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O Android já ultrapassou o Windows no uso da Internet

4 de Abril de 2017 às 09:52

O Android já ultrapassou o Windows no uso da Internet

4 de Abril de 2017 às 09:52
Android Windows Internet


A importância dos sistemas operativos móveis é cada vez maior. Estas são as plataformas escolhidas por terem uma maior mobilidade e, em muitos casos, nos acompanharem no dia-a-dia.Este cenário de evolução teve agora uma confirmação de peso, com o Android a ultrapassar pela primeira vez o Windows no acesso à Internet.
Os dados que confirmam esta mudança vieram da StatCounter e comparam a os sistema de todas as plataformas, incluindo os desktops, laptops, smartphones e tablets.Março foi o mês da mudança e, finalmente, o Android assumiu mais uma liderança. Desta vez o alvo foi o acesso à Internet, onde passou, ainda que por muito pouco, o sistema mais usado, o Windows.O novo domínio do AndroidA diferença entre estes dois sistemas é ainda muito pequena, mas mostra claramente que este pode ser um passo dado num sentido que poderá não ter retorno. Com 37,93% o Android está agora à frente do Windows, que tem 37,91%, sendo esperado que este cenário se mantenha.Para o CEO da StatCounter esta é uma mudança histórica e que marca o fim de uma era, que vinha desde 1980.This is a milestone in technology history and the end of an era. It marks the end of Microsoft’s leadership worldwide of the OS market which it has held since the 1980s. It also represents a major breakthrough for Android which held just 2.4% of global internet usage share only five years ago.Para o Android é também uma vitória importante, uma vez que este sistema tinha apenas 2,4% da utilização global da Internet à apenas 5 anos.O Windows ainda é o sistema operativo mais usadoÉ claro que o Windows é ainda o sistema mais usado no desktop para acesso à Internet, dominando o mercado com 84% e mantendo a sua posição de destaque.Curiosa é a mudança que está a acontecer na Ásia, onde o Windows está a ser abandonado e onde o Android já o ultrapassou, tendo um domínio total e completo, uma tendência que está já a conquistar outros mercados.Com este cenário presente, é pouco compreensível o abandono da Microsoft no seu sistema operativo móvel, que seria a sua alternativa ao Windows.Os números da StatCounter comprovam uma tendência que é cada vez real e que revelam que o desktop está em declínio, estando a escolha a cair nos smartphones Android.source: pplware.sapo.pt

Pwn2Own 2017: Microsoft Edge foi o grande derrotado

24 de Março de 2017 às 10:14
Browser Internetexplore Chrome Edge Firefox


Mais um ano e mais uma edição do popular evento Pwn2Own. Durante três dias de competição feroz os participantes tentaram encontrar e explorar bugs nos principais browsers em troca de prémios monetários.Este ano o principal derrotado foi o Microsoft Edge.
O Microsoft Edge é hoje o principal browser da Microsoft depois desta quase abandonar o IE. Segundo a empresa, este browser é mais seguro que a concorrência mas, no evento Pwn2Own 2017 o Edge foi simplesmente o browser mais “hackeado”. Logo no primeiro dia da competição, a equipa Team Ether da Tencent Security conseguiu explorar uma vulnerabilidade ao nível do Chakra, o mecanismo JavaScript utilizado pelo Microsoft Edge. Além disso foi também explorado um bug que permite contornar o mecanismo de sandbox do browser. Esta equipa levou para casa US$ 80.000.Dia 1No segundo dia o browser da Microsoft foi atacado por várias equipas. Uma dessas equipas foi desclassificada por apresentar um bug que já era conhecido (Apenas vulnerabilidades zero-day são consideradas). A equipa Tencent Security (Team Lance) explorou uma nova vulnerabilidade ao nível do Chakra e descobriu também bug no kernel do Windows que permite obter privilégios do sistema. Pelo feito, a equipa recebeu um prémio de US$ 55.000.A equipa Team Sniper, pertencente à Tencent Security, também recebeu um prémio de US$ 55.000 por conseguir explorar o browser ao nível do Chakra e também ao nível do Kernel do sistema, mas com outras técnicas.Dia 2Mas foi no terceiro dia que foi conseguido algo impressionante. A equipa da Qihoo 360 conseguiu mostrar algo inédito ao explorar uma vulnerabilidade no Microsoft Edge que permite contornar as limitações impostas por uma máquina virtual VMware Workstation e assim executar código no sistema nativo onde a máquina virtual está a correr.We used a JavaScript engine bug within Microsoft Edge to achieve the code execution inside the Edge sandbox, and we used a Windows 10 kernel bug to escape from it and fully compromise the guest machine. Then we exploited a hardware simulation bug within VMware to escape from the guest operating system to the host one. All started from and only by a controlled a websiteZheng Zheng, Diretor executivo da Qihoo 360A segurança das máquinas virtual é fundamental no sentido em que a informação presente numa máquina virtual não pode ser acedida por outra, quando executadas num mesmo servidor físico. Isto significa que, mesmo que uma máquina virtual seja atacada, tal acesso não pode servir para o atacante conseguir chegar a outras máquinas virtuais ou até mesmo ao sistema operativo da máquina física.Um dos principais objetivos de um hypervisor, como o VMware Workstation, é isolar o sistema operativo convidado, que é executado dentro da VM, do sistema operativo host onde o hypervisor é executado. Daí esta vulnerabilidade que agora foi descoberta ter sido premiada com o maior valor (US$ 105.000).Richard Zhu explorou uma vulnerabilidade no browser e uma no kernel do Windows e com isso recebeu um prémio de US$ 55.000.Dia 3Chrome, Safari e FirefoxRelativamente à concorrência do Edge, o Chrome foi o que consegui melhores resultados uma vez que ninguém o conseguiu atacar dentro do tempo limite. O Safari foi explorado algumas vezes, tendo as equipas conseguido acesso root ao macOS e também explorar privilégios do sistema. Relativamente ao Firefox, foram realizadas duas tentativas de exploração mas apenas uma teve sucesso. De referir que em 2016 o Firefox não foi um dos alvos por ser considerado “demasiado simples de atacar”.source: pplware.sapo.pt

