Facebook: Multa de 110 milhões euros por informação enganosa
18 de Maio de 2017 às 09:49Facebook vai parar de recolher dados do WhatsApp no Reino Unido
Desde que comprou o WhatsApp, em Fevereiro de 2014, que o Facebook procura maximizar a utilização deste serviço e obter os dados dos utilizadores.Conseguiu este último passo no passado mês de Setembro, passando a partilhar os dados do WhatsApp com os seus serviço. Mas o regulador do Reino Unido alertou agora o Facebook que esta prática é ilegal e a empresa resolveu suspender esta recolha.
A justificação do Facebook para a partilha de dados entre o WhatsApp e os seus restantes serviços baseia-se na possibilidade de tornar mais simples oferta de novos contactos, baseada na informação cruzada entre os diferentes serviços. Muitos foram os que se opuseram a esta medida, mas a verdade é que a mesma acabou por ser concretizada.Não tendo sido bem recebida, esta medida acabou por levantar algumas dúvidas a algumas entidades reguladoras. No caso do Reino Unido, surgiu agora uma recomendação para que essa recolha seja terminada de imediato, para garantir e proteger a privacidade dos utilizadores."We’ve set out the law clearly to Facebook, and we’re pleased that they’ve agreed to pause using data from UK WhatsApp users for advertisements or product improvement purposes"O Facebook acatou esta indicação e parou de imediato a recolha e a partilha de informação entre o WhatsApp e a sua rede social, mas apenas para efeitos de publicidade ou melhoria do serviço.O Reino Unido não é o primeiro país onde esta medida foi tomada. O mesmo tinha já acontecido na Alemanha, onde o Facebook acordou parar de recolher informações do WhatsApp, depois de ter sido informado de que esta recolha violava a lei. Há ainda outros países, como a França ou a Itália, onde decorrem ainda investigações para averiguar se esta prática do WhatsApp não vai contra as leis de protecção de dados.Do lado do WhatsApp, a empresa defende-se alegando que a informação que recolhe é mínima e que não tem acesso quer às mensagens quer às chamadas e que nem acesso ao nome dos utilizadores ou a outros dados tem.O WhatsApp chegou a dar aos utilizadores a possibilidade de não permitir a sincronização dos dados entre os serviços, mas essa opção expirou ao fim de alguns dias, não podendo agora ser usada.source: pplware.sapo.pt
Atenção aos novos concursos fraudulentos no Facebook
Um dos conteúdos falsos que mais se tem visto na rede social, são os concursos fraudulentos e, recentemente, surgiram pelo menos 3 páginas com esses falsos concursos. Não participe, são uma fraude!
Mesmo depois de vários alertas, como este, ainda existem milhares de pessoas que ‘caem’ no ‘conto do vigário’.Os concursos falsos que surgem no Facebook são um bom exemplo disso mesmo. Recentemente, surgiram mais 3 exemplos, utilizando páginas com o nome de marcas conhecidas, neste caso Mercedes, Intermarché e Pingo Doce, com concursos com ofertas tentadoras: um carro e cartões com bastante dinheiro em compras.Estas são as páginas com concursos fraudulentos:Mercedes-Benz Soc Com C SantosMesmo que existam vários utilizadores atentos que vão alertando (como podemos ver nas mensagens deixadas à direita na imagem), ainda existem muitos que ‘tentam a sorte’. Contudo, deixamos um alerta ainda mais profundo… a divulgação dos vossos dados!Nesta página, uma das últimas publicações, remete para um site duvidoso onde é pedido que preencham os vossos dados:Se pensarmos bem… em primeiro lugar uma página da Mercedes não iria direccionar para uma página supostamente da Audi. Por outro lado, se pesquisarmos sobre este site, vemos que nem sequer tem informações suficientes. Ora, um concurso deste calibre, teria que estar associado a um site credível e legal.Caetano Baviera BMWEsta página, à semelhança da acima, também uma publicação que ‘curiosamente’ direcciona para um endereço suspeito praticamente igual, que pede os vossos dados.Intermarche Cartao PoupançaPor norma, estes passatempos têm o mesmo padrão: páginas criadas há pouco tempo, com nome de marcas conhecidas e uma oferta apetecível, num concurso cujo procedimento é praticamente sempre o mesmo: fazer gosto, partilhar e comentar.Mais