Facebook: Multa de 110 milhões euros por informação enganosa
18 de Maio de 2017 às 09:49Fundador do Facebook anuncia novo projeto para 2016
Em 2015, Mark Zuckerberg comprometeu-se a ler dois livros por mês e a conhecer uma pessoa nova todos os dias. Para 2016, o fundador do Facebook anunciou um novo desafio: criar um assistente pessoal com inteligência artificial.
“Vou começar por explorar a tecnologia que já existe. Depois vou começar a ensiná-la e a fazer com que aprenda a minha voz para que assim possa controlar toda a casa – música, luzes, temperatura, entre outros. Vou ensiná-la a reconhecer a cara de amigos e a deixá-los entrar em minha casa. Vou ensiná-la a dizer-me se está tudo bem com o Max [filho de Zuckerberg] e a verificar se está tudo como deve ser no seu quarto. Na parte profissional, irá ajudar-me a analisar dados, de forma a construir melhor os meus serviços e a liderar de uma forma mais eficiente as minhas organizações”, escreveu na sua página no Facebook.Zuckerberg costuma trabalhar com centenas de engenheiros, mas desta vez o criador do Facebook assegura que vai fazer tudo sozinho.source: http://www.sol.pt/
Apple, Facebook e Google, quanto pagam de impostos por ano?
A Apple, Microsoft, Google, Facebook e tantas outras empresas do mundo da tecnologia, já nos habituaram aos milhões de lucro que todos os anos recebem das suas actividades.Depois há os impostos, um pagamento que essas mesmas empresas são acusadas por vezes de fuga, como acontecido à Apple nos últimos tempos. Mas, em milhões de dólares, quanto pagam de impostos nos Estados Unidos?
Os gigantes da tecnologia nos Estados Unidos da América são frequentemente acusados de evasão fiscal. Estes tomam decisões financeiras devidamente pensadas e calculadas para camuflar as enormes receitas em países onde as leis de impostos sobre as sociedades são substancialmente mais brandas. Tim Cook, o CEO da Apple, numa entrevista ao programa 60 minutes, quando questionado sobre a acusação que alegadamente a Apple fugia aos impostos, refutou todas as acusações dizendo que a Apple paga todos os impostos devidos ao governo dos Estados Unidos.Accusations that Apple is avoiding taxes are ‘Total Political Crap’Tim Cook no programa 60 Minutes Apple é a empresa que paga os impostos mais altosQuando o CEO da Apple foi confrontado com a questão de alegadamente a empresa de Cupertino estar a fugir das suas obrigações fiscais, Tim referiu que é entregue cada dólar de imposto devido. Tim também mostrou desacordo sobre o código fiscal actual imposto nos Estados unidos, denominando-o como desactualizado para esta era digital. Acrescentou ainda que, em comparação com outras empresas, a Apple paga os impostos mais altos.Por mais que a afirmação possa ser verdade em termos do total de verbas pagas, como vemos no gráfico, os impostos entregues não são proporcionais aos lucros excêntricos da empresa.Por exemplo, em 2014, o total de impostos pagos pela Apple em relação às suas receitas foi de 13,97 mil milhões de dólares. Surpreendentemente, esse número é maior do que o total dos impostos pagos pela IBM, Google e Microsoft juntas. No entanto, o aspecto mais significativo é que a taxa média da empresa para calcular os impostos a pagar sobre os lucros (taxa efectiva de imposto) para 2014 foi de 26,1%. Facebook pagou em 2014 mais impostos que a AppleApesar desta figura ser maior que a de outras empresas do sector de tecnologia, a percentagem é menor que a taxa média de imposto cobrada nas empresas S&P 100 que é de 2,5% quando comparada para o mesmo ano (2014). Também é justo mencionar que a taxa de imposto federal sobre o rendimento é de 35%.Por isso a Apple, e outras empresas de tecnologia de Silicon Valey, tentam pagar menos impostos, sendo que a Apple é das empresas que mais pagam. Podemos ver aqui, no site statista, quais as empresas do sector da tecnologia que mais impostos pagam, como refêrencia ao ano de 2014.source: pplware.sapo.pt
Facebook Lite: usar ou não usar, eis a questão
A aplicação do Facebook é, frequentemente, apontada como a principal consumidora de energia num smartphone além de que necessita de bastante memória RAM. Estes dois factos juntos são os problemas de muitos utilizadores e por isso, muitos já optaram por abdicar dela, preferindo a versão Web ou mesmo a nova aplicação Lite.Mas, na realidade, valerá a pena utilizar a aplicação Facebook Lite em detrimento da Facebook comum?
