16

Gest, o mundo na ponta dos dedos

30 de Outubro de 2015 às 10:44
Gest


O conceito de teclados e luvas de controlo virtuais, têm vindo a ser bastante explorado nos últimos anos (Manus, Elon Musk, SpaceX, Leap Motion), mas sem nunca apresentar um verdadeiro rasgo de brilhantismo e versatilidade, algo que se espera quando se pensa em ter o controlo na ponta dos nossos dedos.Gest, parece querer mudar isso e surge com intenções de arrumar para canto, o teclado e rato.

 Lembram-se do filme, Minority Report, onde é possível ver Tom Cruise a navegar e pesquisar informação apenas deslizando o dedo? Esse é o tipo de controlo que Gest, um hand tracker minimalista, quer trazer para o nosso computador. Isto porque presumivelmente, não haverá ainda interface holográfica.Gest, foi desenvolvido por uma startup chamada Apotact Labs e ao olhar para o protótipo, não vemos nada de extraordinário, são quatro fios com uma banda ajustável que se prende a cada um dos dedos exceto o polegar e uma fita com a controladora, que se aperta na palma da mão. Mas, o ex-libris de Gest, reside no que ele nos permite fazer…Graças à combinação de acelerómetros, giroscópios e magnetómetros, não precisa de um ponto de contacto para ler o que os nossos dedos fazem. Ao invés, lê a nossa palma e sugere o que os nossos dedos estão a fazer baseado nisso, o que torna Gest, um atentado à permanência de rato e teclado nas nossas vidas.Mike Pfister, CEO da Apotact Labs diz que a ideia de Gest surge por trás da frustração causada por usar os teclados embutidos no ecrã."O teclado e o rato fazem cada vez menos sentido, à medida que os nossos dispositivos se tornam menores”. Pfister continua, “Precisamos de um novo método de input para controlar estes dispositivos-algo que retome aos primórdios de como interagimos como seres humanos. É por isso que criamos Gest."A equipa de Pfister, criou o primeiro protótipo da noite para o dia, durante um hackanthon há aproximadamente dois anos atrás e está neste momento à procura de fundos na ordem dos 91,000€, esperando lançar o produto algures em Novembro de 2016. Quando Gest sair para o mercado, o valor de retalho rondará os 180€ por mão.source:pplware.sapo.pt

O ONEPLUS X é um elegantíssimo telemóvel que parece bem mais caro do que é

30 de Outubro de 2015 às 10:31
OnePlus


Never settle. Nunca a assinatura da OnePlus fez tanto sentido. O OnePlus X é o segundo telemóvel de uma empresa que não se contenta em lançar apenas uma estrela por ano. Com um ecrã de 5 polegadas e um preço fixo nos 269 euros, o novo OnePlus X é uma opção mais pequena e acessível que o OnePlus 2.No OnePlus X não há plástico. O telemóvel faz lembrar o iPhone 4 ou o Samsung Galaxy S2, não só por ter uma moldura metalizada e a traseira em vidro, mas também pelo formato rectangular.O ecrã AMOLED tem 5 polegadas, o que faz do OnePlus X uma alternativa mais pequena ao OnePlus 2, que tem um ecrã de 5,5 polegadas. A resolução é, no entanto, a mesma: 1080p Full HD, o que significa mais pixels por polegada – são 441 ppi.No interior, o OnePlus X tem um processador Snapdragon 801, o mesmo do OnePlus One, equipamento lançado em 2014; e apenas 16 GB de armazenamento interno. Mas nenhuma destas específicas deverá ser um problema para o utilizador comum. Com a memória RAM de 3 GB, o utilizador pode nem dar conta do processador mais fraco. E a entrada para cartões microSD até 128 GB permite expandir a limitada memória interna.De resto, o OnePlus X tem uma câmara traseira de 13 megapixels que tem f/2.2 de abertura e que faz vídeo slow-motion a 720p e 120fps e uma câmara frontal de 8 megapixels. A bateria é de 2 525 mAh, devendo durar um dia com um único carregamento.
A ideia não é que o OnePlus X seja o “flagship” que o OnePlus 2 é ou que o OnePlus One foi. A fabricante chinesa, que está há dois anos no mercado, quer que o X seja a sua versão do iPhone 6S ou do Nexus 5X – um equipamento potente, com uma bateria razoável e um bom ecrã, mas que abdica das especificações mesmo de topo para um design elegante e confortável na mão.
O OnePlus X é um piscar de olho aos geeks do design. O equipamento, que corre OxygenOS, o sistema operativo da OnePlus, custa 239 euros. Não há modelos de 32 GB nem de 64 GB, mas existem duas versões: a base, chamada Onyx; e uma edição limitada, baptizada de Ceramic, que inclui melhores materiais de fabrico. Só existirão 10 mil OnePlus X de Ceramic e o preço situa-se nos 379 euros.O OnePlus X chegará em Novembro, estando disponível para convite. No entanto, este sistema de convites só vai durar 1 mês. Em Dezembro, a empresa chinesa vai abrir as vendas a todos.source: shifter.pt