um alerta para esta página que contém uma publicação que direcciona para um site suspeito, que pode comprometer os vossos dados:Pingo DoceAtenção para não confundirem com a página oficial da marca pois, muitas vezes, é isso que acontece, as pessoas julgam estar a participar em concursos credíveis, exactamente, porque tem uma marca conhecida associada.Qual é o objectivo, afinal, destas páginas?Com estes concursos, estas páginas conseguem angariar muitos seguidores/likes num curto espaço de tempo. Muitas vezes são páginas criadas pelas mesmas pessoas e, depois das páginas terem muitos likes, podem trocar o nome da mesma, para outros fins.Alertamos para estas situações pois, ao partilhar, o utilizador está também a induzir em erro outras pessoas menos informadas e, o que parece inofensivo, pode ser o início de uma dor de cabeça, sobretudo quando cedemos os nossos dados pessoais.source: pplware.sapo.pt
Integração do WhatsApp com o Facebook? Só tem até Sábado
O WhatsApp vai passar a partilhar dados com o Facebook. Segundo as informações obtidas, o objectivo é oferecer a melhor experiência aos utilizadores, melhorando o serviço. Mas os utilizadores do WhatsApp podem decidir se querem, ou não, partilhar informações com a rede social, sendo que esta possibilidade só estará disponível até ao próximo Sábado.Saiba como não permitir que os seus dados do WhatsApp sejam partilhados com o Facebook.
De acordo com uma informação que foi partilhada pelo WhatsApp, o objectivo desta troca de informação é combater o SPAM, sugerir produtos, mostrar anúncios relevantes e, assim, garantir a melhor experiência ao utilizador. Sabe-se também que, o Facebook, não irá usar os números de telemóveis nem partilhar os dados com terceiros.Prevenir que o WhatsApp partilhe dados com o Facebook?Para que não autorize a partilha de dados do WhatsApp com o Facebook, basta que siga os seguintes passos:Primeiro carregar em Definições > Conta e depois desactivar a opção Partilhar detalhes da conta.
E está feito! O processo é simples e evita que o WhatsApp partilhe detalhes da sua conta com o Facebook. Não se esqueça, tem só até Sábado. Caso não o faça a integração será automática.source: pplware.sapo.pt
Facebook e Apple à procura de negócios inovadores em Portugal
Vários representantes de empresas tecnológicas líderes internacionais como a Apple, Facebook, Twitter, Amazon, Airbnb e Square vêm a Portugal entre julho e final de setembro para conhecer e contactar com empreendedores, venture capital, investidores e outros atores do ecossistema empreendedor nacional. A Apple é a segunda empresa a visitar o país em 28 e 29 de julho, seguida dos representantes da Amazon, que estarão em Portugal entre 29 e 31 de agosto. Depois chegarão os membros da equipa do Facebook, encontro agendado para o final de setembro.
O desafio, lançado pela AICEP - Agência de Investimento para o Comércio Externo de Portugal, surge na sequência do road show que Miguel Frasquilho, diretor daquele organismo, fez em abril aos Estados Unidos. O objetivo deste convite é dar a conhecer melhor Portugal, as oportunidades de parceria e até de investimento em empresas portuguesas. Na altura, em Nova Iorque e em São Francisco, Miguel Frasquilho apresentou às grandes tecnológicas alguns casos portugueses de sucesso que já conseguiram investimento a nível internacional, como a Farfetch, a Talkdesk, a Feedzai e a Uniplaces.
"Percebemos durante a viagem que havia um desconhecimento do que é Portugal em termos de indicadores de turismo, empreendedorismo e inovação. Lisboa e Portugal estão na moda, batem recordes e estão muito virados para os negócios", explica Miguel Frasquilho em entrevista ao DN/ Dinheiro Vivo.
O modelo-tipo destas visitas - cujos custos são completamente suportados pelas empresas estrangeiras que estejam interessadas em conhecer mais de perto Portugal - inclui reuniões entre os representantes das tecnológicas internacionais com incubadoras, aceleradoras, investidores e empreendedores, um pouco por todo o país. Estes programas e marcação de reuniões estão a cargo da AICEP, que pensou em desafiar as tecnológicas internacionais como uma estratégia para dar a conhecer o que de melhor se faz no país.
