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Os Google Glass estão de volta mas agora com inteligência artificial

1 de Agosto de 2018 às 09:23

Os Google Glass estão de volta mas agora com inteligência artificial

1 de Agosto de 2018 às 09:23
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O projeto Google Glass começou a ser pensado em 2006 de forma secreta pela Google e surgiu no mercado em 2013. Estes óculos futuristas permitiam, na sua lente, executar e visualizar uma série de comandos. Era um projeto avançado demais para o seu tempo e acabou por ser descontinuado pela Google.Pese o facto do projeto Google Glass ter “desaparecido” não quer isso dizer que morreu. Na semana passada, a empresa de software israelita Plataine demonstrou uma nova aplicação para este dispositivo. Afinal, o Google Glass vive e está a ficar mais inteligente.
A Plataine é uma empresa que tem como função desenvolver software industrial inteligente, baseado na IoT. Esta nova ferramenta que desenvolveram, software da empresa e os Google Glass, têm como destino trabalhadores fabris que podem falar com os óculos e receber deles respostas verbais.A aplicação da empresa de Israel aponta para um futuro onde o Glass é aprimorado com inteligência artificial, tornando-o mais funcional e fácil de usar. Com clientes como GE, Boeing e Airbus, a Plataine também está a trabalhar para adicionar recursos de reconhecimento de imagem ao seu software.A empresa exibiu a sua tecnologia Glass numa conferência em San Francisco dedicada ao negócio da computação na cloud Google; a aplicação da empresa foi construída recorrendo a serviços de IA fornecidos pela divisão cloud da Google e com o apoio da gigante das pesquisas.A Google está a apostar em comercializar a terceiros a sua inteligência artificial. É uma nova vertente para a tecnologia quando, inicialmente, esta havia sido pensada e desenvolvida para o seu próprio negócio, para afastar os seus clientes da concorrência de empresas como Amazon e Microsoft.Jennifer Bennett, diretora técnica do departamento Google Cloud, disse que a adição dos serviços cloud da Google ao Glass poderia ajudar a tornar este dispositivo numa ferramenta revolucionária para os funcionários em situações em que um computador portátil ou um smartphone não fizessem sentido serem utilizados.Muitos de vocês provavelmente lembram-se dos Google Glass dos dias de consumo – estão de voltaaaa. Os Glass tornaram-se numa tecnologia realmente interessante para a empresa.Referiu a responsável da Google que arrancou sorrisos ao apresentar o projeto da Plataine. Google Glass Enterprise EditionEsta sessão aconteceu cerca de um ano depois da Google ter abandonado a sua tentativa de vender o projeto ao consumidor. O Glass é um dispositivo que, dadas as suas características, o seu ecrã e câmara sempre apontado para onde o utilizador está a olhar, levantou imensas dúvidas e gerou controversas opiniões sobre a privacidade.Em vez de “matar” o projeto, a Google vocacionou este seu gadget como ferramenta para empresas e com o nome Google Glass Enterprise Edition. Projetos pilotos envolveram trabalhadores da Boeing que usavam o Google Glass em linhas de produção de helicópteros, e médicos usando o equipamento na sala de exames.Na prática este dispositivo irá permitir que um trabalhador utilize o hardware e o software da Plataine para obter ajuda. Foi demonstrado no evento que um trabalhador entrava num armazém e poderia dizer “Ajude-me a selecionar materiais”. O software responderia, verbalmente e no visor, com quais materiais necessários e onde eles poderiam ser encontrados.As ações de um trabalhador podem ser imediatamente visíveis aos chefes de fábrica, sincronizados com o software que a Plataine já fornece aos clientes, como faz com a Airbus, que pode em tempo real acompanhar as operações de produção.A responsável da Google deixou indicações que a empresa gigante das pesquisas está a trabalhar em projetos e produtos onde o Google Glass é parte integrante assim como o Google Cloud.

