Microsoft vai terminar suporte ao Windows 7 antes do tempo em alguns PCs
21 de Junho de 2018 às 09:12Microsoft tem planos para combater os Chromebooks da Google
A Microsoft tem estado a repensar a sua posição no mercado e a tentar encontrar novas formas de conseguir atrair clientes. A mudança do Windows 10 provou que está no caminho certo e mais novidades podem estar a chegar. O alvo já foi escolhido e vai atingir os Chromebooks da Google, sendo o Windows 10 Cloud a arma usada.
Há já bastante tempo que se fala do Windows 10 Cloud e da utilização que a Microsoft se prepara para lhe dar. Apesar de tudo o que se sabia, não havia uma certeza sobre a que se destinava este novo sistema. Agora, graças a informações obtidas internamente na Microsoft, sabe-se que este será um sistema operativo dedicado a combater os Chromebooks da Google.A informação é clara e mostra qual o hardware mínimo que a Microsoft definiu para o Windows 10 Cloud. As especificações são modestas e mostram que, para além de um processador quad-core Celeron, ou melhor, são esperados 4GB de RAM e 32 ou 64GB de armazenamento num SSD ou eMMC rápido. A presença de caneta ou ecrã tátil vão ser opcionais.Mesmo com este hardware mediano, a Microsoft quer que o Windows 10 Cloud seja rápido no arranque e no resumo de sessão. Quanto à bateria, a Microsoft quer que dure um dia de trabalho.Ao comparar-se com os Chromebooks da Google, a Microsoft prepara-se para atingir maioritariamente o campo dos equipamentos preparados para o mercado da educação. Aqui a Google domina, nos EUA, com mais de metade do mercado, sendo por isso difícil à Microsoft garantir de imediato uma posição dominante.Para muitos, o Windows 10 Cloud poderá ser mais interessante e apelativo, uma vez que não dependerá exclusivamente da Internet para dar acesso às aplicações, algo que o Chrome OS não faz.Tudo será revelado pela Microsoft no próximo dia 2 de maio, no evento que a empresa prepara. Para além do novo Windows 10 Cloud e do hardware que servirá de suporte, é também provável que surjam novas máquinas, quem sabe o Surface Pro 5 e o novo SurfaceBook 2.source: pplware.sapo.pt
Microsoft começou a testar a próxima atualização do Windows 10
Agora que a Microsoft vai lançar a próxima grande atualização do Windows 10, é hora do Redstone 3 começar a ser desenvolvido. Esta será a próxima ronda de novidades para o Windows 10, e a Microsoft quer que volte a ser perfeita.Ainda sem data definida para ser lançado, o Redstone 3 chegou ao programa Insiders, com o lançamento da build 16170.
Desde que adotou os ciclos rápidos de desenvolvimento que a Microsoft tem lançado de forma frequente as novidades. Primeiro na sua versão de testes, disponibilizada no Fast Ring do programa Insiders, e depois nos ciclos mais estáveis, até que esteja pronto a ser lançado.Mas com o Creators Update a chegar, podendo até já ser instalado, esperava-se que a Microsoft abrandasse o ritmo durante algumas semanas. Isso não aconteceu e está já disponível a build 16170, que marca o início do próximo ciclo de desenvolvimentos.Esta build de testes está já a ser instalada em todos os que estão no programa Insiders, no Fast Ring, e deverá ser testada nas próximas semanas, até que outra build, com outras novidades, seja lançada.Por ser ainda a primeira build associada ao Redstone 3, não traz ainda novidades visíveis para os utilizadores. É dedicada a melhorar o OneCore e a que seja feita muita consolidação de código, para que depois possam ser iniciados os trabalhos nas novidades que esta nova versão irá trazer.Os próximos meses vão ver surgir muito do que se espera para esta versão, desde a nova linguagem de design language até ao regresso do MyPeople, que foi retirado do Redstone 2. O regresso dos OneDrive Placeholders é quase certo e de certeza que a Microsoft terá muitas mais novidades, algumas delas no próprio Menu Iniciar.Mais uma vez a Microsoft mostra que está a apostar muito no Windows 10, que é agora o centro de todos os seus sistemas e de onde todo o seu software parte. Depois de ter o Windows 10 em todas as suas plataformas, é agora hora de o consolidar e tornar ainda melhor.Via: Microsoftsource: pplware.sapo.pt
Atenção, o suporte ao Windows Vista termina dentro de 1 mês
A Microsoft tem um longo historial de versões do Windows. Ao longo dos anos foi lançando novas e melhoradas versões, cada vez mais aprimoradas e com novas funcionalidades.Se algumas delas são marcos de sucesso da empresa, outras não deixaram saudades. O Windows Vista cai nesta segunda categoria e tem, dentro de um mês, o seu fim anunciado, com o terminar do suporte.