No radar dos investidores
"A nossa ideia é que todos estes indicadores de crescimento e de vitalidade façam com que Portugal esteja nos radares destas empresas e de potencial investimento", adianta Miguel Frasquilho. Entre os associados à iniciativa da AICEP estão as incubadoras Startup Lisboa, Startup Braga, UPTEC, Instituto Pedro Nunes, a Beta-i e o fundo de investimento público Portugal Ventures. "Temos expectativas de que estas tecnológicas possam, depois destas visitas, aumentar a sua presença em Portugal", adianta Miguel Frasquilho, sublinhando que uma das possibilidades em cima da mesa é a abertura de uma retail store da Apple no nosso país.
A estratégia surge alinhada com o lançamento do Startup Portugal, a estratégia nacional para o empreendedorismo. Dentro das medidas anunciadas pelo governo de António Costa para dar a conhecer e potenciar o ecossistema empreendedor nacional, Miguel Frasquilho sublinha a criação de uma zona livre tecnológica, cujo plano será definido até ao final do ano, e o programa para o cofinanciamento de capitais de risco e business angels como as medidas que mais podem potenciar o investimento estrangeiro em startups portuguesas.source: pplware.sapo.pt
Facebook já deixa guardar vídeos para ver mais tarde
O Facebook tem, nos últimos anos, investido muito na vertente móvel da sua rede social. Entendeu que era esse o caminho a seguir e a verdade é que acertou em cheio.Como não pode parar de evoluir e de dar novidades aos utilizadores, resolveu finalmente permitir que os vídeos publicados possam ser guardados para ver mais tarde. Esta novidade chegou já à versão de testes do Facebook para Android.
Nem sempre existem as melhores condições para a visualização dos vídeos no Facebook. A ausência de rede ou o fim dos planos de dados, podem deixar um utilizador sem acesso ao Facebook e aos seus conteúdos.Para eliminar este problema e permitir que os utilizadores tenham acesso aos vídeos publicados, o Facebook deu agora início a novos testes, que vão permitir que estes vídeos sejam guardados e vistos mais tarde.Ao navegar no Facebook, o utilizador passará a ter uma nova opção: “Gravar”. Esta opção vai permitir que descarregue uma cópia para o seu smartphone, quando não tiver rede, para poder ver mais tarde.Mas o Facebook parece que tem uma pequena condição para que estes vídeos possam ser vistos. A cópia que é descarregada fica dentro da aplicação. Isto significa que estes vídeos não podem ser visualizados por qualquer outra aplicação do Android e têm mesmo de ser acedidos dentro da aplicação móvel do Facebook.Apesar de estar apenas disponível na versões 85 e 86 do Facebook Beta, esta é uma opção que ainda não aparece a todos os utilizadores. O Facebook deve gradualmente alargá-la a todos os que estão a experimentar estas versões de testes.Esta é mais uma forma que o Facebook encontrou para garantir que os seus utilizadores estão mais tempo ligados à sua rede, sem perderem nada do que é partilhado.source: pplware.sapo.pt
Facebook – Malware fez 10 mil vítimas em apenas dois dias
Em apenas 48 horas um recente malware já infectou milhares de contas do Facebook. Este malware tenta assumir o controlo da conta do utilizador e tem uma actuação idêntica à de um esquema de phishing, mas neste caso, através de uma notificação do Facebook.O Brasil lidera o número de utilizadores que clicaram na notificação e desencadearam ataques às suas contas. Portugal é um dos países onde o malware fez também muitas vítimas.
