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Google ordena aos seus funcionários que regressem aos EUA

30 de Janeiro de 2017 às 09:44

Google ordena aos seus funcionários que regressem aos EUA

30 de Janeiro de 2017 às 09:44
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A primeira semana de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos foi tudo menos pacífica. Várias decisões vieram colocar em causa a liberdade de muitos imigrantes residentes nos Estados Unidos, e foram várias as medidas aplicadas que visaram, de forma directa, todos os não americanos.Provavelmente, a mais impactante é a decisão de proibir a entrada, nos Estados Unidos, de imigrantes de vários países. A Google já reagiu a esta decisão e ordenou a todos os seus funcionários que regressassem imediatamente aos EUA.
Não têm sido aceites, de forma pacífica, as decisões de Donald Trump desde que assumiu o cargo de Presidente dos Estados Unidos. A sua fixação nos imigrantes, sobretudo dos países árabes, levou a que emitisse, no final da semana, uma ordem para os proibir de entrar nos EUA, mesmo aqueles que têm vistos de residência e autorização para trabalhar no país.A Google, uma das maiores empresas americanas, tem como parte da sua força de trabalho funcionários que são estrangeiros e, por isso, imigrantes. Para prevenir problemas a estes funcionários, o CEO da Google, Sundar Pichai, emitiu um memorando interno que pede aos seus funcionários, que estejam abrangidos pela interdição de entrada, que regressem imediatamente aos Estados Unidos.A ordem que Donald Trump emitiu afecta 7 países de forma directa. Os cidadãos do Iraque, Irão, Sudão, Somália, Yemen e Líbia estão banidos de entrar nos EUA nos próximos 90 dias, assimm como cidadãos (refugiados) da Síria, de forma permanente.O impacto desta decisão na GoogleO site Bloomberg reportou que, a Google, deverá ter cerca de 100 funcionários fora dos EUA e que, provavelmente, vão ter problemas em regressar. Estes fazem parte de um grupo de 187 funcionários que são oriundos das nacionalidades afectadas.Segundo alguns orgãos de comunicação americanos, existem já casos de imigrantes norte americanos a serem barrados nos aeroportos de origem ou assim que entram nos EUA, cumprindo a ordem dada por Trump.A Google não será a única empresa a ser afectada por esta ordem, pois muitas outras dependem de funcionários especializados. que são imigrantes, podendo vir a ter, igualmente, problemas. Resta saber se a ordem será aplicada contra os imigrantes autorizados ou se será limitada apenas aos que estão agora a chegar aos EUA.A reacção do Irão à ordem de TrumpHoras depois da decisão de Donald Trump ter sido anunciada, o Irão reagiu de forma firme. Para além de criticar a decisão tomada, resolveu responder da mesma forma, bloqueando a entrada de cidadãos americanos no país.A ordem teve também aplicação imediata e deverá manter-se até que, os EUA, revoguem a decisão de barrar a entrada dos cidadãos iranianos no seu país.O governante iraniano ordenou ainda que os seus serviços diplomáticos ajudem os cidadãos, que foram impedidos de retornar às suas casas e aos seus locais de trabalho nos EUA.source: pplware.sapo.pt

Mark Zuckerberg nega que Facebook tenha influenciado resultados da eleição

15 de Novembro de 2016 às 11:04
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O líder da rede social garante que as notícias falsas espalhadas pelo Facebook não deram a vitória a Donald Trump, e mostra-se orgulhoso porque o Facebook "deu a voz" a muitas pessoas nas eleições.


O líder e fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, nega que a rede social tenha influenciado o resultado das eleições presidenciais nos Estados Unidos. Depois de o Facebook ter sido acusado de ter permitido a vitória a Donald Trump devido à facilidade com que propagam notícias falsas, Zuckerberg veio garantir que trabalha diariamente para melhorar a forma como a rede social apresenta conteúdos, e mostrou-se “orgulhoso” do papel do Facebook ao “dar uma voz às pessoas neste eleição”.

