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Os Google Glass estão de volta mas agora com inteligência artificial

1 de Agosto de 2018 às 09:23

Última Hora: Google já vale mais que a gigante Apple

2 de Fevereiro de 2016 às 17:20
Google Apple


A noticia acaba de ser publicada pelo site CNBC e informa que a Alphabet (Google) já é mais valiosa que a Apple.A Alphabet apresentou esta segunda-seira os resultados relativos ao quarto trimestre fiscal e os lucros ficaram acima expectativas, o que fez disparar a bolsa de Wall Street.

Foi a 10 de Agosto que a Alphabet passou a ser a “dona” da Google, sendo esta empresa que se encontra em bolsa. De acordo com os resultados apresentados esta noite, a Alphabet ficou bem acima das expectativas tornando-a já a mais bem cotada de Wall Street. A Google já não era a mais poderosa do mundo desde Fevereiro de 2010, sendo que dessa altura até agora a Apple foi sempre a mais poderosa.A negociação “fora de horas” (o que constitui apenas um indicador e não um valor real) a Alphabet alcançou os 824,30 dólares por acção. Contas feitas a Alphabet vale actualmente 570 mil milhões de dólares e a Apple “apenas” 535 mil milhões de dólares. No entanto tais valores têm de ser confirmados amanha, quando da abertura do mercado.Mas nem tudo são ganhos…Segundo a Alphabet, o motor de busca e o Youtube renderam no ano passado, especialmente em publicidade, 74,5 mil milhões de dólares. Um aumento na ordem dos 13,5% face a 2014.No caso dos projectos Nest e produção de carros autónomo, o prejuízo foi de 3,6 mil milhões de dólares, um aumento de 83% face a 2014. Relativamente às receitas do último trimestre, a Alphabet consegui 21,3 mil milhões de dólares. As expectativas dos analistas apontavam para 20,7 mil milhões de dólares.source: pplware.sapo.pt

Google quer controlar toda a criação dos próximos Nexus

2 de Fevereiro de 2016 às 17:17
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Os Nexus são o expoente máximo do universo Google. Desenvolvidos pelos parceiros escolhidos pela Google, a marca dá-lhes uma quase total liberdade, tendo apenas de respeitar as especificações declaradas.Mas a Google pode estar prestes a alterar este modelo de criação de smartphones, puxando para si todo o desenvolvimento e a criação das próximas máquinas da linha Nexus.

Os mais recentes modelos da linha Nexus, o 5X da LG e o 6P da Huawei mostraram que esta é ainda uma ideia de sucesso e que a Google tem acertado nas escolhas de parceiros para os criar.Mas o interesse da marca está agora focado noutra área e por isso a ideia da Google é alterar de forma profunda a forma como os Nexus são criados. A ideia é ter um controlo total desde o momento da sua concepção até à sua produção. Esta informação veio de dentro da própria Google e está a ser avançada pelo site The Information.Toda a idealização, desenhos e definições vão passar a ser feitos directamente pela Google que apenas delegará nos parceiros o processo de construção, onde estes não vão poder colocar qualquer referência à sua marca, com actualmente fazem. Esta pode ser uma posição complicada para o mais recente parceiro da Google, a LG, que estaria já em conversações com a Google para criar o novo Nexus.Este não é um campo novo para a Google, tendo já alguma experiência na área de desenho e concepção de equipamentos. Ao contrário dos Nexus, os Pixel foram criados dentro de portas e exclusivamente pela Google, com o resultado que todos conhecem.Com esta mudança a Google recuperaria o controlo total dos seus Nexus seguindo o que muitas outras marcas de sucesso já o fazem. Pode também ser a forma mais directa da Google criar equipamentos que se integrem de forma perfeita com os seus serviços e com o próprio Android.source: pplware.sapo.pt