Se há aplicação que “gosta” de consumir recursos de um smartphone, seja ele Android ou iOS, é o Facebook. Seja bateria, seja memória, sejam mesmo os dados móveis, quando necessário. Abdicar da aplicação tem vindo a ser uma opção para muitos utilizadores da rede social que, como alternativa, têm, por exemplo, a aplicação Facebook Lite.Mas quais os argumentos para a sua utilização? Onde é que ela é realmente uma opção face à aplicação normal? Facebook Lite consome menos dados móveisUm dos argumentos do desenvolvimento desta app prende-se efectivamente com o consumo de dados mais reduzido. De uma forma geral, a versão Lite da aplicação da rede social consome quatro vezes menos dados de Internet que a versão normal.Este facto torna-se uma vantagem tanto para os utilizadores que normalmente acedem ao Facebook fora de uma rede Wi-Fi e têm que utilizar o plano de dados móveis, quase sempre reduzido, como para os utilizadores que têm ligações mais fracas à Internet. O Facebook Lite não consome tanta bateriaSegundo um estudo desenvolvido pela M2 App Insight, o Facebook Lite consome menos 50% de bateria que a app standard do Facebook. Não precisa de duas aplicações: uma para a rede social outra para as mensagensAo contrário da versão normal do Facebook, a Lite permite a comunicação com outros utilizadores através de mensagens privadas, sem ter que ser recorrer ao messenger. Mais memória RAM disponívelMenos consumo de dados, menos consumo de bateria e menos consumo de recursos em segundo plano. Em média, quatro vezes menos do que a app comum, um facto relevante para quem tem um smartphone antigo ou de entrada de gama. Layout mais simples e menos apelativoA aplicação do Facebook, tal e qual como é conhecida, é bonita, está bem desenhada e é agradável de explorar. A versão Lite já não é tanto assim, está mais próxima daquilo que se pode encontrar na versão desenhada para o browser do smartphone. Ainda assim, é bastante simples de utilizar e, para quem apenas quer ver o feed de notícias e comunicar através do messenger, é suficiente. Está disponível apenas para AndroidApesar de os equipamentos iOS serem alvo de algum problemas acima mencionados, nomeadamente no que toca ao consumo excessivo de bateria, a aplicação Facebook Lite apenas está disponível para Android (de forma gratuita).Sem dúvida que estes são argumentos de peso para começar a utilizar a aplicação Facebook Lite, principalmente para quem se preocupa com a autonomia do seu smartphone, tem uma ligação à Internet lenta ou tem um limite de dados móveis curto, e ainda para os utilizadores de smartphones com pouca memória RAM disponível.source: pplware.sapo.pt
Dificulte a vida a quem quer encontrar o seu perfil no Facebook
Com quase mil milhões e meio de pessoas no Facebook, é difícil manter a discrição na rede social. É interesse do site que facilite as conexões com familiares, amigos e conhecidos. No entanto, se quiser dificultar a vida de quem vai atrás de si, eis algumas dicas para fazer isso.
A partir da versão web do Facebook, entre em Configurações na barra de ferramentas, e vá até Privacidade no menu da esquerda. Em «Quem pode me procurar?» encontra três opções que serão as que usaremos aqui. Ao clicar em «Editar» é possível impedir que pessoas que não sejam seus amigos na rede social encontrem-no via email ou número de telefone.Também há a opção de esconder o seu perfil de mecanismos públicos de busca. Desactive a opção e o seu perfil do Facebook não vai aparecer na próxima vez que alguém procurar pelo seu nome no Google ou em qualquer outro mecanismo que tenha acesso à web aberta – infelizmente não é possível esconder os mecanismos de busca do próprio Facebook, a não ser que use um nome alternativo ou abreviado, ou algo desse tipo.
