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Microsoft

Microsoft vai terminar suporte ao Windows 7 antes do tempo em alguns PCs

21 de Junho de 2018 às 09:12

Microsoft diz que o Windows 7 já não é seguro

16 de Janeiro de 2017 às 09:36
Microsoft


O Windows 7 sempre foi classificado como um dos melhores e mais seguros sistemas operativos do mercado. Depois de alguns desaires falhados da Microsoft, a empresa voltou a acertar em cheio com esta versão.Mas, com a chegada do Windows 10 e com a vontade da Microsoft em colocá-lo no mercado, a empresa veio agora mostrar que o Windows 7, afinal, já não é seguro.
O Windows 10 está já presente em mais de 20% dos PCs. Este valor, apesar de ser muito interessante para o mercado, fica aquém das metas que a Microsoft definiu.Todos os esforços estão agora apontados em fazer crescer esta utilização e, para isso, a Microsoft tem lançado várias campanhas onde mostra que o Windows 10 é, de longe, mais seguro que qualquer outro. O mais caricato é que, agora, a empresa de Redmond até afirma que o Windows 7 já não é seguro e que está desactualizado.O Windows 7 é baseado numa arquitetura de segurança há muito obsoleta. Três anos antes do fim do suporte, e em especial os clientes corporativos, devem portanto, antecipadamente, preparar a mudança para um sistema operativo mais moderno. Tanto empresas como utilizadores doméstico, que ainda armazenam os seus dados sensíveis no Windows 7 vão ter enormes riscos de ver a sua informação exposta nos próximos três anos. Já hoje, praticamente todas as empresas são vítimas de ataques cibernéticos e 51 por cento de todas as empresas alemãs têm sido vítimas destes ataques.Esta informação foi publicada num blog da Microsoft Alemanha, onde a empresa detalhou todas as vantagens que os utilizadores domésticos e empresariais têm em actualizar para o Windows 10.Em vários parágrafos, a Microsoft explica que o Windows 7 está ultrapassado e que a sua arquitectura de segurança já ultrapassou a sua vida útil, afirmando que, o futuro é sem qualquer dúvida o Windows 10.Faltam 3 anos para que o suporte para o Windows 7 termine, tempo que deverá ser usado pelas empresas para preparar a migração, mas a Microsoft quer avançar já com este processo, fazendo assim crescer os números de utilização do Windows 10.A informação apresentada não deixa de ser verdadeira, mas é no mínimo estranho que a própria Microsoft opte por apresentar falhas num dos seus mais populares sistemas operativos, para assim fazer crescer o seu mais recente sistema.Via Microsoft (tradução)source: pplware.sapo.pt

Microsoft acabou finalmente com o Windows Essentials

13 de Janeiro de 2017 às 09:51
Microsoft


A Microsoft, quando a Internet começou a despontar e a ser uma ferramenta de utilização diária, criou um conjunto de ferramentas para dar mais aos utilizadores. Surgiu assim o Windows Essentials e todas a sua variedade de ferramentas.Mas como é normal na Microsoft, o tempo de vida das suas aplicações pode ser limitado. É precisamente isso que aconteceu agora ao Windows Essentials, que foi finalmente terminado.
A Microsoft já tinha decidido acabar com o Windows Essentials há algum tempo. Tinha definido o principio do mês de Janeiro de 2017 como data limite e cumpriu agora o prometido. Para terminar a disponibilização do Windows Essentials foi removido o link de download da página oficial.Mas os utilizadores que tenham o Windows Essentials não se devem preocupar pois as muitas ferramentas disponibilizadas não vão deixar de funcionar. Segundo a Microsoft, esta suite de aplicações apenas deixa de receber suporte e actualizações.É claro que esta ausência de suporte e de actualizações de segurança acabará por deixar as aplicações vulneráveis a problemas que entretanto surjam. É por isso de ponderar continuar a sua utilização, até porque existem já alternativas disponíveis na Internet. Por outro lado, a própria Microsoft tem já nos seus sistemas operativos mais recentes soluções integradas para algumas das aplicações.As alternativas da Microsoft ao Windows EssentialsMesmo tendo a Microsoft terminado com o Windows Essentials e todas as suas ferramentas, os utilizadores não ficaram sem alternativas. Para isso a empresa mostrou como foram substituídas:O Correio está disponível como uma aplicação integrada gratuita para o Windows 8.1 e versões posterioresA aplicação Fotografias está disponível como uma aplicação integrada gratuita para o Windows 8.1 e versões posterioresO Live Writer está disponível como uma solução de open source abertoO One Drive é uma funcionalidade da caixa de entrada para o Windows 8.1 e versões posterioresA Segurança Familiar é uma funcionalidade de caixa de entrada para o Windows 8.1 e versões posterioresNa verdade, o Windows Essentials ainda pode ser instalado recorrendo ao instalador via web ou offline. Desaparece assim uma dos mais bem conseguidos pacotes de aplicações que a Microsoft criou para o Windows.source: pplware.sapo.pt