Google pode vir a unificar o Chrome OS e o Android

30 de Outubro de 2015 às 09:49
Google


O Chrome OS equipa computador; o Android tablets e telemóveis. Mas a Google pode vir a unificar os dois sistemas operativos, numa estratégia à lá Microsoft. A alteração é avançada pelo o Wall Street Journal e significa grandes novidades para o ecossistema da Google, empresa que agora pertence à Alphabet.

Diz o jornal que o Chrome OS vai ser convergido com o Android porque o Android se tornou o sistema operativo dominante. Unificar as duas plataformas significa que o Android passará a correr nos computadores da Google, baptizados de Chromebooks. Esta mudança tem, desde logo, duas implicações: de um lado, o universo de conteúdos da Google Play Store que vai estar acessível também nesses equipamentos; do outro, os Chromebooks deverão receber um novo nome para reflectivo o novo sistema operativo (Pixel?).A estratégia da Google é semelhante à da Microsoft: um só sistema operativo para todos os dispositivos. De facto, o Windows 10 pode ser encontrado em computadores, tablets e telemóveis, nas consolas Xbox One, na pulseira Microsoft Band, nos óculos Microsoft HoloLens e em outros dispositivos.
O Android também já existe em várias plataformas. Existe o Android dos telemóveis e tablets, e também existe o Android Wear para relógios e pulseiras, o Android TV para smart TVs e o Android Auto para automóveis. Podemos especular que o Android dos computadores será ligeiramente diferente de todos estes Androids (que, por si só, já são diferentes entre si) – Android PC?O The Verge, entretanto, diz ter confirmado a unificação dos dois sistemas operativos, sendo que na próxima conferência Google I/O, a decorrer em Maio ou Junho, deverá ser apresentado um preview da alteração. Mas a mudança em si só deverá acontecer algures em 2017; até lá, o número de novos equipamentos dependentes do Chrome OS será menor.Recorde-se que o último computador revelado pela Google, o Pixel C, corre Android e não Chrome OS como os outros modelos da linha Pixel. Por outro lado, a Google tem nos últimos meses tornado as duas plataformas mais próximas, com, por exemplo, a possibilidade de correr apps Android em Chromebooks.
source: shifter.pt

Netflix: Portugal é o país europeu com menos oferta de conteúdos

28 de Outubro de 2015 às 12:59
Netflix


No passado dia 21 de Outubro, o Netflix chegou a Portugal, para satisfação de muitos amantes de filmes e séries. O serviço, que pode ser utilizado gratuitamente durante 1 mês, teve uma adesão em massa logo no primeiro dia.Mas… muitos utilizadores queixaram-se da pouca (e fraca) oferta de conteúdos e, ao que parece, somos o país onde o Netflix oferece menos séries e filmes para visualização.
O primeiro dia do Netflix em Portugal foi, a nível de adesão, um sucesso… era o tema do dia, todos falavam da sua primeira experiência com este serviço e claro foram muitos os que quiseram tirar partido do primeiro mês gratuito.No entanto, entre esses relatos, muitos foram aqueles que mostraram o seu desagrado quanto à escassa oferta de conteúdos do Netflix Portugal.Segundo os dados obtidos pela Filmefy e disponibilizados pela UnoTelly, Portugal é o país da Europa com a menor oferta de conteúdos no Netflix. Estes resultados vão de encontro às queixas dos utilizadores.Podemos ver, no seguinte gráfico, essa discrepância:Dois dias após o lançamento, a 23 de Outubro de 2015, Portugal contava com ‘apenas’ 539 títulos disponíveis no serviço de streaming. Por sua vez, a Itália tinha 854 títulos e a Espanha oferecia 991 conteúdos, países que receberam o Netflix no mesmo dia que Portugal.Contas feitas, o Netflix em Portugal encontra-se 1.500% abaixo de toda a oferta disponibilizada pelo serviço e 700% abaixo dos conteúdos disponibilizados pelo Netflix nos Estados Unidos da América.
source: pplware.sapo.pt