Um especialista em segurança descobriu um ataque de malware que enganou cerca de 10.000 utilizadores do Facebook em todo o mundo para infectar os seus computadores, depois de receber uma mensagem de um pretenso amigo alegando terem sido mencionados no Facebook.Os PCs comprometidos foram usados para sequestrar as contas do Facebook, a fim de espalhar a infecção através dos próprios amigos da rede social da vítima e para permitir outras actividades maliciosas. Foram atingidos por este malware vários países da América do Sul, com principal incidência no Brasil (37% de todos os casos), vários na Europa, onde se inclui a Alemanha e Portugal (como um dos mais infectados) e outros países como a Tunísia e Israel.O ataque foi registado com mais frequência entre os dias 24 e 27 de Junho e milhares de utilizadores foram apanhados desprevenidos, ao receberem uma mensagem de um amigo no Facebook dizendo que os tinham mencionado num comentário, dando depois início a um ataque com duas fases. Como funciona o ataque?O ardil foi muito bem montado e baseou-se na curiosidade e vaidade dos utilizadores do Facebook. Numa primeira etapa, as pessoas que foram infectadas fizeram o download de um Trojan para o seu computador, através de um ficheiro Javascript.Até aqui o utilizador não tinha a noção que está a entrar numa armadilha.Passada a primeira fase de instalação do trojan, este começa por controlar a conta do Facebook do utilizador. Logo de imediato, o utilizador vê a sessão activa do Facebook ser encerrada. Este malware tem a capacidade de alterar as configurações de privacidade, extrair dados e muito mais, permitindo-lhe espalhar a infecção para outros amigos do Facebook da vítima ou desenvolver outras actividades maliciosas, como spam, roubo de identidade e gerando “gostos” fraudulentos, entre outras acções.Um comportamento que também foi detectado foi uma tentativa de protecção do malware quando este tentou proteger-se ao criar uma lista de sites que ficaram bloqueados, como sites que pertenciam a empresas de segurança e outros sites de detecção de malware. Quais são os sistemas operativos mais frágeis?As pessoas que usam sistemas operativos Windows, incluíndo Windows Phone e Windows 10 Mobile, para ter acesso ao Facebook são os que correm um risco maior, segundo a empresa de segurança. Os que estarão mais protegidos são os utilizadores que visitam o Facebook com dispositivos móveis equipados com Android e iOS. Estes estarão imunes, pois o malware recorre a bibliotecas que não são compatíveis com estes sistemas operativos móveis.O Trojan que é descarregado utilizado pelos atacantes não é novo. Este foi detectado e reportado há cerca de um ano atrás, quando executava processos de infecção idênticos a este. Em ambos os casos, os rastos deixados pelo malware, em termos de idioma, apontam para que os “criadores” utilizem o turco.O Facebook está agora a mitigar esta ameaça e procedeu já ao bloqueio desta técnica, que tenta disseminar o malware a partir de computadores infectados. Os investigadores do Facebook reportaram que, a partir do momento que fizeram estas acções, deixaram de ver mais tentativas de infecções. A Google também removeu pelo menos uma extensão da sua Chrome Web Store usada para neste esquema. Como podemos saber se estamos infectados?Verifique o seu Google ChromeAbra o browser, no canto superior direito clique sobre o ícone (que parece uma sanduíche) e vá aDefiniçõesAgora, navegue ao menu Extensões. Procure um ficheiro com o nome “thnudoaitawxjvuGB” (sem aspas).Se vir esta extensão, apague-aFaça também o seguinte:No Windows vá a Iniciar > Caixa pesquisa e copie este comando %AppData%\MozillaProcure por pastas e ficheiros como “autoit.exe” e “ekl.au3”Se encontrar ficheiros destes, então o seu computador está, muito provavelmente, infectado. E como posso remover este malware?Se não o conseguir de forma manual peça ajuda a ferramentas que tratam disso, entre elas o Malwarebytes. Contudo há várias outras ferramentas que podem ajudar neste processo.source: pplware.sapo.pt
Mark Zuckerberg tapa a webcam do portátil com fita adesiva
Quem vai a eventos relacionados com tecnologia e não só, certamente já se apercebeu que algumas empresas oferecem um estilo de adesivo que muitas pessoas nem sabem muito bem para o que serve.Pois, ao que parece, essa fita deve ser usada para tapar a webcam do seu portátil e assim prevenir-se de “olhares alheios” (através de vídeo). Quem também tapa a sua webcam é Mark Zuckerberg!