A Microsoft voltou a repensar a privacidade no Windows 10

11 de Janeiro de 2017 às 09:26
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Desde que a Microsoft lançou o Windows 10 que as questões de privacidade e recolha de informação sobre os utilizadores andam na ordem do dia. Muitos se mostraram contra a forma como os seus dados são fornecidos à Microsoft.Mas a empresa de Redmond resolveu alterar a sua posição face à privacidade e passará a dar aos utilizadores um controlo muito maior sobre a informação que é recolhida.
Foram várias as queixas, mais ou menos formais, sobre os dados que a Microsoft recolhia e a forma como estes eram obtidos. Para além desta questão, existia ainda a dúvida sobre a forma como a Microsoft os usava e em que situações o faria. A empresa americana sempre procurou mostrar que os dados recolhidos eram apenas usados para melhorar o Windows 10 e a sua utilização, mas sempre ficaram dúvidas sobre este processo.A Microsoft resolveu agora aligeirar este processo e dar aos utilizadores um maior controlo sobre os dados que são obtidos, permitindo a sua escolha, a sua consulta e a sua eliminação. Para isso, tem agora duas ferramentas, uma alojada na Internet e outra dentro do próprio Windows 10.O novo centro de privacidade da MicrosoftÀ imagem do que outras empresas fazem, a Microsoft tem agora também um centro de privacidade, onde os utilizadores podem consultar toda a informação que foram fornecendo. Podem aí ver o histórico de pesquisas, de navegação, de localizações e até da Cortana.A Microsoft dá aos utilizadores mais controlo, permitindo que estes eliminem os dados que estão presentes, deixando assim de estar acessíveis para cruzamento de dados e outro tipo de processamentos.As novas opções de privacidade do Windows 10Para além deste novo centro, a Microsoft está a preparar também o Windows 10 para que dê mais controlo aos utilizadores. Com o novo Creators Update chegará também uma nova possibilidade de configuração que permitirá indicar que dados podem ser enviado para a Microsoft.Isto não impedirá a empresa de recolher informação de utilização do Windows 10, mas limitará a sua acção aos elementos mais básicos, deixando de fora a informação sensível do utilizador.Para além de dar mais liberdade aos utilizadores, a Microsoft quer acima de tudo que estes consigam controlar de forma fina quais os dados que são passados para avaliação.Além disso, quer também voltar a dar aos utilizadores a segurança de que os seus dados são realmente privados e que a empresa não os usa para seu proveito próprio.source: pplware.sapo.pt

A Samsung quer transformar o Galaxy S8 num computador

3 de Janeiro de 2017 às 09:45
Samsung Microsoft


Depois de todos os problemas que teve com o Note7, a Samsung não pode cometer novos erros e por isso prepara o Galaxy S8 com todo o cuidado e com novas funcionalidades.Depois de se conhecerem algumas das possíveis novidades do futuro smartphone da Samsung, surge agora mais uma que mostra que este pode transformar-se num computador, dando assim origem a um novidade que vai agradar a muitos.
A possibilidade de transformarmos um smartphone num PC não é novidade. Esta ideia partiu da Microsoft que implementou já o Continuum e que o HP X3 usa de forma única.Sendo esta uma ideia única, a Samsung terá resolvido colocá-la também em prática e assim criar um equipamento que se pode adaptar às necessidades do utilizador, servindo mais do que uma função.Uma imagem revelada agora, e que veio de uma apresentação dedicada ao Galaxy S8, mostra como a Samsung quer colocar em prática esta nova funcionalidade. Claro que não dependerá do Windows 10 Mobile, mas sim do Android, que deverá ter sido alterado para suportar este novo modo de funcionamento.A informação disponível é ainda muito escassa e mostra que o Galaxy S8 deverá ser ligado a um monitor externo e que deverá ter também um rato e teclado ligado ao smartphone, via bluetooth.Há a promessa de multi-tasking e tudo aparenta que a ligação ao monitor será uma extensão do ecrã principal, sendo uma área de trabalho adicional e que deverá correr as aplicações em modo de janela, algo que o Android Nougat já suporta de forma não oficial.Já não falta muito para o lançamento do Galaxy S8, sendo este esperado já para o final do mês de Fevereiro, provavelmente durante o MWC, que decorrerá em Barcelona. A Samsung tem muito para provar com este novo equipamento, limpando assim a sua imagem junto dos seus clientes.source: pplware.sapo.pt