Usa a fantástica app Google Duo? Atenção ao plafond 3G/4G

25 de Julho de 2017 às 09:30
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Foi em 2016 que a Google lançou o Google Duo, uma plataforma direcionada para videochamadas que se apresentada como uma verdadeira alternativa ao Skpye (que tem desanimado os utilizadores).O Google Duo funciona bastante bem mas tem também um problema grave… consome bastante plafond ao minuto!
O Duo é uma aplicação de videochamadas para todas as pessoas e para várias plataformas. Foi concebida para ser simples, fiável e até tem um conjunto de funcionalidades que a tornam divertida.Mas esta app tem um “problema”… que até foi revelado por Justin Uberti, um dos responsáveis pela app. Segundo Uberti, o Google Duo consome 8 MB/min em videochamadas.22 JulShawn Christopher @schristopherazRespondendo a @juberti@juberti I think the hardest upswing for Duo,etc is no one knows what it cost toward data cap. Can you illustrate? 10m = 4MB (cont) SeguirJustin Uberti @jubertiCurrent usage for video calls when on cell data is about 8 MB/min, similar to Netflix 'medium' quality.19: 02 - 22 Jul 2017  1212 Retweets  4545 favoritosInformações e privacidade no Twitter AdsApesar de não ser um problema para quem usa Wi-Fi, o facto de “consumir” 8 MB/min pode ser um problema para quem tem um plafond da dados limitado.Justin Uberti‏ revela ainda que, no caso de serem estabelecidas apenas chamadas de voz, a app gasta no máximo 0,8MB por minuto. Consciente do consumo elevado no modo vídeo, mas também tendo a certeza que o Duo é uma das apps que oferece a melhor qualidade, Uberti‏ refere que no futuro irão ser disponibilizadas mais funcionalidades para os utilizadores conseguirem controlar os consumos.Source: www.pplware.sapo.pt

Google está a resolver o problema do teclado do Android Wear 2.0

24 de Julho de 2017 às 09:36
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A Google tem sido uma das maiores impulsionadoras dos smartwatches, com o seu Android Wear. A segunda versão deste sistema operativo representou um salto grande na usabilidade e nas funcionalidades que traz.Mas ao contrário do que muitos esperavam, o Android Wear não está completo. Há pequenas falhas e uma delas está no próprio teclado que o acompanha, onde estão em falta algumas letras.
A chegada do Android Wear 2.0 aos smartwatches foi tudo menos pacifica. Em primeiro lugar a Google atrasou a sua chegada várias vezes, por razões que não foram totalmente esclarecidas.Mesmo depois destes atrasos, as próprias marcas acabaram por demorar a lançar a nova versão do sistema operativo nos seus equipamentos, provavelmente para eliminar falhas e outros problemas.O que foi agora descoberto mostra que esses testes não foram realizados de forma perfeita, uma vez que em alguns idiomas existem letras em falta no teclado que acompanha o Android Wear 2.0Como se pode ver da imagem acima, os carateres ‘Х’ ‘Ъ’ ‘Э’ e ‘Ё’ estão em falta do teclado russo e há também relatos de que existem falhas no teclado húngaro, que não está completo.A Google já admitiu o problema e indicou que está a trabalhar no sentido de o resolver. Este é um problema de base do Android Wear, uma vez que há vários equipamentos de várias marcas a terem a falha das letras.A solução deverá chegar em breve, numa atualização que trará os carateres em falta ao teclado do Android Wear e que permitirá aos utilizadores utilizá-lo em todo o seu potencial.