Numa mensagem publicada na sua própria página do Facebook, Mark Zuckerberg reconhece que “depois da eleição, muitas pessoas perguntam até que ponto é que as notícias falsas contribuíram para o resultado”. O fundador da rede social mais utilizada do mundo sublinha que, “de todo o conteúdo do Facebook, mais de 99% do que as pessoas veem é autêntico”. Além disso, “as notícias falsas que existem não são limitadas a uma única visão partidária, nem sequer à política”, pelo que “é extremamente improvável que as notícias falsas tenham mudado o resultado da eleição numa direção ou na outra”.

app-facebookMark Zuckerbergno sábadoI want to share some thoughts on Facebook and the election.Our goal is to give every person a voice. We believe deeply in people. Assuming that people understand what is important in their lives and that they can express those views has driven not only our community, but democracy overall. Sometimes when people use their voice though, they say things that seem wrong and they support people you disagree with.After the election, many people are asking whether fake news contri...Ver mais186 mil14 mil14 mil
O grande problema no que toca às notícias falsas, admite Zuckerberg, é que “identificar a verdade é complicado”. “Enquanto muitas podem ser completamente desacreditadas, uma grande quantidade de conteúdos, incluindo de meios tradicionais, têm muitas vezes a ideia geral correta, mas com alguns detalhes errados ou omitidos”, exemplifica. “Temos de ser extremamente cautelosos quando nos tornamos, nós próprios, os árbitros da verdade”, conclui.As acusações relativas às notícias falsas no Facebook surgiram depois do aparecimento de uma publicação que dava conta do apoio do Papa Francisco a Donald Trump, e de uma outra em que se lia que um dos agentes do FBI que investigavam o caso dos emails de Hillary Clinton tinha morrido. Todas estas informações foram depois desmentidas. Na entrevista que deu à CBS, Trump assumiu que a presença nas redes sociais o ajudou a chegar mais facilmente aos seus eleitores.
source: observador.pt