25% dos PCs usam uma versão obsoleta do Internet Explorer

11 de Maio de 2016 às 09:49
Internet

Um dos maiores problemas de segurança no mundo da informática são as máquinas e os softwares que são abandonados sem suporte e sem actualizações.Um novo estudo veio revelar que actualmente um em cada quatro computadores corre uma versão desactualizada e sem suporte do Internet Explorer.

A nova informação resulta de uma análise que a empresa Duo Trusted fez em mais de 2 milhões de computadores e vem mostrar que 25% dos computadores com Windows tem presente uma versão do Internet Explorer que a Microsoft já descontinuou e que por isso deixou de ter suporte.Para além disso, este número dispara para o dobro quando o sistema operativo usado é o Windows XP. Nesses casos, as versões usadas são o IE 7 e 8 em metade das máquinas analisadas.A solução aconselhada para todos esses casos é a utilização de um browser mais moderno, como o Chrome, que tem mecanismos de actualização automáticos e independentes do próprio sistema operativo.Outro valor que salta à vista no relatório da Dou Trusted está associado ao Flash e ao Java, outros softwares que são conhecidos por terem frequentemente problemas de segurança e novas actualizações para os corrigirem.Neste caso os números das versões desactualizadas sobe para valores bem mais altos. São 72% das versões do Java e 60% das versões do Flash.Se as regras mais básicas de segurança podem parecer óbvias, fica claro que não são seguidas e que, em particular nos ambientes empresariais, as máquinas ficam expostas a falhas de segurança e a problemas, apenas por culpa dos utilizadores.source: pplware.sapo.pt

MEO, NOS e Vodafone: Banda larga em 588 freguesias precisa-se!

15 de Março de 2016 às 09:41
Internet


Apesar da Portugal ser um país com boas infraestruturas ao nível das redes de dados, há zonas que simplesmente não têm qualquer cobertura.A Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM) quer mudar o cenário e impôs recentemente à MEO, NOS e Vodafone a cobertura em mais de 588 freguesias com banda larga móvel.
De acordo com a decisão da ANACOM, cada um dos operadores móveis deve cobrir 196 das freguesias listadas, dispondo do prazo de um ano para comunicarem à ANACOM o acordo alcançado na repartição das freguesias entre si.A renovação das licenças dos operadores móveis por mais 15 anos produzirá efeitos a partir de 2018, dispondo os operadores do prazo de um ano a contar dessa renovação para assegurarem que a totalidade das freguesias estão cobertas com banda larga móvel.Estas 588 freguesias vêm adicionar-se às 480 freguesias que os operadores móveis ficaram obrigados a cobrir com banda larga móvel na sequência do regulamento do leilão multifaixa no qual licitaram espectro para a 4ª geração móvel (4G). De salientar ainda que a utilização do espectro junto à fronteira não está actualmente condicionada pelas restrições causadas por Espanha e Marrocos.A listagem completa das 588 freguesias consta de deliberação da ANACOM disponível em: aqui.source: pplware.sapo.pt