O que pode fazer é limitar as informações que o Facebook tem sobre si. Clique no botão «Actualizar informações» no seu perfil e remova referências a locais de trabalho, instituições de ensino e lugares onde morou. Isso vai dificultar a vida de quem tentar localizá-lo no Facebook, especialmente se tem um nome comum e quer ficar escondido na longa lista de resultados de busca.Por fim, pode voltar à página de privacidade e desligar a opção que permite que qualquer pessoa com conta no Facebook entre em contacto consigo. Limite a «Amigos de amigos» e não vai mais precisar de fingir que ignora aquele seu velho colega de escola que está a bombardear o seu perfil com mensagens.source: diariodigital.sapo.pt/
O Facebook criou um novo formato de Post: Colagens
Chamam-se colagens e é um novo formato de post que permite juntar múltiplas fotos e vídeos para contar uma história. O resultado é uma espécie de mini-álbum fotográfico em que as várias imagens aparecem umas aos lado das outras, organizadas num layout agradável.Aqui está um exemplo. E aqui encontras outro.As colagens estão disponíveis apenas no iOS, mas vão chegar ao Android no próximo ano. Sim, só podes fazer colagens através do telemóvel, não do computador (pelo menos, para já). Com esta nova funcionalidade, o Facebook vai vasculhar o teu telemóvel à procura de fotos e vídeos que possam ser transformados numa colagem, com base na localização e no tempo dos mesmos. Na verdade, quando estás a fazer um post e clicas no botão de fotos, vais ver colagens automaticamente criadas, que podes reajustar antes de partilhar. Também podes criar tu mesmo colagens, escolhendo as fotos ou vídeo que queres anexar e definindo um título.“Quer estejas numas férias, num concerto ou apenas com amigos, as colagens são uma excelente forma de partilhar com amigos e familiares que não estão lá”, escreve a equipa do Facebook no blogue.Com as colagens e os livestreams, o Facebook está a diversificar as formas que os seus utilizadores têm para partilhar momentos das suas vidas. Com essa diversificação é preciso redesenhar o botão de partilha nas apps móveis e é isso mesmo que o Facebook está a testar:source: shifter.pt
Work Chat é o novo Messenger do Facebook para empresas
Para muitos o Facebook é uma distração para outros, no entanto também pode ser uma poderosa ferramenta de trabalho. O Work Chat é o Messenger vocacionado par ao profissional.
O ‘Facebook at Work’ permite aos utilizadores separar a sua vida pessoal da profissional, contornando assim a desconfiança gerada por muitas empresas que bloqueiam o acesso à rede social convencional. Esta versão da rede social permite a possibilidade de se conectar e colaborar com os seus colegas, utilizando as ferramentas úteis do Facebook, como o news feed, grupos, mensagens e eventos.Agora surge, também, um chat intitulado Work Chat, que permite a troca de mensagens instantâneas com os seus colegas de trabalho. Neste momento é uma aplicação exclusiva para o Android e já está disponível na Google Play. No entanto, a sua empresa terá de aderir ao Facebook at Work para que possa aceder a estas funcionalidades.source: www.tecnologia.com.pt
Facebook adiciona novas formas de reagir às publicações
O Facebook anda sempre a ‘inventar’ formas novas de cativar os utilizadores. Há poucos momentos divulgou mais uma novidade… novas formas de reagir às publicações, com vários ícones que representam um sentimento sobre determinado conteúdo.Vamos conhecê-los!
Mark Zuckerberg decidiu adicionar novos ícones para fazerem companhia ao tão conhecido Like do Facebook.Agora, para além de fazerem gosto, partilhar ou comentar, os utilizadores desta rede social podem expressar vários sentimentos à publicação através de seis novos emoticons.Vamos então conhecer cada um dos novos sentimentos por ordem de apresentação:Like/GostoAmorAhAhYayUauTristezaIraSempre que alguém coloca um destes emoticons nas vossas publicações, recebem uma notificação de que determinado amigo reagiu ao que colocaram, como podem ver no exemplo seguinte:Já se tinham apercebido desta novidade? Qual a vossa opinião destes novos ícones?source:pplware.sapo.pt
Portugal pediu ao Facebook dados de 486 utilizadores
Rede social revela que pedidos do governo sobre as contas e perfis dos utilizadores dispararam.
As autoridades portuguesas pediram ao Facebook informação sobre 486 utilizadores, no primeiro semestre deste ano, mas apenas 36% dos pedidos foram atendidos. No mesmo período do ano passado, Portugal tinha requisitado os dados de 403 contas - um aumento de pedidos que segue uma tendência que também se verifica no resto do mundo.