O Facebook pode ter ajudado Trump a ganhar as eleições

14 de Novembro de 2016 às 09:39
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O mundo ainda está a recuperar de um cenário que a comunicação social nos vendeu como desastroso, isto é, o cenário em que Donald Trump seria eleito o 45º Presidente dos Estados Unidos.Na realidade, quem perdeu, de forma transversal, foram os canais de comunicação social especializados em política, isto porque “venderam” a ideia que o mau era Donald Trump e a menos má seria Hillary Clinton. Isto é, os orgãos de comunicação acreditam ter o poder para fazer pender a votação para o lado do seu “protegido”. Mas desta vez correu mal. O Facebook parece que ganhou.
Fazendo um périplo pelos jornais, facilmente percebemos que praticamente todos os grandes jornais dos EUA ou declararam apoio a Hillary Clinton ou deixaram de o endossar a Donald Trump na campanha de 2016. E isso inclui o seu suporte, cobertura e opiniões dedicadas que no passado foram fiéis a candidatos do Partido Republicano.Na verdade, a impressa americana, incluíndo a TV, foi surpreendida pelo facto da sua influência poder ter sido mínima em comparação com o Facebook. A Imprensa ganha eleições?Por vezes parece que ganha… ou até poderá ter mais influência do que parece. Em 1992, na eleição-geral do Reino Unido, o tablóide The Sun gabou-se de ter “vencido” a eleição para o Partido Conservador, que estava em situação delicada na disputa com os Trabalhistas. Agora, os rumores parecem apontar para que nos EUA, o Facebook tenha sido de tal forma popular que fez mesmo Trump um vencedor. Mas como poderá o Facebook ter ajudado Trump?Então, o argumento principal é que 156 milhões de americanos têm contas no Facebook e, de acordo com as pesquisas, pelo menos dois terços deles usam a rede social como fonte primária de notícias.Essas notícias podem, volta e meia, ser originárias da imprensa, de toda, até dos jornais que endossaram apoio a Hillary. Mas o que cada utilizador vai ver dependerá de quem são os seus amigos e do que eles partilham.Daí vem a noção de uma “bolha”: pessoas que estavam inclinadas a votar em Trump na eleição da última terça-feira apenas viram histórias que refletiam a sua visão do mundo. E o mesmo se deu com aqueles que simpatizavam com Hillary.É claro que podemos dizer que esse tipo de filtragem sempre ocorreu – pessoas de orientação liberal tendiam a ler jornais liberais. Pessoas mais conservadores encontravam as suas ideias refletidas pelo que liam. A diferença é que a maioria dos editores tentava fazer duas coisas – apresentar ao menos algumas opiniões alternativas e assegurar que os factos de qualquer história fossem verificados.Mas no Facebook não existe essa segmentação nem procedimentos. O algoritmo do feed de notícias veicula o que “pensa” ser a sua opinião e a dos seus amigos e certamente não valida qualquer veracidade dos factos. Um exemplo é que, durante a campanha presidencial americana, histórias a acusar Hillary de assassinato ou histórias que tentavam “revelar que o presidente Barack Obama é muçulmano” apareceram nas páginas de pessoas com tendência para apoiar Donald Trump.Sim, também há casos com o outro lado da medalha, todos recebemos algumas. Uma que correu os feeds foi a falsa declaração supostamente feita pelo multi-milionário em 1998, em que ele dizia que seria simples ser candidato pelo Partido Republicano “porque os seus eleitores são burros”, esta declaração continua a circular na rede social graças às muitas partilhas dos americanos que não gostam de Trump.Declaração falsa que foi veiculada no FacebookOs dois grandes partidos americanos (Democrata e Republicano) têm vindo a usar extensivamente o Facebook como arma eleitoral nos últimos anos. Contudo, para Trump, as redes sociais ofereceram uma forma poderosa de levar a sua mensagem directamente ao eleitorado. Ainda mais porque a sua campanha considerava a maior parte da imprensa tradicional como hostil e parcial. Então sem o Facebook Trump não seria o próximo presidente?Esta questão, por tudo o que envolve uma eleição nos Estados Unidos, a particular escolha dos Estados, os Colégios Eleitorais e a forma de pensar do povo americano torna difícil responder, mas parece provável que a comunicação social tenha servido para polarizar opiniões numa campanha eleitoral já acalorada. E que podem ter ajudado a trazer eleitores indecisos para o lado do empresário. E isso questiona a alegação do fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, de que a rede social se trata apenas de uma plataforma tecnológica, não de uma poderosa empresa de comunicação social. O fundador do Facebook também opinouMark Zuckerberg esteve igualmente atento e deixou a sua opinião. Num post revelando o sentimento de estar a “sentir-se esperançoso”, e com uma foto dele a segurar a sua filha bebé, enquanto assistia à cobertura da eleição, o fundador do Facebook revelou que estava a “pensar em todo o trabalho que temos à frente para criarmos o mundo que queremos para as nossas crianças”.Zuckerberg falou especificamente em curar doenças, melhorar a educação, ligar as pessoas e promover oportunidades iguais – e definiu esta missão como “maior do que qualquer presidência”.Nos comentários, diversas pessoas pareceram apreciar o pensamento de Zuckerberg. “Obrigado por estar a usar a sua influência para o bem” foi uma resposta típica.Mas Zuckerberg não apresentou ainda uma reflexão sobre como ele influenciou a forma de encarar esta campanha eleitoral por parte dos americanos e qual teria sido o seu impacto positivo para o processo democrático. Muitos magnatas da comunicação social, no passado, reclamaram para si esse poder, o de conseguir dominar a intenção dos eleitores americanos.Via: BBCAfinal, qual é o poder real do Facebook?