Com a chegada aos 500 milhões de utilizadores no Instagram, Mark Zuckerberg aproveitou para publicar algumas fotos originais na rede social.Só que alguns utilizadores mais observadores reparam que Zuckerberg tapa a webcam e o microfone do seu portátil com fita adesiva. Ora reparem na seguinte imagem.Apesar do material usado ser um pouco “caseiro” e pouco “high-tech”, a verdade é que tem tudo para funcionar bem. Zuckerberg não é o primeiro nem será certamente o último a usar este tipo de medidas contra eventuais “espiões”.Segundo algumas informações partilhadas por profissionais na área da segurança, quando se tem um dispositivo ligado à Internet com Webcam, é importante estar muito atento ao que se instala e executa.Será que esta questão de tapar as webcam é apenas paranoia ou devemos estar mesmo preocupados?source: pplware.sapo.pt
Facebook espia utilizadores pelo microfone?
O Facebook é a maior rede social digital do mundo! O modelo de negócio da empresa assenta em publicidade, algo que é assumido pelo próprio Facebook que, recentemente, até confirmou que vai melhorar a publicidade apresentada aos utilizadores que não têm conta criada.Mas será que o Facebook sabe o que procuramos uma vez que ouve as nossas conversas?
De acordo com a informação revelada pelo próprio Facebook, muitas das notícias e informações que os utilizadores veem online, juntamente com os jogos, vídeos e outras coisas que gostam, são suportados pela publicidade. O Facebook espera oferecer melhor publicidade aos utilizadores do Facebook mas também aos que não têm conta criada.Para oferecer publicidade direcionada, o Facebook tem de saber o que os utilizadores procuram. Segundo a professora universitária Kelly Burns da University of South Florida, além do Facebook analisar o comportamento dos utilizadores, também ouve a conversa do mesmos através do microfone dos smartphones.Em que se baseou para tal teoria?Depois de usar o microfone do seu smartphone para referir que estava interessada em fazer um Safari Africano de Jeep, a professora Burns começou a receber, passados 60 segundos, publicidade relacionada com Safaris.“I’m really interested in going on an African safari. I think it’d be wonderful to ride in one of those jeeps.”Within 60 seconds there appeared a post on her Facebook feed about a safari story, which was posted around three hours before.De acordo com a professora Burns, o Facebook usa o áudio captado dos utilizadores para oferecer publicidade sobre o tema.Em resposta à acusação feita, o Facebook confirma que de facto capta o áudio dos utilizadores mas apenas se o utilizador permitir e se este estiver a usar alguma funcionalidade que necessite de áudio. A empresa deixa bem claro que não usa o microfone dos smartphones para obter informações dos utilizadores e assim oferecer publicidade direccionada."Facebook does not use your phone’s microphone to inform ads or to change what you see in News Feed. Some recent articles have suggested that we must be listening to people’s conversations in order to show them relevant ads. This is not true. We show ads based on people’s interests and other profile information – not what you’re talking out loud about.We only access your microphone if you have given our app permission and if you are actively using a specific feature that requires audio. This might include recording a video or using an optional featurewe introduced two years ago to include music or other audio in your status updates."Caso o utilizador queira impedir que o Facebook aceda ao microfone, basta que vá as definições e desactive tal opção na zona da privacidade. No caso do Android devem ir a Definições > Facebook > Permissões.
Alguém já se apercebeu destas “movimentações” estranhas?source: pplware.sapo.pt
Os planos do Facebook para os próximos tempos
Saiba quais as novidades que a rede social de Mark Zuckerberg anunciou esta terça-feira, 12 de Abril, em São Francisco, onde decorre a conferência anual de programadores (F8).
Uma câmara 360 que parece uma espécie de OVNI, a introdução da plataforma de 'chat bots' para o Messenger e o lançamento do seu primeiro satélite de Internet que terá como alvo a África subsariana, foram algumas das novidades que marcaram a conferência F8, o maior evento organizado pelo Facebook.Uma das grandes novidades da rede social de Mark Zuckerberg chama-se Surround 360 e foi construída de raiz pelos engenheiros da gigante tecnológica. Como a aposta desta câmara são os vídeos, o Facebook dotou-a de 17 lentes 3D, a possibilidade de trabalhar horas sem sobreaquecer e colocou-lhe um chassis de alumínio que permite estabilizar a imagem. Apesar da câmara parecer uma nave espacial montada num pé de metal, a sua utilização é muito mais fácil que a maioria das outras opções que existem no mercado.No entanto, o Facebook deixou bem claro que não quer tornar num fabricante de câmaras. "A motivação por detrás é ter estas experiências incríveis 3D em realidade virtual ou no ‘smartphone”, sublinhou o director de produtos da empresa, Chris Cox. Assim, em vez de vender a Surround 360, o Facebook vai colocar os desenhos de hardware e algoritmos de construção de vídeo no Github – um serviço web que permite hospedar projectos pessoais –, para que quem quiser possa montar a sua. “Queremos ajudar a empurrar a indústria para a frente”, explicou Chris Cox.