YI HALO: A nova câmara da Google para filmar a 360º

26 de Abril de 2017 às 09:58
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Com o mercado da realidade virtual e dos conteúdos 360º cada vez mais presentes, é normal que as grandes empresas procurem ganhar o seu espaço. Depois de muitas outras terem já mostrado as suas propostas, é agora a vez da Google revelar o que tem preparado.A YI HALO foi apresentada e prepara-se para ser uma câmara única para criar conteúdos nesta nova tecnologia que cada vez está mais interessante.
Foi em 2015 que a Google lançou o seu programa Jump, criado para simplificar a produção de vídeos VR. A equipa do Jump associou-se aos principais fabricantes para criar câmaras de elevada qualidade, ao mesmo tempo que as tornava simples. Tem ainda a plataforma Jumo Assembler, que usa algoritmos sofisticados e a capacidade de processamento dos centros de dados da Google para produzir os vídeos.A YI HALO resulta de uma parceria entre a Google e a Yi, uma subsidiária da Xiaomi. Esta câmara 3D, composta por 17 elementos, permite a captura de vídeo 8K a 30fps ou vídeo 6K a 60fps.O vídeo abaixo mostra todas as capacidades da YI HALO e o que os produtores de conteúdos 3D podem fazer com esta nova câmara.Pesando apenas 3,5kg, a HALO é composta por 16 câmaras dispostas num círculo e mais uma colocada no meio, virada para cima. Tem capacidade de funcionar 100 minutos com uma bateria, que pode ser trocada sem que o sistema se desligue.A simplicidade de utilização da YI HALO é tão grande que basta apenas um smartphone para que possa ser controlada. O único senão desta nova câmara é mesmo o seu preço, que ultrapassa os 17 mil dólares.A Google está ainda a lançar o programa Jump Start, que vai dar acesso a esta nova câmara e ao Jump Assembler a 100 realizadores que queiram começar a criar conteúdo VR.source: pplware.sapo.pt

Google vai abrir o Android a outros motores de busca na Rússia

18 de Abril de 2017 às 09:52
Google


É normal a Google ter processos em muitos dos países onde está presente. As queixas são muitas e quase sempre relacionadas com casos de monopólio e de controlo do que os seus concorrentes podem fazer no seu sistema operativo.Um caso que vinha a desenrolar-se na Rússia teve agora resolução, com um acordo a ser obtido entre as partes, passando a Google a permitir outros motores de pesquisa no Android.
O Android é um sistema operativo aberto e disponível a todos, mas a Google reserva para si uma parte essencial deste código, nomeadamente no que toca à sua loja de aplicações e outros componentes.O passo agora dado pela Google é o culminar de um processo com 2 anos e que colocava frente a frente a Google e FAS, a entidade reguladora para a concorrência na Rússia. Ambas as partes aceitaram estabelecer um acordo fora dos tribunais e assim dar este caso por encerrado.Para este acordo ter sucesso a Google teve de aceitar abrir o seu Android a outras entidades Russas, que assim passam a poder integrar os seus motores de busca no Android, bem como outras aplicações, que estejam fora do “pacote” de aplicações da Google e que a empresa obriga a estarem instaladas, como parte da autorização para usar o Android.Para além desta medida, a Google aceitou ainda pagar uma multa de 6.75 milhões de dólares, certa de 6,53 milhões de euros.Para implementar esta solução, a Google vai adicionar ao Android na Rússia uma aplicação que permitirá aos utilizadores escolher quais os motores de busca que querem usar. No caso das aplicações, a Google irá estar impedida de impor a instalação das suas aplicações aos fabricantes.Esta decisão pode abrir as portas para que outros processos semelhantes tomem forma na Europa, resolvendo de vez parte dos problemas legais que a empresa tem, por exemplo, na União Europeia, onde vários processos similares ainda decorrem.Via: FASsource: pplware.sapo.pt