É já no próximo dia 11 de Abril que a Microsoft dará por terminada a tarefa de manter o Windows Vista. Desse dia em diante, como aconteceu com o Windows XP, esta versão do Windows deixará de ter acesso a novas atualizações e perderá o suporte.O Windows Vista foi lançado em 2007, esta nova versão do Windows pretendia ser algo completamente nova, tendo como missão ser melhor que o sempre aclamado Windows XP. A verdade é que o Windows Vista nunca vingou e muitos utilizadores ainda hoje têm queixas sobre esta versão.10 anos depois de ter sido lançado no mercado, o Vista vai ser terminado de forma definitiva, dando lugar a outras versões mais recentes e que têm muito mais para oferecer.Este suporte que agora termina vem dar continuidade ao fim da venda do Vista, que aconteceu em 2012. Desde essa altura que apenas são lançadas atualizações de segurança e pequenas correções que vão sendo necessárias.A Microsoft recomenda a todos os que ainda usam este sistema operativo que atualizem as suas máquinas o mais rapidamente possível, como aconteceu com o fim do Windows XP.É pouco provável que a utilização do Windows Vista diminua no imediato. As estatísticas apontam para que tenha menos de 1% de mercado, bem longo do Widows XP que ainda consegue ter quase 9%. Esta nunca foi uma versão que tivesse agradado aos utilizadores e o seu fim é, para muitos, algo há muito esperado.source: pplware.sapo.pt
O Windows Server também vai chegar aos processadores ARM
A Microsoft tem procurado, no passado recente, conseguir alternativas aos parceiros com quem tem trabalhado. A mais importante dessas novidades é a proximidade que tem agora com a Qualcomm para trazer o Windows 10 para os processadores ARM.Mas esta realidade da Microsoft poderá em breve ser alargada com a chegada do Windows Server a esta arquitetura, criando assim uma proposta específica para centros de dados.
A parceria que a Microsoft tem com a Qualcomm irá em breve trazer novidades para o campo dos PCs e dos equipamentos híbridos. A chegada da versão ARM do Windows 10 espera-se para breve, preparada para corre nos novos processadores Snapdragon 835.Mas a Microsoft e a Qualcomm estão a ir mais longe e as duas empresas anunciaram que estão a desenvolver para plataforma Qualcomm Centriq 2400, onde estão incluídos os processadores ARM, mas agora para correrem uma versão especial do Windows Server.Segundo a Microsoft esta versão do Windows Server está a ser desenvolvida há já alguns anos, estando já a ser usada dentro dos centros de dados da empresa, ligada ao seu serviço Azure. Não se espera para breve que esta versão seja tornada pública e que possa ser usada por terceiros.Estes sistemas desenvolvidos pela Qualcomm assentam no projeto Olympus da Microsoft, o seu design open source para servidores. Para além da Qualcomm, também a Cavium desenhou e criou motherboards para este projeto, sempre usado os processadores ARM como base de processamento.Para a Microsoft a utilização de plataformas baseadas em ARM faz sentido em determinadas funções, nomeadamente em funções de pesquisa e indexação, armazenamento, bases de dados, big data, e machine learning.Depois de conseguir puxar a si o Windows 10, parece que os processadores ARM vão continuar a ter uma presença no produtos da Microsoft, agora associados a centros de dados e ao Windows Server, num campo que até há pouco tempo era exclusivo da Intel. A Microsoft mudou e essas alterações estão novamente à vista.source: pplware.sapo.pt
Google e Microsoft tornam mais difícil acesso a conteúdos ilegais
A facilidade com que hoje em dia temos acesso a determinados conteúdos ilegais leva a que a sua utilização seja mais elevada. Estes estão expostos nos motores de pesquisa e isso é a porta que muitos necessitam para os experimentar.Esta é uma ideia que vem do Intellectual Property Office, do Reino Unido, e a Google a Microsoft acabaram de a aceitar e abraçar, passando a filtrar esses conteúdos e não os apresentando nos resultados das pesquisas.