Samsung Galaxy View: O tablet que é quase uma televisão

28 de Outubro de 2015 às 12:59
Samsung


As vendas dos tablets estão em queda acentuada e por isso as marcas precisam de inventar novos formatos e novas alternativas.Há já bastante tempo que a Samsung estava a mostrar aos utilizadores que tinha um novo tablet para lançar e fê-lo agora de forma muito discreta. O Galaxy View quase não é um tablet, é praticamente uma televisão portátil!

Este novo tablet da Samsung vem inaugurar uma nova área onde os tablet chegaram. São 18,4 polegadas de ecrã que estão disponíveis para o utilizador aceder aos seus conteúdos e onde poderá ver, em grande formato, os seus conteúdos multimédia.O Galaxy View foi criado para ser usado como uma televisão portátil, que poderá ser usada em qualquer lugar da nossa casa, tendo no seu design alguns elementos que assim o proporcionam.Para além do ecrã massivo, que tem uma resolução de 1920 x 1080, conta ainda com altifalante estéreo e um processador octa-core de 1.6GHz. A bateria, um dos seus trunfos, consegue durar 8 horas em reprodução vídeo.Para manter o Galaxy View na posição ideal de funcionamento, conta com uma base que pode ser ajustada, até ficar quase na horizontal.Para além de correr Android, o Galaxy View tem ainda uma interface optimizada para os conteúdos vídeo, onde o utilizador tem presente o acesso directo às principais aplicações de vídeo.Este é, segundo a Samsung, o maior tablet à venda no mercado e quer por isso ser único e diferente do que a concorrência tem disponível.Ainda sem preço conhecido e sem data de chegada ao mercado, o Galaxy View é um tablet que supera os tamanhos que a concorrência tem vindo a apresentar. Abandonaram-se os tablet para trabalho e chegaram os hiper-tablets para a diversão e para a televisão.
source: pplware.sapo.pt

Por que razão tantos estão a mudar do Android para o iOS?

28 de Outubro de 2015 às 12:59
Apple Samsung


Os números da Apple não mentem. Cada vez mais os utilizadores estão a abandonar o Android e a abraçar o iOS.Esta mudança pode não parecer lógica para muitos, mas a verdade é que cada vez mais o iPhone e o iOS têm argumentos para cativar todos os que estão no universo Android.