Donald Trump: Vírus, Spam ou actualização de segurança?

10 de Novembro de 2016 às 10:00
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Donald Trump ganhou as eleições presidenciais dos Estados Unidos da América. O mundo está ainda a digerir este acontecimento, mas é um facto. Em Janeiro de 2017 Donald John Trump será o 45º Presidente dos Estados Unidos.Para o mundo da tecnologia, qual será o impacto?
Donald Trump: vírus, hoax ou update de segurança?Numa campanha muito pouco ortodoxa, muitos foram os líderes das grandes empresas tecnológicas norte-americanas que viraram as costas a Trump e vieram a público fazer campanha por Hillary Clinton. Tirando Peter Thiel, co-fundador do Paypal, praticamente todas as grandes empresas de tecnologia estavam declaradamente contra o candidato republicado e houve mesmo quem fosse mais radical e, na abertura do site da empresa que liderava, colocasse a frase F*ck Trump.A gigante Google e o Facebook criticaram publicamente Trump, mas não lhe retiraram, contudo, o apoio tecnológico durante alguns eventos da sua campanha. A Apple decidiu manter-se fora e não contribuir, como havia feito no passado, com a doação de tecnologia ou dinheiro para apoiar as convenções republicanas e democratas.Durante a campanha eleitoral, principalmente, sobre o caso do atirador de San Bernardino, Trump, num comício na Carolina de Sul, pediu aos norte-americanos para boicotarem a Apple. Mas não foram certamente esquecidas as declarações sobre os emigrantes, as minorias e as mulheres, que levaram a empresa de Cupertino, assim como a Microsoft, Google, Facebook e outras, a criticar publicamente o candidato. Mas poderá ser o apocalipse da tecnologia?Sendo ainda um tempo difuso de analisar, as conclusões preliminares retiradas pelos analistas referem que as grandes decisões sobre as políticas das empresas de tecnologia não passam directamente por Donald Trump e que, por isso, poderá não ter uma acção directa no desempenho dessas empresas e serviços.Contudo, há já uma onda de impacto pessimista que pode, num futuro imediato, causar algum stress e abrandamento no que toca ao investimento nestas áreas. E-mails que tramaram Hillary ClintonA tecnologia está intimamente ligada a esta eleição. Um dos factores que pendeu contra a candidata democrata foram alguns dados sobre correspondência electrónica encontrada pelo FBI, cerca de 10 mil e-mails que Hillary, à data em que era Secretária de Estado dos EUA, tinha alojados num servidor privado.Estes e-mails, pela natureza do cargo que ocupava, poderiam conter informações secretas que, se publicadas, colocariam em risco não apenas interesses políticos e económicos, mas também vidas de funcionários americanos envolvidos em operações ligadas à área de segurança no exterior. Donald Trump, candidato republicano à Casa Branca, passou a usar o caso para atacar Hillary, e chegou a sugerir que o presidente da Rússia, Vladmir Putin, “hackeasse” a democrata para procurar outros e-mails relacionados. Site de imigração do Canadá “crashou”As reacções não se fazem sentir apenas na população americana e há já quem queira fugir dos Estados Unidos. Assim, o website dos serviços de imigração do Governo do Canadá, logo após os resultados começarem a ficar mais definidos, recebeu tantos pedidos de informação que “crashou”.
 SeguirElias Toufexis ✔@EliasToufexisThe Canadian immigration site crashed. That's not a joke, it actually crashed.03: 40 - 9 nov 2016  8.9928.992 Retweets  9.0869.086 favoritosO mundo agora está expectante quanto às promessas deixadas pelo candidato republicano Donald Trump. A tecnologia é cada vez mais o ponto forte e fraco de um político, podendo rapidamente servir de canal de propagação mas também ser o pecado mortal.Como será agora o mundo com o Presidente Donald Trump?source: pplware.sapo.pt