Embora a inteligência artificial continue a ser uma grande aposta de Mark Zuckerberg, foram ainda reveladas outras inovações. A Messenger Platform permitirá aos utilizadores estabelecer contacto com empresas, recebendo informações e fazendo encomendas sem sair da aplicação de mensagens. Com a Messenger Platform, o utilizador da rede social conseguirá ver não só os seus amigos mas também os "chat bots", os programas de conversação automatizada que permitem ver quais as empresas e serviços estão disponíveis naquele momento. A partir de agora as empresas podem preparar "chat bots" para interagirem com os clientes.A rede social também abriu o Facebook Login a todos os ‘developers’. Esta funcionalidade tem como objectivo facilitar o login em sites e aplicações através da conta do Facebook. Basta colocar um código de verificação, não sendo necessário usar senhas.O Free Basics e o Internet.org, o programa de Internet gratuita da rede social, para potenciar a Internet, continua a ser um dos mais falados produtos da rede social. A gigante tecnológica vai lançar o primeiro satélite de Internet que terá como 'alvo' a África subsariana.Nos vídeos, foi apresentado o Rights Manager, um produto que impede que sejam retirados vídeos com direitos de autor do YouTube ou de outras páginas dentro do próprio Facebook. Também este mês, a companhia abriu os vídeos ao vivo a todos os utilizadores. Para o CEO do Facebook esta função “retira a pressão para a imagem perfeita porque as pessoas sabem que isto não é editado.”Por último, o Facebook anunciou a disponibilidade dos artigos instantâneos a todas as publicações, uma aplicação que até agora estava restrito a um número limitado de órgãos de comunicação social.source: economico.sapo.pt
O Facebook também já tem uma câmara VR
O futuro do Facebook sabe-se, passa pelo vídeo e pela criação de elementos de realidade virtual. Com os Oculus Rift e toda a plataforma da rede social pronta, é hora de darem a todos a capacidade de produzir vídeos para VR.O elemento que faltava era mesmo a disponibilização de uma câmara de VR, algo que surgiu hoje na conferência F8. A Facebook Surround 360 é a mais recente proposta do Facebook.
Esta nova câmara está preparada para produzir conteúdos para os novos mercados que surgem com a chegada em massa das soluções de realidade virtual.O software preparado para tratar as imagens que a Facebook Surround 360 vai criar, colocará o vídeo directamente na Internet, onde depois será processado e apresentado.A Facebook Surround 360 tem uma particularidade que é comum a alguns projectos do Facebook. Não será vendida e os seus planos de construção vão ser abertos e disponibilizados no GitHub para que todos possam montar as suas câmaras. anteriorpróxima Em termos de hardware, a Facebook Surround 360 é composta por 14 câmaras dispostas em forma radial, sendo complementada com 1 câmara olho de peixe colocada no topo e duas outras câmaras colocadas na zona inferior.O software baseado na web vai colar todas estas imagens produzidas, que vão ter 4K, 6K ou 8K, produzindo o vídeo final dos utilizadores. Não há indicações se este software será exclusivo para esta câmara ou se funcionará com outro hardware.Com cada vez mais marcas a quererem marcar presença no mercado da VR, começam a surgir novas propostas, todas elas caras e baseadas em softwares proprietários.A vantagem da solução do Facebook é óbvia. Com um software aberto, dá apenas a todos os que querem produzir estes conteúdos a necessidade de comprar as câmaras para os produzirem.O passo do Facebook foi certeiro e mostra que o futuro, seja de qual plataforma for, passa pela Realidade Virtual, quer seja com a produção de conteúdos, que será feita pela Facebook Surround 360, e pela sua visualização, com os Oculus Rift.source: pplware.sapo.pt