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WebSummit

Afinal a rede Wifi da PT não falhou na Web Summit

8 de Novembro de 2016 às 09:22

Afinal a rede Wifi da PT não falhou na Web Summit

8 de Novembro de 2016 às 09:22
WebSummit


Começou ontem aquele que é considerado o maior evento de tecnologia, inovação e empreendedorismo da Europa, o Web Summit. Este evento, que reúne startups e investidores de todo o mundo, irá realizar-se em Lisboa durante os três próximos anos e onde este ano são esperados 53 mil participantes.A sessão de abertura deixou de fora do Meo Arena 3000 pessoas e ficou marcada também por uma falha geral na rede Wifi… que afinal não aconteceu!

O Meo Arena encheu rapidamente, não havendo espaço para todos os que pretendiam assistir ao evento de abertura. Ao todo, cerca de 15 mil pessoas assistiram dentro do Meo Arena e 3000 acompanharam o streaming no ecrã colocado no exterior.O presidente executivo e fundador da Web Summit, Paddy Cosgrave começou por referir que era importante que as pessoas tivessem chegado mais cedo, mas para compensar, pediu a todos que pegassem no smartphone e fizessem um streaming, via Facebook, para amigos e familiares de todo o mundo.Para isso Cosgrave começou por exemplificar como fazer ‘live streaming’ via Facebook… só que nada aconteceu e a culpa seria da rede (a “rede”, que foi um dos factores que contribuiu para a mudança do Web Summit da Irlanda para Portugal). Cosgrave referiu então que tentaria mais tarde.Numa nova subida ao palco, Cosgrave voltou a arriscar um ‘live streaming’ só que desta vez com sucesso. Nesse momento, o fundador da Web Summit pediu um aplauso para a operadora de telecomunicações Portugal Telecom, que é a responsável pela  infraestrutura de comunicações Wifi. Mais tarde Cosgrave revelou que afinal na primeira tentativa estava ligado à rede Vodafone.Segundo dados avançados antes do evento, a infraestrutura da PT permitirá concentrar em simultâneo o número de pessoas e de dispositivos previstos para o evento: 50 mil e 150 mil, respectivamente.Para além do Parque das Nações, as zonas onde decorrerão ações associadas ao evento, como o Night Summit com palco no Cais do Sodré e no Bairro Alto, terão reforçada a rede móvel do MEO, com vista a garantir a melhor experiência de comunicação e troca de dados entre os milhares de pessoas esperadas em Lisboa.source: pplware.sapo.pt

Riffle: A rede do MIT ainda mais anónima que a rede TOR

12 de Julho de 2016 às 09:37
Tor MIT


A segurança e a privacidade na Internet são temas recorrentes nos dias de hoje. Cada vez mais os utilizadores procuram proteger-se e conseguir, de certa forma escapar, às ameaças.A rede Tor é para a maioria uma alternativa de confiança, mas o MIT criou a Riffle, uma rede que garante ainda mais anonimato.

Todos reconhecem na rede Tor uma excelente forma de conseguir navegar na Internet de forma anónima. Mas a verdade é que o passado recente mostrou que esta rede, mesmo sendo segura, tem pontos de falha que levam a que com relativa facilidade um atacante possa conseguir identificar os utilizadores.Os pressupostos de segurança e de anonimato do Tor têm sido consecutivamente anulados e são ja vários os casos em que os utilizadores estiveram expostos.Mas nem tudo são más noticias no que toca à privacidade dos utilizadores. O MIT conseguiu criar uma nova rede, a Riffle, que consegue ser ainda mais segura que o Tor e que garante o anonimato dos utilizadores mesmo que tenha apenas um servidor a funcionar.Como funciona a Riffle?Para que a Riffle consiga manter o anonimato dos utilizadores, usa uma forma diferente de transmitir a informação. Em vez de enviar os pacotes na ordem certa e fazendo-os saltar entre servidores, como o Tor faz, a Riffle assenta numa série de servidores, chamados mixnet, que simplesmente alteram a ordem dos pacotes recebidos antes de os enviarem de novo para a rede.Desta forma um atacante não vai conseguir saber o conteúdo das mensagens pois estas vão estar misturadas e sem a ordem certa e esperada para serem decifradas.Mesmo que um servidor seja comprometido, este tem de realizar a alteração da ordem dos pacotes da forma correcta ou não será reconhecido na rede. Isto porque as chaves públicas vão sendo adicionadas e removidas à medida que passam pelos servidores, garantindo que apenas o servidor de destino consiga aceder à mensagem transmitida.Outras mais valias da Riffle?Outro ponto importante na Riffle é que é extremamente eficiente em termos de largura de banda, recursos e tempo utilizados para realizar os processos de anonimização dos utilizadores. Sendo estas redes assentes em computadores dos utilizadores, importa que estas não ocupem estas máquinas tempo demais.A Riffle ainda não está disponível, mas será apresentada nos próximos dias, numa conferência, onde o modelo e o seu conceito será explicado em detalhe. Poderá demorar ainda alguns anos a ser pública, mas traz na sua base alguns conceitos muito interessantes no campo do anonimato e privacidade, ao mesmo tempo que promete garantir segurança aos utilizadores.source: pplware.sapo.pt