Este novo código de práticas foi aceite pelos dois maiores motores de pesquisa da Internet, que passam agora a restringir os resultados das pesquisas no Reino Unido.A ideia deste grupo é conseguir combater a pirataria online e a partilha de conteúdos não autorizados, diminuindo a visibilidade que estes sites têm na Internet. Quando um filme ou outro conteúdo for pesquisado no Google ou no Bing os resultados mais relevantes vão ser ofertas legais e que vão reverter para os criadores de conteúdos.Segundo Eddy Leviten, diretor Geral da Alliance for Intellectual Property, a grande visibilidade destes conteúdos ilegais nos motores de pesquisa pode levar os utilizadores a optarem por estas propostas.Sometimes people will search for something and they will end up unwittingly being taken to a pirated piece of contentWhat we want to ensure is that the results at the top of the search engines are the genuine onesNão os querendo fazer desaparecer de forma direta, bloqueando o acesso aos sites e aos seus conteúdos, preferem que a apresentação dos resultados das pesquisas os releguem para segundo plano, não os deixando visíveis para os Internautas, que assim não se sentem tentados a visitá-los.A medida está, para já, limitada ao Reino Unido por força das entidades que promovem e monitorizam a sua implementação, mas poderá, em breve, ser alargada a outros países ou até, como aconteceu em situações anteriores, os motores de pesquisa acabarem por ser obrigados a alargá-los por problemas internos.Estas novas medidas fazem parte de um código de práticas mais alargado e que vai ser colocado em prática ainda este ano. A ideia é agilizar também o processo de fecho dos sites que partilham conteúdos ilegais, agilizando o processo entre as autoridades e os ISP, à imagem do que já acontece no nosso país.Via The Guardiansource: pplware.sapo.pt
Microsoft: Windows 10 é a versão mais segura do Windows
A Microsoft quer fazer do Windows 10 o melhor sistema operativo de todos. A sua ideia é ir mais longe que a usabilidade e funcionalidades, conseguindo também abraçar todas as questões de segurança e privacidade.Se estava já provado que este seria o sistema mais seguro existente no mercado, a Microsoft tem agora novidades para apresentar, que reforçam esta ideia.
Todas as melhorias que a Microsoft tem colocado na segurança do Windows 10 têm tornado ainda melhor um sistema que já se sabia ter elevados níveis de segurança. São funcionalidades importantes e que tornaram este sistema operativo como o eleito por algumas das entidades mais exigentes e com requisitos muito elevados.As novidades vão surgir já esta semana, durante a conferência RSA, onde a Microsoft vai apresentar e discutir algumas das melhorias que tem feito no campo da segurança.As novidades de segurança do Windows 10Antes desse anúncio, a Microsoft apresentou já as principais novidades. A primeira delas é que o Windows 10 e o Surface foram aprovados pela NSA como fazendo parte do seu programa Commercial Solutions for Classified Programs (CSfC). Por agora apenas os Surface, a correr o Windows 10, estão nesta lista como equipamentos autorizados.Para além disto, há também novidades no que toca ao Hello. Esta funcionalidade vai ser apresentada como sendo uma solução única de segurança, com elevados níveis de padrões para identificar os utilizadores. A somar ao Hello, a Microsoft irá também referir o novo Dynamic Lock que, com a capacidade de bloquear um dispositivo sempre que não detetar um smartphone, aumenta também a segurança do Windows 10.Com o Windows Defender Advanced Threat Protection a Microsoft quer dar ainda mais segurança ao seu sistema. Esta ferramenta adiciona novidades ao que está já em funcionamento e dá ao utilizador a possibilidade de criar novas regras de proteção, que podem ser passadas para novas análises e assim aumentar a segurança.Novas áreas de segurança cobertas no Windows 10Claro que há muitas novas áreas cobertas, nomeadamente na gestão de dispositivos, onde novas camadas de segurança foram adicionadas e que permitem gerir os dispositivos da Microsoft remotamente, alterando as permissões de acesso das aplicações, as definições dos dispositivos e muitos mais.Depois de classificar o Windows 7 como não seguro, enaltecendo o 10, é agora hora da Microsoft o marcar como o mais seguro de todos por conseguir satisfazer os requisitos de entidades como a NSA, que têm padrões muito elevados.source: pplware.sapo.pt
Sabia que o Windows 10 é mais vulnerável que o Windows 7?
A Microsoft tem apostado tudo no Windows 10! A empresa de Redmond referiu que este é o sistema operativo mais seguro de sempre mas, segundo dados recentes, o Windows 10 é mais vulnerável que o Windows 7 tendo em conta o número de vulnerabilidade encontradas em 2016.Conheça os dados de um estudo recente.