Carro autónomo da Google só teve 272 falhas num ano…

14 de Janeiro de 2016 às 10:16
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O Futuro é hoje e a Google prova-o a cada dia que passa. Exemplo disso são os números que falam por si.O veículo da Google percorreu 682.000 km de forma autónoma entre Setembro de 2014 e Novembro 2015, e neste período foram somente detectadas 272 falhas técnicas. Estará quase pronto para circular sem condutor?
Provavelmente ainda não será este ano mas não faltará muito mais. Várias informações dão-nos conta que várias empresas estão a desenvolver carros autónomos e essas mesmas empresas já requereram a autorização legal para estes poderem ser testados nas vias públicas da Califórnia.Um dos requisitos para que esta autorização seja validada é haver um rígido relatório de ocorrências, reportado às autoridades. Foi desta forma que chegou a domínio público a informação que o carro autónomo da Google desligou (ou o condutor) o piloto automático em 341 ocasiões durante os 682.000 km percorridos entre Setembro de 2014 e Novembro 2015.Desses 341 casos, 272 foram devido a uma qualquer falha técnica: problemas de comunicação, leituras estranhas de um qualquer sensor ou determinados problemas críticos do sistema, como dos travões ou direcção. Estas situações, quando ocorrem, disparam um alerta para que o condutor assuma o controlo da viatura. Segundo a Google, o tempo médio de reacção do teste leva a que esses avisos sejam de 0,8 segundos. Houve perigo de colisão?Falou-se algumas vezes que os veículos da Google estiveram envolvidos em acidentes. Mas o mais relevante dos dados recolhidos é que, em 13 ocasiões, o condutor teve de assumir o volante e acredita-se que foi o desempenho humano que evitou uma colisão inevitável se o veículo continuasse em modo autónomo. 
Mas esteve perto de provocar 13 acidentes?Não, de maneira nenhuma. Segundo as informações da Google fornecidas ao The Guardian, estes 13 casos foram situações que o condutor evitou quer por antecipação da condução do próprio veículo quer da condução de terceiros, mas sempre em antecipação. Só foram detectadas 272 falhasApesar de o piloto automático ter sido desligado 341 vezes, só foram detectadas 272 falhas. Nas 69 vezes, como refere a Google, a iniciativa partiu dos próprios motoristas, que tomaram esta decisão por acreditarem que a viatura não estava preparada para uma determinada situação. Foram, na verdade, 69, não milhares, mas a Google só é obrigada a relatar situações em que se justifica que o motorista passe a assumir o controlo, e não aquelas em que o carro poderia ter conseguido ultrapassar a dificuldade por conta própria.  E as falhas dos outros fabricantes?Como foi referido, esta regra aplica-se a todos os que querem usar as vias públicas para testar os seus veículos autónomos na Califórnia. A Tesla, por exemplo, diz não ter quaisquer problemas a apresentar, a Nissan refere que nos seus mais de 2.000 km de testes teve de desligar o piloto automático em 405 ocasiões.Já a Mercedes apresenta um relatório mais completo. A empresa alemã esclarece que os seus veículos autónomos estiveram temporariamente desligados por 1051 ocasiões durante 2700 km e que destas, em 502 ocasiões, o problema esteve relacionado com falhas técnicas, enquanto as restantes 529 foram por decisão do condutor. As do condutor estiveram relacionadas com situações em que este se sentia “desconfortável” e nessa altura assumiu o controlo.A Volkswagen relatou que teve de desligar o sistema autónomo do veículo por 1002 vezes mas que apenas 85 delas se deveram a problemas técnicos. A Google tem muitos mais quilómetros de estradaUm dado que deve ser tido em conta é que a Google tem muitos mais quilómetros que todos os restantes, tendo uma das marcas feito, na melhor das hipóteses, 32.000 km contra os 682.000 km apresentados pela Google. O saldo é nitidamente favorável à Google.Note-se também que estes valores são os que são realizados em vias públicas e não dentro dos circuitos fechados, onde só nas vias públicas é que os fabricantes são obrigados a reportar tudo o que se passou.