A informação da Apple foi clara. 30% dos 48 milhões de novos iPhones vendidos no último trimestre foram para utilizadores que estão a migrar da plataforma da Google para o iPhone.Não sendo uma migração normal, não deixa de ser lógica e até bem compreensível para muitos utilizadores, que apenas estavam no Android porque o iOS ainda não tinha chegado a um nível que os pudesse satisfazer.Mas a Apple tem mudado e muito o iPhone e todo o seu ecossistema, melhorando-o e preparando-o para dar resposta às necessidades de todos.As causas para esta mudança acabam por ser lógicas e apenas tardavam para acontecer.O iPhone está maior e mais variadoCom o lançamento do iPhone 6 a Apple resolveu mudar o iPhone, de uma forma radical. Abandonou a eterna medida de ecrã e resolveu dar aos consumidores o que eles pediam.Com o Android a ter há já vários anos smartphones com ecrãs que chegam a ser quase tablets, era hora do iPhone e da Apple crescerem.É por essa razão que surgem os novos iPhones, com medidas maiores e com dois tamanhos distintos. Com 4,7 e 5,5 polegadas, a Apple pode agora competir com os Android.A partilha de dados está melhorAlgo que os utilizadores se queixavam desde as primeiras versões do iOS é da impossibilidade de partilhar informação entre aplicações.Esta simples funcionalidade, que existe praticamente desde as primeiras versões do Android, era uma das razões para que muitos considerassem o iOS um sistema fechado e sem ser modular.Mas com o iOS 8 isso mudou, abrindo aos utilizadores a possibilidade de, com um simples toque, poderem trocar dados entre as aplicações. Com a vantagem desta função ser mais organizada e configurável no iOS, ao contrário do que existe no Android, em que todas as aplicações surgem, desordenadas.A confusão da oferta AndroidA diversidade de fabricantes e de hardware que existe no Android pode funcionar a seu favor. Conseguimos ter um smartphone quase feito à medida.O problema é que com tanta oferta os consumidores acabam por se sentir perdidos na hora de escolher o Android que querem levar para casa. Se o preço é um factor de peso, os componentes começam já a ter também um peso na decisão.A oferta da Apple, por outro lado, é estanque e limitada mas muito bem definida. Tamanho do ecrã e espaço de memória, é apenas aqui que os consumidores precisam de se concentrar.O eterno problema das actualizaçõesAlgo que existe desde o início do Android é a fragmentação. Muito mais do que existirem diversas versões do sistema operativo da Google a uso, o problema está na ausência de suporte que a maioria das marcas oferece.E é aqui que a Apple volta a marcar pontos. O iOS quando é actualizado é oferecido a todos, da mesma forma e com a mesma simplicidade de instalação.Não apenas existem versões frequentemente actualizadas, como o suporte para os modelos mais antigos é mais alargado do que podemos ver nos equipamentos Android, mesmo nos da Google.Tudo chega primeiro ao iOSPor fim existe a relação dos sistemas operativos com as lojas de aplicações que os servem. Por ser um sistema mais interessante e mais rico, é normal que as novas aplicações surjam primeiro no iOS do que no Android.Já mais do que o número de aplicações, a decisão passa também por quem tem as novas aplicações mais cedo. E aqui o fiel da balança volta a pender para a Apple.Qualquer um destes sistemas operativos tem qualidades e defeitos, mas o movimento de migração para o iOS parece estar agora a tomar uma dimensão maior e a ser muito mais expressivo do que antes.As razões apresentadas acima são argumentos válidos que muitos usaram para tomar a sua decisão. Resta saber qual será a resposta da Google para contrariar esta debandada.Terá muito maiores dificuldades pois terá de trabalhar com vários fabricantes, cada um com as suas ideias e as suas vontades. É este o desafio da Google, encontrar uma forma de unificar o Android e torná-lo como uma plataforma transversal.
source:pplware.sapo.pt

A pesquisa do Facebook está melhor que nunca

28 de Outubro de 2015 às 12:55
Facebook


Quer seja para encontrares aquela rapariga da festa da noite passada ou aquela página de notícias de que te falaram, certamente já terás contado para a estatística de 1,5 mil milhões de pesquisas feitas no Facebook diariamente. Com um número tão alto, é natural que Mark Zuckerberg pretenda dar cada vez mais destaque a esta opção com novas e melhores funcionalidades. O Facebook está cada vez mais a absorver o que de melhor oferecerem outros sites como o Google e o Twitter.
Imagina esta situação completamente aleatória: o Benfica perde por 3-0 contra o Sporting em pleno Estádio da Luz. Para onde é que muitas pessoas vão? Facebook. Quer seja para saber as reações dos seus amigos, para dar o seu próprio bitaite sobre o jogo ou até mesmo para procurar notícias de declarações e estatísticas, muitas pessoas descartam já ir directamente aos sites de notícias desportivas e utilizar antes a rede social como meio de chegar às informações pretendidas.
O Facebook sabe disto e, por isso, a caixa de pesquisa da rede social está melhor do que nunca. Agora, a partir do momento em que começas a escrever, aparecem em tempo real sugestões que vão ao encontro do que pretendes. Os resultados podem conter tanto páginas públicas e eventos, como mesmo posts dos teus amigos relacionados com determinadas palavras-chave. Para além disso, existe ainda a opção pull-to-refresh, como se os resultados estivessem dispostos numa timeline que é actualizada quando quiseres.Para além disso, o Facebook introduziu uma funcionalidade para quem gosta de dar sempre a opinião sobre os assuntos na ordem do dia. Quando pesquisas, por exemplo, por “Benfica”, nos resultados vais também encontrar posts de páginas públicas (geralmente de meios de comunicação) onde estão a ser geradas longas discussões, para que possas tu também deixar a tua mensagem ou simplesmente ler as reações a um determinado assunto.São estes pequenos detalhes que tornam o Facebook numa rede social cada vez mais versátil e “amiga” do utilizador. Mais do que atirar-te com publicidade, Mark Zuckerberg que também promover a interação entre páginas e perfis e chegar a um ponto em que quase não precises de mais nenhuma outra fonte para chegares às informações que queres encontrar.
source: shifter.pt