Portugal terá Internet gratuita nos centros das cidades

1 de Março de 2016 às 18:21
Internet


Como é do conhecimento geral, Portugal é um país com boas infraestruturas ao nível das comunicações. No entanto há ainda muito a trabalhar para que os portugueses tenham “Internet em todo o lugar”.Em declarações recentes o Governo português anunciou a intenção de disponibilizar Internet gratuita nos centros das cidades.
O ministro da Economia português, Manuel Caldeira Cabral revelou hoje numas jornadas organizadas pela Associação de Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) e pela Ordem dos Contabilistas Certificados, que que é intenção do governo disponibilizar Wi-fi gratuito nos centros das cidades para que todos possam aceder, incluindo os turistas.Como este serviço, será mais fácil promover a procura de restaurantes e pontos turísticos. A ideia é começar pelos centros históricos mais visitados e assim promover negócios para divulgar informação sobre turismo.As pessoas hoje esperam ter rede em todo o lado, na rua, queremos fazê-lo com a intervenção da secretaria de estado do turismo e, nos estabelecimentos comerciais, com a intervenção dos empresáriosManuel Caldeira Cabral referiu também que há ainda muito trabalho ao nível da restauração e que as famílias não levam os filhos pequenos ao restaurante para “não incomodar” os outros. O ministro lembrou que existem países onde os restaurante têm, por exemplo, espaço próprios para as crianças.source: pplware.sapo.pt

Será que anda algum intruso na minha rede wireless?

15 de Fevereiro de 2016 às 10:10
Internet


As redes wireless estão hoje presentes na maioria das habitações. Aspectos como a mobilidade, segurança e boas velocidades de transferência de dados são alguns dos factores que fazem com que este tipo de tecnologia seja uma das mais usadas na área das comunicações.Mas será que alguém anda a usar a sua rede? Conheça algumas ferramentas que o podem ajudar.
Para um utilizador com poucos conhecimentos na área das redes pode parecer difícil saber se alguém anda a usar a rede sem fios lá de casa sem autorização. Um dos passos que poderíamos fazer é ligarmo-nos ao router e saber se está atribuído algum endereço IP a algum equipamento que não conhecemos – ver aqui. Mas há maneiras mais fáceis, que estão disponíveis para os mais diversos sistemas operativos. Network Scanner (Windows)O Network Scanner é daquelas aplicações para colocar na pasta de aplicações favoritas, uma vez que consegue descobrir todos os equipamentos, que tenham IP, (ex. PC’s, smartphones, impressoras, etc), numa determinada rede. Fing (Android, iOS, Windows, Linux, OSX e RPI)Esta ferramenta consegue pesquisar a rede sem fios onde está ligada e verificar quais os clientes ligados e que serviços estão a disponibilizar. Para além dessa informação é ainda possível ter acesso ao nome do fabricante do equipamento ou o seu nome na rede. Angry IP Scanner (Linux, Windows e OSX)O Angry IP Scanner é uma aplicação gráfica muito simples de usar e em poucos minutos podemos saber quem anda pela nossa rede. Para tal, apenas é necessário definir qual a gama de endereços a percorrer (no exemplo apresentado na imagem definimos com range desde o 192.168.1.1 – 192.168.1.254) e a aplicação encarrega-se de “vasculhar” quem anda por lá. ezNetScan (Android)O ezNetScan reúne um conjunto de interessantes ferramentas de rede para os mais diversos fins. A aplicação tem uma interface bem desenhada e simples de operar e tem como principal funcionalidade detectar equipamentos que estão ligados a uma determinada rede, e aceder a informações detalhadas sobre os mesmos (ex.  IP, Mac Address, Marca, Netbios, estado, etc). Neste segmento existem muitas outras ferramentas que nos permitem saber quem anda ligado à nossa rede éntre outras informações. Se usarem outra ferramenta para este efeito deixem-nos o nome nos comentários para posteriormente fazermos um artigo mais alargado.source: pplware.sapo.pt

A Huawei e a M1 conseguiram atingir 1Gbps numa ligação 4.5G

18 de Janeiro de 2016 às 10:30
Internet Huawei


As redes móveis são cada vez mais os canais preferenciais para a troca de informação. Com o crescimento do mercado dos smartphones estas redes necessitam também de evoluir de forma a garantirem uma maior largura de banda e assim suporte para novos serviços.O caminho está já a ser traçado para a nova geração e a Huawei conseguiu agora estabelecer uma ligação de 1Gbps em cima da rede 4.5G.