Apple, Facebook e Google, quanto pagam de impostos por ano?

4 de Janeiro de 2016 às 10:09
Apple Facebook Google



A Apple, Microsoft, Google, Facebook e tantas outras empresas do mundo da tecnologia, já nos habituaram aos milhões de lucro que todos os anos recebem das suas actividades.Depois há os impostos, um pagamento que essas mesmas empresas são acusadas por vezes de fuga, como acontecido à Apple nos últimos tempos. Mas, em milhões de dólares, quanto pagam de impostos nos Estados Unidos?
Os gigantes da tecnologia nos Estados Unidos da América são frequentemente acusados de evasão fiscal. Estes tomam decisões financeiras devidamente pensadas e calculadas para camuflar as enormes receitas em países onde as leis de impostos sobre as sociedades são substancialmente mais brandas. Tim Cook, o CEO da Apple, numa entrevista ao programa 60 minutes, quando questionado sobre a acusação que alegadamente a Apple fugia aos impostos, refutou todas as acusações dizendo que a Apple paga todos os impostos devidos ao governo dos Estados Unidos.Accusations that Apple is avoiding taxes are ‘Total Political Crap’Tim Cook no programa 60 Minutes Apple é a empresa que paga os impostos mais altosQuando o CEO da Apple foi confrontado com a questão de alegadamente a empresa de Cupertino estar a fugir das suas obrigações fiscais, Tim referiu que é entregue cada dólar de imposto devido. Tim também mostrou desacordo sobre o código fiscal actual imposto nos Estados unidos, denominando-o como desactualizado para esta era digital. Acrescentou ainda que, em comparação com outras empresas, a Apple paga os impostos mais altos.Por mais que a afirmação possa ser verdade em termos do total de verbas pagas, como vemos no gráfico, os impostos entregues não são proporcionais aos lucros excêntricos da empresa.Por exemplo, em 2014, o total de impostos pagos pela Apple em relação às suas receitas foi de 13,97 mil milhões de dólares. Surpreendentemente, esse número é maior do que o total dos impostos pagos pela IBM, Google e Microsoft juntas. No entanto, o aspecto mais significativo é que a taxa média da empresa para calcular os impostos a pagar sobre os lucros (taxa efectiva de imposto) para 2014 foi de 26,1%. Facebook pagou em 2014 mais impostos que a AppleApesar desta figura ser maior que a de outras empresas do sector de tecnologia, a percentagem é menor que a taxa média de imposto cobrada nas empresas S&P 100 que é de 2,5% quando comparada para o mesmo ano (2014). Também é justo mencionar que a taxa de imposto federal sobre o rendimento é de 35%.Por isso a Apple, e outras empresas de tecnologia de Silicon Valey, tentam pagar menos impostos, sendo que a Apple é das empresas que mais pagam. Podemos ver aqui, no site statista, quais as empresas do sector da tecnologia que mais impostos pagam, como refêrencia ao ano de 2014.source: pplware.sapo.pt