O relatório do Facebook, divulgado quarta-feira, revela os pedidos de acesso que os governos fazem à rede social e a resposta que recebem. A preocupação com a privacidade tem crescido entre os internautas e a rede social tem acompanhado, divulgando mais vezes os termos e usos dos dados que o Facebook recolhe.
"A grande maioria destes pedidos está relacionada com processos penais, como roubos ou raptos", explica o relatório. Muitas vezes, os "pedidos governamentais pretendem obter informações básicas do subscritor, como o nome e a duração do serviço". Também é possível pedir o endereço de IP do utilizador ou os conteúdos, publicações, da conta. Segundo a rede social, a legalidade de cada pedido é verificado individualmente.
No primeiro semestre de 2015, os Estados Unidos foram o país que pediu mais informações sobre as contas dos utilizadores, com 26 579 pedidos - 78,85% deles foram atendidos.
O Reino Unido e a França também tiveram um número elevado de pedidos, 3 384 e 2 520, respetivamente.
O relatório mostra também o número de publicações que foram retiradas da rede por desrespeitarem leis locais, como por exemplo, conteúdos que apelem ao ódio ou de cariz sexual explícito. Os países com mais conteúdo retirado do Facebook foram a Índia - 15 155 publicações - e a Turquia - 4 496 publicações.
Segundo a empresa, os pedidos são "minuciosamente analisados para determinar se o conteúdo especificado constitui realmente uma infração da legislação local". Um exemplo disso são as publicações sobre o Holocausto na Alemanha. Como negar este acontecimento é ilegal no país, qualquer publicação que o faça é retirada.
source:www.dn.pt/
Facebook Notify é uma aplicação de notícias que chega na próxima semana
Já há algum tempo que se fala que o Facebook estava a negociar a introdução de conteúdos completos de sites na rede social, mas o objetivo parece que é outro, lançar a própria aplicação de noticias: Notify.
A informação foi avançada pelo site Financial Time que indica que na próxima semana o Facebook vai lançar uma nova aplicação, o Notify. O Notify é uma aplicação de notícias, com vários conteúdos de imprensa internacional, como a Vogue, The Washington Post ou a CBS.A aplicação permitirá notificar os utilizadores com as últimas notícias partilhadas pelos sites parceiros, o que permitirá um acesso rápido dos utilizadores às notícias, sem ter de carregar em mais um link e abrir uma nova página.Esta acaba por ser uma aposta para concorrer com outras empresas como o Twitter ou o Snapchat, mas também o Google e a Apple, nomeadamente a empresa da maça lançou um agregador de notícias com o iOS 9, que não está disponível em Portugal.source:www.tecnologia.com.pt/
Ouvir música no Facebook vai ser bem mais fácil
É bem provável que, ao longo dos próximos dias, o teu feed de notícias no Facebook venha a ter um ar mais musical. Isto porque a rede social mais utilizada do planeta anunciou uma nova funcionalidade chamada Music Stories, que permite aos utilizadores ouvir directamente na cronologia as músicas que os seus amigos partilham através do Spotify ou da Apple Music.
O que será “mostrado” não é a música toda mas apenas um excerto de 30 segundos, automaticamente seleccionado, de uma música partilhada simplesmente através do link, como podes ver o vídeo abaixo. A música continua mesmo que o utilizador continue o scroll no News Feed ou até que escolha ouvir um outro excerto. Com as Music Stories, podes comprar a música directamente no post de Facebook ou ir para o respectivo serviço para ouvir o resto do som.
“Esperemos conseguir melhorar a experiência. Os artistas vão partilhar mais, os amigos vão partilhar e interagir mais, e a música vai tornar-se uma parte melhor da experiência do Facebook no geral”, pode ler-se napublicação do blog do Facebook.Com isto, Mark Zuckerberg planeia quebrar a típica rotina que a esmagadora maioria dos utilizadores tem quando querem partilhar alguma música: utilizar o YouTube. Quem recorre a este opção está a obrigar os seus amigos a ter de ir até ao site de vídeos para escutar a música se estiverem a aceder através do smartphone, uma prática cada vez mais recorrente hoje em dia.source:shifter.pt