A simples troca de ecrã pode colocar o seu smartphone em risco
22 de Agosto de 2017 às 09:57RoBoHon, a evolução do smartphone
Estamos na Era dos gadgets onde os smartphones evoluem de uma forma extraordinária e esta é mais uma das suas evoluções.Do Japão, sob a marca Sharp, chega o anúncio de um novo produto, uma evolução do smartphone. Um smarphone integrado num pequeno robô que funciona também como assistente pessoal. É o RoBoHon.
Este é o tipo de produto que vindo do Japão não causa grande estranheza. A Sharp está a investir na produção de um “pequeno” robô com 19,5 cm de altura e 390g com alguma da tecnologia presente nos smartphones comuns.Nas costas do RoBoHon está colocado um pequeno ecrã de 2″ com resolução de 320 x 240 píxeis. Tem ligações Wi-Fi, suporte à rede 4G (LTE) e um processador MSM 8926 a 1,2 GHz.Este pequeno robô faz chamadas, permite gerir o e-mail e ainda faz pesquisas. Tem uma câmara fotográfica (sobre a qual não existem grandes informações), serve como projector, faz reconhecimento de voz e de rosto, anda e senta-se.Quanto ao seu preço e disponibilidade ainda não existem informações concretas, sabe-se apenas que a Sharp o irá lançar inicialmente no mercado nipónico no primeiro semestre de 2016, mas não se sabe se chegará a outros mercados.source: pplware.sapo.pt
Aplicativo sincroniza smartphones para tocarem a mesma música [vídeo]
Disponível para iOS e Android, o aplicativo AmpMe é uma ferramenta que permite sincronizar um número ilimitado de dispositivos para tocarem a mesma música. Nada de Bluetooth ou Wi-Fi, o aplicativo cria uma “impressão digital sonora” que é captada pelos aparelhos com o AmpMe instalados e que começam a execução da música.Por enquanto, o AmpMe funciona apenas com o acervo do Soundcloud, mas a equipa envolvida no projeto estuda desenvolver parcerias com serviços de streaming.O seu SmartPhone tem o alto-falante de baixa qualidade? Que tal conectar três aparelhos ao mesmo tempo e aumentar o volume? Ou então 10? Ou 20? Ou até 300?
Comet – O primeiro Smartphone que flutua
A tecnologia nunca deixará de nos surpreender. A contar com isso, devemos ter uma mente aberta para perceber para que serve o que o mercado inventa.Nessa perspectiva, venha conhecer o primeiro smartphone do mundo que sabe nadar… flutuar vá!Chama-se Comet e apresenta-se como o primeiro smartphone totalmente à prova de água e que sabe flutuar. A sua existência justifica-se pelos 82,5 milhões de equipamentos que se “afogaram” no último ano, segundo a empresa que está a promover esta invenção no site de crowdfunding, Indiegogo. Em termos de características está igualmente bem pensado. Este smartphone vem equipado com sistema operativo Android 5.1 Lollipop, traz um processador Qualcomm Snapdragon 810, 2 GHz Octa-Core, 4 GB de memória RAM e tem duas variáveis em termos de armazenamento, por 275 dólares pode comprar a versão de 32GB e por 289 dólares a versão de 64GB.O ecrã é de a 4,7″ HD AMOLED e as câmaras principal e frontal têm 16 MP, o que vem possibilitar grandes imagens mesmo em modo selfie. A bateria é de 2800 mAh o que, segundo os responsáveis, chega para um dia de muito trabalho… ou mais que um dia se está em lazer! Mas flutua mesmo?A ideia é fabricar um dispositivo que possa fazer parte dos objectos que levamos para a praia, para a água mesmo. Para isso este equipamento foi certificado com a norma IPx7. Surfistas e todas as pessoas com actividades que envolvam muitas água… têm agora este equipamento concebido para resistir à água e flutuar, graças a algumas características dos materiais de fabrico. De acordo com as especificações disponibilizadas, o Comet tem uma densidade de cerca de 1,64 gramas por centímetro cúbico. A condição padrão da densidade da água é apenas 1g/cm3. No entanto, este dispositivo ainda é menos denso que o iPhone 6S (2,17 g/cm3) ou que o Samsung Galaxy Note 5 (1,93g/cm3). Ainda assim, um telefone 1,64 g/cm3 não flutuará, mas…. Já existe um modelo final?Não, apenas existe um protótipo e por isso os responsáveis pelo projecto estão a solicitar 100 000 dólares para iniciar o processo de fabrico. Até ao momento esta iniciativa já despertou interesse de pelo menos 67 pessoas em apenas 8 dias, angariando até agora cerca de 15 800 dólares. O aspectoPelas imagens de como será o equipamento, está muito bem conseguido. O bisel do ecrã dá um toque muito elegante e está prevista a colocação na lateral de LEDs que irão notificar, para além de decorar o equipamento. Além disso, este apresenta-se fino e leve, para que possa ser também uma peça tecnológica com estilo.Como o conceito é estar na água e levar para a água o smartphone, não pode ser esquecida a componente lúdica, a música neste caso. Então estão previstos também uns auscultadores para que os utilizadores possam levar para a água o smartphone e via bluetooth envie o som para uns dispositivos, também à prova de água, que serão colocados nos ouvidos.Source: pplware.pt
Como são afectados o cérebro e corpo pela luz do smartphone?
Frequentemente deixamos alertas para as consequências nefastas da utilização do smartphone antes de adormecer, com as luzes apagadas mas, ainda assim, os números revelam que 60% das pessoas adormece com o smartphone na mão.Hoje mostramos de que forma são o nosso cérebro e corpo afectados pela luz emitida por equipamentos deste género, sejam eles smartphones, tablets ou computadores.
Os ecrãs dos smartphones são desenvolvidos de forma a que seja possível utilizá-los em qualquer situação, mesmo em condições de luz muito intensa. Para que tal seja possível é emitida luz azul brilhante e é esta a responsável por alguns problemas que tendem a afectar o nosso corpo e cérebro.Estes problemas advêm principalmente da sua utilização durante a noite, muitas vezes antes de adormecer, já que o cérebro pára de produzir melatonina, a hormona que indica ao corpo que está na hora de dormir.Mas como é que isso funciona?Ao estar sujeito à luz azul durante a noite, o cérebro confunde-se e prejudica a memória para o dia seguinte.O sono vai ficar prejudicado e isso irá prejudicar o desenvolvimento do cérebro, a capacidade de raciocínio e de aprendizagem.A não produção de melatonina pelo cérebro tende a aumentar os problemas relacionados com depressões, que se agravam com a exposição à luz azul durante as horas que deveriam ser de descanso. Ainda associado a este problema, está o descontrolo da fome que poderá potenciar o risco de obesidade.O risco de cancro da mama e da próstata são nestes casos mais elevados uma vez que o corpo não descansa convenientemente devido à perturbação do sono. A luz azul é também responsável por problemas como cataratas ou descolamento da retina.Source pplware.sapo.pt