Este feito que a Huawei  agora conseguiu, foi realizado em conjunto com a M1, a terceira maior operadora de telecomunicações de Singapura. Os testes realizados entre estas duas empresas conseguiram atingir valores elevados de transferências de dados: 1Gbps de download e 130Mbps de upload.Ainda é apenas num cenário controlado e em laboratório, mas este feito vem provar que esta nova tecnologia está prestes a ser lançada e disponibilizada aos consumidores.Os testes decorreram com base em quatro tecnologias de rede: 4×4 Multiple-Input Multiple-Output (MIMO); two-component carrier (2CC) uplink carrier aggregation; 3CC tri-band downlink carrier aggregation e Higher Order Modulation 256 Quadrature Amplitude Modulation (QAM). O curioso é que as empresas usaram hardware que pode actualmente ser encontrado já no mercado e também um dispositivo CAT14 da Huawei que é ainda um protótipo.Com estes testes, fica aberta a porta para o início da disponibilização da tecnologia 4.5G numa operadora comercial, recorrendo à oferta que a Huawei coloca no mercado.The successful trial marks the beginning of 4.5G era in Singapore, demonstrating Huawei and M1’s continual innovation in delivering the benefits of the latest mobile technology advances to Singapore consumers, for instance, in enabling machine-to-machine connections and improving HD video experienceCom a chegada do 5G apenas prevista para 2020, importa às operadoras móveis conseguirem fazer evoluir a actual tecnologia 4G e retirar dela velocidades de transferências de dados ainda mais elevadas.A solução passa pela chegada do 4.5G, que muito em breve estará disponível para todos os operadores, baseada nos actuais equipamentos e com um investimento que se espera que seja mínimo.É certo que em Portugal estas velocidades são ainda uma ideia de futuro, mas o facto de estarem a ser preparadas indicam que vão chegar ao nosso país.source: pplware.sapo.pt

Li-Fi: A Internet super-rápida através das lâmpadas

26 de Novembro de 2015 às 09:59
Internet


A sua Internet vai chegar pelas lâmpadas de sua casa cerca de 170 vezes mais rápida (teoricamente) do que tem agora por Wi-Fi (considerando a norma 802.11ac wave 1, com um throughput máximo de 1.3 Gbps). Agora pense… com uma velocidade ultra-sónica, com o Li-Fi vai descarregar um filme 4K em poucos segundos.Lembra-se de termos falado aqui há uns meses nesta tecnologia? Pois bem, ela está muito perto de entrar em sua casa e já foram feitos testes em ambiente real.
Li-Fi, a alternativa supersónica ao Wi-Fi, já o havíamos aflorado em 2011, num artigo que mostrava na altura haver espaço para uma nova tecnologia. Se nessa altura ainda só se falava em velocidades reais de uns 3 Mpbs, apesar das projecções teóricas apontarem para velocidades que podem chegar aos 224 Gbps (gigabits por segundo), os responsáveis pelo projecto anunciaram recentemente que conseguiram chegar a 1 GBps (aprox. 8 Gbps) em cenários reais. A esta velocidade real, um filme ou qualquer conteúdo de “gigas” pode ser descarregado em segundos e isso transpõe a própria Internet para uma nova dimensão. De facto, num teste piloto elaborado pela startup Velmenni, da Estónia, a tecnologia foi testada em escritórios e ambientes industriais em Tallinn.A tecnologia Li-Fi usa as luzes para transmitir a informação pelo ar. Sabemos que a fibra óptica já usa a luz para transportar dados em alta velocidade, recorrendo à reflexão da luz nas fibras que além de uma velocidade altíssima permite que não haja qualquer perda pelo caminho. E é por isso que os cabos transatlânticos, que muitas vezes falamos, transportam fibra óptica que leva a Internet por esse mundo fora.Contudo, transmitir informação pelos raios de luz através do ar é muito mais difícil, isto por não há “um túnel de luz”, para guiar o sinal para o levar até onde tem de ir. O CEO da Velmenni, Deepak Solanki, referiu que a empresa está nesta altura a fazer alguns testes piloto com diferentes empresas recorrendo à tecnologia VLC (visible light communication). Para isso desenharam uma lâmpada inteligente para ser aplicada em ambientes industriais quando há necessidade da comunicação ser feita pela tecnologia Li-Fi."We are also doing a pilot project with a private client where we are setting up a Li-Fi network to access the internet in their office space."Concluiu SolankiA tecnologia está também a ser testada pela companhia aéreas, que pretender ter nos aviões ligações à Internet, assim como as agências de segurança, pelo potencial em termos de segurança, pois pode-se circunscrever a comunicação apenas onde há luz e pode ser importante para certas agências de “inteligência”.source: pplware.sapo.pt

Conteúdos ilegais: mais 39 sites bloqueados em Portugal

4 de Novembro de 2015 às 10:31
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A luta das autoridades aos sites de conteúdos ilegais tem estado a crescer e a ganhar novos contornos. Depois de terem sido bloqueados pelos operadores 51 sites, é agora hora de novos serem visados.A nova lista inclui mais 39 sites, que muito em breve vão deixar de estar disponíveis para os clientes dos operadores de telecomunicações portugueses.