Google Glass terá novo sucessor mas não serão uns novos óculos

18 de Novembro de 2015 às 12:29
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O projecto Google Glass nunca foi propriamente um projecto de sucesso. A ideia que o sustentava era boa, mas talvez demasiado avançada e, ao mesmo tempo, limitada para a época em que foi dada a conhecer.Depois de quase ter sido dado como morto, a Google tentou afirmar que não, que estaria a trabalhar numa próxima versão e, agora, surge a notícia de que a equipa de trabalhos do projecto poderá estar realmente a trabalhar num novo wearable, dedicado ao público em geral, mas sem óculos.
Depois da sua grande aparição do Google Glass durante o ano de 2013, o projecto começou lentamente a perder força e, no final de 2014, anunciava-se a sua morte, pelo menos pela imprensa. A Google nunca lhe leu a sentença e garantiu, durante 2015, que continuava a trabalhar no projecto.Agora o Google Glass volta a renascer e traz consigo outras novidades.Segundo o The Information, a equipa que se encontra a trabalhar no projecto Aura, divisão responsável pelo Google Glass, tem pelo menos 3 protótipos de gadgets em curso.Um desses gadgets é um fone de ouvido que, certamente, não será apenas um dispositivo de som Bluetooth como tantos outros. Poderemos estar perante um novo dispositivo de computação de “mãos-livres” ao nível do Glass original mas sem a componente dos óculos.Tal como referimos há alguns meses, o Google Glass 2.0 não será descartado pela empresa, aliás, este dispositivo será dirigido ao mercado empresarial, onde conseguirá ter uma utilização mais prática e mais adequada às suas capacidades.O dispositivo de áudio será destinado ao público em geral, possivelmente, mais dedicado a actividades desportivas. Seja este ou qualquer outro wearable que a Google esteja a preparar, deverá ser apresentado ao mundo já durante o próximo ano.
source:pplware.spao.pt

Este é o novo Google+

18 de Novembro de 2015 às 12:29
Google


Recentemente, com a emancipação do Google Hangouts e o lançamento do Google Photos, as mensagens e as fotos saltaram fora do Google+. Mas isso não quer dizer que a rede social tenha morrido. O Google+ renasceu agora para ser um espaço onde pessoas com interesses comuns se possam encontrar. Para tal, a aposta centra-se em dois produtos: as Comunidades e as Colecções.Quando o Google+ apareceu em 2011, o então director Vic Gundotra queria que ele fosse uma espécie de identidade transversal, que unificasse todos os produtos Google, ao mesmo tempo que funcionava como uma alternativa ao Facebook. Mas estes dois objectivos estiveram longe de ser concretizados.O Facebook cresceu brutalmente desde 2011 e inclusive copiou algumas das inovações que o Google+ trouxe. Entretanto, a rede social da Google foi considerada intrusiva por muitos dos utilizadores, que não queriam um perfil público para usar o Gmail ou que gostavam da sua alcunha do YouTube.O Google+ que todos conhecemos falhou. Mas quatro anos depois há um novo Google+, com um novo design e uma nova proposta. Este novo Google+ já não tem nada a ver com o Facebook, é uma rede social de interesses, onde podemos discutir os assuntos de que gostamos em Comunidades e agrupar posts tematicamente em Colecções. São estes os dois produtos-chave do novo Google+.A rede social da Google já não tem nada a ver com mensagens, nem com fotografias. O Google Hangouts e o Google Photos estão a funcionar muito bem de forma independente. E os youtubers, assim como os utilizadores do Gmail, estão satisfeitos por o Google+ os ter deixado em paz.Uma rede social de interessesO novo Google+ centra-se nas Colecções, que nos permite mergulhar em conteúdo relacionado com temas que nos interessam, e as Comunidades, que nos permitem conversar com outras pessoas que gostam das mesmas coisas que nós. Não há fotos, nem mensagens.Os perfis e as páginas continuam no Google+, mas os círculos desapareceram. Agora para te conectares a uma pessoa só tens de clicar num botão de “follow” – tal e qual como no Twitter.A interface do Google+ está desenhada de acordo com a linguagem Material Design da Google, proporcionando uma experiência agradável no site. A Google diz que o novo design é, por agora, opcional e que um pop-up vai surgir quando acedes à página inicial do Google+ a perguntar-te se queres experimentar. Caso não te apareça nada, navega até aqui e depois clica na caixa de pesquisa.As apps Android e iOS do Google+ também têm aspecto novo; o update chegará num dos próximos dias às lojas (no caso do Android, podes descarregar a versão APK aqui). A versão web da rede social adopta o responsive design, adaptando-se a qualquer ecrã.source: www.shifter.pt

Já podes usar o Google Maps sem Internet

12 de Novembro de 2015 às 09:28
Google Maps


A partir de agora, se tens um Android, já podes navegar offline com o Google Maps. A informação foi adiantada em Maio na conferência Google I/O pela empresa norte americana mas só agora começa a estar disponível.