Uber admite que copiou o carro autónomo da Google, sem saber

7 de Abril de 2017 às 09:31
Uber Google


A concorrência entre as empresas, especialmente na área das tecnologias, é grande. As práticas nem sempre são as mais corretas e isso, por vezes, origina processos e outras ações em tribunal.A Google estava a acusar a Uber de criar um carro autónomo demasiado igual ao seu e agora teve a confirmação. A Uber admitiu que copiou o carro da Google, mas alerta que não sabia que o estava a fazer.
O processo que a Google apresentou contra a Uber era claro. As semelhanças entre as tecnologias usadas nos carros autónomos destas duas empresas eram demasiado evidentes, o que levada a acreditar que a Uber teria roubado informações e usado nos seus projetos.A empresa sempre negou tais atos, mas agora foi obrigada a admitir que efetivamente copiou a Google, mas não de forma consciente ou direta. Na verdade, quem roubou os planos do carro da Google foi um ex-funcionário da empresa das pesquisas, que se mudou para a Uber para trabalhar no projeto do carro autónomo da Uber.No computador do funcionário da Uber Sameer Kshirsagar, foram encontrados 14 mil documentos, todos oriundos da Google, e todos pertencentes ao projeto que a empresa desenvolveu. A acusação agora feita quer mostrar que Sameer Kshirsagar roubou os documentos da Google antes de abandonar a empresa e assumir o seu cargo na Uber, onde ajudou a desenvolver o seu carro autónomo.Quem descobriu esta situação foi a própria Uber, que numa investigação interna entrevistou 84 funcionários e ex-funcionários, dos quais 42 estariam associados ao projeto do carro autónomo.Para além destas entrevistas, foram ainda verificados os computadores de 10 deles, bem como os servidores de ficheiros e outras partilhas públicas a que teriam acesso.Não se sabe ao certo se o funcionário em causa ainda trabalha para a Uber, mas o que é certo é que se irá sentar no banco dos réus e responder perante as acusações da Google sobre o roubo de informação da empresa. Resta ainda saber o que acontecerá à Uber, uma vez que a tecnologia que criou se baseou em informação roubada, mesmo não tendo conhecimento disso.source: pplware.sapo.pt

Gmail permite agora receber anexos até 50MB

2 de Março de 2017 às 12:32
Gmail Google


Se precisamos de enviar um ficheiro do nosso computador ou do nosso smartphone para alguém, o e-mail é a nossa primeira opção. Não pensamos logo em usar o Dropbox ou o Google Drive, não, primeiro pensamos no e-mail e nem damos conta que estamos a enviar anexos “grandes”. Muitas vezes não conseguíamos porque excedíamos o limite permitido.Agora, a Google anunciou que as regras foram alteradas no que toca ao tamanho dos anexos no Gmail.
Se acha que o Gmail deveria permitir anexos maiores, saiba que a Google decidiu agora mudar as regras e anunciou a alteração do tamanho dos ficheiros que pode receber por e-mail. O limite passa dos 25MB para 50MB. Incompreensivelmente, o tamanho máximo que podemos enviar ainda se mantém nos 25MB.A Google ainda está muito presa à ideia de que as pessoas usam a cloud, nomeadamente o seu Google Drive, para enviar ficheiros grandes, mas também sabe que os utilizadores se tiverem de procurar outras soluções para enviar os seus ficheiros vão usar outros serviços que não Google, como o Wetransfer ou outros igualmente conhecidos. As fotos têm cada vez mais resolução, as pessoas partilham mais vídeos e apresentações no seu dia a dia de trabalho e o e-mail é a primeira opção.Assim, esta novidade poderá ser um indicador que a Google percebe estas necessidades. A empresa informa que esta alteração no tamanho dos ficheiros recebidos estará propagada por todas as contas nos próximos três dias.Tenha apenas em atenção que a sua caixa de e-mail do Gmail tem um limite de 15GB, ora se não tiver cuidado com o que recebe, em anexos com 50MB, rapidamente ficará sem espaço. Portanto, é uma boa medida mas para ser realmente útil terá de ser num conjunto com o espaço de armazenamento e a possibilidade de enviarmos igualmente pelo Gmail.source: pplware.sapo.pt