As notificações do Facebook vão deixar de ser apenas notificações

27 de Outubro de 2015 às 09:28
Facebook


O Google Now dá-nos informação que nos é relevante num dado momento e local. Por exemplo, se estivermos próximo de uma sala de cinema, o Google Now diz-nos os filmes em exibição. Já se existir uma paragem de autocarro, basta-nos olhar para o telemóvel para saber os horários. O Google Now também nos informa sobre a meteorologia, refere quanto tempo demoramos até casa, releva como estão as acções de determinadas empresas e dá-nos notícias que nos interessam.

A Apple replicou o Google Now à sua maneira através do painel de notificações e da Siri. Por um lado, basta um deslize para baixo no ecrã para acedermos ao Today, onde encontramos a meteorologia, bem como quanto tempo demoramos até casa. Por outro, com o iOS 9, a Siri passou a ser mais proactiva ao sugerir-nos apps que devemos querer usar em dado momento, locais que estejam perto de nós ou notícias que provavelmente vamos gostar de ler.Agora é a vez de o Facebook criar o seu “Google Now”. Nesse sentido, o separador de notificações na app da rede social para iOS e Android passará a ter mais conteúdo para além de notificações.Nele encontrarás informação relevante num dado momento e local – tal e qual como no Google Now, mas obviamente ao estilo do Facebook. Aniversários e comemorações importantes dos teus amigos, eventos aos quais te juntaste, resultados desportivos e lembretes sobre programas de TV (com base nas páginas que segues) são apenas alguns dos conteúdos do novo separador de notificações.Se autorizares o Facebook a seguir a tua localização, a app também te vai dizer coisas que acontecem perto de ti: eventos locais e notícias que são populares na cidade que vives; meteorologia e alertas relacionados; filmes em exibição perto de ti; sítios próximos para comer…À semelhança do Google Now, a informação no separador de notificações do Facebook estará organizada em cartões. Podes personalizar esta organização, removendo ou adicionando cartões, assim como alterando a sua ordem…O novo separador de notificações vai ser lançado primeiro para os utilizadores norte-americanos, independentemente de usarem Android ou iPhone.
source: shifter.pt

A nova Apple Tv já está à venda

27 de Outubro de 2015 às 09:28
Apple


É a quarta Apple TV, mas é a primeira “bem feita”. A nova Apple TV já está disponível para compra em Portugal e em mais uns quantos países, incluindo Estados Unidos. A versão de 32 GB custa 179 euros; o preço da de versão de 64 GB sobre para 229 euros.
A nova Apple TV traz um sistema operativo renovado, denominado tvOS, que inclui uma App Store. Significa isso que os programadores podem agora desenvolver apps para funcionar no grande ecrã. O actual ecossistema de apps da Apple TV está restricto a 10/20 apps, desenvolvidas por parceiros.