A nova actualização permite que descarregues, por zona, os mapas da app que passam instantaneamente a estar acessíveis para navegações sem ligação à net. A necessidade de tornar as funcionalidades desta aplicação disponíveis mesmo na ausência de uma conexão à internet prende-se com o facto de “60% da população mundial não ter acesso à internet e mesmo a que tem, não ser de qualidade”, como se pode ler no seu blogue oficial.Mesmo offline, este update vai ainda dar-te acesso a indicações e informações úteis relativamente a estabelecimentos na àrea circundante onde te encontras. O plano da Google é, “com o tempo, tornar disponíveis offline cada vez mais funcionalidades”.Se tens um iPhone, vais ter de esperar. Estas novidades ainda não estão disponíveis para iOS mas a Google revela que chegarão em breve.source:www.shifter.pt

Google pode vir a unificar o Chrome OS e o Android

30 de Outubro de 2015 às 09:49
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O Chrome OS equipa computador; o Android tablets e telemóveis. Mas a Google pode vir a unificar os dois sistemas operativos, numa estratégia à lá Microsoft. A alteração é avançada pelo o Wall Street Journal e significa grandes novidades para o ecossistema da Google, empresa que agora pertence à Alphabet.

Diz o jornal que o Chrome OS vai ser convergido com o Android porque o Android se tornou o sistema operativo dominante. Unificar as duas plataformas significa que o Android passará a correr nos computadores da Google, baptizados de Chromebooks. Esta mudança tem, desde logo, duas implicações: de um lado, o universo de conteúdos da Google Play Store que vai estar acessível também nesses equipamentos; do outro, os Chromebooks deverão receber um novo nome para reflectivo o novo sistema operativo (Pixel?).A estratégia da Google é semelhante à da Microsoft: um só sistema operativo para todos os dispositivos. De facto, o Windows 10 pode ser encontrado em computadores, tablets e telemóveis, nas consolas Xbox One, na pulseira Microsoft Band, nos óculos Microsoft HoloLens e em outros dispositivos.
O Android também já existe em várias plataformas. Existe o Android dos telemóveis e tablets, e também existe o Android Wear para relógios e pulseiras, o Android TV para smart TVs e o Android Auto para automóveis. Podemos especular que o Android dos computadores será ligeiramente diferente de todos estes Androids (que, por si só, já são diferentes entre si) – Android PC?O The Verge, entretanto, diz ter confirmado a unificação dos dois sistemas operativos, sendo que na próxima conferência Google I/O, a decorrer em Maio ou Junho, deverá ser apresentado um preview da alteração. Mas a mudança em si só deverá acontecer algures em 2017; até lá, o número de novos equipamentos dependentes do Chrome OS será menor.Recorde-se que o último computador revelado pela Google, o Pixel C, corre Android e não Chrome OS como os outros modelos da linha Pixel. Por outro lado, a Google tem nos últimos meses tornado as duas plataformas mais próximas, com, por exemplo, a possibilidade de correr apps Android em Chromebooks.
source: shifter.pt

Drones da Google que oferecem internet grátis farão a sua estreia brevemente

15 de Outubro de 2015 às 14:48
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A Google tem vários projetos muito ambiciosos, passando por carros que conduzem sozinhos, por óculos como Google Glass e neste caso, por drones que irão oferecer internet grátis.
Já faz um bom tempo que a Google comprou a empresa Titan Aerospace, empresa essa que produzia drones com a capacidade de serem carregados por energia solar. Agora, passado algum tempo, a gigante das buscas registou dois nomes de duas aeronaves na Autoridade de Aviação Federal nos EUA. O que faz antever que o lançamento das mesmas, está para breve.
Esses drones serão distribuídos pelo globo com o objetivo de levar internet a lugares sem acesso à mesma e sem custos para o seu público alvo. A Google tem boa parte da sua receita na publicidade e com mais pessoas a acederem à internet, mais pessoas vêem publicidade, logo a Google consegue sustentar os gastos com este tipo de projeto.Além deste projeto de drones, a companhia tem outro semelhante mas no lugar de drones, usa balões, projeto esse de nome “Project Loon”.
source:www.tecnologia.com.pt/