O intuito destes bloqueios é claro e pretende que deixe de ser possível aceder-se aos sites que na Internet disponibilizam acesso a conteúdos ilegais.Estes sites tendem a surgir sempre que outros desaparecem ou são bloqueados, tornando difícil a vida às autoridades, que vão procurando conseguir manter controlado o acesso dos utilizadores.A nova lista de sites a serem bloqueados foi enviada aos operadores no final do mês passado, no dia 29, e estes têm agora 15 dias para impedir o acesso dos seus utilizadores a estes.Esta nova lista está expressa abaixo e pode ser consultada por todos, verificando assim se o site que normalmente usam vai ficar indisponível.tugahd.comseriesshared.blogspot.pttudodownloadpt-pt2.blogspot.ptamofilmes.netavxhome.sebitsnoop.comdramatize.comilovefilmesonline.commegafilmeshd.tvmegafilmesonline.netprojectfreetv.sorapidmoviez.comsanet.mesceper.wsseries-cravings.metopdezfilmes.orgtoptorent.orgwatch-series-tv.toarmagedomfilmes.bizbaixartorrent.netclubedodownload.infocucirco.euddlvalley.rocksfilmesdetv.commegafilmesonlinehd.comonlinemovies-pro.comrlslog.netseedpeer.eusupercineonline.comtelona.orgtorlock.comtorrentfunk.comtorrents.nettubeplus.istuga-filmes.comyourbittorrent.commp3skull.onlinegigatuga.iomegapirata.netAssim, e até dia 13 deste mês, NOS, Cabovisão, MEO e Vodafone, têm de implementar as medidas necessárias para que este acesso deixe de ser possível dentro das suas redes.Por norma o bloqueio dos operadores faz-se com alterações de DNS nos seus servidores, encaminhando os utilizadores para páginas específicas e que indicam que o site pretendido está bloqueado.Esta é uma medida com uma eficácia reduzida, uma vez que cada vez mais os utilizadores aprendem a contorná-la, com uma simples alteração dos servires de DNS, passando a usar, por exemplo os da Google.Mesmo assim a redução dos acessos a estes sites leva a deixem de ser usados, conseguindo cumprir o objectivo a que se propõem as autoridades.
source:pplware.sapo.pt

E os domínios mais perigosos da Net são...

10 de Setembro de 2015 às 12:52
Internet


A decisão do ICANN de abrir o registo de domínios de topo foi contestada por poder representar uma nova forma de ataques pela Internet. Agora, há uma lista dos domínios registados e que são usados para fins duvidosos.
Durante vários anos, os domínios de topo estiveram restringidos para países e para fins genéricos como os .com, .org ou .net... até que a ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers) decidiu abrir a possibilidade destes domínios poderem ser registados por empresas e indivíduos.Na indústria da segurança, muitos alertaram para a possibilidade de criminosos pegarem nestes domínios para criarem páginas que pareceriam legítimas, mas que seria perigosas.Agora, a Blue Coat avisa que alguns endereços novos parecidos com endereços já existentes estão a ser registados para envio de spam, esquemas fraudulentos, distribuição de malware, operações de botnet e ataques de phishing, entre outras ameaças, noticia o ArsTechnica.Todos os endereços registados e que terminam em .zip ou .review analisados pela empresa são classificados como duvidosos, o que indicia que podem representar um perigo. No caso do .zip, trata-se de um domínio de topo que não foi publicitado e que apenas figura num site da Google para publicitar o domínio.No entanto, a Blue Coat explica que os URL .zip estão a aparecer nos logs de tráfego entre os mais de mil milhões de pedidos enviados pelos internautas para o sistema de análise WebPulse. A justificação é que geralmente trata-se de ficheiros .zip que estão a ser lidos pelos browsers dos utilizadores como endereços URL, ou seja, ficheiros com extensão .zip que são vistos como endereços.O top 10 dos domínios mais perigosos segue mais abaixo, com a percentagem de ocorrências suspeitas em frente de cada um:1 .zip (100.00%)2 .review (100.00%)3 .country (99.97%)4 .kim (99.74%)5 .cricket (99.57%)6 .science (99.35%)7 .work (98.20%)8 .party (98.07%)9 .gq (97.68%)10 .link (96.98%)Source: exameinformatica.sapo.pt/