Google e Microsoft tornam mais difícil acesso a conteúdos ilegais

21 de Fevereiro de 2017 às 09:40
Google Microsoft


A facilidade com que hoje em dia temos acesso a determinados conteúdos ilegais leva a que a sua utilização seja mais elevada. Estes estão expostos nos motores de pesquisa e isso é a porta que muitos necessitam para os experimentar.Esta é uma ideia que vem do Intellectual Property Office, do Reino Unido, e a Google a Microsoft acabaram de a aceitar e abraçar, passando a filtrar esses conteúdos e não os apresentando nos resultados das pesquisas.
Este novo código de práticas foi aceite pelos dois maiores motores de pesquisa da Internet, que passam agora a restringir os resultados das pesquisas no Reino Unido.A ideia deste grupo é conseguir combater a pirataria online e a partilha de conteúdos não autorizados, diminuindo a visibilidade que estes sites têm na Internet. Quando um filme ou outro conteúdo for pesquisado no Google ou no Bing os resultados mais relevantes vão ser ofertas legais e que vão reverter para os criadores de conteúdos.Segundo Eddy Leviten, diretor Geral da Alliance for Intellectual Property, a grande visibilidade destes conteúdos ilegais nos motores de pesquisa pode levar os utilizadores a optarem por estas propostas.Sometimes people will search for something and they will end up unwittingly being taken to a pirated piece of contentWhat we want to ensure is that the results at the top of the search engines are the genuine onesNão os querendo fazer desaparecer de forma direta, bloqueando o acesso aos sites e aos seus conteúdos, preferem que a apresentação dos resultados das pesquisas os releguem para segundo plano, não os deixando visíveis para os Internautas, que assim não se sentem tentados a visitá-los.A medida está, para já, limitada ao Reino Unido por força das entidades que promovem e monitorizam a sua implementação, mas poderá, em breve, ser alargada a outros países ou até, como aconteceu em situações anteriores, os motores de pesquisa acabarem por ser obrigados a alargá-los por problemas internos.Estas novas medidas fazem parte de um código de práticas mais alargado e que vai ser colocado em prática ainda este ano. A ideia é agilizar também o processo de fecho dos sites que partilham conteúdos ilegais, agilizando o processo entre as autoridades e os ISP, à imagem do que já acontece no nosso país.Via The Guardiansource: pplware.sapo.pt

Google ordena aos seus funcionários que regressem aos EUA

30 de Janeiro de 2017 às 09:44
Trump Google


A primeira semana de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos foi tudo menos pacífica. Várias decisões vieram colocar em causa a liberdade de muitos imigrantes residentes nos Estados Unidos, e foram várias as medidas aplicadas que visaram, de forma directa, todos os não americanos.Provavelmente, a mais impactante é a decisão de proibir a entrada, nos Estados Unidos, de imigrantes de vários países. A Google já reagiu a esta decisão e ordenou a todos os seus funcionários que regressassem imediatamente aos EUA.
Não têm sido aceites, de forma pacífica, as decisões de Donald Trump desde que assumiu o cargo de Presidente dos Estados Unidos. A sua fixação nos imigrantes, sobretudo dos países árabes, levou a que emitisse, no final da semana, uma ordem para os proibir de entrar nos EUA, mesmo aqueles que têm vistos de residência e autorização para trabalhar no país.A Google, uma das maiores empresas americanas, tem como parte da sua força de trabalho funcionários que são estrangeiros e, por isso, imigrantes. Para prevenir problemas a estes funcionários, o CEO da Google, Sundar Pichai, emitiu um memorando interno que pede aos seus funcionários, que estejam abrangidos pela interdição de entrada, que regressem imediatamente aos Estados Unidos.A ordem que Donald Trump emitiu afecta 7 países de forma directa. Os cidadãos do Iraque, Irão, Sudão, Somália, Yemen e Líbia estão banidos de entrar nos EUA nos próximos 90 dias, assimm como cidadãos (refugiados) da Síria, de forma permanente.O impacto desta decisão na GoogleO site Bloomberg reportou que, a Google, deverá ter cerca de 100 funcionários fora dos EUA e que, provavelmente, vão ter problemas em regressar. Estes fazem parte de um grupo de 187 funcionários que são oriundos das nacionalidades afectadas.Segundo alguns orgãos de comunicação americanos, existem já casos de imigrantes norte americanos a serem barrados nos aeroportos de origem ou assim que entram nos EUA, cumprindo a ordem dada por Trump.A Google não será a única empresa a ser afectada por esta ordem, pois muitas outras dependem de funcionários especializados. que são imigrantes, podendo vir a ter, igualmente, problemas. Resta saber se a ordem será aplicada contra os imigrantes autorizados ou se será limitada apenas aos que estão agora a chegar aos EUA.A reacção do Irão à ordem de TrumpHoras depois da decisão de Donald Trump ter sido anunciada, o Irão reagiu de forma firme. Para além de criticar a decisão tomada, resolveu responder da mesma forma, bloqueando a entrada de cidadãos americanos no país.A ordem teve também aplicação imediata e deverá manter-se até que, os EUA, revoguem a decisão de barrar a entrada dos cidadãos iranianos no seu país.O governante iraniano ordenou ainda que os seus serviços diplomáticos ajudem os cidadãos, que foram impedidos de retornar às suas casas e aos seus locais de trabalho nos EUA.source: pplware.sapo.pt