Conheça as 5 grandes novidades que a Google apresentou

30 de Setembro de 2015 às 13:24
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O final do dia de ontem foi dedicado à Google e aos seus novos produtos. Se as novidades esperadas eram muitas, a verdade é que grande parte delas eram já conhecidas.
A Google acabou por confirmar tudo o que vinha a ser falado já há algum tempo, conseguindo ainda assim ter algumas novidades em primeira mão.

As novidades da Google estavam centradas nos novos produtos que a gigante das pesquisas esteve a desenvolver ao longo deste ano. Muito para além dos já esperados novos smartphones, sabia-se que outras novidades iam surgir, nas áreas onde a empresa tem já uma presença forte.São 5 as principais novidades que foram reveladas, garantindo que o futuro da Google nestas áreas volta a estar garantido, com ofertas de peso.Nexus 6PO primeiro novo elemento da linha Nexus surgiu como o mais avançado smartphone que a Google já criou. Este novo smartphone resulta da parceria da Google com a Huawei e é, por agora, uma das melhores máquinas que vamos poder usar.As características que mais saltam à vista numa primeira análise é o corpo de metal deste smartphone que se conjuga com a câmara traseira, de 13 megapixéis e que tem uma forma saliente.Outros elementos de destaque são o leitor de impressões digitais, que está também na traseira, e o seu grande ecrã de 5.7 polegadas. A presença de uma porta USB Type-C complementam este pacote.O seu grande ecrã de 5,7 polegadas com painel AMOLED tem resolução de Quad HD (1440 x 2560 píxeis) e protecção Gorilla Glass 4.O novo Nexus 6P tem um processador 810 v2.1 e conta com 3 GB de RAM. Está ainda disponível nas versões de 32 GB, 64 GB 3 128 GB.Outro trunfo de grande peso neste novo Nexus 6P é a sua bateria. Com 3450 mAh deverá ter uma duração superior ao que é normal.
O Nexus 6P ainda não está disponível na Play Store Portuguesa, mas deverá chegar em breve. O seu preço começará nos 649 euros.Nexus 5XPara além do Nexus 6P a Google resolveu trazer de volta um sucesso e que era pedido por muitos. O novo Nexus 5X, construído pela LG, quer ser também ele um sucesso.Com linhas similares à do 6P, este novo 5X tem também presente um leitor de impressões digitais e uma porta USB Type-C, para um carregamento mais rápido e transferência de ficheiros mais simples.As especificações do 5X são ligeiramente inferiores às do 6P, mas ainda assim suficientes para se bater na guerra dos smartphones.O seu ecrã é LCD-IPS de 5,2″, com resolução Full HD e o seu SoC é um Qualcomm Snapdragon 808 hexa-core 64-bit a 2Ghz a GPU Adreno 418. Presente estão 2 GB de RAM LPDDR3 e os normais 16 ou 32GB de memória. A câmara traseira do 5X é de 12,3 MP e a frontal de 5MP.