Um estudo levado a cabo pela RiskBased Security revelou que, em 2016, foram encontradas mais vulnerabilidades no Windows 10 do que no Windows 7. De acordo com os dados agora revelados, no Windows 10 foram encontradas 705 vulnerabilidades enquanto no Windows 7 “apenas” foram detetadas 647.Mais curioso ainda é o facto do número de vulnerabilidades encontradas crescer ano após ano nos sistemas da Microsoft. Em primeiro lugar do ranking de vulnerabilidades da empresa continua a liderar o “velhinho e acabado” Internet Explorer.A Microsoft continuará certamente a trabalhar na segurança do Windows 10, garantindo que este seja o sistema operativo mais seguro da empresa.Apesar de ter mais vulnerabilidades isto pode não significar que seja menos seguro que os seus antecessores. Muitas das falhas são reportadas à Microsoft e resolvidas poucos dias depois.Via RiskBased Security
Já não é possível remover aplicações nativas do Windows 10
A Microsoft, como é normal, dotou o Windows 10 com um conjunto de ferramentas que entende serem essenciais para o podermos usar. São adições óbvias e que precisamos de ter sempre connosco.Nas primeiras versões do Creators Update, a próxima grande actualização do Windows, tinha surgido a possibilidade destas aplicações serem removidas, mas aparentemente a Microsoft removeu essa opção na mais recente build lançada.
Foi com extremo agrado que os utilizadores do programa Insider do Windows 10 receberam, em Outubro do ano passado, a novidade de poderem remover as aplicações nativas do Windows. Uma vez que nem todos as usam, tornou-se assim simples retirar do sistema as aplicações de que não necessitam.Mas a mais recente build a chegar ao programa Insiders, a 15014, trouxe más notícias para os utilizadores, pelo menos para alguns. A opção de remover as aplicações nativas, deixou de estar disponível, ficando agora o botão de desinstalação a cinzento e inacessível, como acontecia antes.A queixa desta situação surgiu inicialmente no Reddit, onde o utilizador jantari relatou que, após instalar a nova build, essa opção teria deixado de funcionar. Apesar de haver outros utilizadores que confirmam esta situação, a ausência de botão de desinstalação não parece ser global, uma vez que vários utilizadores relatam que ainda a vêm disponível.Esta opção de remoção das aplicações nativas está nas Definições, na zona dedicada às aplicações instaladas, onde estas podem ser geridas.Como alguns comentários revelaram, a remoção destas aplicações ainda pode ser feita com recurso à PowerShell, mas não é a forma mais simples e intuitiva de o fazer.A Microsoft ainda está a testar algumas das novidades que o Creators Update vai trazer e o mais provável é que algumas não cheguem à versão final. Esta poderá bem ser uma das que vai ficar pelo caminho.source:pplware.sapo.pt
Primeira versão do Windows 10 deixará de ter suporte já em Março
Com uma abordagem completamente diferente do que é habitual e com o objectivo bem claro de se tornar o mais usado, a Microsoft tem no Windows 10 o seu sistema operativo do momento.Com apenas 2 anos de mercado, a Microsoft prepara-se para abandonar a primeira versão do Windows 10, terminado o seu suporte já em Março de 2017.
Depois de ter sido apresentado ao mundo em Outubro de 2014, o Windows 10 chegou aos utilizadores no dia 29 de Julho do ano seguinte. Nesse dia foi finalmente possível instalar a nova versão do sistema operativo da Microsoft, de forma gratuita para a maioria dos utilizadores.A Microsoft tem mantido actualizações constantes a esta versão, tendo em Agosto do ano passado lançado a primeira grande actualização do Windows 10, a Actualização de Aniversário.Havendo estas actualizações e melhorias, a Microsoft quer-se focar na continuação dos desenvolvimentos do Windows 10 e, por isso, vai descontinuar o suporte à versão original já e Março de 2017, deixando esta de receber qualquer actualização de segurança ou melhoria.Espera-se por esta altura que a maioria dos utilizadores esteja já a usar builds muito mais recentes do Windows 10 e até que tenham já feito a actualização de Aniversário. O próprio Windows 10, ao contrário do que muitos querem, obriga os utilizadores a fazer as actualizações, garantindo assim que as máquinas estão com as mais recentes versões do Windows 10.A decisão de terminar o suporte da versão original do Windows 10 enquadra-se nos planos da Microsoft de manter activas apenas as 2 versões mais recentes do seu sistema operativo. Se no caso dos clientes domésticos estas actualizações são quase obrigatórias e existem, no mundo empresarial este é um cenário mais difícil de implementar.Será então no dia 26 de Março que a primeira versão do Windows 10 será descontinuada. Até essa data é recomendado que os utilizadores façam a actualização para a versão de Aniversário, recebendo assim todas as novidades que foram apresentadas no seu lançamento.Via Microsoftsource: pplware.sapo.pt