Google quer usar 100% de energias renováveis já em 2017

7 de Dezembro de 2016 às 09:53
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Com um parque de centros de dados e escritórios espalhados pelo mundo, a Google é uma das maiores consumidoras de energia no planeta. Tendo esta posição, é natural que as questões relacionadas com os consumos e energia, assim como a forma como é obtida, lhe sejam caras.Se esta era já uma empresa que consumia já um nível elevado de energias renováveis, assumiu agora o compromisso de, em 2017, se tornar totalmente dependente deste género de energias. Este compromisso será para os seus centros de dados e para os seus escritórios.

Todos conhecem os volumes de dados que os utilizadores da Internet consomem nos serviços da Google. Todos estes elevados volumes de dados requerem uma capacidade de processamento anormalmente grande e, isso, reflecte-se também nas necessidades energéticas.A Google tem já os seus centros de dados preparados para serem eficientes a vários níveis, consumindo 50% menos de energia que o padrão da indústria. Mas isto não chega para esta empresa que quer agora tornar-se totalmente independente, e consumir apenas energias renováveis já a partir do próximo ano.Os planos da Google para 2017Ao todo, a Google compra já 2.6 gigawatts de energia vinda de produções baseadas em energias eólicas e solares. É, por isso, a maior empresa do planeta a consumir este tipo de energia, vinda de fontes renováveis e que não são nocivas ao planeta.Se este ano a Google conseguiu já um número recorde, com a compra 44% da energia que consome, vinda de energias renováveis, quer crescer ainda mais e tornar-se consumidora de 100% de energias verdes e limpas.A importância económica destas energias limpasMais do que uma simples medida de preservação do planeta, a Google encara esta mudança como economicamente inteligente. As energias renováveis estão cada vez mais baratas e são já uma alternativa a outras fontes, mais poluidoras e agressivas para o planeta.Nos últimos 6 anos, o custo da energia eólica e solar baixou na casa dos 60% e 80% respectivamente, provando que as energias renováveis são uma fonte viável e cada vez mais interessantes.O futuro da energia no planeta terraMas porque estas fontes de energia escolhidas, eólica e solar, não estão constantemente a ser produzidas, a Google explora outras possibilidades para garantir a sua total autonomia.É desejo da Google que a utilização de energias renováveis seja alargada e que possa chegar a qualquer cidadão do planeta contribuindo, assim, para uma diminuição das alterações climáticas e para um planeta mais limpo e sustentável.via: Google Blogsource: pplware.sapo.pt