Escândalo: Mitsubishi manipulou testes a mais de 600 mil carros

22 de Abril de 2016 às 09:58
Mitsubishi


As ondas de impacto do escândalo da manipulação dos testes de emissão de gases nos automóveis ainda se fazem sentir. Agora é a vez da fabricante nipónica Mitsubishi admitir que manipulou os testes de emissões de poluentes em cerca de 625 mil veículos no Japão.Este escândalo está igualmente a atingir a Nissan já que alguns modelos foram construídos pela Mitsubishi Motors.
A Mitsubishi Motors admitiu, nesta quarta-feira, que manipulou os testes de emissões de poluentes para que os valores tivessem um “olhar mais favorável”. Em consequência disso, as suas acções caíram mais de 15%, perdendo cerca de 1,2 mil milhões de dólares.Tetsuro Aikawa, presidente da sexta maior fabricante automóvel do mundo, curvou-se em desculpas numa conferência de imprensa em Tóquio, onde foi revelado o maior escândalo da Mitsubishi Motors desde um defeito que afectou a empresa, há mais de uma década atrás."Pedimos as nossas mais sinceras desculpas a todos os nossos clientes e às outras partes afectadas."Referiu o presidente do grupo nesta quarta-feira, no Ministério dos Transportes japonês. A Mitsubishi arrasta outras marcas japonesasEstes valores afectaram igualmente a Nissan, isto porque a empresa nipónica também fabrica para outras marcas. Em causa estão quatro mini-veículos com cilindrada inferior a 660 cm3, que foram fabricadas para a Nissan (modelos muito populares no Japão, como o Dayz e Dayz Roox no total rondam as 480 mil unidades."O nosso cliente (a Nissan) encontrou discrepâncias entre os valores fornecidos e aqueles encontrados e pediu-nos para revermos os nossos valores."Declarou a Mitsubishi num comunicado.A Mitsubishi Motors é o primeiro fabricante de automóveis japonês a ser envolvido nos testes de economia de combustível com má conduta. Escândalo que foi despoletado pela alemã Volkswagen e, desde então, vários fabricantes já foram descobertos.A sul-coreana Hyundai Motor e a sua filial Kia Motors concordaram pagar 350 milhões de dólares, em 2014, em multas ao governo dos EUA por terem exagerado na classificação de economia de combustível dos seus veículos. Além disso resolveram igualmente problemas com os clientes, quando estes vieram reclamar.A manipulação de emissões, até ao momento, só diz respeito a veículos vendidos no Japão, mas a investigação será alargada aos mercados estrangeiros.source: pplware.sapo.pt

Finalmente a sua despensa vai ser inteligente

1 de Dezembro de 2015 às 11:06
MIT


Investigadores do programa MIT Portugal desenvolveram um pequeno sensor que ajuda a perceber se têm determinado produto na despensa ou no frigorífico e qual o seu estado de conservação.Quantas vezes já teve vontade de comer aquele pacote de bolachas que estão guardadas na despensa e no dia em que decidiu fazê-lo verificou que as mesmas já estão fora da validade? Isto é algo que acontece algumas vezes, uma vez que não temos nenhum sistema de notificação que nos diga o que temos na despensa ou no frigorífico e qual o estado de conservação.Mas há novidades!
Investigadores do programa MIT Portugal desenvolveram um pequeno sensor que, colocado nas embalagens de alimentos, pode ajudar os consumidores a perceber se têm determinado produto na despensa ou no frigorífico e qual o seu estado de conservação.A informação acerca dos alimentos pode ainda ser consultada nos telemóveis, no decorrer das deslocações ao supermercado ou à praça, contribuindo para compras racionais e para a redução do desperdício alimentar.Em declarações à agência Lusa Lusa, Tiago Cunha Reis referiu:É como se fosse um selo de correio, com moléculas muito pequenas que se tornam sensores e reagem a variações de temperatura, exposição à luz e à humidade, assim como a outras propriedades dos alimentosO investigador do programa doutoral MIT Portugal, resultado de uma parceria com a universidade norte-americana MIT, explicou que o “selo de correio” pode ser colocado em qualquer embalagem, seja uma garrafa de vidro ou de cartão, como um pacote de leite.Tem a capacidade de reter informação sobre a qualidade do produto através da leitura daquelas variáveis, mas também de registar esses dados, o que permite recebe-la comunicando, por exemplo, com um telemóvel, com uma aplicação ‘mobile’ também já desenvolvida, como especificou Tiago Cunha Reis.A análise do sensor, relatou, vai além da informação do prazo de validade do alimento, ao ter em conta “todas as variáveis que atuaram sobre o produto, desde o seu ciclo de produção, distribuição e consumo, e faz um cálculo que reflete o seu estado” de conservação, através de uma percentagem de zero a 100 em que 100 é o melhor.Assim, quando o consumidor vai ao supermercado pode receber informação do que tem na despesa ou no frigorífico e qual o seu estado de conservação, de modo a gerir de forma sustentável as compras.Este projeto, através da Mater Dynamics, entidade criada para trabalhar o produto, foi distinguida na semana passada, na 4ª edição do projeto de empreendedorismo do Expresso e da EDP ao receber um prémio de 20 mil euros.Via LUSAsource: pplware.sapo.pt