Com o tvOS, a Apple TV pode transformar-se numa consola de jogos, capaz de correr pequenos títulos como Guitar Hero, Transistor, Shadowmatic, Rayman Adventures ou Manticore Rising. Há jogos nos quais será possível usar o iPhone ou iPod Touch como comandos num modo multi-player. Outros conteúdos podem ser jogados com um comando compatível com a Apple TV, como o Siri Remote.O Siri Remote é o novo comando remoto da Apple e está incluído na caixa da Apple TV. Tem uma superfície táctil e quatro botões: um que leva o utilizador para o menu principal; outro dedicado para a assistente virtual Siri; outro ainda que controla o volume; e por fim um que permite parar ou reproduzir os conteúdos. A superfície táctil, essa, permite usar os dedos para navegar no menu, seleccionar itens e avançar/recuar no vídeo.Para além disto, a nova Apple TV vem equipada com o processador A8, o mesmo chip que existe no iPhone 6; tem entradas HDMI, USB-C e Ethernet; e suporta a assistente de voz Siri. Um dos pontos negativos é não suportar conteúdos 4K.Disponível em versões de 32 GB e de 64 GB, a nova Apple TV pode ser adquirida na loja online ou nos revendedores autorizados, de que a GMS é exemplo. O preço varia entre 179 e 229 euros, mas existe uma opção mais barata: o modelo anterior mantém-se nos 79 euros.
source: shifter.pt

iPhone 6S e iPhone 6S Plus podem pesar objectos no seu ecrã

26 de Outubro de 2015 às 15:43
Apple


A ideia é fantástica, embora já anteriormente a víssemos em acção noutros moldes, mas agora é novidade do mundo Apple. Falámos de uma aplicação que deixa a certeza que a tecnologia 3D Touch, dos novos iPhone 6S e iPhone 6S Plus, pode detectar algo que está em cima do ecrã e medir o seu peso.Calma, não coloque já um melão no seu iPhone!
A tecnologia 3D Touch da Apple, que vem com o iPhone 6S e também no 6S Plus, abre um enorme leque de funcionalidades, novas formas de interagir com o ecrã, logo, novas formas de usar o iPhone. O que não estava previsto, pelo menos não está na lista do dia-a-dia, são tarefas mais “domésticas”, como pesar umas ameixas ou umas maças (entre outras coisas).Mas isto de “não estar previsto” não é de todo uma porta fechada, pelo menos para quem mora em Paris e conhece ou segue o programador Simon Gladman. Plum-O-MeterEsta novidade não é mais que uma app que tira partido da tecnologia agora usada pela Apple. No seu blog, Simon Gladman desvenda um pouco sobre a sua nova aplicação que no iPhone 6S ou no iPhone 6S Plus permite tirar partido do 3D Touch e pesar o que é colocado no ecrã. Para já o que vai ver não é o peso exacto, mas sim qual é o objecto que pesa mais. Como podemos ver no vídeo que Gladman disponibilizou, ele colocou três ameixas alinhadas e coloca duas de cada vez em cima do ecrã do iPhone 6S. A app Plum-O-Meter mostra a força individual que cada objecto exerce no ecrã (valor percentual) e destaca com um círculo amarelo aquele objecto que faz maior pressão, logo, ele identifica o mais pesado.Tecnicamente, o ecrã multi-toque do iPhone pode sentir simultaneamente até cinco objectos de cada vez. Onde posso descarregar o Plum-O-Meter?Esta app ainda não está na App Store, nem precisa de ter jailbreak no seu iOS. Tudo o que precisa é usar de modo “não oficial” (ou fora da App Store) a app Plum-O-Meter visitando a página de apps no GitHub. O Pplware irá ensinar depois a colocar a mesma no seu iPhone 6S ou iPhone 6S Plus usando o código da app (que é open source) e o Xcode. Nós ja testamos esta tecnologia no Huawei Mate SOs smartphones Huawei também estão a ser lançados com 3D Touch e fazem algumas funcionalidades que tiram partido dos sensores colocados no ecrã. Uma das funcionalidades que a marca chinesa mostrou e que testámos é mesmo a de pesar um objecto. A app da Huawei, contudo, está muito mais evoluída e mostra mesmo o peso de cada peça colocada no ecrã. Assim, está apresentada mais uma funcionalidade para os smartphones: balança. Já viu que depois de poder telefonar, ouvir rádio, ver TV, tirar fotografia, guardar documentos, receber mail, ser guiado pelo GPS, ter uma bússola… agora também tem uma balança?
source:pplware.sapo.pt