O Nexus 5X ainda não está disponível na Play Store Portuguesa, mas deverá chegar em breve. O seu preço inicia-se nos 479 euros.ChromecastO novo Chromecast apesar de conhecido era uma incógnita. Falou-se de um novo modelo e também de uma versão áudio. A verdade é que os dois surgiram hoje e o novo Chromecast 2.0 é algo de totalmente novo.A Google separou as águas e apresentou não 1 mas sim 2 novos Chromecasts. O primeiro vem dar seguimento ao que já conhecemos e pudemos testar, com a transmissão de vídeo de vários serviços ou de um simples telefone.O segundo, o Chromecast Audio, é uma novidades absoluta e quer trazer a simplicidade de utilização do Chromecast para o mundo do áudio, com a simples ligação a uma coluna.As melhorias vão muito para além da nova forma do Chromecast e este é agora um dispositivo completamente redesenhado e muito mais simples de usar.A velocidade com que os conteúdos chegam agora ao Chromecast foi elevada, graças a novas técnicas de buffering e também graças à actualização de toda a componente wireless. O Fast Play vem tabém permitir uma muito mais simples ligação do Chromecast a uma televisão.Com uma nova forma e um cabo HDMI saliente fica mais simples ligar o Chromecast a uma TV, mesmo com outros cabos presentes, ao mesmo tempo que causa menores interferências.No caso do Chromecast Audio, a ligação é feita com recurso a um simples cabo que depois será ligado a uma simples coluna ou a uma aparelhagem. Toda a ligação com os restantes dispositivos é feita via wifi.
Se estão interessados nestes novos Chromecasts podem comprá-los já na Play Store Portuguesa, por 39 euros.Android MarshmallowUma das novidades já conhecidas, esta de forma oficial e pela Google era a nova versão do Android. O Marshmallow esteve vários meses a ser desenvolvido e em testes, preparando-se para a chegada dos novos Nexus.Esta versão está agora pronta para ser instalada em todos os Nexus e chegará já na próxima semana. Nessa altura os Nexus 5, 7 (2013), Nexus 9 e Nexus Player vão ver chegar a actualização via OTA.É claro que os novos Nexus vão trazer esta nova versão directamente de fábrica, pronta a ser usada a partir do primeiro momento em que forem ligados.Esta nova versão não pretende ser uma quebra com o passada e trazer novidades gráficas de peso. Quer sim manter os desenvolvimentos iniciados na versão anterior e garantir uma maior estabilidade ao Android.Contem com um muito maior controlo das permissões das aplicações, uma melhoria significativa nos consumos da bateria e, finalmente, o Android Pay massificado.Contem também com o Now on Tap, que irá permitir ao motor de pesquisa Google olhar para dentro das apps e monitorizar o conteúdo que é mostrado no ecrã para fornecer mais informação sobre que o utilizador procura. Será igualmente possível perguntar ao Google Now sobre informação contextual, dependendo do que está à procura no seu ecrã.Pixel CA última novidade de peso da apresentação da Google veio de uma área que não era esperada. A Google lançou um novo tablet, destinado a competir com as novas ofertas de peso neste mercado.O Pixel C segue a mesma linha e filosofia dos anteriores Pixel, mas desta vez dentro do corpo de um tablet e que rapidamente se transforma num computador de trabalho.O Pixel C tem um ecrã touchscreen de 10,2″, com resolução máxima de 2560 x 1800 píxeis e traz como GPU uma Nvidia Tegra X1.Este novo equipamento traz como sistema operativo o Android Marshmallow e destaca-se por incluir uma interface USB Type-C e ter 3GB de RAM.O primeiro acessório conhecido é um teclado que será comercializado por 149 dólares. No futuro novas ofertas vão de certeza surgir, para complementar o Pixel C.O Pixel C vai ser comercializado na Google Store e estará disponível nas versões de 32GB e 64GB de memória de armazenamento.O seu preço será de 499 dólares para a versão de 32GB e de 599 dólares na versão de 64GB.Outras novidadesApesar destas serem as principais novidades que a Google apresentou, surgiram outras, de menor peso ou impacto.As principais centram-se no Google Play Music, com a criação de planos familiares, e no Google Photos, onde será mais simples partilhar fotografias e álbuns e também terá suporte para o Chromecast.Estas novidades em concreto chegam nos próximos meses e as restantes, relacionadas com novos dispositivos, chegam já nas próximas semanas.Source: pplware.sapo.pt