Ecrã da Morte do Windows 10 será verde…

30 de Dezembro de 2016 às 10:10
Windows 10 Microsoft


A Microsoft está a mudar alguns conceitos enraizados do seu sistema operativo Windows. Ao que tudo indica, até a cor do medonho ecrã da morte vai mudar para verde, deixando de ser o Blue Screen of Death para ser um Green Screen of Death.Será que o verde esperança tranquiliza o utilizador quando o seu Windows “morrer”?
Windows 10 agora tem ecrã da morte verde esperançaTodos conhecem este infame ecrã que aparece se o Windows tiver um problema grave e não o conseguir recuperar. O tão conhecido e antigo Blue Screen of Death (BSOD) irá tornar-se verde em breve para os utilizadores de teste do Windows 10. A informação que circula agora na web refere que este ecrã estará já disponível no Windows 10 (build 14997), versão que traz uma série de novos recursos e alterações.Uma das grandes novidades é este tal novo ecrã verde da morte, em vez do tradicional. Esta alteração foi desvendada, em forma de “adivinha” no Twitter por um funcionário da Microsoft, Matthijs Hoekstra mas foi logo colocada à descoberta por um MSPoweruser, Chris123NT. Seguir
Ainda não está bem clara a razão porque passou a Microsoft da cor azul para a verde, no BSOD, nas Windows 10 Insider builds, mas Hoekstra confirma que este novo esquema de cor está apenas disponível (por agora) para os participantes nas versões de teste.É provável que a Microsoft queira distinguir um genuíno BSOD de outros problemas e falhas que são mais prováveis de ocorrer durante os testes de 10 Windows. Isto porque muitos utilizadores que participam no programa de testes publicam erros e falhas que aparecem na Internet e com esta cor nova ajudará a Microsoft a detectar que é algo novo.Como pode ser visto, neste ecrã de erro está também um códigos QR que permite facilmente o acesso à informação sobre o erro, funcionalidade que no passado já havia sido introduzida.A Microsoft colocou estes testes públicos do Windows 10 em espera, devido a esta época festiva. Não deverá haver qualquer novidade no sistema operativo até ao próximo mês. A compilação 14997 saiu também para a web e as novidades incluem, como já referimos, a activação do assistente pessoal Cortana durante a fase de configuração inicial do PC. Também está presente um recurso de f. Lux, para reduzir automaticamente a luz azul, há vestígios de um modo de jogo Xbox, o Microsoft Edge traz melhorias assim como a introdução da funcionalidade de criar pastas e aplicações no Menu Iniciar.source: pplware.sapo.pt

