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NASA

NASA vai lançar o mais pequeno satélite do mundo

22 de Maio de 2017 às 09:34

NASA vai lançar o mais pequeno satélite do mundo

22 de Maio de 2017 às 09:34
NASA


A competição internacional Cubes in Space, apoiada pela NASA, levou um indiano de 18 anos a criar aquele que é talvez o mais pequeno satélite do mundo.Para testar a durabilidade do satélite criado com recurso a uma impressora 3D, a NASA irá enviá-lo numa missão espacial, já no próximo mês.
Uma pequena estrutura cúbica em fibra de carbono, impressa através de uma impressora 3D e com apenas 64g fará parte da próxima missão espacial da NASA, num teste de durabilidade.Esta estrutura trata-se de um satélite desenvolvido de raiz por um jovem de 18 anos, na competição Cube in Space. Segundo Rifath Shaarook, o seu criador, este satélite terá um novo tipo de computador de bordo e oito sensores incorporados para medir a aceleração, a rotação e a magnetosfera da Terra.We designed it completely from scratch. It will have a new kind of on-board computer and eight indigenous built-in sensors to measure acceleration, rotation and the magnetosphere of the earthA Missão EspacialO satélite, KalamSat, será enviado para o espaço num missão suborbital de apenas 4 horas, no dia 21 de junho, a partir da Wallops Flight Facility, na Virgínia. A viagem de ida e volta do satélite contará com uma operação de 12 minutos em ambiente de microgravidade.O cientista Rifath vem de uma pequena cidade em Tamil Nadu, na Índia, e agora trabalha como cientista principal na Space Kidz India, uma organização que promove a ciência e educação para crianças e adolescentes indianos.source: pplware.sapo.pt

NASA e ESA querem ir ao Espaço desviar um asteróide

22 de Novembro de 2016 às 09:48
NASA ESA


E se um dia for descoberto um asteróide em rota de colisão com a Terra? Haverá forma de conseguirmos desviar o corpo celeste para longe do nosso planeta?Não há, para já, um mecanismo de defesa. Há, contudo, observatórios que passam a pente fino o cosmos para tentar determinar com antecedência alguma ameaça que esteja na rota da Terra. Agora, as autoridades norte-americanas estão a realizar treinos para o caso da colisão de um asteróide com a Terra ser um facto.
E se um asteróide ameaçasse a humanidade?Estes exercícios, que estão já em acção, foram organizados pela NASA e pela Agência Federal de Gestão de Emergências (FEMA), com participação de laboratórios nacionais, centros públicos de ciência e tecnologia pertencentes ao Departamento da Energia dos EUA e do Pentágono, representado pela Força Aérea.Os exercícios visaram analisar a prontidão das várias estruturas para actuar em conjunto durante uma emergência. Além disso, foram treinadas acções para prevenir o pânico entre a população e proteger as pessoas das consequências da catástrofe.Segundo o cenário, um asteróide de 100×250 metros cairia na Terra no dia 20 de Setembro de 2020. O local da queda seria o sul da Califórnia.O chefe da Direção de Ciência da NASA Tomas Zurbuchen afirmou que existe uma ameaça real de catástrofe. Contudo, neste momento a humanidade já pode preparar-se e suavizar as suas consequências. Anteriormente, a NASA informou que tinha criado um sistema de alerta precoce para um eventual “ataque de asteróides” que pode detectar qualquer asteróide 5 dias antes de ele se aproximar da Terra.Via: Agência Sputnik

NASA: Nave Espacial terá novos motores a energia solar

26 de Abril de 2016 às 09:38
NASA


A NASA escolheu a empresa Aerojet Rocketdyne para um contrato de 67 milhões de dólares que deverá resultar no desenvolvimento de um avançado sistema de Propulsão Eléctrica Solar (SEP) para as futuras missões ao espaço profundo.A agência espacial norte americana trabalha na tecnologia SEP desde 1950 e já utilizou esta tecnologia, nasonda Dawn por exemplo, que está actualmente em órbita do planeta Ceres.

Poderá esta ser a forma de viajar no espaço, no futuro?A NASA tem uma grande experiência no que toca à propulsão eléctrica solar. Desta tecnologia não resultam motores poderosos, resultam sim motores que fornecem impulso para deslocações muito longas. Contudo, ao que parece, a agência quer agora dobrar a potência deste sistema e tornar o mesmo super eficiente.A ideia é tornar esta tecnologia mais poderosa, conseguindo o dobro do impulso actual mas 10 vezes mais eficiente que os motores químicos, ambos grandes opções para a exploração no espaço profundo. Nesse sentido, a NASA atribuiu um contrato de 3 anos, no valor de 67 milhões de dólares, à empresa Aerojet Rocketdyne.Enquanto não há mais informações mais consistentes da tecnologia no seu principal foco, num press release, a NASA declarou que este sistema de propulsão poderá ser usado também em missões de robôs a um asteróide e noutras missões relacionadas com o programa Journey to Mars. 
Qual é mais eficaz, a propulsão solar ou química?Se a propulsão com recurso à energia solar for comparada com a propulsão química (o tipo de propulsão que os foguetes usam para escapar da gravidade da Terra para atingir a órbita), a SEP tem menor pressão, mas é mais eficiente em termos energéticos e pode fornecer impulso por longos períodos de tempo. Por estas razões, a tecnologia de propulsão eléctrica solar funciona bem no vácuo espacial, especialmente em sondas com missões de tempo de vida longos.O motor SEP fornece o impulso convertendo a energia solar em energia eléctrica, usando essa energia para acelerar o propulsor ionizado a velocidades extremamente altas. O brilho azul icónico de um propulsor eléctrico solar deriva dos fotões libertados pelos iões quando estes vão perdendo energia ao deixar o motor.Além deste contrato de propulsão elétrica, a Aerojet Rocketdyne é responsável também pela propulsão química – os motores RS-25 – para o Sistema de Lançamento Espacial da NASA, o foguete projectado para ser usado em missões relacionadas com a viagem da NASA a Marte.source: pplware.sapo.pt