Microsoft será a primeira a valer um milhão de biliões de dólares

27 de Dezembro de 2016 às 09:27
Microsoft


São os maiores grupos tecnológicos que controlam e dominam o ranking das empresas mais valiosas. Nesta tabela estão representadas as mais importantes e as que maior valor têm.A Microsoft está perto do topo desta lista e, segundo as previsões, prepara-se para valer mais de um milhão de biliões de dólares, sendo a primeira a ultrapassar esta barreira mítica.
Quem está a avançar com esta probabilidade é Michael Markowski, analista da empresa Equities.com. Mesmo estando na terceira posição da lista das empresas mais valiosas, a Microsoft poderá em breve valer um milhão de biliões de dólares (um trilião), batendo a Apple e as outras empresas que estão acima da gigante americana.A ajuda do LinkedIn à MicrosoftSegundo Michael Markowski, a Microsoft vale 492 mil milhões de dólares, um valor abaixo da concorrência, mas tem uma vantagem grande face às restantes. O seu fluxo de caixa é maior do que as suas concorrentes, dando-lhe uma vantagem imediata.Para além deste ponto, a compra do LinkedIn pela Microsoft é outra das grandes vantagens. Este activo dá acesso a muitos utilizadores com um poder de compra bem mais elevado que nas restantes redes sociais. Por outro lado, a compra do LinkedIn foi uma compra relativamente barata, tendo custado 60 dólares por utilizador, algo que a Microsoft irá rentabilizar em pouco tempo. Em comparação, um utilizador do Facebook teria custado 218 dólares.A concorrência da MicrosoftAs restantes empresas que estão no topo da lista das marcas mais valiosas parecem não conseguir ultrapassar a Microsoft no futuro. Apenas a Alphabet, que tem um valor de 548 mil milhões de dólares, parece poder dar luta à Microsoft, também fruto de ter fluxo de caixa duas vezes superior ao da concorrência directa (Amazon e o Facebook).A Apple, uma empresa que se esperava que conseguisse atingir esta marca, parece ter a vida dificultada. Esta foi a primeira marca a ultrapassar uma valorização de 700 mil milhões de dólares, mas como centra a sua actividade na venda de hardware é menos escalável e com menor alcance.Mesmo com esta previsão feita por Michael Markowski, não existe uma data para que este valor seja atingido. Ainda falta muito para que a valorização da Microsoft cresça e atinja o valor de um milhão de biliões de dólares. O que é certo é que esta marca será ultrapassada por uma empresa tecnológica.via: Equitiessource: pplware.sapo.pt

Cada vez mais utilizadores de Mac estão a mudar para o Surface

13 de Dezembro de 2016 às 09:57
Microsoft Surface


A competição entre a Microsoft e a Apple é constante. Estes dois gigantes da industria estão sempre a procurar ultrapassar-se, roubando clientes um ao outro.Esta verdade acontece tanto ao nível do software como agora ao nível do hardware. Os novos Surface estão a ser as máquinas de eleição para cada vez mais utilizadores de Mac, que assim abandonam a Apple, isto segundo a Microsoft.

Os planos de troca de equipamento são uma forma da Microsoft conseguir trazer a si muitos utilizadores de Mac. Entregando apenas um Mac, a Microsoft oferece um desconto substancial num dos seus novos PCs da linha Surface.Pois é graças a esse plano de trocas que a empresa percebeu agora que cada vez mais utilizadores de Mac estão a escolher os novos Surface como as suas máquinas de eleição. E a culpa é, na maior parte, da desilusão que estes estão a ter com os novos MacBook Pro, especialmente entre os profissionais.More people are switching from Macs to Surface than ever before. Our trade-in program for MacBooks was our best ever, and the combination of excitement for the innovation of Surface coupled with the disappointment of the new MacBook Pro – especially among professionals – is leading more and more people to make the switch to Surface, like this. It seems like a new review recommending Surface over MacBook comes out daily. This makes our team so proud, because it means we’re doing good work.Nunca, até agora, o programa de trocas da Microsoft tinha registado números tão elevados , dando força à ideia de que a mais recente máquina da Apple tem sérios problemas.A Microsoft naturalmente que fica extremamente satisfeita com esta mudança nas escolhas dos consumidores que assim se viram para os seus produtos.Algo que não é fornecido pela Microsoft, e que seria muito interessante de ter acesso, são os números de vendas destes novos Surface e qual a verdadeira percentagem que vem do universo MacBook e em especial dos novos equipamentos da Apple.As vendas das máquinas da Microsoft estão a correr de forma única e o passado mês de Novembro foi o melhor de sempre para a empresa, preparando o caminho para o Natal e para as elevadas vendas que se esperam que surjam nessa altura.via: Microsoftsource: pplware.sapo.pt

China pede à Microsoft o código fonte do Windows 10

12 de Dezembro de 2016 às 10:04
China Microsoft Windows10

A China sempre procurou controlar e gerir os sistemas operativos que estão instalados nas máquinas do estado. Como solução têm sido criadas, nos últimos anos, algumas distribuições Linux mas uma parceriaestabelecida entre o governo chinês e a Microsoft veio abrir portas ao Windows 10.Mas agora a China quer ter acesso ao código fonte do Windows 10. Saiba qual foi a resposta da Microsoft.
O Governo chinês pediu recentemente à Microsoft que lhe disponibilizasse o código fonte do Windows 10. Tal como já aconteceu no passado, o objectivo é ter garantias que o sistema operativo da empresa de Redmond não tem “espiões”.Tal pedido está agora previsto num Decreto de lei daquele país que prevê que qualquer empresa que queira ter os seus produtos na China precisará de disponibilizar o código fonte para que o mesmo seja avaliado.Entretanto a Microsoft já respondeu ao Governo chinês referindo que podem visitar o centro Microsoft em Beijing e assim ver o código fonte do produto. Partilhar o código não é viável, pois não serviria para verificar quais os recursos de segurança…apenas provaria que haveria um código fonte, refere a Microsoft."Sharing source code in itself can’t prove the capability to be secure and controllable…  It only proves there is source code."Sendo agora uma lei daquele país, as empresas terão de arranjar uma forma de a contornar e assim evitar terem de partilhar o código fonte dos seus produtos. A resposta da Microsoft é clara no que diz respeito à partilha, no entanto a empresa de Redmond está disponível para colaborar com as entidades chinesas.source: pplware.sapo.pt

Já pode instalar o Windows Defender Hub no seu Windows 10

21 de Novembro de 2016 às 10:05
Microsoft Windows

A Microsoft lançou recentemente uma nova aplicação na sua loja de aplicações, o Windows Defender Hub. Esta app tem como principal objectivo proteger o Windows 10, com recurso ao Defender, contra malware, vírus e até nagware (uma variante do shareware onde o software está constantemente a lembrar o utilizador para registar app).Se pretende ter esta app no seu Windows 10 saiba o que tem de fazer.
Sem muita informação por parte da Microsoft, o novo  Windows Defender Hub passou a ser disponibilizado na loja de aplicações do Windows 10.Como referido, esta nova app será responsável pela segurança do Windows 10, aos mais diversos níveis. Na descrição da app a Microsoft relembra que esta ferramenta não é paga, não necessita de subscrições e não tem nagware.Help protect your device with the antimalware protection built in to Windows 10. It’s already on your device! There’s nothing to buy, no subscriptions, and no nagware. Windows Defender Hub gives you access to Windows Defender, so you can easily check your protection status or scan your device. Windows Defender Hub also brings you articles from Microsoft about malware and viruses and the latest security trends, even if you use another antivirus program.Para instalar o Windows Defender Hub basta que aceda aqui ou então pesquise na loja de aplicações por Windows Defender Hub. Além dos mecanismos de segurança, esta ferramenta disponibiliza também informações interessantes para os utilizadores.source: pplware.sapo.pt

A Microsoft também já aderiu à Linux Foundation

17 de Novembro de 2016 às 10:06
Microsoft Linux

A mudança de atitude da Microsoft face ao Linux e ao software open-source tem mudado muito ao longo dos anos. Já bem longe vai o tempo em que o seu CEO classificou o Linux como cancro.Depois de mostrar ao mundo que está empenhada em contribuir para o Linux, a Microsoft resolveu agora formalizá-lo, com a sua adesão à Linux Foundation, onde será em breve um membro de pleno direito.

Foi durante a sua conferência anual dedicada aos programadores, a Connect, que a Microsoft anunciou a sua entrada na Linux Foundation, uma organização sem fins lucrativos que se dedicada a ajudar o Linux a crescer, a criar padrões e a promover a colaboração.Esta é uma adesão que se esperava, dado o passado recente da Microsoft e garante à empresa que terá uma participação importante. A entrada faz-se como membro premium e garantirá à Linux Foundation um pagamento anual de 500 mil dólares. A Microsoft garante assim acesso a uma posição exclusiva, onde estão já empresas como a Cisco, Fujitsu, HPE, Huawei, IBM, Intel NEC, Oracle, Qualcomm e a Samsung.A ideia da Microsoft é criar as interligações entre os seus serviços e toda a comunidade que está a trabalhar em projectos que se liguem a serviços cloud e a mobile.Na verdade esta adesão mostra bem a mudança de atitude da Microsoft face ao código e à sua partilha. Apesar de assentar todo o seu negócio no seu software proprietário e fechado, a Microsoft tem mostrado bem a sua abertura com o mundo Linux e com a partilha de conhecimento e código.Existem exemplos recentes desta nova abordagem, como a disponibilização do .NET, SQL Server, PowerShell e do Visual Studio Code para Linux, da sua própria distribuição de Linux, baseada em Debian, e até da chegada da Bash ao Windows 10. Há também vários exemplos de código partilhado no Github, acessível a todos.Todos estes exemplos mostram que a Microsoft está diferente, para melhor, mais próxima da comunidade e a contribuir activamente para o crescimento do Linux e do código aberto. Percebeu finalmente que pode ganhar com isso e que tem retorno de tudo o que entregar.source: pplware.sapo.pt